VerdadeiroO saldo de setembro foi o menor para esse mês desde 2020, início da série do Novo Caged.
Esquerda Centro DireitaO Antagonista, O Globo, ICL Notícias, Agência Brasil, Revista Oeste, Folha de S.Paulo
Reportagens dos três grupos descrevem setembro como o pior resultado para o mês desde 2020 ou desde o início da série do Novo Caged.
Ver fontes e trechos (6)
- O Antagonista · Reportagem
Sóstenes culpa Lula por pior setembro do emprego formal desde 2020
Trecho consultado na análise
“O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou nesta quinta-feira, 5, o governo Lula após a divulgação dos dados do Novo Caged de setembro.
O Brasil criou 121,3 mil empregos com carteira assinada no mês, pior resultado para setembro desde 2020 e 43,5% abaixo do registrado no mesmo período de 2025.
Sóstenes reagiu aos números pelo X.
"O pior setembro de empregos desde a pandemia e sem pandemia nenhuma.
O Caged de setembro de 2026 saiu: só 121 mil vagas formais criadas.
O pior setembro desde 2020, quando o Brasil ainda estava no auge da pandemia e fechou o mês com quase 300 mil postos.
Sem lockdown.
Sem isolamento forçado.
Sem aeroportos fechados.
Sem comércio proibido de funcionar", escreveu.
"E mesmo assim o governo Lula/PT conseguiu um resultado pior do que o ano em que o mundo parou.
Em setembro de 2025 foram 214 mil vagas.
Em 2026 caíram para 121 mil queda de 43%.
No acumulado do ano, 1,25 milhão de vagas, o pior desde o auge da pandemia.
Consultorias já rebaixaram a projeção do ano para menos de 1 milhão de empregos formais".
Para o parlamentar, os juros não explicam sozinho a desaceleração das contratações.
"O ministro Luiz Marinho culpa os juros.
Sempre a mesma desculpa.
Enquanto isso, a agropecuária fechou vagas, o comércio não decola para o fim de ano e a desaceleração se espalha.
Quatro anos de governo e o mercado de trabalho formal está mais fraco do que quando o país enfrentava a maior crise sanitária da história recente", pontuou.
"A família brasileira que precisa de emprego com carteira assinada está pagando o preço da gestão irresponsável, do gasto sem freio e da ideologia que prioriza narrativa em vez de resultado.
Enquanto a esquerda governa, o trabalhador perde".
No período de janeiro a setembro, foi registrada queda de 27,9% no acumulado de vagas formais: foram 1.248.914 nos primeiros nove meses deste ano, antes 1.731.398 do mesmo período em 2025.”
- O Globo · Reportagem
Após Caged fraco, consultorias reduzem projeções para o mercado de trabalho em 2026
Trecho consultado na análise
“O mercado de trabalho formal criou 121,3 mil vagas em setembro, segundo dados do Novo Caged, uma queda de 43% em relação ao mesmo mês do ano passado .
O resultado ficou abaixo das expectativas de analistas e consultorias e reforçou os sinais de desaceleração do emprego.
A 4intelligence projetava saldo de 185 mil postos, enquanto a XP estimava 160,2 mil.
O resultado foi o pior registrado para o mês de setembro desde o início do Novo Caged, em 2020.
Os economistas avaliam que o mercado de trabalho continua resiliente, mas perde fôlego gradualmente.
A desaceleração aparece em diferentes setores.
Segundo os dados ajustados sazonalmente calculados pela XP, Serviços criou 46 mil vagas em setembro, abaixo da média de 55 mil entre junho e agosto.
Construção e Comércio também tiveram geração menor de empregos, com saldos de 4 mil e 3 mil postos, respectivamente.
Indústria e Agropecuária fecharam vagas: 11 mil e 5 mil, nessa ordem.
Na avaliação da 4intelligence, o Comércio apresenta o pior desempenho no acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2025, com queda de 90,3%.
A consultoria aponta que os juros elevados encarecem o financiamento ao consumo e afetam as contratações em segmentos de bens duráveis, como eletroeletrônicos e móveis, que dependem do parcelamento das compras.
Também cita mudanças estruturais, como o avanço do comércio eletrônico, a expansão das bets e o fim da chamada taxa das blusinhas.
Rodolfo Mergado, economista da XP, atribui o crescimento mais moderado do emprego à combinação de demanda mais fraca e restrições de oferta de mão de obra.
Ele projeta que o crescimento do PIB pode ficar levemente negativo no segundo semestre, depois de uma primeira metade do ano mais forte.
Construção, alimentação, hospedagem e serviços domésticos estariam entre os segmentos mais afetados pela escassez de trabalhadores.
