VerdadeiroO Ministério da Energia ucraniano informou que consumidores ficaram sem eletricidade em cinco regiões após ataques russos a instalações energéticas.
EsquerdaFolha de S.Paulo, CartaCapital, UOL
Os três trechos brasileiros atribuem ao ministério a informação sobre cortes em Dnipropetrovsk, Donetsk, Kiev, Jitomir e Kharkiv. RFI Brasil também relata cortes nessas regiões.
Ver fontes e trechos (4)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Ucrânia relata cortes de energia em cinco regiões após ataque massivo da Rússia
Trecho consultado na análise
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A Ucrânia acusou a Rússia de ter feito um ataque massivo contra sua infraestrutura energética, neste sábado (7), o que provocou cortes de energia em cinco regiões num momento em que o país se prepara para mais um inverno rigoroso.
Nas redes sociais, o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski , afirmou que a Rússia utilizou 36 mísseis balísticos e 172 drones para executar a ofensiva contra o setor energético.
Segundo ele, pelo menos nove pessoas ficaram feridas, incluindo uma criança, durante esses ataques, que atingiram cerca de dez regiões do país.
Mais tarde, Zelenski disse que, segundo as análises preliminares, os russos teriam utilizado mísseis fabricados e entregues pela Coreia do Norte .
Em comunicado, o Ministério da Energia ucraniano divulgou que, durante a noite, forças russas lançaram "um ataque massivo " contra várias instalações energéticas do país.
"Como resultado, consumidores nas regiões de Dnipropetrovsk, Donetsk, Kiev , Jitomir e Kharkiv se encontram, no momento, sem eletricidade", diz o texto, sem especificar quantas residências foram impactadas.
Os ataques causaram danos significativos a "inúmeras instalações energéticas" na região da capital, o que prejudica de forma considerável o fornecimento de eletricidade para Kiev e seus arredores, detalha o comunicado.
As equipes no local tentam resolver a situação, mas seu trabalho "é retardado pelos constantes alertas aéreos", acrescenta.
Zelenski ironizou, dizendo que esses bombardeios eram a forma como a Rússia prepara o encontro trilateral previsto para os dias 10 e 11 de novembro, em Abu Dhabi , entre emissários de Kiev, Washington e Moscou.
"Ao intensificar seus ataques contra a Ucrânia e nossa infraestrutura neste exato momento, a Rússia tenta preparar o terreno para exercer pressão sobre a posição da Ucrânia e a de seus parceiros", afirmou.
As negociações foram freadas pela guerra no Oriente Médio .
A última reunião trilateral ocorreu em meados de fevereiro, em Genebra, sem avanços para uma solução do conflito.
Atualmente, a Rússia controla cerca de um quinto do território de seu vizinho: a península da Crimeia, anexada em 2014; a maior parte das regiões orientais de Donetsk e Luhansk, conhecidas como Donbass; e amplas áreas das regiões meridionais de Zaporíjia e Kherson.
Moscou exige a retirada completa do Exército ucraniano de Donetsk, uma condição que Kiev rejeita, por considerar que isso deixaria o país exposto a novos ataques russos.
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O presidente ucraniano afirmou que conta com o governo e o Congresso dos Estados Unidos "para que prestem mais atenção à Ucrânia".
"Porque a Rússia intensifica seus ataques sem parar", afirmou.
Mais cedo, na manhã de sábado, o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou que os ataques noturnos russos danificaram também uma ponte importante, além de infraestruturas energéticas.
"A situação do fornecimento de energia na capital é extremamente complicada.
Isso afeta o funcionamento dos sistemas de aquecimento e de abastecimento de água da cidade", escreveu Klitschko no Telegram.
Ele acrescentou que a ponte Norte, que cruza o rio Dnieper, sofreu danos, o que bloqueia o tráfego.
Essa ponte já havia sido atacada em outubro, o que levou as autoridades a instalar redes antidrones para tentar protegê-la.
A Ucrânia teme reviver o cenário do inverno passado, quando a Rússia bombardeou as instalações energéticas do país, deixando milhões de lares sem aquecimento nem eletricidade.
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- CartaCapital · Reportagem
Ucrânia denuncia cortes de energia em cinco regiões por ataque “massivo” da Rússia
Trecho consultado na análise
“A Ucrânia acusou, neste sábado (7), a Rússia de ter realizado um ataque "massivo" contra sua infraestrutura energética, o que provocou cortes de energia em cinco regiões, em um momento em que o país se prepara para mais um inverno rigoroso.
