VerdadeiroA PGDF/GDF pediu ao STF que R$ 2,2 bilhões bloqueados fossem transferidos ao BRB.
Esquerda Centro DireitaBrasil 247, Gazeta do Povo, Folha de S.Paulo, O Globo, Jovem Pan, Agência Brasil, Revista Oeste
Os trechos dos três grupos relatam o pedido de transferência ao BRB. A quantia aparece como R$ 2,2 bilhões, com Gazeta do Povo detalhando R$ 2,24 bilhões.
Ver fontes e trechos (7)
- Brasil 247 · Reportagem
Celina pede ao STF transferência de R$ 2,2 bilhões bloqueados no caso Banco Master para o BRB
Trecho consultado na análise
“Governo do Distrito Federal afirma ser vítima de esquema de gestão fraudulenta e busca recuperar recursos para o banco público”
- Gazeta do Povo · Reportagem
DF pede que STF transfira R$ 2,2 bi do pai de Vorcaro para ressarcir BRB
Trecho consultado na análise
“A Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) pediu nesta quinta-feira (5) que o Supremo Tribunal Federal (STF) transfira ao Banco de Brasília (BRB) R$ 2,24 bilhões bloqueados do empresário Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e alvo da operação Compliance Zero.
O pedido foi direcionado ao presidente da Corte, Edson Fachin.
O órgão pede que o Supremo reconheça oficialmente o BRB e o governo do Distrito Federal como vítimas das condutas investigadas no caso Master.
O banco público tentou comprar 58% do capital do Banco Master por cerca de R$ 2 bilhões, mas a operação foi barrada pelo Banco Central (BC).
Separadamente, a Polícia Federal (PF) identificou a compra de carteiras de crédito suspeitas de fraude, aprovadas durante a gestão de Paulo Henrique Costa na presidência do BRB.
Ele foi preso preventivamente após a investigação apontar uma suposta negociação de imóveis de alto padrão como contrapartida pela aprovação das operações, apesar de alertas técnicos.
A PGDF argumenta que, ainda que não fosse formalmente integrado ao Master, Henrique "compartilhava atividades e estrutura comuns", funcionando como elo entre os demais integrantes.
As investigações apontam que o pai de Daniel Vorcaro era o principal operador financeiro e um dos responsáveis por transmitir as ordens do filho ao núcleo "A Turma", suspeito de intimidar desafetos e obter dados sigilosos de órgãos públicos.
A petição explica o motivo da solicitação do total do valor bloqueado.
Sustenta que o banco e o governo distrital "não estão obrigados a fracionar" os pedidos de reparação "nem a demonstrar quanto do produto ingressou no patrimônio de cada um", uma vez que é comum a pulverização de patrimônio em organizações criminosas para divultar o rastreamento.
O documento sustenta que, quando vários agentes participam de um mesmo crime, suas condutas integram um único fato, com um dano a ser reparado.
Com base nessa interpretação, a PGDF argumenta que Henrique poderia ser responsabilizado pelo prejuízo integral causado pelas condutas investigadas, mesmo que não tenha recebido pessoalmente todos os recursos envolvidos.”
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Governo do DF acusa Master de gestão fraudulenta, se diz vítima e pede transferência de R$ 2 bi bloqueados
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Brasília O governo do Distrito Federal pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que R$ 2,2 bilhões bloqueados no âmbito de investigações do Banco Master sejam transferidos ao BRB (Banco de Brasília).
Para isso, o DF se diz vítima do esquema.
O requerimento foi direcionado ao presidente da corte, ministro Edson Fachin , que controla a relatoria do caso no momento.
Os recursos citados foram alvos de medidas que envolveram a prisão preventiva do empresário Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro .
Em meio a corte de gastos e ao rombo herdado nos cofres públicos, o DF tem tentado diferentes abordagens para se recuperar.
A governadora reeleita, Celina Leão (PP), por exemplo, quer estruturar uma agência de investimentos para atrair recursos para a capital federal.
"Embora o senhor Henrique Moura Vorcaro não ocupasse, formalmente, função na estrutura de cargos do Banco Master, compartilhava atividades e estrutura comuns – estrutura material e humana que funcionava como 'nó' e 'hub' de interligação objetiva entre todos os integrantes da organização e do grupo", disse o governo, na peça.
As apurações apontam indícios de atuação de organização criminosa voltada a práticas de gestão fraudulenta de instituição financeira, lavagem de capitais, manipulação de mercado e uso de informação privilegiada.
Segundo a peça, o esquema operava mediante o aproveitamento sistemático de vulnerabilidades do mercado de capitais por meio de uma rede de fundos e entidades interconectadas.
"Os motivos determinantes da constrição, pois, estão, direta ou indiretamente, relacionados às graves ilicitudes – de natureza penal, administrativa, administrativa sancionadora e disciplinar – perpetradas em desfavor do Banco Regional de Brasília – BRB e do Distrito Federal, seu acionista controlador, vítimas das condutas ilícitas praticadas mediante distribuição organizada e estruturada de tarefas, estrategicamente planejadas, concebidas e implementadas pelos investigados", afirma.
