VerdadeiroNa Operação Ifrit, em 4 de novembro, foram cumpridos 76 mandados de busca e apreensão e 26 de prisão: 25 preventivas e uma temporária, em sete estados.
Esquerda Centro DireitaUOL, Estadão, Poder360
Os três relatos informam 76 buscas e 25 prisões preventivas mais uma temporária; UOL e Poder360 também indicam atuação em sete estados.
Ver fontes e trechos (3)
- UOL · Reportagem
PF prende 26 por controle do tráfico de armas e drogas na fronteira com o Paraguai
Trecho consultado na análise
“A Polícia Federal executa nesta quarta-feira, 4, 76 mandados de busca e apreensão, 25 mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária, em uma operação contra uma organização criminosa transnacional investigada por tráfico de drogas, armas, lavagem de dinheiro e crimes violentos, como sequestros, torturas, atentados e homicídios.
A Justiça Federal de Campo Grande determinou o afastamento de três policiais civis de Mato Grosso do Sul suspeitos de envolvimento com o grupo, que atuaria na região de fronteira entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero, no Paraguai.
A investigação apura a atuação de uma "organização criminosa transnacional" liderada por um núcleo familiar e associada a facções criminosas, com participação de policiais militares e um policial rodoviário federal.
Segundo as investigações, a organização utilizava armamento, estruturas de apoio e veículos blindados para exercer controle territorial e intimidar grupos rivais na região de fronteira.
A Operação Ifrit cumpre medidas judiciais em Mato Grosso do Sul e outros seis Estados: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Rondônia.
As investigações apontam que drogas e armas eram obtidas na Bolívia, no Peru e no Paraguai, abastecendo redes de distribuição no Brasil e rotas internacionais de tráfico de entorpecentes destinadas à Europa, especialmente à Espanha e a Portugal.
O nome da operação faz alusão aos ifrits, seres sobrenaturais da mitologia árabe e da tradição islâmica, descritos como criaturas formadas de fogo sem fumaça.
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- Estadão · Reportagem
PF prende 26 por controle do tráfico de armas e drogas na fronteira com o Paraguai
Trecho consultado na análise
“A Polícia Federal executa nesta quarta-feira, 4, 76 mandados de busca e apreensão, 25 mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária, em uma operação contra uma organização criminosa transnacional investigada por tráfico de drogas, armas, lavagem de dinheiro e crimes violentos, como sequestros, torturas, atentados e homicídios.
A Justiça Federal de Campo Grande determinou o afastamento de três policiais civis de Mato Grosso do Sul suspeitos de envolvimento com o grupo, que atuaria na região de fronteira entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero, no Paraguai.
A investigação apura a atuação de uma “organização criminosa transnacional” liderada por um núcleo familiar e associada a facções criminosas, com participação de policiais militares e um policial rodoviário federal.
Segundo as investigações, a organização utilizava armamento, estruturas de apoio e veículos blindados para exercer controle territorial e intimidar grupos rivais na região de fronteira.
A Operação If”
- Poder360 · Reportagem
PF e Fisco fazem operação contra organização criminosa em 7 estados
Trecho consultado na análise
“A PF (Polícia Federal), em ação conjunta com a Receita Federal, deflagrou na manhã desta 4ª feira (4.nov.2026) a Operação Ifrit, para desarticular uma organização criminosa transnacional.
A ação, autorizada pela Justiça Federal de Campo Grande (MS), é realizada em 7 Estados: Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Rondônia.
Ao todo, são cumpridos 76 mandados de busca e apreensão, 25 mandados de prisão preventiva e 1 de prisão temporária.
A operação também inclui 3 medidas de monitoração eletrônica e o afastamento de 3 policiais civis de suas funções públicas. [shortcode-newsletter] As investigações apontam que a organização era liderada por um núcleo familiar e mantinha vínculos com facções criminosas.
O grupo contaria com a participação de agentes públicos das forças de segurança, entre eles policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul e um policial rodoviário federal.
A organização é investigada por tráfico transnacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro.
Também são apurados crimes violentos, como sequestros, torturas, atentados e homicídios.
Segundo a PF, o grupo utilizava armamentos, estruturas de apoio e veículos blindados para exercer controle territorial e intimidar organizações rivais.
A principal área de atuação ficava na região de fronteira entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero, no Paraguai.
A organização também mantinha ramificações em outros Estados brasileiros.
De acordo com as investigações, drogas e armas eram adquiridas na Bolívia, no Peru e no Paraguai.
Os produtos abasteciam redes de distribuição no Brasil, enquanto parte dos entorpecentes seguia por rotas internacionais com destino à Europa, especialmente Espanha e Portugal.”
Encontrou um erro?VerdadeiroA Justiça Federal de Campo Grande determinou o afastamento de três policiais civis de Mato Grosso do Sul investigados por possível envolvimento com o grupo da Ifrit.
Esquerda CentroUOL, Poder360
UOL e Poder360 relatam o afastamento de três policiais civis e atribuem a decisão à Justiça Federal de Campo Grande.
Ver fontes e trechos (2)
VerdadeiroA organização investigada na Ifrit é descrita como transnacional, ligada a facções e suspeita de tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro e crimes violentos.
Esquerda Centro DireitaUOL, Estadão, Poder360
Os relatos dos três grupos apresentam esses vínculos e suspeitas; são acusações investigadas, não condenações.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroSegundo as investigações, o grupo da Ifrit usava veículos blindados e estruturas de apoio para controlar território e intimidar rivais na fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero.
Esquerda Centro DireitaUOL, Estadão, Poder360
UOL, Estadão e Poder360 atribuem às investigações o uso de veículos blindados e a atuação de controle territorial na região de fronteira.
Ver fontes e trechos (3)
Não verificávelA reportagem sobre a Operação Cravos relata 25 mandados de prisão preventiva e ações em cinco estados, em 5 de novembro.
CentroMetrópoles
Metrópoles informa esses dados, mas não há confirmação em outro grupo, na imprensa internacional ou em checagem fornecida.
Ver fontes e trechos (1)
Não verificávelNa Operação Cravos, a PF investigava suspeitos de movimentar mais de R$ 741 milhões e a Justiça determinou bloqueio de valores de até esse montante.
CentroMetrópoles
Metrópoles atribui a cifra à investigação e descreve o bloqueio como limite judicial; não há confirmação independente no material.
Ver fontes e trechos (1)