VerdadeiroA reunião de Lula com ministros, ex-ministros e economistas tratou de economia e ajuste ou política fiscal.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, Agência Brasil, Veja
Os relatos dos três grupos descrevem o encontro e o relacionam ao ajuste fiscal ou à condução da política econômica.
Ver fontes e trechos (3)
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
O favorito para o Ministério da Fazenda no Lula 4
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“O ministro da Fazenda, Dario Durigan, passou a ser visto por integrantes do governo como favorito para permanecer no comando da pasta na gestão Lula 4, segundo a coluna de Bela Megale no jornal O Globo.
A avaliação ganhou força depois de uma reunião sobre ajuste fiscal conduzida pelo presidente Lula (PT) nesta quinta (5).
Participaram do encontro, além de Lula e Durigan, o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, o vice-presidente Geraldo Alckmin, Bruno Moretti, Aloizio Mercadante e economistas.
Ao fim da agenda, o presidente definiu Durigan como porta-voz das discussões.
Durigan reúne apoio de nomes influentes do governo e mantém interlocução ampla com o mercado financeiro.
Esses fatores passaram a pesar na articulação sobre quem comandará a área econômica.
Fernando Haddad também é cotado para voltar à Fazenda.
Caso o governo não encontre outra acomodação ministerial para o ex-ministro, essa alternativa permanece em aberto, com a possibilidade de Durigan voltar a integrar sua equipe.
Rafael Fonteles e Alckmin enfrentam resistência para a Fazenda O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles, chegou a ser apontado como opção para a Fazenda, mas seu nome perdeu espaço nos últimos dias.
Petistas passaram a questionar a dificuldade de afastá-lo do cargo caso ele deixasse o governo estadual para assumir o ministério.
O mesmo argumento de que seria um nome difícil de demitir aparece nas conversas sobre Geraldo Alckmin.
O vice-presidente também figura entre os nomes cogitados para a área econômica, mas essa condição reduziu sua viabilidade na disputa interna.
Após a reunião com economistas no Palácio da Alvorada, Durigan afirmou que o governo apresentará a Lula as medidas fiscais em estudo depois do retorno do presidente de uma viagem internacional prevista para começar na próxima semana, com passagem pela COP31, na Turquia.
“Não nos parece haver fórmula mágica, e sim manutenção dos compromissos fiscais.
Então, um compromisso de seguir melhorando as contas públicas, com a manutenção e reforço do que precisa ser reforçado nas regras fiscais atuais”, disse Durigan, ao citar a busca por avanços nos indicadores sociais, nas políticas públicas e no resultado das contas do governo.”
- Agência Brasil · Reportagem
Durigan discutirá medidas fiscais com Lula após viagem à COP31
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“O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (5) que discutirá com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva medidas para a agenda fiscal do governo após o retorno do chefe do Executivo de uma viagem internacional, prevista para terminar em 15 de novembro.
Lula participará da 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas ( COP31 ), na Turquia, e de compromissos nas Filipinas.
A declaração foi dada após reunião com ministros, ex-ministros e economistas no Palácio da Alvorada, em Brasília.
O encontro teve como objetivo avaliar o cenário econômico brasileiro e identificar os principais desafios para os próximos anos.
Apesar das discussões sobre a situação das contas públicas, não houve definição de medidas específicas de ajuste fiscal.
“Não há fórmula mágica, mas manutenção dos compromissos fiscais”, afirmou o ministro.
Durigan também destacou que o governo pretende apresentar propostas que conciliem a responsabilidade fiscal com a manutenção dos compromissos sociais de Lula, que iniciará seu quarto mandato presidencial em janeiro de 2027.
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De acordo com o ministro da Fazenda, a reunião foi marcada pela convergência de opiniões sobre o diagnóstico da economia brasileira.
Entre os desafios mencionados estão a taxa de juros e o cenário internacional.
“Foi uma reunião boa, convergente em termos de diagnóstico”, declarou Durigan, ressaltando que o encontro não avançou na definição de medidas concretas.
O ministro afirmou que ele e o titular do Ministério do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, irão trabalhar na elaboração de propostas para serem submetidas à avaliação de Lula após a viagem presidencial.
“Eu e Moretti vamos considerar o que foi dito hoje para apresentar medidas ao presidente na volta da viagem dele”, disse.
Durigan também informou que o governo pretende definir uma agenda de desenvolvimento, com prioridades para diferentes setores da economia.
“Vou definir a agenda de desenvolvimento, estabelecer quais são as prioridades em quais setores.
