VerdadeiroA segunda fase da Operação Laziosi prendeu três pessoas e cumpriu 18 mandados de busca em São Paulo e em cinco cidades do interior.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, g1, Veja, CNN Brasil, Estadão, O Globo
Os relatos dos três grupos informam três prisões; os veículos de esquerda e direita e as reportagens CNN Brasil e O Globo também registram 18 buscas na capital e em cinco municípios do interior.
Ver fontes e trechos (6)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Operação em São Paulo mira rede que vendia remédios falsos contra câncer
Trecho consultado na análise
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O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e a Polícia Civil de São Paulo realizam, na manhã desta quinta-feira (5), a segunda fase da Operação Laziosi.
Três pessoas foram presas (uma no município de São Paulo e duas em Araraquara).
A ação acontece para desarticular uma organização criminosa dedicada à comercialização de medicamentos contra o câncer falsificados e reprimir os crimes de lavagem de dinheiro decorrentes dessa atividade.
Por determinação da Justiça, são cumpridos três mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão em Araraquara, Matão, Marília, Agudos, Mirassol, no interior do estado, e na capital paulista.
Segundo o Ministério Público de São Paulo, foram determinados o bloqueio de até R$ 15 milhões em bens e valores dos investigados, de empresas e pessoas ligadas a eles, além da suspensão das atividades de sete empresas, entre outras medidas.
As investigações tiveram início em 2024, após o laboratório fabricante de um imunoterápico de alto custo, usado no tratamento do câncer , noticiar a venda de medicação falsificada a hospital da capital paulista por uma distribuidora com sede em Araraquara.
A análise laboratorial do fabricante constatou a ausência do princípio ativo, e a perícia oficial confirmou a falsificação.
O material apreendido na primeira fase, em novembro de 2024, apontou a atuação da distribuidora em conjunto com uma rede de empresas interligadas, parte delas sem estrutura operacional nos endereços declarados.
Somente entre janeiro e novembro de 2024, segundo o Ministério Público, a distribuidora emitiu notas fiscais de saída do imunoterápico que somam mais de R$ 1,5 milhão, para destinatários de ao menos sete estados.
Mesmo após a primeira fase, em abril de 2025, a distribuidora vendeu a um hospital do interior paulista nove unidades de outro medicamento oncológico.
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O laboratório detentor do registro constatou a falsificação.
Segundo o hospital, uma delas chegou a ser administrada a paciente.
A própria distribuidora recolheu as demais e as trocou por unidades de lote coincidente com carga roubada em Minas Gerais .
O objetivo desta fase é interromper a atividade criminosa, que coloca em risco pacientes em tratamento contra o câncer , e assegurar a recuperação de bens e valores.
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- g1 · Reportagem
Remédio falso contra câncer: distribuidora repassou R$ 2,9 milhões a empresa de preso, que abriu holding de R$ 500 mil, diz MP
Trecho consultado na análise
“Operação mira venda de medicamentos falsos para tratamento contra o câncer Uma distribuidora investigada por vender remédios falsificados contra o câncer a hospitais repassou R$ 2,9 milhões em 2024 a uma empresa de um dos presos na operação, segundo o Ministério Público (MP).
O mesmo investigado abriu uma holding, tipo de empresa usada para concentrar patrimônio, com capital de R$ 500 mil depois da primeira fase da investigação.
Os dados embasaram uma decisão desta quarta-feira (4), em que a Justiça de Araraquara (SP) ampliou o bloqueio de bens dos investigados, que pode chegar a R$ 15 milhões.
O grupo é investigado por venda de remédio falsificado, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Nesta quinta-feira (5), três pessoas foram presas na segunda fase da Operação Laziosi, coordenada pelo núcleo de Ribeirão Preto (SP) do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP, com a Polícia Civil.
O g1 procurou as defesas dos presos e as empresas citadas, mas não”
- Veja · Reportagem
Um paciente exposto e R$ 1,5 milhão em vendas: os números do esquema de fraude de remédios contra câncer em SP
Trecho consultado na análise
“Três pessoas foram presas nesta quinta-feira, 5, durante a segunda fase da Operação Laziosi, que investiga um grupo suspeito de falsificar e comercializar medicamentos usados no tratamento contra diferentes tipos de câncer.Além das prisões preventivas, outros 18 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em cinco cidades paulistas, sem contar a capital: Araraquara, Matão, Marília, Agudos e Mirassol.
