VerdadeiroEm 5 de novembro de 2026, Joshua Wong foi condenado em Hong Kong a mais dez anos de prisão.
Esquerda Centro DireitaUOL, O Globo, Revista Oeste, Folha de S.Paulo, g1, Estadão, CNN Brasil
Os três grupos relatam a condenação nessa data e a pena de dez anos; RFI Brasil também confirma o anúncio no dia seguinte.
Ver fontes e trechos (8)
- UOL · Reportagem
Ativista pró-democracia pega mais 10 anos de prisão em Hong Kong
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“O ativista pró-democracia Joshua Wong foi condenado nesta quinta-feira (5) a outros dez anos de prisão em Hong Kong, sob a lei de segurança nacional chinesa, informou o Washington Post.
Wong, que completou 30 anos na prisão, foi acusado de conluio com forças estrangeiras no novo processo.
A acusação se relaciona à sua atuação política, que levou à repressão do governo e ajudou a desencadear sanções dos EUA, segundo o jornal.
O ativista foi preso pela primeira vez aos 17 anos após participar de protestos.
A nova condenação amplia o período que ele passará detido em Hong Kong.
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- O Globo · Reportagem
Ativista pró-democracia de Hong Kong é condenado a mais 10 anos de prisão
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“O ativista pró-democracia Joshua Wong foi condenado nesta quinta-feira (5) a mais dez anos de prisão em Hong Kong, na China, por conspiração para atuar em conluio com forças estrangeiras contra a segurança nacional.
A sentença foi proferida com base na legislação imposta por Pequim em 2020 e criticada por organizações de direitos humanos como instrumento de repressão à oposição.
Leia também: Quem são os sete brasileiros eleitos deputados estaduais nos EUA Saiba mais: Três navios são incendiados no Estreito de Ormuz
Aos 30 anos, Wong já cumpre uma pena de quatro anos e oito meses por subversão, em outro processo relacionado à mesma lei.
Ele se declarou culpado da nova acusação em setembro de 2025, o que levou o juiz William Tam a reduzir a punição.
Segundo a agência Associated Press (AP), a pena inicial considerada pelo magistrado era de 13 anos.
Críticas à condenação
A Human Rights Watch (HRW) classificou a decisão como "cruel e injusta".
Em comunicado, a diretora da organização para a Ásia, Elaine Pearson, afirmou que o governo de Hong Kong utiliza a legislação para prender jovens que defendem mudanças sociais.
— A severa condenação imposta a Joshua Wong com base em acusações infundadas é cruel e injusta — declarou Pearson.
A entidade pediu a libertação imediata do ativista e cobrou que governos estrangeiros condenem a decisão e considerem sanções contra autoridades envolvidas na repressão.
Wong foi acusado de solicitar apoio de países e organizações estrangeiras para a imposição de sanções contra Hong Kong e a China.
A acusação poderia resultar em prisão perpétua, enquanto a defesa havia pedido uma pena de três a dez anos.
Repressão ao movimento pró-democracia
Uma das principais lideranças das manifestações de 2019, Wong ganhou projeção internacional ainda adolescente, quando liderava o grupo estudantil Scholarism.
Desde os protestos, as autoridades chinesas restringiram a participação política na cidade, prenderam ativistas e promoveram o fechamento de veículos de comunicação críticos ao governo.
Para Eric Lai, pesquisador do Centro de Direito Asiático da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, a legislação pode ser utilizada para prolongar a prisão de opositores.
Pequim considera Wong uma figura contrária aos interesses chineses.
Já as autoridades de Hong Kong defendem que a lei de segurança nacional é necessária para preservar a estabilidade da região após os protestos de 2019.”
- Revista Oeste · Reportagem
Justiça de Hong Kong condena ativista pró-democracia a 10 anos de prisão
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“Natural de Vitória (ES), formou-se em jornalismo em 2023 e iniciou a carreira no portal independente A Investigação.
Atualmente, é pós-graduanda em literatura, artes e filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e repórter da Revista Oeste em São Paulo, onde escreve sobre Brasil, política e internacional.
