VerdadeiroO FGC informou que identificou acesso não autorizado a dados pessoais em 26 de outubro.
Esquerda Centro DireitaAgência Brasil, Estadão, Folha de S.Paulo, Poder360, Gazeta do Povo, CNN Brasil, O Globo
Os relatos dos três grupos indicam a data de 26 de outubro e o acesso não autorizado a dados pessoais.
Ver fontes e trechos (7)
- Agência Brasil · Reportagem
FGC alerta para vazamento de dados de investidores e risco de golpes
Trecho consultado na análise
“O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou nesta quinta-feira (5) que identificou acesso não autorizado a dados pessoais de investidores.
O incidente, detectado em 26 de outubro, envolveu informações como nome, CPF, e-mail e data de nascimento.
A entidade comunicou o caso à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e alertou para o risco de golpes.
Até o momento, não há evidências de uso indevido dos dados ou de prejuízos financeiros.
Além dos dados pessoais, foram acessadas informações relacionadas ao pagamento da garantia, como tributos retidos e canais de distribuição do investimento na instituição liquidada.
O FGC não divulgou o número de pessoas afetadas , nem identificou as instituições financeiras às quais os registros estão vinculados.
A investigação continua, com apoio de especialistas, para esclarecer a extensão do acesso e verificar se houve cópia, divulgação ou utilização indevida das informações.
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Segundo o fundo, após a identificação do incidente, foram restringidos os acessos aos ambientes envolvidos, bloqueadas contas indevidas e preservadas evidências.
A entidade também iniciou a revisão de permissões e controles de segurança.
As comunicações individuais aos titulares estão sendo realizadas pelos canais validados do FGC.
A instituição informou que fornecerá informações complementares conforme o avanço da apuração.
Em nota, o fundo disse que “lamenta o ocorrido e reconhece a preocupação que o incidente pode gerar aos titulares de dados envolvidos” e acrescenta que o caso está sendo tratado com prioridade.
O FGC orienta os investidores a redobrar a atenção a ligações, mensagens e e-mails de pessoas que se apresentem como representantes da entidade.
Os dados expostos podem tornar abordagens fraudulentas mais convincentes, inclusive com pedidos de pagamentos ou informações de acesso.
O fundo reforça que não solicita senhas, códigos de autenticação ou taxas para liberar a garantia.
Também não antecipa nem transfere créditos garantidos, não utiliza intermediários e não realiza contato por WhatsApp ou SMS.
A recomendação é não clicar em links suspeitos e consultar informações sobre o processo de pagamento diretamente pelos canais oficiais, como o aplicativo do FGC.
Em caso de tentativa de fraude, a orientação é guardar as mensagens, comunicar o fundo e registrar ocorrência junto às autoridades.
O FGC é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que funciona como mecanismo de proteção a depositantes e investidores em caso de quebra ou liquidação de instituições financeiras associadas.
O fundo garante determinados depósitos e investimentos, com cobertura de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição ou conglomerado financeiro, dentro das regras estabelecidas.”
- Estadão · Reportagem
FGC diz ter identificado invasão a seu sistema e vazamento de dados pessoais
Trecho consultado na análise
“BRASÍLIA - O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) identificou “acesso não autorizado” a informações pessoais em ambientes relacionados a seus processos de garantia.
Em nota, a entidade não detalha quais dados foram acessados, apenas afirma que as categorias de informações envolvidas variam conforme os registros analisados e estão descritas nas comunicações aos titulares.
Diz também que informações específicas sobre os dados relacionados a cada pessoa podem ser obtidas pelos canais de atendimento.
O FGC afirma que a suspeita foi identificada no último dia 26 de outubro e que foram adotadas providências de resposta ao incidente, incluindo medidas de contenção, restrição de acessos e preservação de evidências.
Segundo a entidade, até o momento, não foram identificadas evidências de que os dados tenham sido divulgados ou utilizados de forma indevida.
Também não foi identificada nenhuma perda financeira decorrente do evento, ainda de acordo com o FGC.
A investigação segue com o apoio de espec”
- Folha de S.Paulo · Reportagem
FGC sofre ataque que dá acesso a dados de investidores indenizados
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São Paulo O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) informou nesta quinta-feira (5) que sofreu um incidente de segurança que dá acesso a dados pessoais de pessoas que foram indenizadas pela instituição, como nome, CPF, e-mail e data de nascimento.