A ação foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e a Polícia Civil do Estado de São Paulo.Segundo informações divulgadas pelo governo de São Paulo, também foram determinados o bloqueio de até R$ 15 milhões em bens e valores dos investigados, assim como a suspensão das atividades de sete empresas.As investigações do caso começaram em 2024, após o laboratório fabricante de um medicamento imunoterápico identificar uma unidade falsificada que havia sido comercializada a um hospital da capital por meio de uma distribuidora de Araraquara, no interior paulista, a Nacionalfarma.Os imunoterápicos são uma classe de medicamentos biológicos de alto custo utilizados principalmente no tratamento de diversos tipos de câncer, como câncer de pulmão, câncer de rim, câncer de bexiga e câncer de mama.Enquanto a quimioterapia tradicional ataca diretamente as células dos tumores, a imunoterapia estimula o próprio sistema imunológico do paciente para que ele reconheça e destrua as células cancerígenas de forma mais precisa.Cada imunoterápico tem o seu princípio ativo, ou seja, a substância específica que vai agir no sistema imune e combater a doença.A análise do fabricante, porém, apontou que o produto em questão não continha o princípio ativo necessário para o tratamento oncológico.
A falsificação foi confirmada pela perícia oficial.Na primeira fase da operação, que ocorreu em novembro de 2024, documentos e materiais apreendidos pela polícia ajudaram os investigadores a identificar uma rede de empresas ligadas à distribuidora.
Parte delas, segundo as apurações, não apresentava estrutura operacional nos endereços informados oficialmente.Segundo nota publicada pelo Ministério Público de São Paulo, somente entre janeiro e novembro de 2024 a distribuidora emitiu notas fiscais de saída do imunoterápico que ultrapassaram R$ 1,5 milhão, com destinatários em pelo menos sete estados brasileiros.Em abril de 2025, a mesma distribuidora vendeu a um hospital do interior paulista nove unidades falsificadas de outro medicamento contra o câncer.Segundo informações do próprio estabelecimento, uma dessas unidades chegou a ser administrada a um paciente em tratamento oncológico.
As outras oito unidades foram recolhidas pela distribuidora e substituídas por medicamentos de um lote que coincidia com uma carga que havia sido roubada em Minas Gerais.Segundo o governo de SP, a Polícia Civil dará continuidade às investigações com a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos na segunda fase da operação.”
- CNN Brasil · Reportagem
Operação mira grupo que falsificava remédios para câncer em SP
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“Uma organização criminosa investigada por comercializar e lavar dinheiro com medicamentos falsificados para tratamento de câncer é alvo de uma operação, na manhã desta quinta-feira (5), em seis municípios de São Paulo, incluindo a capital.
Agentes do MPSP (Ministério Público de São Paulo) e da Polícia Civil cumprem 18 mandados de busca e apreensão e três pessoas já foram presas.
De acordo com as investigações, o grupo atuava como uma distribuidora e vendia a hospitais os medicamentos alterados de um laboratório responsável pelo registro do fármaco.
Em 2024, a organização chegou a emitir notas fiscais de saída para pelo menos sete estados que somavam R$ 1,5 milhão de prejuízo aos fabricantes.
Nessa nova fase da Operação Laziosi, coordenada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPSP e pelo Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) da Polícia Civil, a Justiça também bloqueou R$ 15 milhões em bens e valores relacionados aos alvos e determinou a suspensão das atividades de sete empresas ligadas ao esquema criminoso.
Os municípios onde os mandados estão sendo cumpridos são Araraquara, Matão, Marília, Agudos, Mirassol e São Paulo.
O esquema foi descoberto em 2024, após o laboratório fabricante noticiar a venda do medicamento que não possuía o princípio ativo de imunoterapia a um hospital da capital paulista por uma distribuidora de Araquara.
A primeira fase da operação foi deflagrada em novembro daquele ano, resultando na apreensão de materiais e na identificação de uma rede de empresas ligadas à distribuidora, que armazenavam e faziam parte da alteração dos produtos.