Nas redes sociais, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou que a Rússia utilizou 36 mísseis balísticos e 172 drones para executar esse ataque "combinado" contra o setor energético.
Segundo ele, pelo menos nove pessoas ficaram feridas, incluindo uma criança, durante esses ataques, que atingiram cerca de dez regiões do país.
"Durante a noite, o inimigo lançou um ataque massivo contra várias instalações energéticas na Ucrânia.
Como resultado, consumidores nas regiões de Dnipropetrovsk, Donetsk, Kiev, Jytomyr e Kharkiv encontram-se, no momento, sem eletricidade", informou o Ministério da Energia da Ucrânia em um comunicado.
O texto não especifica quantas residências foram afetadas.
Os ataques causaram danos significativos a "inúmeras instalações energéticas" na região da capital, o que prejudica "consideravelmente" o fornecimento de eletricidade para Kiev e seus arredores, detalha o comunicado.
As equipes no local tentam resolver a situação, mas seu trabalho "é retardado pelos constantes alertas aéreos", acrescenta.
Zelensky ironizou, dizendo que esses bombardeios eram a forma como a Rússia "prepara" o encontro trilateral previsto para os dias 10 e 11 de novembro, em Abu Dhabi, entre emissários de Kiev, Washington e Moscou, com o objetivo de impulsionar as negociações, travadas desde fevereiro devido à guerra no Oriente Médio.
A última reunião desse tipo ocorreu em meados de fevereiro, em Genebra, sem avanços rumo a uma solução para o conflito.
Atualmente, a Rússia controla cerca de um quinto do território de seu vizinho: a península da Crimeia, anexada em 2014; a maior parte das regiões orientais de Donetsk e Luhansk, conhecidas coletivamente como Donbass; e amplas áreas das regiões meridionais de Zaporizhzhia e Kherson.
Moscou exige a retirada completa do exército ucraniano de Donetsk, uma condição que Kiev rejeita, por considerar que isso deixaria o país exposto a novos ataques russos.
O presidente ucraniano afirmou que conta com o governo e o Congresso dos Estados Unidos "para que prestem mais atenção à Ucrânia".
"Porque a Rússia intensifica seus ataques sem parar", denunciou.
Mais cedo, na manhã de sábado, o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou que os ataques noturnos russos danificaram também uma ponte importante, além de infraestruturas energéticas.
"A situação do fornecimento de energia na capital é extremamente complicada.
Isso afeta o funcionamento dos sistemas de aquecimento e de abastecimento de água da cidade", declarou Klitschko no Telegram.
Ele acrescentou que a Ponte Norte, que cruza o rio Dnieper, sofreu danos, o que bloqueia o tráfego.
Essa ponte já havia sido atacada em outubro, o que levou as autoridades a instalar redes antidrones para tentar protegê-la.
A Ucrânia teme reviver o cenário do inverno passado, quando a Rússia bombardeou as instalações energéticas do país, deixando milhões de lares sem aquecimento nem eletricidade.”
- UOL · Reportagem
Ucrânia denuncia cortes de energia em 5 regiões por ataque 'massivo' da Rússia
Trecho consultado na análise
“A Ucrânia acusou hoje a Rússia de ter realizado um ataque "massivo" contra sua infraestrutura energética, o que provocou cortes de energia em cinco regiões, em um momento em que o país se prepara para mais um inverno rigoroso.
Nas redes sociais, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou que a Rússia utilizou 36 mísseis balísticos e 172 drones para executar esse ataque "combinado" contra o setor energético.
Segundo ele, pelo menos nove pessoas ficaram feridas, incluindo uma criança, durante esses ataques, que atingiram cerca de dez regiões do país.
"Durante a noite, o inimigo lançou um ataque massivo contra várias instalações energéticas na Ucrânia.
Como resultado, consumidores nas regiões de Dnipropetrovsk, Donetsk, Kiev, Jytomyr e Kharkiv encontram-se, no momento, sem eletricidade", informou o Ministério da Energia da Ucrânia em um comunicado.
O texto não especifica quantas residências foram afetadas.
Os ataques causaram danos significativos a "inúmeras instalações energéticas" na região da capital, o que prejudica "consideravelmente" o fornecimento de eletricidade para Kiev e seus arredores, detalha o comunicado.