O acesso não autorizado, identificado em 26 de outubro, se deu em processos do fluxo de pagamento de garantias do Fundo.
Não há informações sobre o número de pessoas afetadas, mas todos os clientes foram notificados.
Até o momento, diz o FGC, não foi identificada nenhuma evidência de que os dados tenham sido utilizados de forma indevida ou divulgados.
Também não houve nenhuma perda financeira.
"A investigação prossegue, com apoio de empresas especializadas, para esclarecer a extensão do acesso e verificar se houve cópia, divulgação ou utilização indevida das informações", diz a entidade, em comunicado.
Além de dados pessoais, foram acessadas informações ligadas ao pagamento do FGC, aos tributos retidos no pagamento e por onde o investidor contratou o investimento feito na instituição financeira liquidada.
O FGC alerta que as informações acessadas podem ser utilizadas por golpistas, que poderão fazer contatos fraudulentos mais convincentes com os dados em mãos.
A entidade recomenda atenção redobrada a "mensagens, ligações e e-mails que mencionem informações pessoais ou relacionadas ao pagamento da garantia, especialmente quando realizadas por pessoas que se apresentem como representantes do FGC ou de outras instituições".
"Qualquer pessoa, ao receber algum contato suspeito, pode entrar em contato com o FGC."
O FGC ainda recomenda que os clientes não cliquem em links enviados por desconhecidos e que, para acessar informações do processo de pagamento, o caminho é pelo aplicativo do FGC.
Caso haja tentativa de contato, a recomendação é preservar as mensagens suspeitas e registrar um boletim de ocorrência perante as autoridades competentes.
Segundo a entidade, a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) já foi comunicada, e a apuração para identificar os responsáveis continua.
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- Poder360 · Reportagem
FGC identifica acesso indevido a dados e informa clientes
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“O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) declarou nesta 5ª feira (5.nov.2026) ter identificado um acesso não autorizado a dados pessoais de clientes, como nome, CPF, e-mail e data de nascimento.
A entidade não disse quantas pessoas foram afetadas, mas afirmou que todas foram notificadas.
Declarou estar investigando o caso com o apoio de empresas especializadas.
O fundo disse que, até o momento, não foi identificada nenhuma evidência de que os dados tenham sido divulgados ou utilizados de forma indevida e nenhuma perda financeira por causa da invasão. [shortcode-newsletter] “A suspeita de incidente foi identificada em 26 de outubro.
Desde então, foram adotadas restrições de acesso aos ambientes envolvidos, bloqueio de contas indevidas, preservação de evidências e revisão das permissões e dos controles de segurança", disse o FGC em comunicado.
Leia a íntegra (49 kB – PDF).
O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que funciona como um seguro para proteger o dinheiro de depositantes e investidores quando um banco passa por dificuldades, como no caso do Master.
O fundo recomendou aos clientes afetados atenção redobrada a mensagens, ligações e e-mails que mencionem informações pessoais ou relacionadas ao pagamento da garantia, especialmente quando realizadas por pessoas que se apresentem como representantes do FGC ou de outras instituições.
Qualquer pessoa, ao receber algum contato suspeito, pode entrar em contato com o fundo.
O FGC destacou alguns cuidados importantes para a segurança de todos: desconfie de contatos que solicitem pagamentos, senhas, códigos de autenticação ou instalação de aplicativos, mesmo quando mencionarem informações corretas sobre você; não clique em links em mensagens suspeitas.
Para acessar informações do processo de pagamento, use diretamente o aplicativo do FGC; confirme informações relacionadas ao processo de pagamento de garantia pelos canais oficiais do FGC; preserve as mensagens suspeitas e registre ocorrência perante as autoridades competentes se identificar tentativa de fraude.
Neste caso, avise imediatamente o FGC.”
- Gazeta do Povo · Reportagem
FGC é alvo de invasão que expõe dados pessoais de investidores
Trecho consultado na análise
“O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou nesta quinta-feira (5) que sofreu uma invasão que resultou no acesso indevido a dados pessoais de investidores.
A suspeita surgiu em 26 de outubro de 2026 e foi comunicada à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A entidade afirmou que restringiu o acesso aos ambientes acessados, bloqueou contas, revisou permissões e preservou as evidências para investigação.
