VerdadeiroHerzog ainda não havia escolhido quem tentaria formar o governo e previa anunciar sua decisão no domingo, 8 de novembro.
Centro DireitaPoder360, Revista Oeste, Gazeta do Povo
Os relatos dizem que a decisão permanecia pendente e que o anúncio estava previsto para domingo. Poder360 também registra que Herzog ainda ouviria as indicações dos partidos.
Ver fontes e trechos (3)
- Poder360 · Reportagem
Herzog anuncia quem tentará formar o próximo governo em Israel
Trecho consultado na análise
“O presidente de Israel, Isaac Herzog, anunciará no domingo (8.nov.2026) quem receberá a tarefa de tentar formar o próximo governo do país.
O ex-chefe das Forças Armadas, Gadi Eisenkot, foi indicado por partidos que representam 67 dos 120 integrantes do Knesset (Parlamento israelense).
Já Benjamin Netanyahu recebeu indicações de partidos que representam 46 deputados.
Herzog encerrou na 5ª feira (5.nov.2026) o 2º dia de consultas com representantes dos partidos políticos.
Segundo a Reuters, o presidente informou que divulgará sua decisão no domingo, depois de ouvir as indicações das siglas. [shortcode-newsletter] As eleições foram realizadas em 27 de outubro de 2026, mas o resultado não definiu uma coalizão capaz de garantir a formação de um novo governo.
Embora Eisenkot tenha recebido indicações da maioria dos integrantes do Knesset, isso não garante compromisso de integrar ou sustentar eventual administração.
O Likud, partido de Netanyahu, conquistou individualmente o maior número de cadeiras, com 27 dos 120 assentos do Knesset.
O resultado, porém, não foi suficiente para definir sozinho uma maioria no Parlamento.
Apoio condicionado a Eisenkot A indicação de Eisenkot também recebeu o apoio de representantes da Lista Conjunta, aliança de partidos árabes.
Os integrantes do grupo, no entanto, disseram ter divergências políticas com o ex-chefe das Forças Armadas, embora estejam dispostos a trabalhar por uma mudança de governo.
O deputado Ahmad Tibi declarou que o apoio da aliança não representa um compromisso de participação no eventual governo de Eisenkot.
Segundo ele, o grupo pretende oferecer uma “rede de segurança” à sociedade e à população que representa, sem necessariamente integrar a administração.
Herzog pediu aos partidos que busquem um entendimento para evitar novas eleições.
O anúncio de domingo indicará quem ficará responsável por tentar reunir apoio político e negociar a formação de uma coalizão.”
- Revista Oeste · Reportagem
Presidente de Israel decide no domingo quem irá formar o novo governo
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“Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, tem curso de especialização em teoria da história, pela Universidade de São Paulo e em economia e finanças pelo Instituto Brasileiro de Economia e Finanças.
Atuou no Jornal do Brasil, O Estado de S.
Paulo e portal R7, entre outros, tendo feito coberturas fora do país.
Foi também assessor de imprensa do Consulado de Israel e da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
Autor de cinco livros, foi vencedor do Prêmio Clio de História e recebeu menção honrosa no Prêmio Sindiclube de Contos e Crônicas.
Atualmente é jornalista da Revista Oeste.
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O presidente de Israel, Isaac Herzog, anunciará no dia 8 de novembro quem será o encarregado de formar o próximo governo, após as eleições de 27 de outubro.
O ex-chefe do Estado-Maior Gadi Eisenkot recebeu 67 indicações no Knesset, superando as 46 de Benjamin Netanyahu, mas Herzog ainda não decidiu.
As divergências entre os partidos dificultam a formação de uma coalizão com os 61 votos necessários.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, anunciou que decidirá neste domingo, 8, quem será o primeiro encarregado de formar o próximo governo do país.
O ex-chefe do Estado-Maior Gadi Eisenkot, de oposição, recebeu 67 indicações dos 120 integrantes do Knesset, o Parlamento, contra 46 do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Herzog, porém, ainda não definiu quem terá a missão de reunir uma coalizão.
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O presidente afirmou que o número de indicações não determina a escolha.
As divergências entre os partidos impedem, por ora, que um dos candidatos reúna os 61 votos necessários para garantir maioria no Parlamento.
Herzog pretende realizar novas consultas antes de anunciar sua decisão.
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Nas eleições de terça-feira 27, o Likud, partido de Netanyahu, conquistou 27 cadeiras e manteve a maior bancada do Knesset .
Os partidos que apoiam o primeiro-ministro somaram 53 assentos.