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A Justiça de Hong Kong condenou o ativista pró-democracia Joshua Wong a dez anos de prisão em 5 de novembro de 2026, por conspiração com entidades estrangeiras, devido a solicitações de sanções contra a China em 2020.
A condenação se baseou na Lei de Segurança Nacional, imposta em junho daquele ano.
Wong, que já cumpria uma pena anterior de quatro anos e oito meses, terá sua libertação prevista apenas para 2036.
A Justiça de Hong Kong condenou, na quinta-feira 5, o ativista pró-democracia Joshua Wong a dez anos de prisão por conspiração com entidades estrangeiras.
Segundo a acusação, ele teria solicitado a países e organizações internacionais a imposição de sanções e bloqueios contra a China e o governo de Hong Kong em 2020.
A condenação foi baseada na Lei de Segurança Nacional, imposta por Pequim em junho daquele ano, depois de uma série de manifestações pró-democracia e contra a influência chinesa na região.
Hong Kong é uma Região Administrativa Especial da China desde 1997, quando deixou de ser colônia britânica.
Wong, de 30 anos, declarou-se culpado em setembro.
A pena ficou abaixo da punição máxima prevista, de prisão perpétua.
O ativista já cumpria uma condenação de quatro anos e oito meses, imposta em 2024, por conspiração para subverter o poder estatal.
Com a nova sentença, sua libertação está prevista apenas para 2036.
A decisão provocou críticas de organizações internacionais de direitos humanos e governos ocidentais, que acompanham a repressão aos movimentos pró-democracia em Hong Kong.
O ativista Figo Chan, ex-coordenador da Frente Civil de Direitos Humanos, lamentou a condenação.
“É incrivelmente difícil e emocionalmente pesado”, afirmou.
Segundo ele, diante do atual cenário político, resta aos ativistas oferecerem apoio uns aos outros.
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O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, defendeu a sentença e afirmou que Wong cometeu um crime grave contra a segurança nacional.
Ele também pediu que governos estrangeiros respeitem a soberania chinesa e deixem de interferir em decisões judiciais de Hong Kong.
“O governo central da China apoia firmemente Hong Kong na salvaguarda da segurança nacional e na repressão de atos que a ponham em risco, em conformidade com a lei”, declarou o porta-voz.
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- Folha de S.Paulo · Reportagem
Ativista Joshua Wong é condenado a mais 10 anos de prisão em Hong Kong
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O ativista pró-democracia de Hong Kong Joshua Wong foi condenado nesta quinta-feira (5) a mais dez anos de prisão no território chinês por conluio com potências estrangeiras.
Wong, que ganhou projeção internacional durante o "movimento dos guarda-chuvas" , que abalou Hong Kong em 2014, já passou quase seis anos atrás das grades e agora só deverá ser libertado no fim de 2036.
O ex-líder estudantil , que completou 30 anos no mês passado, deveria ser libertado em janeiro, após cumprir quatro anos e oito meses por subversão, com base em uma lei de segurança nacional imposta por Pequim .
Mas as autoridades de Hong Kong recorreram à mesma lei para voltar a acusar Wong em junho do ano passado, atribuindo-lhe conluio com outros países e entidades para impor sanções contra o centro financeiro e a China.
O magnata pró-democracia Jimmy Lai, fundador do extinto jornal Apple Daily , foi condenado a 20 anos de prisão com base na mesma legislação em fevereiro, em uma decisão classificada por Washington como "injusta e trágica".
Nesta quinta, o tribunal descreveu Wong e o também ex-líder estudantil Nathan Law —que vive em exílio e é procurado pelas autoridades— como "dois líderes ou mentores" de uma conspiração para pôr em risco a segurança nacional.
Wong poderia ter sido condenado à prisão perpétua, uma vez que seu delito foi considerado "de natureza grave", afirmou o juiz William Tam.
Mas o magistrado decidiu que uma "pena inicial adequada" para o delito de Wong seria de 13 anos, reduzida para dez devido à sua confissão de culpa.
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Sob forte presença policial do lado de fora, Wong entrou no banco dos réus aparentando calma, vestindo uma camisa azul e óculos pretos.