- Incertezas quanto à condução da política econômica nos próximos anos e o fim da jornada de trabalho 6x1 podem levar a maior cautela por parte das empresas, postergando decisões de investimento e novas contratações.
A 4intelligence destaca que os pedidos de demissão continuam em patamar elevado, embora tenham recuado.
Foram 764,9 mil desligamentos a pedido do trabalhador em setembro, queda de 1,9% em relação ao mesmo mês de 2025.
No acumulado de 12 meses, foram 9,2 milhões.
Para a consultoria, parte desses trabalhadores deixa um emprego para assumir outro em condições mais vantajosas, o que também indica que ainda há oferta de vagas.
As duas consultorias revisaram para baixo suas perspectivas para o mercado de trabalho.
A 4intelligence reduziu de 950 mil para 900 mil sua projeção de criação líquida de vagas formais em 2026.
Para 2027, estima 785 mil postos.
A XP projeta a criação de cerca de 800 mil empregos formais neste ano, com média mensal de 65 mil vagas, ante 110 mil em 2025.
Para 2027, a estimativa é de 420 mil postos, em um cenário considerado mais desafiador, com atividade econômica mais fraca, aumento dos custos salariais e escassez de mão de obra em alguns setores.”
- ICL Notícias · Reportagem
Brasil cria 121,3 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged
Trecho consultado na análise
“Por Wellton Máximo – Agência Brasil
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quarta-feira (4), apontam que 121,3 mil postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em setembro.
O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
O saldo é 24,7% maior em relação a agosto, quando o país criou 161 mil empregos.
A criação de empregos caiu 43,5% em comparação a setembro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia.
No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 214,6 mil postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.
Em relação aos meses de setembro desde 2020, esse é o resultado mais baixo da série.
A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.
De janeiro a setembro, o Caged registrou queda de 27,9% no acumulado de vagas formais:
Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.
Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro.
Só a agropecuária demitiu mais do que contratou.
Tradicionalmente, o mês de setembro é fraco para a agropecuária, por causa do início do plantio.
No entanto, representa alta na atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.
Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de atividades administrativas e serviços complementares, com a abertura de 18,3 mil postos formais.
A categoria de saúde humana e serviços sociais abriu 15,4 mil vagas.
O setor de transporte, armazenagem e correio criou 13,2 mil postos.
Na indústria, o destaque positivo ficou com o segmento de serviços especializados para fabricação de produtos alimentícios (17 mil), fabricação de veículos automotores (2,1 mil) e coleta, tratamento, disposição de resíduos e recuperação de materiais (1,48 mil).
No comércio, o maior gerador de empregos foi o comércio varejista (9,43 mil), seguido por comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas (3,87 mil.
Na construção, os destaques foram obras de infraestrutura (4,66 mil) e serviços especializados para construção (3,9 mil).
Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em setembro.
Veja abaixo o desempenho de cada região:
Na divisão por unidades da Federação, 26 registraram saldo positivo.
Apenas o Rio Grande do Sul demitiu 2, 9 mil a mais do que contratou.
Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (19,3 mil), Pernambuco (13,3 mil) e Alagoas (11,1 mil).
As unidades da Federação com o menor saldo de abertura de empregos formais em setembro foram Acre (235), Goías (307) e Maranhão (654).
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Rio Grande do Sul, as demissões decorrem do fim da safra de fumo e da retração no comércio varejista.
O salário médio real de admissão em setembro totalizou R$ 2.429,41.
Isso representa:
Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou setembro em 48,35 milhões, alta de 0,25% em relação a agosto e de 1,65% em relação ao mesmo mês do ano passado.”
- Agência Brasil · Reportagem
Brasil cria 121,3 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged
Trecho consultado na análise
“Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quarta-feira (4), apontam que 121,3 mil postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em setembro.
O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
O saldo é 24,7% maior em relação a agosto, quando o país criou 161 mil empregos.
A criação de empregos caiu 43,5% em comparação a setembro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia.
No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 214,6 mil postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.
Em relação aos meses de setembro desde 2020, esse é o resultado mais baixo da série.
A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.
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De janeiro a setembro, o Caged registrou queda de 27,9% no acumulado de vagas formais:
Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.
Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro.
Só a agropecuária demitiu mais do que contratou.
Tradicionalmente, o mês de setembro é fraco para a agropecuária, por causa do início do plantio.
No entanto, representa alta na atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.
Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de atividades administrativas e serviços complementares, com a abertura de 18,3 mil postos formais.
A categoria de saúde humana e serviços sociais abriu 15,4 mil vagas.
O setor de transporte, armazenagem e correio criou 13,2 mil postos.
Na indústria, o destaque positivo ficou com o segmento de serviços especializados para fabricação de produtos alimentícios (17 mil), fabricação de veículos automotores (2,1 mil) e coleta, tratamento, disposição de resíduos e recuperação de materiais (1,48 mil).