As equipes no local tentam resolver a situação, mas seu trabalho "é retardado pelos constantes alertas aéreos", acrescenta.
Zelensky ironizou, dizendo que esses bombardeios eram a forma como a Rússia "prepara" o encontro trilateral previsto para os dias 10 e 11 de novembro, em Abu Dhabi, entre emissários de Kiev, Washington e Moscou, com o objetivo de impulsionar as negociações, travadas desde fevereiro devido à guerra no Oriente Médio.
A última reunião desse tipo ocorreu em meados de fevereiro, em Genebra, sem avanços rumo a uma solução para o conflito.
Atualmente, a Rússia controla cerca de um quinto do território de seu vizinho: a península da Crimeia, anexada em 2014; a maior parte das regiões orientais de Donetsk e Luhansk, conhecidas coletivamente como Donbass; e amplas áreas das regiões meridionais de Zaporizhzhia e Kherson.
Moscou exige a retirada completa do exército ucraniano de Donetsk, uma condição que Kiev rejeita, por considerar que isso deixaria o país exposto a novos ataques russos.
O presidente ucraniano afirmou que conta com o governo e o Congresso dos Estados Unidos "para que prestem mais atenção à Ucrânia".
"Porque a Rússia intensifica seus ataques sem parar", denunciou.
Mais cedo, na manhã de sábado, o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou que os ataques noturnos russos danificaram também uma ponte importante, além de infraestruturas energéticas.
"A situação do fornecimento de energia na capital é extremamente complicada.
Isso afeta o funcionamento dos sistemas de aquecimento e de abastecimento de água da cidade", declarou Klitschko no Telegram.
Ele acrescentou que a Ponte Norte, que cruza o rio Dnieper, sofreu danos, o que bloqueia o tráfego.
Essa ponte já havia sido atacada em outubro, o que levou as autoridades a instalar redes antidrones para tentar protegê-la.
A Ucrânia teme reviver o cenário do inverno passado, quando a Rússia bombardeou as instalações energéticas do país, deixando milhões de lares sem aquecimento nem eletricidade.
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- RFI Brasil · Imprensa internacional
Ataques russos em larga escala atingem sistema elétrico da Ucrânia e deixam milhares sem energia
Trecho consultado na análise
“A Rússia lançou na madrugada deste sábado (7) uma nova ofensiva de grandes proporções contra a infraestrutura energética da Ucrânia, provocando cortes de eletricidade em diversas regiões do país e agravando os temores de um inverno com apagões e dificuldades no abastecimento de serviços essenciais.
Publicado em: 07/11/2026 - 14:40
Segundo o Ministério da Energia da Ucrânia, os bombardeios atingiram instalações de transmissão e distribuição de energia nas regiões de Dnipropetrovsk, Donetsk, Kiev, Jytomyr e Kharkiv.
Os danos causados à rede elétrica deixaram consumidores sem fornecimento de energia, embora o governo não tenha divulgado o número exato de residências afetadas.
Segundo as autoridades ucranianas, os ataques provocaram estragos significativos em várias instalações energéticas na região da capital.
De acordo com o ministério, os danos comprometem de forma considerável o abastecimento de eletricidade em Kiev e nos arredores.
Equipes de emergência e trabalhadores do setor elétrico foram mobilizados para restaurar os serviços.
No entanto, os reparos são dificultados pelos sucessivos alertas de ataque aéreo que continuam soando em diferentes partes do país.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, informou que a ofensiva russa envolveu o lançamento de 36 mísseis balísticos e 172 drones.
Segundo o chefe de Estado, ao menos nove pessoas ficaram feridas, entre elas uma criança.
Os ataques atingiram aproximadamente dez regiões ucranianas e tiveram como alvo principal o sistema energético nacional, considerado estratégico para a manutenção de serviços básicos durante os meses mais frios do ano.
Para Zelensky, a nova onda de bombardeios representa uma tentativa de pressão política e militar às vésperas de uma reunião prevista para os dias 10 e 11 de novembro, em Abu Dhabi, entre representantes da Ucrânia, dos Estados Unidos e da Rússia.
O encontro tem como objetivo discutir possibilidades para a retomada de negociações diplomáticas.
O presidente também voltou a pedir maior apoio de Washington.
“Esperamos que o Congresso americano dedique uma atenção ainda maior à Ucrânia, porque a Rússia continua intensificando seus ataques”, declarou.
Na capital ucraniana, os danos foram além do sistema elétrico.
