VerdadeiroO Crédit Mutuel Arkéa foi alvo de um ciberataque, com prejuízo estimado na ordem de € 100 milhões; o banco não confirmou uma cifra definitiva.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Revista Oeste, Poder360, Estadão
As reportagens dos três grupos situam o prejuízo em torno ou acima de € 100 milhões e registram que o valor estava em avaliação ou não havia sido confirmado definitivamente.
Ver fontes e trechos (5)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Banco francês sofre ataque hacker de 100 milhões de euros
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Paris | AFP O banco francês Crédit Mutuel Arkéa informou na noite desta quarta-feira (4) que foi alvo de um ataque hacker estimado em cerca de 100 milhões de euros (R$ 615 milhões).
O ataque ocorreu menos de uma semana após a gigante das criptomoedas Binance ser alvo de uma ação semelhante.
O Ministério Público de Paris informou que abriu uma investigação formal após receber uma denúncia do banco, filial do gigante francês dos serviços financeiros Crédit Mutuel na Bretanha e em outras áreas do oeste da França .
A investigação se concentra em um suposto ataque contra um sistema automatizado de processamento de dados cometido por uma organização criminosa.
O Arkéa informou que o "ataque sofisticado procedente do exterior" já foi controlado.
Segundo o banco, os hackers acessaram a conta para fazer transferências para outros bancos, mas não as contas dos clientes, que não foram prejudicados.
O valor subtraído foi convertido em criptomoedas por meio de plataformas especializadas.
O banco não confirmou a cifra de US$ 133 milhões (R$ 722,19 milhões) em prejuízo divulgada pelo jornal Le Télégramme, mas indicou que essa é a magnitude dos recursos comprometidos.
"A quantia afetada pelo ataque, que está sendo avaliada, não é de magnitude suficiente para colocar em risco a saúde financeira e a solidez do grupo", ressaltou.
A fraude foi revelada no começo da semana, por ZachXBT, analista independente especializado em rastrear fundos na blockchain, tecnologia que sustenta as transações com criptomoedas.
Ele atua de forma anônima e afirmou que o valor roubado foi canalizado por meio de contas abertas em plataformas de negociação de criptomoedas.
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- CNN Brasil · Reportagem
Banco francês perde 100 milhões de euros após ciberataque
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“PARIS, 5 de novembro (Reuters) - O banco francês Credit Mutuel Arkea informou nesta quinta-feira (5) que hackers roubaram cerca de € 100 milhões (US$ 112,61 milhões) em um ciberataque e que está trabalhando para recuperar o dinheiro, em um raro caso de criminosos cibernéticos roubando com sucesso um banco tradicional.
O ciberataque , que foi divulgado na quarta-feira (4), ocorre após o roubo de US$ 6,3 bilhões na semana passada, abre uma nova abaem criptomoedas da Binance e uma onda de ciberataques visando geladeiras conectadas à internet na Europa.
Promotores franceses disseram que estavam investigando o roubo.
Os atacantes usaram uma conta pertencente ao Credit Mutuel Arkea para realizar "transações fraudulentas", afirmou o Credit Mutuel Arkea em um comunicado na quarta-feira.
Os fundos não estavam em forma de criptomoeda, disse o banco, mas podem ter sido convertidos para criptomoedas após o roubo.
A Credit Mutuel Arkea suspendeu temporariamente algumas transações por precaução, o que resultou em atrasos em algumas transferências, mas afirmou que os ativos dos clientes não foram afetados.
Um porta-voz rejeitou as notícias veiculadas pela mídia de que sua subsidiária de serviços bancários online, Fortuneo, teria sido o ponto de entrada para o ataque, afirmando que nem a divisão nem as contas de seus clientes estiveram envolvidas.
Especialistas em segurança cibernética disseram à Reuters que, embora os ataques cibernéticos sejam comuns, era incomum que dinheiro fosse roubado virtualmente de um banco.
Rafay Baloch, CEO da empresa de cibersegurança e engenharia de segurança RedSecLabs, afirmou que o ataque ao Credit Mutuel foi sem precedentes na Europa.
"Estamos vendo muitos desses ataques sofisticados direcionados à camada de aplicação e ataques sofisticados de engenharia social direcionados a instituições bancárias", disse ele.
França abre investigação A Procuradoria de Paris informou que sua unidade de crimes cibernéticos recebeu uma denúncia do Credit Mutuel Arkea na quarta-feira e abriu imediatamente uma investigação, liderada pela polícia cibernética francesa.