No comércio, o maior gerador de empregos foi o comércio varejista (9,43 mil), seguido por comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas (3,87 mil.
Na construção, os destaques foram obras de infraestrutura (4,66 mil) e serviços especializados para construção (3,9 mil).
Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em setembro.
Veja abaixo o desempenho de cada região:
Na divisão por unidades da Federação, 26 registraram saldo positivo.
Apenas o Rio Grande do Sul demitiu 2, 9 mil a mais do que contratou.
Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (19,3 mil), Pernambuco (13,3 mil) e Alagoas (11,1 mil).
As unidades da Federação com o menor saldo de abertura de empregos formais em setembro foram Acre (235), Goías (307) e Maranhão (654).
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Rio Grande do Sul, as demissões decorrem do fim da safra de fumo e da retração no comércio varejista.
O salário médio real de admissão em setembro totalizou R$ 2.429,41.
Isso representa:
Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou setembro em 48,35 milhões, alta de 0,25% em relação a agosto e de 1,65% em relação ao mesmo mês do ano passado.”
- Revista Oeste · Reportagem
Criação de empregos formais cai 43,5% e tem pior setembro desde 2020
Trecho consultado na análise
“Natural de Vitória (ES), formou-se em jornalismo em 2023 e iniciou a carreira no portal independente A Investigação.
Atualmente, é pós-graduanda em literatura, artes e filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e repórter da Revista Oeste em São Paulo, onde escreve sobre Brasil, política e internacional.
Veja mais
Em setembro de 2026, o Brasil criou 121.305 empregos com carteira assinada, uma queda de 43,5% em relação ao mesmo mês de 2025, segundo o Caged.
Este foi o pior resultado para o mês desde 2020.
No acumulado do ano, foram gerados cerca de 1,25 milhão de postos, uma redução de 27,9% em comparação ao ano anterior.
O setor de serviços liderou as contratações, enquanto a agropecuária fechou vagas.
O salário médio de admissão foi de R$ 2.
O Brasil criou 121.305 empregos com carteira assinada em setembro de 2026, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira, 4, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) .
O resultado representa uma queda de 43,5% em relação ao mesmo mês de 2025, quando foram abertas 214.609 vagas formais.
O saldo de setembro foi o pior para o mês desde o início da série histórica do Novo Caged, em 2020.
Ao todo, o país registrou aproximadamente 2,2 milhões de admissões e 2,09 milhões de desligamentos.
A perda de ritmo na geração de empregos também aparece no acumulado do ano.
Entre janeiro e setembro, foram criados cerca de 1,2 milhão de postos de trabalho com carteira assinada, uma redução de 27,9% em relação ao mesmo período de 2025, quando o saldo positivo chegou a 1,7 milhão.
O resultado acumulado também foi o menor para os nove primeiros meses do ano desde 2020, quando a economia brasileira havia eliminado aproximadamente 775 mil empregos formais em meio à pandemia de covid-19.
Apesar da desaceleração, o estoque de empregos formais chegou a 48,3 milhões em setembro, acima dos 48,2 milhões registrados em agosto e dos 47,5 milhões contabilizados no mesmo mês do ano passado.
Quatro dos cinco principais setores da economia registraram saldo positivo de empregos em setembro.
O setor de serviços liderou a geração de postos de trabalho, com 81.241 vagas, seguido pela indústria, com 19.285, e pelo comércio, com 15.697.
A construção civil também apresentou resultado positivo, com 9.468 novos postos.
A agropecuária, por outro lado, encerrou o mês com saldo negativo de 4.381 empregos formais.
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Na divisão regional, o Nordeste liderou a criação de vagas, com 49.142 postos, seguido pelo Sudeste, com 39.404.
O Norte registrou 14.748 novos empregos, enquanto o Sul e o Centro-Oeste tiveram saldos positivos de 9.949 e 7.894, respectivamente.
O salário médio real de admissão ficou em R$ 2.429,41 em setembro, ligeiramente abaixo dos R$ 2.430,51 registrados em agosto, já considerada a inflação.
Em comparação com setembro de 2025, quando o valor era de R$ 2.384,50, houve aumento real na remuneração média dos trabalhadores contratados.
Os dados do Caged consideram apenas os empregos formais e não incluem trabalhadores informais.
Por isso, não podem ser comparados diretamente com a taxa de desemprego calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).
Segundo o IBGE , a taxa de desemprego ficou em 5,2% no trimestre encerrado em setembro, o menor porcentual para esse período desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.
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- Folha de S.Paulo · Reportagem
Brasil registra pior setembro na criação de empregos formais desde o início da série histórica, diz Caged
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O Brasil gerou 121,3 mil postos de trabalho formais em setembro, uma queda de 43% em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Ministério do Trabalho .