Ele acenou com a cabeça para seus apoiadores e percorreu a sala com o olhar.
Após a sentença, Wong agradeceu e acenou para seus apoiadores enquanto deixava o local.
Alguns choraram e foram ouvidos dizendo: "Estaremos esperando por sua libertação".
"Pequim identificou Joshua como um dos principais líderes do que considera uma rebelião aberta em 2019 —apesar de ele ser um dos moderados— e fará dele um exemplo", disse Steve Tsang, diretor do Instituto da China da SOAS, da Universidade de Londres, referindo-se às manifestações pró-democracia daquele ano, que por vezes foram violentas.
O destino de Wong mostra que Pequim "mantém Hong Kong sob rédea curta e não há possibilidade de voltar aos dias mais tolerantes anteriores a 2019", acrescentou Tsang antes da sentença.
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A Human Rights Watch afirmou nesta quinta que as acusações contra Wong são falsas e que sua sentença é "cruel e injusta".
"Governos estrangeiros devem condenar as sentenças impostas a ele e a outros ativistas pró-democracia detidos injustamente, além de aplicar sanções direcionadas aos funcionários responsáveis pela crescente repressão em Hong Kong", afirmou a organização.
O governo dos Estados Unidos também condenou a sentença de dez anos de prisão imposta a Joshua Wong e pediu sua libertação imediata.
Um porta-voz do consulado americano escreveu em comunicado à agência AFP que o ativista está preso injustamente desde dezembro de 2020 e acusou Pequim de recorrer a medidas extremas para silenciar defensores das liberdades fundamentais em Hong Kong.
Um porta-voz da UE, por sua vez, afirmou à mesma agência que a sentença teve motivação política.
Em resposta, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun, afirmou que os envolvidos devem respeitar a soberania da China e o sistema jurídico de Hong Kong, além de evitar comentários sobre processos judiciais do território.
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Wong ganhou destaque durante os protestos de 2014 em Hong Kong e desde 2017 passa períodos dentro e fora da prisão.
As autoridades afirmaram que ele começou a fazer lobby internacional já em 2016, quando promoveu um projeto de lei —a Lei de Direitos Humanos e Democracia de Hong Kong— que permitiria ao presidente dos EUA impor sanções em resposta a violações de direitos na cidade.
Em 2019, quando Hong Kong foi palco de enormes protestos pró-democracia, Wong integrou uma delegação aos EUA para defender o projeto, que acabou sendo aprovado.
No ano seguinte, Pequim impôs a Hong Kong uma abrangente lei de segurança nacional para sufocar a dissidência, levando grupos de oposição a se dissolverem e ativistas a fugirem da cidade.
Na época, Wong disse que iria "continuar defendendo" seu lar, Hong Kong, até que fosse silenciado.
Ele estava entre as dezenas de ativistas pró-democracia condenados por subversão em 2024, no maior julgamento por crimes contra a segurança nacional já feito em Hong Kong.
Alguns deles já foram soltos.
Louis Lee, amigo do ativista, disse antes da sentença que Wong continua "cheio de energia" na prisão, mas às vezes se mostrava "preocupado e nervoso".
Durante visitas, o ex-líder estudantil parecia decepcionado e suspirava de vez em quando, afirmou ele.
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- g1 · Reportagem
Ativista Joshua Wong é condenado a 10 anos de prisão em Hong Kong
Trecho consultado na análise
“O líder estudantil adolescente de Hong Kong, Joshua Wong, à esquerda, está em frente a guarda-chuvas amarelos do lado de fora de um tribunal de magistrados em Hong Kong, em 2 de setembro de 2015. — Foto: Vincent Yu/AP
O proeminente ativista de Hong Kong Joshua Wong foi condenado nesta quinta-feira (5) a 10 anos de prisão por sua segunda condenação com base em uma lei de segurança nacional imposta por Pequim, em um caso que, segundo críticos, reflete a repressão ao movimento pró-democracia da cidade, que já foi bastante ativo.
Wong foi acusado em 2025 de conspiração para se aliar a forças estrangeiras com o objetivo de colocar em risco a segurança nacional, segundo a lei.