Já as quatro legendas sionistas contrárias à sua permanência no poder conquistaram 48.
Outras 19 cadeiras ficaram com dois partidos de representação árabe.
Os 19 deputados dessas duas legendas recomendaram Eisenkot para o cargo.
Apesar do apoio, o líder do Yashar não pretende formar uma coalizão com os partidos árabes.
A posição também é defendida por integrantes de seu bloco, o que dificulta a obtenção dos votos necessários para governar Israel .
Netanyahu sofreu outro revés nas consultas presidenciais.
O Judaísmo Unido da Torá, liderado pelo deputado Yaakov Asher, partido ultraortodoxo que integra sua base de apoio, decidiu não recomendar nenhum candidato.
A legenda possui sete cadeiras e mantém divergências com o premiê sobre a dispensa do serviço militar para estudantes de instituições religiosas.
Na sexta-feira, 6, Eisenkot defendeu a criação de um governo de emergência nacional.
Em publicação na rede social X, acusou a administração Netanyahu de colocar em risco a democracia de Israel.
Também afirmou que o país enfrenta um “tsunami diplomático” e criticou a condução dos conflitos militares pelo governo.
Eisenkot apresentou quatro condições para a adesão de partidos à coalizão que pretende formar: reconhecimento de Israel como Estado judeu e democrático, respeito aos valores da Declaração de Independência, serviço militar, nacional ou civil para todos e compromisso com o desmantelamento do poder militar e político do Hamas.
O ex-chefe militar afirmou que negocia com outras legendas e que pretende convidar parlamentares dispostos a aceitar esses princípios.
Entre os partidos envolvidos nas conversas estão o B’Yachad, de Naftali Bennett, o Yisrael Beytenu, de Avigdor Liberman, e os Democratas, de Yair Golan.
Netanyahu continua no comando de um governo interino.
O premiê questionou os resultados das eleições e levantou suspeitas de irregularidades na votação dos partidos árabes.
A Comissão Eleitoral Central informou que não foram identificados problemas capazes de comprometer a integridade do pleito.
Leia mais: “Eisenkot supera Netanyahu na disputa pelo governo de Israel”
O parlamentar escolhido por Herzog terá 28 dias para formar uma coalizão.
O prazo poderá ser prorrogado por mais 14 dias.
Se a tentativa fracassar, o presidente poderá encarregar outro integrante do Knesset de formar o governo.
O processo também prevê a possibilidade de novas eleições caso não haja acordo entre os partidos.
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- Gazeta do Povo · Reportagem
Netanyahu perde apoio de aliado e rival alcança maioria para tentar formar novo governo em Israel
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“O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, sofreu um revés político nesta quinta-feira (5), após perder o apoio de um de seus tradicionais aliados nas negociações para a formação do próximo governo.
O partido ultraortodoxo Judaísmo Unido da Torá, que integra a atual coalizão do premiê, decidiu não recomendar seu nome para continuar no cargo.
Enquanto isso, seu principal adversário, Gadi Eisenkot, conseguiu o apoio de 67 dos 120 deputados do Parlamento israelense, número suficiente para uma maioria parlamentar, que pode formar um novo governo sob o comando de Eisenkot.
O número foi anunciado pelo presidente de Israel, Isaac Herzog, após dois dias de consultas com os partidos eleitos na eleição de 27 de outubro.
Segundo Herzog, enquanto Eisenkot, ex-chefe das Forças Armadas e líder do partido Yashar, recebeu a indicação de 67 parlamentares para a formação de um novo governo, Netanyahu foi recomendado por apenas 46.
Outros sete deputados, pertencentes ao Judaísmo Unido da Torá, não indicaram nenhum candidato.
Apesar da vantagem de Eisenkot, Herzog afirmou que ainda não decidiu quem receberá a missão de tentar formar o próximo governo.
O presidente anunciou que fará novas consultas com líderes partidários antes de tomar uma decisão final no domingo (8).
"Os resultados das consultas podem parecer claros, mas a autoridade que a lei me confere é determinar quem tem condições de formar um governo, e isso não está totalmente claro, diante dos vetos mútuos entre os blocos e dentro deles", declarou Herzog.
A decisão de quem receberá a missão de formar o governo é uma atribuição do presidente de Israel.
Depois de escolhido, o indicado terá inicialmente 28 dias para negociar uma coalizão, com possibilidade de prorrogação por mais 14 dias.
Netanyahu continuará exercendo o cargo de primeiro-ministro até que um novo governo seja empossado.