Sempre com compromisso com o fiscal, de garantir superávits nos próximos anos”, afirmou.
A reunião no Palácio da Alvorada foi convocada por Lula e integra uma primeira rodada de conversas ampliadas sobre a conjuntura econômica.
A expectativa é que o presidente promova novos encontros com representantes da sociedade civil, empresários e integrantes do mercado financeiro.
Durigan afirmou que o governo pretende dar transparência às propostas que serão elaboradas e que continuará ouvindo diferentes setores durante a viagem presidencial.
“Vou seguir na escuta enquanto o presidente estiver viajando”, declarou.
O ministro também ressaltou que as medidas em estudo deverão preservar os compromissos sociais do governo e contribuir para a melhora do resultado fiscal.
O encontro no Palácio da Alvorada reuniu integrantes do governo federal, ex-ministros e economistas.
Confira os participantes:
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi convidado, mas não participou do encontro.
Por estar no período de silêncio do Comitê de Política Monetária (Copom), após a decisão sobre a taxa básica de juros na quarta-feira (4), Galípolo não pode pronunciar-se publicamente sobre temas relacionados.
As discussões sobre o ajuste fiscal ocorrem em meio ao avanço da dívida pública brasileira.
Dados do Banco Central apontam que a dívida bruta do governo geral alcançou 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em setembro, equivalente a R$ 11,1 trilhões.
O indicador representa um aumento em relação aos 71,7% do PIB registrados em dezembro de 2022, antes do início do terceiro mandato de Lula, em janeiro de 2023.
A trajetória da dívida e a necessidade de melhorar os resultados das contas públicas estão entre os temas que devem orientar a elaboração das propostas fiscais do governo para o próximo mandato, que começará em 1º de janeiro de 2027.
O presidente Lula deverá realizar um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão no domingo (8).
A expectativa, segundo informações de interlocutores do governo, é que o discurso reforce o compromisso com a responsabilidade fiscal e a continuidade dos programas sociais.
A fala também deverá abordar a preocupação com a dívida pública e a necessidade de criar condições para a redução da taxa básica de juros.
Apesar das discussões em andamento, a expectativa é que o pronunciamento não apresente medidas específicas de ajuste fiscal.
O debate sobre a agenda econômica ocorre um dia após o Copom interromper o ciclo de redução da taxa básica de juros.
Na quarta-feira (4), o colegiado manteve a Selic em 13,75% ao ano , encerrando uma sequência de cinco cortes consecutivos.
A discussão sobre as medidas fiscais ocorre após a reeleição de Lula para um quarto mandato presidencial, que vai de janeiro de 2027 a dezembro de 2030.
O governo deverá apresentar propostas para fortalecer o equilíbrio das contas públicas e assegurar o cumprimento das metas fiscais previstas para o próximo período de gestão.
Durigan afirmou que as medidas serão elaboradas com base nos diagnósticos apresentados durante as reuniões com economistas e deverão ser submetidas à avaliação do presidente após o retorno da viagem internacional, em meados de novembro.”
- Veja · Reportagem
Durigan diz que ‘não há fórmula mágica, e sim manutenção’ dos compromissos fiscais
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“O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira, 5, que o governo pretende reforçar as regras fiscais e melhorar os resultados das contas públicas nos próximos anos, sem abandonar os compromissos sociais e de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A declaração foi dada após uma reunião de aproximadamente quatro horas com o presidente, ministros e economistas no Palácio da Alvorada.
O encontro discutiu o cenário econômico do país, mas não terminou com a definição de medidas concretas.“
Não nos parece haver fórmula mágica, e sim manutenção dos compromissos fiscais”, afirmou Durigan à imprensa.
O ministro disse que houve convergência entre os participantes sobre os diagnósticos e os caminhos para a política econômica.
A proposta é aprimorar os mecanismos de controle das despesas e fortalecer as regras fiscais em vigor, buscando avanços simultâneos nos indicadores sociais e no resultado primário do governo.Ele também informou que, junto ao ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, continuará trabalhando na elaboração de propostas para apresentar a Lula depois da viagem internacional do presidente, prevista para a próxima semana.
O chefe do Executivo participará da COP31, na Turquia.
O ministro não estabeleceu uma data para a conclusão das sugestões, mas afirmou que a intenção é reforçar o arcabouço fiscal e manter a trajetória de resultado primário prevista para 2027 no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO).
Entre os assuntos discutidos no encontro estavam o patamar elevado dos juros no Brasil e as incertezas do cenário internacional, que podem pressionar o custo de vida da população.
