Defesa de Marcola alega falhas em investigação sobre lavagem de dinheiro do PCC
O que aconteceu
A defesa de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), alegou irregularidades nas investigações da Operação Vérnix. Deflagrada em maio, a ação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada. O advogado Bruno Ferullo apresentou, na terça-feira 4, resposta à acusação do Ministério Público de São Paulo (MPSP). Segundo ele, as provas reunidas seriam insuficientes para comprovar a responsabilidade penal dos investigados. A defesa também pediu acesso a documentos ainda não disponibilizados e solicitou novas diligências. Além de Marcola, Ferullo representa três parentes do líder do PCC: Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior, Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho. A influenciadora Deolane Bezerra também foi alvo da operação. Outro investigado preso foi Everton de Souza, conhecido como “Player”, apontado pelo Ministério Público como operador financeiro do grupo crim.
Quem publicou
Clique numa manchete para ler a reportagem no site do veículo. Cada leitura entra em Minha bolha, que mostra de que lado vem o que você lê.
Esquerda
Nenhuma cobertura identificada nos veículos de esquerda que monitoramos, até a última coleta.
Centro
+11 min · CNN Brasil, 06/11 às 10h33
Direita
Primeiro a publicar · Revista Oeste, 06/11 às 10h22
Visto de fora
Nenhum veículo internacional que acompanhamos (BBC News Brasil, DW Brasil, RFI Brasil, Euronews) publicou sobre isso ainda.
A checagem
Ainda não checada
Uma IA compara as reportagens sem ver o nome dos veículos, identifica versões incompatíveis do mesmo fato e mostra diferenças e consensos, com as fontes de cada avaliação.