Em abril de 2025, a investigação constatou que a distribuidora continuou vendendo os medicamentos falsificados.
Foram encontrados indícios da atuação dela na comercialização de nove unidades do material a um hospital do interior de São Paulo.
O hospital teria dito que um paciente chegou a ser medicado com o fármaco adulterado.
O Ministério Público informou que o material chegou a ser recolhido pela própria distribuidora e substituído por outro que correspondia a uma carga roubada identificada em Minas Gerais.
Somente entre janeiro e novembro de 2024, a empresa emitiu notas fiscais que ultrapassaram R$ 1,5 milhão na comercialização do medicamento, com destinatários em pelo menos sete estados brasileiros.
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou que dará continuidade às investigações com a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos.
O objetivo é identificar outros possíveis envolvidos, dimensionar a atuação do grupo e rastrear os recursos financeiros movimentados.
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo”
- Estadão · Reportagem
Polícia e Gaeco prendem três por venda de remédios falsos contra o câncer
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“Uma organização criminosa suspeita de comercializar medicamentos falsificados contra o câncer é alvo, nesta quinta-feira, 5, da Operação Laziosi, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, em conjunto com a Polícia Civil de São Paulo.
A ofensiva executa três mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão nesta manhã.
As investigações começaram em 2024, após o laboratório Merck Sharp & Dohme (MSD), detentor do registro do medicamento oncológico Keytruda, denunciar a comercialização de uma unidade falsificada do produto.
O medicamento havia sido adquirido pelo Hospital Igesp, da capital paulista, em 21 de maio daquele ano, da distribuidora Nacionalfarma, sediada em Araraquara, no interior paulista.
Uma análise laboratorial realizada pelo fabricante identificou a ausência do princípio ativo no medicamento, e a falsificação foi posteriormente confirmada por perícia oficial.
O material apreendido na primeira fase da inve”
- O Globo · Reportagem
Quadrilha que vendia remédios falsos contra o câncer é alvo de operação em São Paulo
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“Agentes da Polícia Civil e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumprem mandados de prisão, na manhã desta quinta-feira (5), contra uma organização criminosa especializada na venda de medicamentos oncológicos falsificados e lavagem de dinheiro em São Paulo.
Batizada de Operação Laziosi, a ação deflagrou a sua segunda fase cumprindo três mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão na capital paulista e em cinco cidades do interior do estado: Araraquara, Matão, Marília, Agudos e Mirassol.
A Justiça também determinou o bloqueio de até R$ 15 milhões em bens e valores dos investigados, de empresas ligadas ao esquema e de "laranjas".
Sete empresas também tiveram suas atividades suspensas.
Segundo o Ministério Público de São Paulo, a investigação começou no início de 2024, quando o laboratório fabricante de um imunoterápico de alto custo acionou as autoridades após identificar a venda de um lote falso a um hospital de São Paulo.
A negociação foi feita por uma distribuidora com sede em Araraquara e, posteriormente, exames laboratoriais confirmaram que os frascos não continham qualquer princípio ativo.
Durante a primeira fase da operação, em novembro de 2024, o material apreendido revelou que a distribuidora não atuava sozinha.
Havia uma teia de empresas interligadas, muitas delas operando apenas no papel, sem estrutura física nos endereços registrados.
De acordo com as investigações, apenas entre janeiro e novembro do ano passado, a distribuidora emitiu mais de R$ 1,5 milhão em notas fiscais do imunoterápico falso, espalhando o produto para destinatários em pelo menos sete estados.
Risco aos pacientes
O que mais chamou a atenção dos investigadores foi a manutenção das atividades ilícitas mesmo com a quadrilha já na mira das autoridades.
Em abril de 2025, a mesma distribuidora vendeu a um hospital do interior paulista nove unidades de um outro medicamento oncológico, também falsificado.
A denúncia do hospital aponta que uma das doses fraudulentas chegou a ser administrada em um paciente.
Após a falsificação ser atestada pelo fabricante, a própria distribuidora tentou encobrir os rastros.
A empresa recolheu os frascos restantes e os trocou por unidades de um lote que batia com uma carga roubada no estado de Minas Gerais.
