Justiça manda anular demissão de 1878 de promotor que acusou baronesa por morte de menino escravizado no MA
O que aconteceu
Justiça manda anular demissão de promotor após 148 anos no MA A Justiça determinou que o Estado do Maranhão anule a demissão do promotor público Celso Tertuliano da Cunha Magalhães, conhecido como Celso Magalhães, ocorrida em 29 de março de 1878, há 148 anos. A decisão, proferida em 29 de outubro deste ano, atende a um pedido do Ministério Público do Maranhão (MPMA). Celso Magalhães foi demitido após acusar Ana Rosa Viana Ribeiro, posteriormente conhecida como Baronesa de Grajaú, de maus-tratos que levaram à morte de Inocêncio, um menino escravizado de 7 anos. Segundo o MPMA, a demissão ocorreu por retaliação política, menos de 24 horas após Carlos Fernando Ribeiro, marido da acusada, assumir a chefia da Província do Maranhão. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp A sentença também determinou a reintegração simbólica de Celso Magalhães ao quadro histórico de membros do MPMA e a retirada da expressão "a bem do serviço público" dos registros institucionais, usa.
Quem publicou
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Esquerda
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Centro
+3 h 30 min · g1, 04/11 às 11h44
Direita
Primeiro a publicar · Estadão, 04/11 às 8h14
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