Meta adia regra que permite uso de conteúdo jornalístico por IA sem licença, após revés na Justiça
O que aconteceu
A Meta voltou atrás na implementação das suas novas regras comerciais de coleta e uso comercial de informações de sites jornalísticos. A prática permitiria, por exemplo, usar o material para treinar modelos de inteligência artificial (IA), como a Meta AI, análoga ao ChatGPT. “Recentemente, anunciamos a atualização dos Termos Comerciais da Meta, dos Termos do Catálogo de Produtos, dos Termos para Criação de Anúncios com Autoatendimento e dos Termos de IA Generativa para Criativo do Anúncio. Essas atualizações estão pausadas e não entrarão em vigor em 20 de novembro de 2026. Seguimos em diálogo com as partes interessadas e compartilharemos novas informações assim que possível. Enquanto isso, nossos termos existentes permanecem em vigor”, diz o comunicado da empresa. Procurada pelo Estadão, a empresa afirmou que não se manifestaria sobre o tema além do que expôs no comunicado. Nesta semana, a Meta sofreu um revés judicial no Brasil. A Justiça de SP concedeu uma liminar (decisão provi.
Só a direita cobriu
Quem publicou
Clique numa manchete para ler a reportagem no site do veículo. Cada leitura entra em Minha bolha, que mostra de que lado vem o que você lê.
Esquerda
Nenhuma cobertura identificada nos veículos de esquerda que monitoramos, até a última coleta.
Centro
Nenhuma cobertura identificada nos veículos de centro que monitoramos, até a última coleta.
Visto de fora
Nenhum veículo internacional que acompanhamos (BBC News Brasil, DW Brasil, RFI Brasil, Euronews) publicou sobre isso ainda.
A checagem
Ainda não checada
Uma IA compara as reportagens sem ver o nome dos veículos, identifica versões incompatíveis do mesmo fato e mostra diferenças e consensos, com as fontes de cada avaliação.