Em setembro, ele se declarou culpado do crime, uma medida que normalmente pode reduzir a pena.
O ativista, de 30 anos, já cumpre uma pena de quatro anos e oito meses de prisão pelo maior caso de segurança nacional da cidade, relacionado a uma eleição primária não oficial, depois de ter se declarado culpado também naquele processo.
Antes de ser processado pela acusação relacionada à conspiração, a expectativa era que Wong fosse libertado em janeiro de 2027.
O juiz William Tam afirmou durante a audiência de sentença que o crime cometido por Wong era de natureza grave e rejeitou a alegação de que seu papel havia sido limitado.”
- Estadão · Reportagem
Hong Kong condena Joshua Wong a mais dez anos de prisão
Trecho consultado na análise
“O ativista Joshua Wong foi condenado a dez anos de prisão por “conluio com forças estrangeiras” .
A sentença foi proferida por um tribunal de Hong Kong nesta quinta-feira, 5.
O ex-líder estudantil ganhou notoriedade internacional durante os protestos que abalaram a antiga colônia britânica em 2014 .
A expectativa era que ele fosse libertado em janeiro, após cumprir quatro anos e oito meses por pelo crime de subversão , mas ele voltou a ser acusado em junho de 2025 de solicitar a outros países e entidades a imposição de sanções contra o centro financeiro e a China .
Em setembro deste ano, Wong se declarou culpado .
Na chegada ao tribunal na manhã desta quinta, o ativista cumprimentou apoiadores e os jornalistas presentes.
Após a sentença, ao sair, Wong agradeceu aos seguidores.
Segundo o diretor do Instituto da China da Universidade SOAS em Londres, Steve Tsang, “Pequim identificou Joshua como um dos principais líderes do que consideram uma rebelião aberta em 2019, apesar de Wong ser um”
- CNN Brasil · Reportagem
Joshua Wong, ativista de Hong Kong, é condenado a mais 10 anos de prisão
Trecho consultado na análise
“O tempo de prisão do ativista pró-democracia de Hong Kong, Joshua Wong, foi ampliado após um tribunal aplicar, nesta quinta-feira (5), uma pena de 10 anos devido a uma segunda condenação por segurança nacional.
Wong tornou-se o rosto do movimento pró-democracia de Hong Kong — hoje desmantelado — quando ainda era adolescente, e entrou na prisão pela primeira vez aos 23 anos.
Ele completou 30 anos no mês passado.
Em setembro, ele se declarou culpado de conspirar com outros ativistas para pedir sanções estrangeiras contra a China e Hong Kong em 2020 — ano em que Pequim introduziu a Lei de Segurança Nacional (NSL, na sigla em inglês) na cidade, o que levou à repressão da dissidência, ao fechamento de veículos de imprensa críticos e à dissolução de grupos civis.
Wong já cumpre 4 anos e 8 meses de prisão após ter se declarado culpado em um julgamento histórico por subversão em 2024.
Sua libertação estava prevista para janeiro.
Pequim impôs a abrangente lei de segurança nacional a Hong Kong após grandes e, muitas vezes, violentos protestos pró-democracia se alastrarem pelo centro financeiro internacional em 2019.
A legislação estreitou o controle de Pequim sobre a ex-colônia britânica.
Os governos de Hong Kong e da China afirmam que a medida ajudou a restaurar a estabilidade, mas grupos de direitos humanos apontam que a lei sufocou a oposição e tornou arriscada qualquer crítica ao governo.
Líderes chineses já classificaram Wong e outros ativistas como "separatistas".
No caso mais recente, os promotores acusaram Wong de conspirar para fazer lobby junto aos Estados Unidos e outros países para sancionar a China e Hong Kong, antes mesmo da aprovação da lei de segurança nacional.
Isso teria ocorrido, segundo a acusação, por meio de campanhas nas redes sociais e de reuniões com políticos americanos, incluindo a ex-presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, e o então senador Marco Rubio, atual secretário de Estado dos EUA.
O lobby continuou após a promulgação da lei, afirmam os promotores, levando os EUA a aplicar sanções contra mais de uma dúzia de autoridades chinesas e de Hong Kong após 2020.