Aliado de Netanyahu se recusa a apoiar sua permanência A decisão do Judaísmo Unido da Torá representa mais uma dificuldade para Netanyahu após as eleições parlamentares.
Embora o Likud, seu partido, tenha conquistado o maior número de cadeiras individualmente, com 27 deputados, a coalizão formada por seus aliados terminou a votação com 53 assentos, oito abaixo dos 61 necessários para obter maioria no Parlamento.
O Judaísmo Unido da Torá elegeu sete parlamentares e vinha apoiando Netanyahu nos últimos anos.
Desta vez, porém, a legenda optou por não recomendar o primeiro-ministro, em meio às disputas sobre a obrigatoriedade do serviço militar para judeus ultraortodoxos.
O partido defende a preservação das isenções concedidas a estudantes de escolas religiosas judaicas, enquanto outros grupos políticos exigem a ampliação do recrutamento militar.
A divergência ganhou força nas negociações para a formação do novo governo.
Segundo o jornal israelense The Times of Israel, o líder do partido Yisrael Beytenu, Avigdor Liberman, um dos aliados de Eisenkot, passou a admitir uma possível negociação com os ultraortodoxos para construir uma coalizão que substitua Netanyahu.
Liberman vinha se opondo à participação dessas legendas em governos devido às divergências sobre o serviço militar obrigatório.
Eisenkot ainda precisa superar divisões entre seus aliados Embora tenha recebido o apoio da maioria dos deputados, Eisenkot ainda enfrenta dificuldades para reunir os partidos necessários à formação de um governo estável.
Os quatro partidos de maioria judaica que se opõem a Netanyahu conquistaram juntos 48 cadeiras.
Os outros 19 apoios recebidos pelo ex-chefe militar vieram de duas legendas de representação árabe, a Lista Conjunta e o Ra'am, que decidiram recomendar seu nome ao presidente Herzog.
O apoio dessas legendas, entretanto, não significa que elas participarão de uma eventual coalizão.
Eisenkot e outros integrantes do bloco de oposição já manifestaram resistência à formação de um governo com os partidos árabes, principalmente devido às divergências sobre questões de segurança nacional.
Uma alternativa discutida entre os opositores de Netanyahu seria negociar com os partidos ultraortodoxos, mas essa possibilidade também depende de concessões sobre o serviço militar e outras questões políticas.
Diante do impasse, Herzog pretende conversar novamente com os líderes partidários antes de definir quem terá a primeira oportunidade de formar o governo.
Caso nenhum candidato consiga reunir apoio suficiente para assumir o poder, Israel poderá ter de realizar novas eleições parlamentares.”
Encontrou um erro?VerdadeiroEisenkot recebeu 67 recomendações de parlamentares, Netanyahu recebeu 46 e sete deputados do Judaísmo Unido da Torá não recomendaram candidato.
Centro DireitaPoder360, Revista Oeste, Gazeta do Povo
A contagem aparece nos relatos dos veículos de centro e direita; Folha de S.Paulo também informa 67 recomendações para Eisenkot e 46 para Netanyahu.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroO Likud conquistou 27 cadeiras; o bloco de Netanyahu somou 53, o bloco judaico de oposição a ele, 48, e os partidos árabes, 19.
Esquerda Centro DireitaRevista Oeste, Folha de S.Paulo, CNN Brasil
Os textos informam esses números na distribuição das cadeiras ou dos blocos após a eleição de 27 de outubro.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroPartidos árabes recomendaram Eisenkot, mas esse apoio não significava compromisso de integrar ou sustentar um eventual governo.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Revista Oeste, Folha de S.Paulo, Gazeta do Povo
Poder360 e Gazeta do Povo distinguem a recomendação da participação na coalizão; Revista Oeste registra que Eisenkot não pretendia formar coalizão com os partidos árabes.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroO Judaísmo Unido da Torá, aliado de Netanyahu, não recomendou candidato em meio a divergências sobre o serviço militar de estudantes ultraortodoxos.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Gazeta do Povo
Os relatos dizem que o partido se absteve ou não recomendou candidato e relacionam a decisão às divergências sobre o serviço militar.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroAs 67 recomendações a Eisenkot não garantiam, por si sós, apoio efetivo para formar ou sustentar uma coalizão.
Centro DireitaPoder360, Revista Oeste, Gazeta do Povo
Poder360 e Gazeta do Povo ressalvam que as recomendações não implicavam compromisso de integrar ou sustentar o governo; Revista Oeste relata dificuldades para reunir os votos necessários.
Ver fontes e trechos (3)