O porta-voz do Credit Mutuel Arkea recusou-se a identificar o prestador de serviços terceirizado cuja plataforma foi usada no ataque e afirmou ter informado o Banco Central Europeu, os supervisores bancários franceses e os procuradores.
O regulador bancário francês, ACPR, recusou-se a comentar.
Embora ataques bem-sucedidos a grandes instituições financeiras sejam raros, os reguladores financeiros em todo o mundo intensificaram os alertas sobre o risco de ataques cibernéticos, especialmente com o crescimento da inteligência artificial.
"Sempre que há um acontecimento no sistema financeiro, é algo muito sério", disse Puneet Kakkar, diretor-gerente da Nardello & Co em Paris.
O Credit Mutuel Arkea, com sede na Bretanha, é um grupo bancário cooperativo francês com mais de 5,8 milhões de clientes e € 211,5 bilhões em ativos.
Faz parte da rede bancária Credit Mutuel e está afiliado à sua entidade central, mantendo, no entanto, uma significativa autonomia estratégica.
Segundo Kakkar, os bancos franceses geralmente possuem forte segurança cibernética devido às exigências regulatórias.
No entanto, ele afirmou: "os cibercriminosos estão se tornando mais oportunistas e criativos".
Em 2016, hackers roubaram US$ 81 milhões da conta do banco central de Bangladesh no Federal Reserve Bank de Nova York.
Milhões de dólares em fundos também já foram roubados de bancos na Rússia e na Índia durante ataques cibernéticos, conforme relatado pela Reuters.”
- Revista Oeste · Reportagem
Banco francês Crédit Mutuel Arkéa tem R$ 600 mi roubados em ataque hacker
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“Formada em jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida e com pós-graduação em mercado financeiro e de capitais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
Passou pelo TradeNews antes de se tornar repórter da Revista Oeste.
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O banco francês Crédit Mutuel Arkéa anunciou na noite de 4 de novembro de 2026 que foi alvo de um ataque hacker, com um desvio estimado em mais de 100 milhões de euros, embora a instituição não confirme o valor.
O Ministério Público de Paris abriu investigação após queixa do banco, que bloqueou parte do dinheiro desviado, que foi convertido em criptomoedas.
O banco assegurou que a situação está sob controle, que as operações foram retomadas e que os clientes não foram afetados.
O banco francês Crédit Mutuel Arkéa informou, na noite desta quarta-feira, 4, ter sido alvo de um ataque hacker .
Segundo o portal Franceinfo, que citou uma fonte próxima do caso, o desvio passa de € 100 milhões (cerca de R$ 615 milhões).
A instituição não confirmou o valor.
O investigador independente ZachXBT, especializado em rastrear criptomoedas, estima o prejuízo em mais de US$ 133 milhões (cerca de € 118 milhões).
O Ministério Público de Paris abriu investigação a partir de uma queixa do banco, que afirmou ter conseguido bloquear parte do dinheiro.
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Segundo o banco, os criminosos usaram a própria conta do Crédit Mutuel Arkéa para fazer transações com outras instituições financeiras.
Com isso, conseguiram converter o dinheiro em criptomoedas por meio de plataformas especializadas.
Em nota à imprensa, a empresa afirmou que a situação está sob controle, que as operações estão sendo retomadas e que o dinheiro dos clientes não foi afetado.
“Assim que o ataque foi detectado, e em conformidade com os procedimentos habituais, o grupo contatou as autoridades competentes e de supervisão para informá-las da situação”, disse o banco.
A instituição também garantiu que o prejuízo não ameaça sua saúde financeira.
“As equipes do Crédit Mutuel Arkéa continuam totalmente mobilizadas para medir com precisão as consequências deste ataque e reforçar os seus mecanismos de segurança”, informou.
O caso ocorre poucos dias depois de a corretora de criptomoedas Binance sofrer o roubo de US$ 6,3 bilhões em criptoativos, o maior da história no setor .
O FBI, a polícia federal norte-americana, atribuiu a invasão a um grupo de hackers da Coreia do Norte.
O regime norte-coreano nega a acusação.
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- Poder360 · Reportagem
Hackers desviam mais de 100 milhões de euros de banco francês
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“O banco francês Crédit Mutuel Arkéa, que fica na Bretanha, anunciou na 4ª feira (4.nov.2026) que foi alvo de um ciberataque.