O incidente de segurança expôs nome, CPF, e-mail e data de nascimento dos usuários.
Também vazaram dados sobre o pagamento de garantias, tributos retidos no resgate e sobre o investimento garantido.
O FGC alega que não há, até o momento, nenhuma evidência de uso indevido dos dados ou de perdas financeiras.
O fundo não divulgou quantos usuários foram afetados, mas disse que todos foram notificados.
FGC ganhou manchetes após caso Master O Fundo Garantidor de Créditos ganhou destaque após a deflagração do caso Master.
Com a liquidação do banco de Daniel Vorcaro pelo Banco Central (BC), em novembro de 2025, a entidade passou a responder pelo pagamento das garantias aos credores, respeitado o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ no conglomerado financeiro.
O FGC estimou em R$ 40,6 bilhões o valor necessário para cobrir as garantias dos credores do Banco Master, do Master de Investimento e do Letsbank.
Os pagamentos começaram em janeiro de 2026.
Na quinta fase da Operação Compliance Zero, a Polícia Federal (PF) identificou indícios de que o senador Ciro Nogueira (PP-PI) apresentou uma emenda elaborada pela assessoria do Banco Master em troca de vantagens indevidas.
Segundo a investigação, o parlamentar teria recebido pagamentos mensais de R$ 300 mil a R$ 500 mil, além de ter sido beneficiado pela aquisição de uma participação societária avaliada em R$ 13 milhões por apenas R$ 1 milhão.
A chamada "emenda Master" pretendia aumentar o limite de cobertura do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por depositante, mas não foi aprovada.
Ciro nega ter recebido valores ilícitos e cometido irregularidades.
Em outra frente, tramita na Câmara dos Deputados uma proposta para restringir o uso da garantia do FGC como principal atrativo em campanhas publicitárias de produtos financeiros.
Apresentado pelo deputado Eduardo Velloso (União-AC), o projeto de lei pretende impedir que essa proteção seja associada à promessa de rentabilidade ou à ausência de riscos.
A proposta recebeu parecer favorável da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), com substitutivo, mas ainda aguarda deliberação na Comissão de Defesa do Consumidor.”
- CNN Brasil · Reportagem
FGC comunica vazamento de dados pessoais de clientes, incluindo CPF
Trecho consultado na análise
“O FGC (Fundo Garantidor de Crédito) comunicou nesta quinta-feira (5) que sofreu um incidente de segurança que permitiu acesso a dados pessoais de usuários, incluindo nome, CPF e dados relacionados a pagamentos.
A instituição afirma que o acesso não autorizado foi identificado em 26 de outubro e que, até o momento, não há evidências de que as informações obtidas tenham sido divulgadas ou utilizadas de forma indevida.
O FGC também não identificou nenhuma perda financeira decorrente desse caso.
Os titulares das contas afetadas foram comunicados por e-mail.
Os dados afetados foram: Dados pessoais: nome, CPF, e-mail e data de nascimento; Dados relacionados ao pagamento de garantias do FGC: informações sobre os tributos retidos no pagamento e sobre o canal de distribuição pelo qual o investimento garantido foi realizado na instituição liquidada.
O FGC informou que conduz uma investigação para entender a extensão do acesso e verificar se houve alguma cópia, divulgação ou uso indevido dos dados.
A CNN Brasil entrou em contato com a instituição para entender quantas pessoas foram afetadas.
Em comunicado, o FGC escreveu que adotou restrições de acesso aos ambientes envolvidos no incidente, bloqueou contas indevidas, e revisou as permissões e os controles de segurança.
Ainda, o Fundo comunicou a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) sobre o acesso, conforme a legislação.
"O FGC lamenta o ocorrido e reconhece a preocupação que o incidente pode gerar aos titulares de dados envolvidos.
O tema está sendo tratado com prioridade, com foco na proteção das informações e na orientação às pessoas afetadas", escreveu.
Como se proteger de golpes O FGC alertou que as informações acessadas no incidente podem ser utilizadas em tentativas de golpe ou de uso indevido de identidade.
A instituição recomendou que os titulares redobrem a atenção com mensagens, e-mails e ligações que mencionem informações pessoais ou relacionadas ao pagamento de garantias, especialmente no caso de pessoas se passando pelo FGC.
