VerdadeiroLula defendeu responsabilidade fiscal como condição para atrair capital e investimentos.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, Agência Brasil, Gazeta do Povo, Folha de S.Paulo, Jovem Pan, O Globo, Veja, g1, Estadão
Os três grupos relatam a defesa da responsabilidade fiscal ligada à atração de investimentos ou capital. CNN Brasil não é incluído porque o trecho não atribui essa formulação à fala de Lula.
Ver fontes e trechos (9)
Encontrou um erro?VerdadeiroLula disse que a economia precisa estar “arrumada” para atrair investimentos.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, Agência Brasil, Gazeta do Povo, CNN Brasil, Jovem Pan, O Globo, Veja, g1, Estadão
Os relatos dos três grupos atribuem a Lula a ideia de que uma economia arrumada — ou não desordenada — é necessária para atrair investimentos.
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VerdadeiroNo mesmo dia, Lula se reuniu com ministros e economistas para discutir a política econômica e as contas públicas.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, Gazeta do Povo, Folha de S.Paulo, CNN Brasil, O Globo, Veja, Estadão
Os trechos dos três grupos registram reuniões ou conversas no mesmo dia sobre rumos econômicos, política fiscal ou contas públicas.
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VerdadeiroO conselho de minerais críticos aprovou uma lista com 27 minerais.
Esquerda CentroFolha de S.Paulo, O Globo
Os relatos dos veículos de esquerda e centro informam que a lista foi aprovada e inclui 27 minerais.
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- Folha de S.Paulo · Reportagem
'Temos que ter responsabilidade fiscal', diz Lula em meio a debate sobre ajuste nas contas públicas
Trecho consultado na análise
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta quinta-feira (5) a responsabilidade fiscal como forma de atrair investimentos para o país.
"Aqui também está dito que se a gente quiser atrair capital, temos que ter seriedade.
Ninguém vai colocar dinheiro aqui pelos belos cabelos do Lula ou do [vice-presidente Geraldo] Alckmin", disse o petista em reunião com o Conselho Nacional para a Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos.
"As pessoas vão colocar se perceberem que os investimentos deles vão gerar retorno financeiro.
É por isso que precisamos ter responsabilidade jurídica.
É por isso que temos que ter responsabilidade fiscal."
O governo está sob pressão de setores econômicos para apresentar um plano de ajuste fiscal capaz de conter a trajetória ascendente da dívida pública, em meio à escalada do dólar e à queda da Bolsa de Valores desde o resultado do segundo turno.
Também nesta quinta, Lula iniciou uma série de conversas com economistas e empresários para debater os rumos da política fiscal do governo .
Após o encontro, o ministro da Fazenda, Dario Durigan , voltou a prometer resultados melhores nas contas públicas para os próximos anos, mas não falou sobre medidas concretas.
MINERAIS CRÍTICOS
A reunião desta quinta (5) entre o novo conselho e o presidente aprovou a lista dos minerais considerados críticos e/ou estratégicos que a política nacional sobre o tema deve priorizar.
Foram 27 minerais incluídos na lista dos que serão contemplados nas proteções e regras previstas na lei.
"Não queremos fazer com que o estado seja senhor supremo da exploração, transformação, industrialização.
Aqui está dito que precisamos de parceria, que precisamos aprender, construir com outros países que queiram participar conosco o processo de transformação e exploração dessa riqueza", disse Lula.
O tema dos minerais virou pauta cara durante a campanha do presidente, que colocou a temática em peças eleitorais do início da corrida.
A exploração dos minerais é cobiçada por outros países, como os Estados Unidos, e foi usada como pauta petista para inflar defesas à soberania nacional.
A chamada Política Nacional de Minerais Críticos foi sancionada em setembro deste ano.
Na reunião, os minerais foram distribuídos em três classes, de acordo com a importância para o Brasil em termos de soberania e industrialização.
O secretário-executivo do CIMCE (Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos), Leonardo Durans, afirmou à Folha que a lista é o primeiro passo para elaboração do plano nacional do setor.
"É um estudo para definir as cadeias prioritárias.
O objetivo é que o Brasil deixe de só exportar minério e passe a agregar valor aqui, com processamento, refino e produção industrial no país", explicou.
Também foram estabelecidos cinco parâmetros para definir os minerais: o risco geopolítico, a concentração geográfica da produção, o potencial de substituição, a posição brasileira na cadeia e a dependência e vulnerabilidade do país.
As classes também sinalizam a prioridade no acesso aos instrumentos de fomento previstos na política.
"Essa lista é importante porque ela organiza as prioridades dessa política", disse a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior.
"Se eu defino os minerais, defino sobre quais poderão ser usados os instrumentos de fomento previstos na legislação aprovada."
Participaram da reunião do Conselho representantes da CNI (Confederação Nacional da Indústria), de municípios com atividades de minerais.
Durante a reunião, também foi definido que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços deverá apresentar uma proposta para as Cadeias Produtivas prioritárias do Plano Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos no prazo de 15 dias, a ser submetida ao pleno do Conselho.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias Rosa, afirmou que a divisão dos minerais "vai determinar, num segundo momento, a discussão em torno da triagem de investimento e dos mecanismos de controle que a lei já permite.
Não apenas controle da operação societária, mas também contratos de fornecimento e contratos internacionais".
"A ideia do presidente Lula é que este conselho se debruce sobre as experiências de outros países do mundo todo agora.
Tanto o controle societário como também o controle de investimentos.
E a gente vem a discutir isso na próxima reunião, já no início do mês de dezembro", completou.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, sintetizou que o espírito da lei e da política do governo "é valorizar nossas riquezas naturais e gerar valor, emprego, no Brasil.
Classe 1 Prioridade Alta:
1.
Terras Raras 2.
Grafita 3.
Lítio 4.
Níquel 5.
Cobalto 6.
Cobre 7.
Manganês 8.
Silício 9.
Urânio (Setor sob regime especial: monopólio da União (CF, arts. 21 e 177), exploração via INB com parceria privada autorizada (Lei 14.514/2022) e controle de segurança da CNEN/ANSN)
Classe 2 Prioridade Média
9.
Tungstênio 10.
Cromo 11.
Vanádio 12.
Tântalo 13.
Titânio 14.
Fosfato 15.
Potássio 16.
Enxofre
Classe 3 Prioridade Baixa
18.
Nióbio 19.
Estanho 20.
Ferro 21.
Zinco 22.
Ouro 23.
Magnésio 24.
Molibdênio 25.
Tório* (Setor sob regime especial: monopólio da União (CF, arts. 21 e 177), exploração via INB com parceria privada autorizada (Lei 14.514/2022) e controle de segurança da CNEN/ANSN) 26.
Alumínio 27.
Grupo da Platina
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