No documento, assinado pela procuradora-geral Diana de Almeida Ramos e pelo procurador Valter Bruno de Oliveira Gonzaga, o governo do Distrito Federal sustenta a condição de vítima direta dos atos ilícitos, juntamente com o BRB, do qual é acionista controlador.
Para embasar a transferência integral das quantias apreendidas, a Procuradoria do DF argumenta que a responsabilidade pela reparação deve alcançar a totalidade dos danos provocados.
O tamanho do prejuízo do BRB ainda não foi tornado público, já que nenhum balanço operacional do banco foi apresentado desde o escândalo envolvendo o Master.
Porém, de acordo com as investigações da PF (Polícia Federal), o BRB transferiu cerca de R$ 17 bilhões à instituição de Vorcaro .
Em depoimento à Polícia Federal em inquérito no qual foi indiciado sob suspeita de crimes financeiros , o ex-dono do Banco Master voltou a repetir que não houve irregularidades na venda de carteiras de crédito ao BRB e afirmou que seu caso virou de pressão nacional, mas "uma hora a verdade vai aparecer".
Vorcaro disse estar preso injustamente, pediu o arquivamento do procedimento e afirmou que um dia "as pessoas do Banco Central vão ser responsabilizadas" por supostos prejuízos causados a ele.
O ex-banqueiro falou à PF por duas horas e meia em 15 de setembro, junto à sua equipe de defesa .
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- O Globo · Reportagem
Governo do Distrito Federal pede ao STF que BRB seja reconhecido como vítima de fraude no caso do Banco Master
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“O governo do Distrito Federal pediu, nesta quinta-feira, que o Banco de Brasília (BRB) e a gestão local sejam incluídos como vítimas no inquérito que apura fraudes do Banco Master no BRB.
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O Executivo do DF solicitou, ainda, ao Supremo Tribunal Federal (STF), a transferência de R$ 2,2 bilhões que foram bloqueados de Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro.
Os dois estão presos.
No pedido, o governo afirma que apesar de Henrique não ter ocupado função formal na estrutura do Master, ele "compartilhava atividades e estrutura comuns – estrutura material e humana que funcionava como 'nó' e 'hub' de interligação objetiva entre todos os integrantes da organização e do grupo".
"O Distrito Federal figura, ao lado do BRB, como vítima das condutas investigadas", , afirmou o governo do DF.
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No pedido, a gestão afirma que, como acionista controlador da instituição, suporta, no próprio patrimônio público, os efeitos do dano causado ao banco: a desvalorização de sua participação acionária, a redução dos resultados e dividendos que lhe cabem e o risco de ter de recompor, com recursos do Tesouro distrital, a higidez patrimonial de instituição financeira pública.
O governo já havia solicitado ao STF que retirasse de circulação e devolvesse ao BRB o montante de R$ 12,2 bilhões repassados ao Banco Master nas operações de compra de carteiras de crédito consideradas fraudulentas.
O pedido foi feito no dia 25 de agosto.
Na solicitação, o governo do DF pediu o rastreamento de todas as movimentações financeiras originadas do BRB com o destinatário, o Banco Master, “procedendo-se aos bloqueios, confiscos, exclusão e proibição da circulação no mercado dessa específica importância, com o consequente depósito judicial".
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Na petição, o governo do DF argumentou que os valores em circulação são "produtos de crimes praticados em desfavor do BRB" e que o Brasil é signatário de várias convenções e acordos internacionais voltados ao combate à criminalidade organizada, à recuperação dos produtos dos delitos e à fixação de barreiras à lavagem de ativos.
Sem publicar balanços há meses, o BRB enfrenta uma crise depois de se envolver com a tentativa de aquisição do Master no ano passado.
A negociação visava dar liquidez ao banco de Vorcaro, segundo investigação da PF que em relatório preliminar indiciou Vorcaro , o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e mais 13 pessoas por fraudes envolvendo o Master.
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A PF descreve Vorcaro como líder de uma organização criminosa e lhe imputa supostos crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira, induzimento a erro, fraude em fiscalização e lavagem de dinheiro.
Os delitos estão relacionados aos R$ 17,5 bilhões em créditos vendidos pelo Master ao BRB entre julho de 2024 e outubro de 2025.
Deste total, R$ 12,2 bilhões, segundo a PF, eram créditos podres, sem a "devida comprovação de sua existência".
Paulo Henrique Costa é descrito como "principal agente de articulação institucional no âmbito do BRB", garantindo que as operações de Vorcaro fossem implementadas no banco público.”
- Jovem Pan · Reportagem
Governo do DF pede ao STF R$ 2,2 bilhões bloqueados no caso Master
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“Bruno Pinheiro
O governo do Distrito Federal recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar recuperar R$ 2,2 bilhões bloqueados nas investigações sobre o Banco Master.