Veja cuidados para não cair em golpes, segundo o Fundo Garantidor de Crédito: Desconfie de contatos que solicitem pagamentos, senhas, códigos de autenticação ou instalação de aplicativos, mesmo quando mencionarem informações corretas sobre você; Não clique em links em mensagens suspeitas.
Para acessar informações sobre pagamentos, use o aplicativo do FGC; Confirme informações relacionadas ao processo de pagamento de garantia pelos canais oficiais do FGC; Preserve as mensagens suspeitas e registre ocorrência perante as autoridades competentes se identificar tentativa de fraude.
Neste caso, avise imediatamente o FGC.”
- O Globo · Reportagem
Fundo Garantidor de Créditos é alvo de invasão e dados de clientes são acessados irregularmente
Trecho consultado na análise
“O Fundo Garantidor de Créditos (FGC), associação que funciona como uma rede de proteção para depositantes e investidores do Sistema Financeiro Nacional (SFN), informou nesta quinta-feira que identificou acesso não autorizado a informações pessoais em seus sistemas onde estão armazenados os processos de garantia.
Entre os dados acessados inadvertidamente encontram-se nomes, emails e data de nascimento.
O FGC não revelou quantas pessoas foram afetadas, mas garantiu que todas foram notificadas.
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A entidade, sem fins lucrativos, foi criada em 1995, e seu patrimônio é formado por contribuições mensais obrigatórias das próprias instituições financeiras associadas (como bancos múltiplos, comerciais, de investimento, além da Caixa Econômica Federal).
Caso uma instituição financeira quebre, sofra intervenção ou tenha a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central do Brasil o FGC ressarce os clientes até o limite de R$ 250 mil por CPF/CNPJ e por instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto global de R$ 1 milhão a cada período de 4 anos.
O Fundo, por exemplo, vem ressarcindo os credores e clientes afetados pelas liquidações extrajudiciais do Banco Master, do Will Bank (Will Financeira) e do Banco Pleno (além de instituições ligadas).
O total estimado de desembolsos com essas liquidações chega a R$ 51,8 bilhões (sendo cerca de R$ 40,6 bilhões para o Banco Master, R$ 6,3 bilhões para o Will Bank e R$ 4,9 bilhões para o Banco Pleno).
De acordo com comunicado, a suspeita foi identificada em 26 de outubro passado, quando começaram a ser tomadas providências em relação ao caso.
De acordo com o FGC, foram tomadas medidas de contenção, restrição de acessos e preservação de evidências.
A investigação no FGC está seguindo com com apoio de especialistas, mas não foi informado se já se sabe quem fez os acessos não autorizados.
O FGC também garantiu que não encontrou evidências de que os dados tenham sido divulgados ou utilizados.
A entidade informou ainda que comunicou o caso à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
Não foi identificada até agora nenhuma perda financeira decorrente do evento, disse o FGC.
Apuração continua
Mesmo assim, informa o FGC, a apuração continua para verificar se foram feitas cópias, divulgação pública ou utilização indevida das informações.
O FGC prestará as informações conforme o avanço das investigações.
As comunicações individuais aos titulares afetados estão sendo realizadas pelos canais utilizados pelo FGC.
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O FGC afirmou que adotou medidas de revisão de acessos aos dados, assim como reforço da segurança.
Como prevenção a possíveis tentativas de fraude, o FGC reforça que não solicita senhas, códigos de autenticação, pagamentos de taxas para liberação da garantia ou instalação de aplicativos durante contatos de atendimento.
A orientação é buscar informações nos canais oficiais da entidade para evitar possíveis golpes.
Clientes devem usar apenas canais oficiais
Os canais oficiais de atendimento e divulgação são o aplicativo do FGC, telefone, e-mail e redes sociais (no atendimento, nenhum código ou senha é solicitado pelo FGC).
O FGC não cobra nenhum tipo de taxa para efetuar o pagamento da garantia, não antecipa, não transfere créditos garantidos e não utiliza intermediários.
Nenhum contato é feito por meio do WhatsApp ou SMS.