Durigan afirmou que o governo pretende melhorar a qualidade dos gastos, reavaliando prioridades e direcionando recursos para políticas públicas consideradas estratégicas, ao mesmo tempo que busca resultados primários melhores ano após ano.Participaram da reunião o vice-presidente Geraldo Alckmin, a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, a ministra da Gestão, Esther Dweck, e o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Também estiveram presentes os ex-ministros da Fazenda Fernando Haddad e Guido Mantega, o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho, além do empresário Eduardo Moreira e da economista Laura Carvalho.”
Encontrou um erro?VerdadeiroApós a reunião, não havia medidas fiscais específicas definidas; propostas seriam apresentadas a Lula depois da viagem presidencial.
Esquerda Centro DireitaAgência Brasil, Folha de S.Paulo, CNN Brasil, Veja, g1, Gazeta do Povo, Estadão
Os relatos dos três grupos dizem que não foram definidas medidas concretas e situam a apresentação de propostas após a viagem. CNN Brasil distingue propostas gerais de medidas específicas.
Ver fontes e trechos (7)
VerdadeiroDurigan afirmou que o governo manteria compromissos fiscais e sociais ou de campanha e reforçaria as regras fiscais vigentes.
Esquerda Centro DireitaCartaCapital, Veja, g1, Gazeta do Povo
Relatos dos três grupos atribuem a Durigan a defesa de manter os compromissos e reforçar as regras atuais, sem afirmar que novas medidas já foram decididas.
Ver fontes e trechos (4)
- CartaCapital · Reportagem
Após reunião com Lula, Durigan diz que é preciso manter compromissos fiscais e de campanha
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“O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira 5 que o governo pretende manter compromissos fiscais, mas também honrar o que foi prometido para a população durante a campanha eleitoral.
O ministro se reuniu nesta quinta com o presidente Lula (PT), ex-ministros e economistas para debater a situação das contas públicas.
"A reunião foi bastante convergente em relação a caminhos para o futuro, sempre muito fortes seguindo premissa com os compromissos que o presidente apresentou e que foram referendados pela urna, e também com o compromisso do presidente e meu com a sustentabilidade das contas públicas", disse.
Segundo o ministro, o próximo passo é selecionar as medidas que podem ser aplicadas e apresentar ao presidente após sua viagem à Turquia que acontece nos próximos dias.
Além de Durigan, também participaram o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), os ministros Bruno Moretti (Planejamento), Miriam Belchior (Casa Civil) e Esther Dweck (Gestão), os ex-ministros Fernando Haddad, Aloizio Mercadante e Guido Mantega, além dos economistas Luciano Coutinho, Eduardo Moreira e Laura Carvalho.
Reforma tributária O ministro negou que o governo pretende adiar o início da reforma tributária sobre o consumo, previsto para janeiro de 2027.
Segundo Durigan, calendário de implementação será mantido.
"Toda a programação que nós temos é para que a gente comece a reforma tributária, faça a organização a partir de janeiro de 2027", disse o ministro.”
VerdadeiroLula designou Durigan como porta-voz das discussões após a reunião.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, O Globo, Revista Oeste
Os três relatos, um de cada grupo, dizem que Lula definiu ou designou Durigan como porta-voz após o encontro.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroIntegrantes do governo passaram a ver Durigan como favorito para permanecer na Fazenda no próximo mandato.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, O Globo, Revista Oeste
Os relatos dos três grupos apresentam essa avaliação como percepção de integrantes do governo, não como nomeação confirmada.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroDurigan afirmou que Lula pretende ouvir outros setores, incluindo sociedade civil, empresários e mercado financeiro.
Esquerda Centro DireitaAgência Brasil, Folha de S.Paulo, Estadão
Relatos dos três grupos mencionam novas conversas ou escuta de diferentes setores, incluindo empresários e mercado financeiro.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroGabriel Galípolo não participou da reunião; os relatos atribuem a ausência ao período de silêncio após a reunião do Copom.
Esquerda CentroAgência Brasil, Folha de S.Paulo
Os relatos dos veículos de esquerda e centro registram a ausência e a relacionam ao período de silêncio do Copom.
Ver fontes e trechos (2)
VerdadeiroO Copom manteve a Selic em 13,75% ao ano em 4 de novembro, antes da reunião de Lula.
Esquerda Centro DireitaAgência Brasil, Folha de S.Paulo, Gazeta do Povo
Relatos dos três grupos registram a manutenção da taxa em 13,75% na quarta-feira, 4 de novembro, véspera do encontro.
Ver fontes e trechos (3)