Um porta-voz do governo de Hong Kong havia rebatido anteriormente as críticas internacionais à abertura de processo contra Wong.
"O exercício legítimo da liberdade de expressão não deve ser confundido com atos de conluio com um país estrangeiro para impor 'sanções' que visem prejudicar a própria nação", afirmou o porta-voz em setembro.”
- RFI Brasil · Imprensa internacional
Dez países condenam nova pena de prisão contra ativista pró-democracia em Hong Kong
Trecho consultado na análise
“Dez países, entre eles França, Estados Unidos e Reino Unido, pediram nesta sexta-feira (6) o fim imediato dos processos judiciais que consideram injustos e que são conduzidos com base na Lei de Segurança Nacional de Hong Kong.
A manifestação conjunta ocorre após o ativista pró-democracia Joshua Wong ser condenado a mais dez anos de prisão.
Publicado em: 06/11/2026 - 17:52
Em comunicado conjunto, os ministérios das Relações Exteriores dos dez países afirmaram que a nova sentença ocorre menos de dois meses depois da condenação de ativistas que organizavam vigílias em memória das vítimas do massacre da Praça da Paz Celestial , em Pequim, em 1989.
As penas impostas a esses militantes variaram de cinco a mais de sete anos de prisão.
"Esses são exemplos adicionais de como a Lei de Segurança Nacional está sendo utilizada para perseguir indivíduos por suas manifestações e seu engajamento político", afirma o comunicado.
Os países pediram o encerramento imediato dos processos contra pessoas acusadas com base na legislação e pediram que as autoridades chinesas e de Hong Kong respeitem seus compromissos internacionais e os direitos e liberdades garantidos à população do território pela Declaração Conjunta Sino-Britânica, assinada em 1984.
Aos 30 anos, Joshua Wong já estava preso havia quase seis anos quando foi condenado na quinta-feira (5) por um tribunal de Hong Kong a mais dez anos de prisão.
Ele foi considerado culpado de conspiração com países estrangeiros, com base na Lei de Segurança Nacional imposta pela China ao território em 2020.
Ex-líder estudantil, Wong é uma das figuras mais conhecidas do movimento pró-democracia de Hong Kong e ganhou projeção internacional durante os grandes protestos de 2019, que reuniram milhares de pessoas contra a crescente influência de Pequim no território.
Além de Reino Unido, Estados Unidos e França, assinam o comunicado Canadá, Austrália, Alemanha, Itália, Japão, Países Baixos e Nova Zelândia.
com AFP
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Encontrou um erro?VerdadeiroA condenação foi por conspiração ligada a pedidos de sanções contra a China e Hong Kong, sob a Lei de Segurança Nacional.
Esquerda Centro DireitaUOL, O Globo, Revista Oeste, Folha de S.Paulo, g1, Estadão, CNN Brasil
Os relatos descrevem a acusação como conspiração ou conluio com entidades estrangeiras para pedir sanções; O Globo e Revista Oeste identificam a Lei de Segurança Nacional como base da condenação.
Ver fontes e trechos (7)
VerdadeiroWong já cumpria uma pena anterior de quatro anos e oito meses por subversão.
Esquerda Centro DireitaO Globo, Revista Oeste, Folha de S.Paulo, g1, Estadão, CNN Brasil
Os relatos dos três grupos informam a pena anterior de quatro anos e oito meses; O Globo, Revista Oeste, Folha de S.Paulo, Estadão e CNN Brasil a relacionam à subversão.
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VerdadeiroWong se declarou culpado da nova acusação em setembro de 2025.
Esquerda Centro DireitaO Globo, Revista Oeste, Folha de S.Paulo, g1, Estadão, CNN Brasil
O Globo, Revista Oeste, Folha de S.Paulo, g1, Estadão e CNN Brasil registram a declaração de culpa em setembro; O Globo, Revista Oeste e CNN Brasil especificam 2025.
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VerdadeiroReportagens projetaram a libertação de Wong para 2036 após a nova sentença.
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Revista Oeste diz que a libertação está prevista para 2036; Folha de S.Paulo informa que ele só deverá ser libertado no fim daquele ano.
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