Os hackers desviaram mais de 100 milhões de euros, segundo o jornal francês Libération.
O Crédit Mutuel Arkéa declarou que o "ataque sofisticado procedente do exterior" foi controlado.
Segundo o banco, os hackers acessaram a conta do próprio banco para fazer transferências para outras instituições, mas não as dos clientes, que não foram prejudicadas.
O valor subtraído foi convertido em criptomoedas por meio de plataformas especializadas.
Leia a íntegra do comunicado, em francês (PDF – 236 kB). [shortcode-newsletter] O banco ainda não confirmou o valor do prejuízo, mas disse que trabalha para avaliar com precisão as consequências financeiras do ataque.
“A quantidade afetada pelo ataque, que está sendo avaliada, não é de magnitude suficiente para colocar em risco a saúde financeira e a solidez do Crédit Mutuel Arkéa”, declarou em nota.
O Ministério Público de Paris informou que abriu uma investigação formal depois de receber a informação do banco.
A investigação se concentra em um ataque contra um sistema automatizado de processamento de dados especializados por uma organização criminosa.
Com sede em Le Relecq-Kerhuon, comuna francesa perto de Brest, o Crédit Mutuel Arkéa é filial na Bretanha e em outras áreas do oeste da França do gigante francês dos serviços financeiros Crédit Mutuel.
O ataque ao banco regional francês ocorreu alguns dias depois de a Binance, uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo, ter sido alvo de uma ação semelhante.”
- Estadão · Reportagem
Banco francês denuncia roubo de cerca de € 100 milhões em ataque hacker
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“PARIS - O banco regional francês Crédit Mutuel Arkéa afirmou ter sido vítima de um ataque cibernético que resultou em um prejuízo de cerca de € 100 milhões (R$ 615,3 milhões), segundo uma estimativa provisória, informou na noite de quarta-feira, 4, em comunicado.
O episódio ocorre menos de uma semana após o ataque cibernético contra a gigante das criptomoedas Binance, que estima uma perda de US$ 6,3 bilhões em ativos.
O Ministério Público de Paris informou que abriu uma investigação formal após receber uma denúncia do banco, filial da gigante francesa de serviços financeiros Crédit Mutuel na Bretanha e em outras regiões do oeste da França, e afirmou que a investigação se concentra em um suposto ataque contra um sistema automatizado de processamento de dados, perpetrado por uma organização criminosa.
O Arkéa informou que, no ataque, que já foi “controlado”, os hackers obtiveram acesso à conta para realizar transferências para outros bancos, e não às contas dos clientes, que não sofreram”
Encontrou um erro?VerdadeiroOs hackers usaram uma conta do próprio banco para fazer transferências, e não contas dos clientes.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Revista Oeste, Poder360, Estadão
Os relatos dos três grupos dizem que os atacantes acessaram uma conta do banco; Folha de S.Paulo a Poder360 distinguem essa conta das contas dos clientes.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroAs reportagens afirmam que os clientes não tiveram contas ou ativos afetados pelo ataque.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Revista Oeste, Poder360
Folha de S.Paulo a Poder360 relatam que, segundo o banco, as contas ou os ativos dos clientes não foram prejudicados.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroO Ministério Público de Paris abriu investigação após receber uma denúncia ou queixa do banco.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Revista Oeste, Poder360, Estadão
Os relatos dos três grupos informam que a investigação foi aberta depois de o banco comunicar ou denunciar o caso às autoridades.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroSegundo reportagens, os valores desviados foram ou poderiam ter sido convertidos em criptomoedas após o roubo.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Revista Oeste, Poder360
Folha de S.Paulo, Revista Oeste e Poder360 relatam conversão em criptomoedas; CNN Brasil especifica que os fundos não estavam em cripto antes do roubo e poderiam ter sido convertidos depois.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroO banco afirmou que o ataque estava controlado.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Oeste, Poder360, Estadão
Folha de S.Paulo, Revista Oeste, Poder360 e Estadão atribuem ao banco a informação de que o ataque foi controlado ou estava sob controle.
Ver fontes e trechos (4)
Não verificávelO banco conseguiu bloquear parte do dinheiro desviado.
DireitaRevista Oeste
Revista Oeste relata que o banco afirmou ter bloqueado parte do valor; os demais trechos não confirmam nem contradizem esse detalhe.
Ver fontes e trechos (1)