Agora, o principal foco do Ministério Público e da Polícia Civil é estancar definitivamente a operação da quadrilha.
O material apreendido nas buscas desta quinta-feira passará por análise para guiar os próximos desdobramentos da investigação.”
Encontrou um erro?VerdadeiroA operação investiga uma rede suspeita de comercializar medicamentos oncológicos falsificados e de lavar dinheiro.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, g1, Veja, CNN Brasil, Estadão, O Globo
Os relatos de mais de um grupo descrevem a suspeita de venda de remédios falsificados; Folha de S.Paulo, g1, CNN Brasil e O Globo também mencionam investigação por lavagem de dinheiro.
Ver fontes e trechos (6)
VerdadeiroA investigação começou em 2024 após a venda, a um hospital da capital, de imunoterápico falsificado por uma distribuidora de Araraquara; análises apontaram ausência do princípio ativo.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Veja, CNN Brasil, Estadão, O Globo
Os relatos dos três grupos situam o início da investigação em 2024 e mencionam a venda ao hospital da capital e a ausência do princípio ativo; Folha de S.Paulo, Veja e Estadão dizem que a perícia confirmou a falsificação.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroEntre janeiro e novembro de 2024, a distribuidora emitiu notas fiscais de saída do imunoterápico acima de R$ 1,5 milhão, para destinatários em ao menos sete estados.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Veja, CNN Brasil, O Globo
Folha de S.Paulo, Veja e O Globo relatam o total das notas fiscais e os destinatários em pelo menos sete estados. CNN Brasil também informa o valor e a abrangência, mas o caracteriza como prejuízo aos fabricantes.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroEm abril de 2025, a distribuidora vendeu nove unidades falsificadas de outro medicamento oncológico a um hospital do interior; uma foi administrada a um paciente.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Veja, CNN Brasil, O Globo
Os quatro relatos registram a venda das nove unidades e que uma chegou a ser administrada; CNN Brasil atribui essa informação ao hospital.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroAs outras oito unidades foram recolhidas pela distribuidora e substituídas por unidades de lote coincidente com uma carga roubada em Minas Gerais.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Veja, CNN Brasil, O Globo
Os quatro relatos descrevem o recolhimento das unidades restantes e a substituição por produtos de lote que coincidia com uma carga roubada em Minas Gerais.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroA Justiça determinou bloqueio de bens e valores de até R$ 15 milhões e a suspensão das atividades de sete empresas.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, g1, Veja, CNN Brasil, O Globo
Folha de S.Paulo, g1, Veja e O Globo informam o limite de até R$ 15 milhões e a suspensão de sete empresas; CNN Brasil também relata essas medidas judiciais.
Ver fontes e trechos (5)
Não verificávelSegundo o MP, a distribuidora repassou R$ 2,9 milhões em 2024 a uma empresa de um preso, que abriu uma holding com capital de R$ 500 mil após a primeira fase.
Centrog1
g1 atribui esses dados ao Ministério Público, mas o material fornecido não traz confirmação por outra reportagem brasileira nem por checagem.
Ver fontes e trechos (1)
- g1 · Reportagem
Remédio falso contra câncer: distribuidora repassou R$ 2,9 milhões a empresa de preso, que abriu holding de R$ 500 mil, diz MP
Trecho consultado na análise
“Operação mira venda de medicamentos falsos para tratamento contra o câncer Uma distribuidora investigada por vender remédios falsificados contra o câncer a hospitais repassou R$ 2,9 milhões em 2024 a uma empresa de um dos presos na operação, segundo o Ministério Público (MP).
O mesmo investigado abriu uma holding, tipo de empresa usada para concentrar patrimônio, com capital de R$ 500 mil depois da primeira fase da investigação.
Os dados embasaram uma decisão desta quarta-feira (4), em que a Justiça de Araraquara (SP) ampliou o bloqueio de bens dos investigados, que pode chegar a R$ 15 milhões.
O grupo é investigado por venda de remédio falsificado, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Nesta quinta-feira (5), três pessoas foram presas na segunda fase da Operação Laziosi, coordenada pelo núcleo de Ribeirão Preto (SP) do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP, com a Polícia Civil.
O g1 procurou as defesas dos presos e as empresas citadas, mas não”
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