Em manifestação encaminhada ao presidente da Corte, Edson Fachin, a Procuradoria-Geral do DF pede que a quantia seja transferida imediatamente ao Banco de Brasília (BRB).
O argumento é que tanto o BRB quanto o governo distrital, seu acionista controlador, foram prejudicados pelas supostas irregularidades financeiras investigadas pela Polícia Federal.
A Procuradoria sustenta que a reparação dos danos deve ter prioridade, sem necessidade de aguardar o encerramento do inquérito.
A manifestação também mira Henrique Moura Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro.
Embora não ocupasse cargo formal no Banco Master, ele é apontado como peça relevante de uma estrutura que teria reunido empresas e pessoas físicas para movimentar dinheiro e ocultar operações financeiras.
O governo distrital defende que Henrique pode responder pela totalidade dos prejuízos atribuídos ao grupo investigado, mesmo sem a identificação individualizada dos valores que passaram por seu patrimônio.
A ofensiva judicial expõe ainda a preocupação com o impacto do caso Master sobre os cofres públicos de Brasília.
Segundo a Procuradoria, eventuais perdas do BRB podem comprometer dividendos, reduzir o valor da participação acionária do DF e até exigir aportes do Tesouro para recompor o patrimônio da instituição.”
- Agência Brasil · Reportagem
GDF pede transferência de R$ 2,2 bilhões do pai de Vorcaro para BRB
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“O governo do Distrito Federal (GDF) pediu nesta quinta-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que R$ 2,2 bilhões bloqueados nas contas de Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, sejam transferidos imediatamente para Banco de Brasília (BRB).
Henrique Vorcaro é um dos investigados na Operação Compliance Zero , que apura o caso Master, e teve o valor bloqueado por determinação da Justiça.
Ele está preso desde maio deste ano.
Na petição encaminhada ao STF, a procuradoria-geral do GDF afirma que o governo local é um dos acionistas do BRB e tem arcado com as perdas ocasionadas pelas operações fraudulentas realizadas entre o Master e o BRB.
"O ente distrital suporta, no próprio patrimônio público, os efeitos do dano causado ao banco: a desvalorização de sua participação acionária, a redução dos resultados e dividendos que lhe cabem e o risco de ter de recompor, com recursos do Tesouro distrital, a higidez patrimonial de instituição financeira pública", argumentou o GDF.
O pedido foi encaminhado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, relator temporário do caso Master.
Não há prazo para decisão.
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- Revista Oeste · Reportagem
DF pede ao STF transferência de R$ 2 bilhões bloqueados no caso Master para o BRB
Trecho consultado na análise
“Nesta quinta-feira, 5, o governo do Distrito Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a transferência de R$ 2,2 bilhões bloqueados no âmbito das investigações do Master para o Banco de Brasília (BRB).
No pedido, a procuradora-geral do DF, Diana de Almeida Ramos, sustentou que tanto o BRB quanto o Distrito Federal, acionista controlador do banco público, foram vítimas das práticas criminosas investigadas pela Polícia Federal (PF).
O governo argumentou que os recursos bloqueados devem ser utilizados para reparar os prejuízos provocados pelas operações investigadas.
A Procuradoria solicitou que o STF reconheça formalmente o BRB e o Distrito Federal como vítimas e determine a transferência imediata dos valores à instituição financeira.
Governo do DF aponta responsabilidade de pai de Vorcaro Na manifestação, a Procuradoria-Geral do Distrito Federal também atribui a Henrique Moura Vorcaro, pai do empresário Daniel Vorcaro, um papel relevante na estrutura investigada.
Conforme o docume”
Encontrou um erro?VerdadeiroO governo do DF pediu que o STF reconheça o Distrito Federal e o BRB como vítimas das condutas investigadas.
Esquerda Centro DireitaCNN Brasil, Gazeta do Povo, Folha de S.Paulo, O Globo, Revista Oeste
CNN Brasil, Gazeta do Povo, O Globo e Revista Oeste relatam o pedido de reconhecimento; Folha de S.Paulo também informa que o governo se apresenta como vítima junto ao BRB.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroO valor pedido corresponde a patrimônio bloqueado de Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro.
Esquerda Centro DireitaCNN Brasil, Gazeta do Povo, Folha de S.Paulo, O Globo, Agência Brasil, Estadão
Trechos dos três grupos vinculam os R$ 2,2 bilhões ao patrimônio ou às contas bloqueadas de Henrique Vorcaro.
Ver fontes e trechos (6)
VerdadeiroA petição sustenta que o DF, como acionista controlador do BRB, pode sofrer perdas patrimoniais, reduzir dividendos e precisar aportar recursos no banco.
Centro DireitaCNN Brasil, O Globo, Jovem Pan, Agência Brasil
Os trechos dos três grupos atribuem esses argumentos à petição ou à Procuradoria; são alegações sobre possíveis efeitos, não confirmação de perdas já realizadas.
Ver fontes e trechos (4)