Golpes contra clientes
Criminosos se aproveitam de momentos de vulnerabilidade do mercado — especialmente quando grandes instituições financeiras (como o caso do Master) sofrem intervenção ou liquidação pelo Banco Central — para criar falsas centrais de atendimento e mensagens fraudulentas.
Os golpes mais comuns mapeados pelo próprio FGC e pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) são cobrança de taxas antecipadas, em que os golpistas entram em contato passando-se por representantes do FGC e cobram depósitos ou Pix com a falsa promessa de adiantar ou "liberar" o dinheiro da garantia.
Também já foi detectado o envio de links fraudulentos via WhatsApp, SMS ou e-mail induzindo a vítima a baixar aplicativos não oficiais ou digitar senhas e códigos de segurança.
"O FGC lamenta o ocorrido e reconhece a preocupação que o incidente pode gerar aos titulares de dados envolvidos.
O tema está sendo tratado com prioridade, com foco na proteção das informações e na orientação às pessoas afetadas.
Atualizações e orientações serão disponibilizadas em fgc.org.br/comunicado.
Credores podem esclarecer dúvidas pelo e-mail atendimento.credores@fgc.org.br", informou a entidade.
Especialistas apontam riscos
A advogada Carla Segala, sócia responsável pela área de Tecnologia, Proteção de Dados e Propriedade Intelectual do Berardo Lilla Advogados, aponta que as informações pessoais vazadas podem ser exploradas em tentativas de roubo de identidade e estratégias de engenharia social.
— O grande risco está na combinação de dados cadastrais (como nome, CPF, e-mail e data de nascimento) com informações específicas sobre o pagamento de garantias.
Essa junção permite que criminosos elaborem abordagens fraudulentas muito mais convincentes, fingindo ser o próprio FGC ou instituições financeiras para solicitar dados adicionais, credenciais de acesso ou pagamentos indevidos — diz a advogada que pondera que até o momento, entretanto, não há indícios de que senhas ou credenciais de acesso aos recursos tenham sido comprometidas.
Para Beatriz Haikal, sócia de Proteção de Dados e Inteligência Artificial no BBL Advogados, o dinheiro dos clientes não parece estar em risco direto em uma primeira análise, já que não há notícias de vazamento de senhas ou dados bancários.
Mas ela também aponta o risco de golpes de engenharia social.
— Ao possuir dados como nome, CPF, data de nascimento, e-mail e a confirmação de que a vítima recebeu garantia do FGC, o criminoso consegue estruturar abordagens convincentes para um público naturalmente ansioso por informações sobre seus recursos — avalia.
Para proteger as informações e evitar essas fraudes, as especialistas recomendam aos clientes que tiveram seus dados vazados desconfiar de abordagens não solicitadas por e-mail, whatsApp ou telefone e acessar o FGC apenas digitando o endereço oficial do site ou pelo aplicativo, sem clicar em links recebidos.
Também é recomendável ativar a verificação em duas etapas no e-mail, na conta gov.br e em aplicativos bancários, além de alterar senhas que tenham relação com a data de nascimento.
E também consultar periodicamente o Registrato, do Banco Central, para checar se houve abertura de contas ou empréstimos desconhecidos em seu nome.”
Encontrou um erro?VerdadeiroEntre os dados acessados estavam nome, CPF, e-mail e data de nascimento; também houve acesso a informações relacionadas ao pagamento de garantias.
Esquerda Centro DireitaAgência Brasil, Folha de S.Paulo, Gazeta do Povo, CNN Brasil
Reportagens dos três grupos enumeram esses dados pessoais e informações de pagamento, como tributos retidos e canal de distribuição do investimento.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroAté o momento dos relatos, não havia evidências de divulgação ou uso indevido dos dados, nem perda financeira identificada.
Esquerda Centro DireitaAgência Brasil, Estadão, Folha de S.Paulo, Poder360, CNN Brasil, O Globo
Os três grupos atribuem ao FGC a ausência, até então, de evidências de divulgação ou uso indevido e de perdas financeiras decorrentes do incidente.
Ver fontes e trechos (6)
VerdadeiroO FGC informou que comunicou o incidente à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
Esquerda Centro DireitaAgência Brasil, Folha de S.Paulo, Gazeta do Povo, CNN Brasil, O Globo
Reportagens dos três grupos relatam que a entidade comunicou o caso à ANPD.
Ver fontes e trechos (5)