O resultado foi o pior registrado para o mês de setembro desde o início do Novo Caged, em 2020.
O saldo para o mês foi inferior até mesmo ao de setembro daquele ano, quando o mercado de trabalho sofria com os efeitos da pandemia de Covid-19.
O saldo no mesmo mês em 2020 foi de 299,7 mil empregos formais.
O país teve 2,214 milhões de contratações e 2,09 milhões de demissões.
O acumulado de empregos formais deste ano, de 1,2 milhão, segue como o pior desde 2020, quando o resultado foi negativo.
Em abril, maio, junho, julho e agosto, a economia brasileira registrou os piores resultados para cada mês desde 2020, em indicativo da desaceleração do mercado de trabalho.
Em coletiva, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho , atribuiu esse movimento à alta dos juros , tema que é alvo de críticas dele e de outros integrantes do governo Lula (PT).
Nesta quarta, o Copom (Comitê de Política Monetária) vai se reunir para debater sobre a taxa Selic .
Como mostrou a Folha , a previsão é que o ciclo de cortes seja interrompido e a taxa permaneça nos 13,75%.
"Os juros vem machucando o ritmo de investimento e isso reflete no número de empregos gerados", afirmou o ministro.
Ele comentou ainda sobre a proposta do economista André Lara Resende , um dos formuladores do Plano Real , para reduzir a alta de juros, tema que gerou apreensão no mercado.
Autoridades do governo e do PT negaram que o governo vá adotar essa ideia.
Marinho afirmou que não leu o artigo de Lara Resende, mas considerou ruim a repercussão do mercado.
Para o ministro, o presidente Lula deve ouvir todas as contribuições e definir por conta própria se deve aceitá-las ou não.
Depois, ele disse que o patamar atual de juros dificulta o avanço econômico do país.
"Qualquer tentativa de discussão que não esteja no quadradinho do mercado da Faria Lima é uma grita contra.
O presidente não tem direito de conhecer teses diferentes?
O que é inaceitável é continuar no patamar de justo que nós pagamos", afirmou.
Segundo o Caged, quatro dos grandes agrupamentos econômicos registraram alta no número de empregos formais.
O setor de agropecuária teve saldo negativo, com menos 4.381 vagas.
O setor com maior número absoluto de novas vagas foi o de serviços, com mais 81,2 mil postos formais, seguido pelo setor de indústria, com 19,3 mil.
O comércio varejista registrou saldo positivo de 9.435 empregos.
No entanto, permanece com resultado negativo no acumulado do ano, com menos 31,6 mil empregos formais.
Entre os estados, apenas o Rio Grande do Sul teve queda no saldo de postos com carteira assinada.
A redução foi de 0,1%, puxada por queda na fabricação de produtos de fumo e no comércio varejista.
As maiores altas foram em Alagoas, onde houve aumento de 2,47% no saldo de empregos formais, seguido por Amapá (1,35%) e Roraima (1,23%).
As maiores variações de janeiro a setembro foram registradas no Amapá, com alta de 7,75%, em Roraima, com mais 4,54%, e no Piauí, com 4,52%.
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Encontrou um erro?VerdadeiroDe janeiro a setembro, foram criados 1.248.914 empregos formais, 27,9% menos que no mesmo período de 2025.
Esquerda Centro DireitaO Antagonista, ICL Notícias, Agência Brasil, Revista Oeste, Poder360
Poder360 informa 1.248.914 postos; O Antagonista, ICL Notícias, Agência Brasil e Revista Oeste relatam queda de 27,9% ante o mesmo período de 2025.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroA agropecuária foi o único dos cinco grandes setores com saldo negativo em setembro, com 4.381 postos a menos.
Esquerda Centro DireitaRevista Fórum, Estadão, ICL Notícias, Agência Brasil, Revista Oeste, Folha de S.Paulo, CNN Brasil, Poder360
Os trechos dos três grupos apontam saldo negativo de 4.381 postos na agropecuária e saldo positivo nos outros quatro grandes setores.
Ver fontes e trechos (8)
- Revista Fórum · Reportagem
Brasil chega a 48,3 milhões de empregos com carteira assinada em setembro, aponta Cadeg
Trecho consultado na análise
VerdadeiroO Brasil criou 121.305 empregos formais em setembro de 2026.
Esquerda Centro DireitaRevista Fórum, O Antagonista, O Globo, Estadão, ICL Notícias, Agência Brasil, Revista Oeste, Folha de S.Paulo, CNN Brasil, Poder360
O número aparece nos trechos dos três grupos; algumas reportagens o arredondam para 121,3 mil.
Ver fontes e trechos (10)