O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, informou que uma importante ponte rodoviária sobre o rio Dnieper foi atingida durante os ataques.
Trata-se da Ponte Norte, uma das principais ligações viárias da cidade.
O impacto obrigou as autoridades a interromperem o trânsito no local.
Segundo Klitschko, a situação energética da capital é “extremamente difícil” e afeta diretamente o funcionamento dos sistemas de aquecimento e abastecimento de água.
A estrutura já havia sido alvo de um ataque em outubro.
Após aquele episódio, a prefeitura instalou redes de proteção contra drones, uma medida inédita em Kiev desde o início da invasão russa em larga escala, em fevereiro de 2022.
Os novos bombardeios reforçam as preocupações do governo ucraniano em relação ao inverno que se aproxima no hemisfério norte.
Desde o início do conflito, a Rússia tem direcionado ataques frequentes contra usinas, subestações elétricas e redes de distribuição de energia, buscando enfraquecer a infraestrutura civil do país.
Os danos acumulados ao longo dos últimos meses já provocaram interrupções recorrentes no fornecimento de eletricidade, aquecimento e água em diversas cidades.
Em Kiev, o cotidiano da população tem sido marcado pela insegurança e pelas falhas constantes nos serviços básicos.
“Não temos luz nem aquecimento de forma regular.
É realmente deprimente”, relatou a moradora Iryna, expressando um sentimento compartilhado por muitos habitantes da capital.
Outros moradores demonstram resignação diante da situação.
É o caso de Oleksandr, que viveu anteriormente em Mariupol, cidade devastada pela guerra.
“Ficamos sem luz durante grande parte do tempo e a água quente também é irregular.
Mas, depois do que vivi em Mariupol, isso se tornou apenas mais uma dificuldade da rotina”, afirmou.
A crise também alimenta divergências políticas dentro da própria Ucrânia.
Nas últimas semanas, o prefeito Vitali Klitschko passou a ser alvo de críticas sobre a preparação da capital para enfrentar os ataques russos.
O próprio presidente Zelensky declarou recentemente que Kiev é uma das cidades menos preparadas do país para lidar com a ofensiva contra a infraestrutura energética, sugerindo que a administração municipal poderia ter adotado medidas mais eficazes para proteger os serviços essenciais.
Enquanto as autoridades correm para reparar os danos mais recentes, milhões de ucranianos se preparam para enfrentar mais um inverno sob a ameaça de novos ataques, cortes de energia e dificuldades no acesso a serviços básicos.
Com RFI e AFP
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Encontrou um erro?VerdadeiroZelensky afirmou que a ofensiva usou 36 mísseis balísticos e 172 drones, deixou ao menos nove feridos, incluindo uma criança, e atingiu cerca de dez regiões.
EsquerdaFolha de S.Paulo, CartaCapital, UOL
Os trechos atribuem esses números a Zelensky; RFI Brasil também relata os mesmos números de armamentos, feridos e regiões atingidas.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroSegundo o ministério ucraniano, os danos a instalações energéticas na região da capital prejudicaram o fornecimento; os reparos foram dificultados por alertas aéreos.
EsquerdaFolha de S.Paulo, CartaCapital, UOL
Os relatos brasileiros atribuem essas informações ao comunicado do ministério. RFI Brasil também descreve danos e reparos dificultados por alertas de ataque aéreo.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroO prefeito de Kiev afirmou que uma ponte sobre o Dnieper foi danificada e que o tráfego ficou bloqueado ou foi interrompido.
EsquerdaFolha de S.Paulo, CartaCapital, UOL
Os trechos brasileiros identificam a Ponte Norte e atribuem o relato ao prefeito; RFI Brasil também informa danos e interrupção do trânsito.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroAutoridades não informaram o número exato de residências afetadas pelos cortes de energia.
EsquerdaFolha de S.Paulo, CartaCapital, UOL
Os trechos brasileiros dizem que o comunicado não especificou quantas residências foram afetadas. RFI Brasil também informa que o governo não divulgou esse número.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroZelensky interpretou os ataques como pressão às vésperas de uma reunião trilateral prevista para 10 e 11 de novembro, em Abu Dhabi.
EsquerdaFolha de S.Paulo, CartaCapital, UOL
Os textos atribuem essa interpretação a Zelensky e apresentam a reunião como prevista, não realizada. RFI Brasil também relata a avaliação e as datas anunciadas.
Ver fontes e trechos (4)