VerdadeiroA reentrada do Swift estava prevista para 4 de novembro de 2026.
Centro DireitaRevista Oeste, CNN Brasil, Gazeta do Povo, Jovem Pan, O Globo
veículos de centro e direita situam a previsão na quarta-feira, 4 de novembro.
Ver fontes e trechos (5)
- Revista Oeste · Reportagem
Observatório Swift, da Nasa, cai na Terra nesta quarta-feira
Trecho consultado na análise
“O Observatório Neil Gehrels Swift, da Nasa, deve reentrar na atmosfera terrestre nesta quarta-feira, 4, quase 22 anos depois de ser lançado ao espaço.
O telescópio espacial pesa 1.451 kg.
A maior parte do equipamento deve se desintegrar durante a descida.
A agência espacial americana, no entanto, prevê que alguns fragmentos podem atingir o solo.
+ Leia mais notícias de Tecnologia em Oeste A Nasa calcula que o risco de alguém ser atingido por destroços é muito baixo: cerca de 1 em 2.100.
A agência estima que os destroços do Swift podem cair em algum ponto entre 20,6 graus de latitude sul e 20,6 graus de latitude norte.
Essa faixa abrange grande parte da América Central e do Sul, da África Central, do sul da Índia, do Sudeste Asiático e do norte da Austrália, além de vastas áreas oceânicas. https://twitter.com/SpaceflightNow/status/2118080445086584834 Ainda não há confirmação exata do horário da reentrada.
Modelos de previsão trabalham com margem de erro de pelo menos algumas horas.
Uma”
- CNN Brasil · Reportagem
Observatório Neil Swift da Nasa reentra na atmosfera após 20 anos de missão
Trecho consultado na análise
“O Observatório Neil Gehrels Swift da Nasa está prestes a concluir a sua jornada científica com a reentrada na atmosfera terrestre, prevista para esta quarta-feira (4).
O seu lançamento ocorreu em 2004.
Lançado originalmente para uma missão primária de apenas dois anos, o observatório multiespectral pioneiro superou todas as expectativas operacionais ao longo de mais de duas décadas.
Equipado com três telescópios, o Swift foi desenvolvido para caçar e analisar as explosões mais poderosas do cosmos: as erupções de raios gama.
Graças à sua capacidade de manobra rápida e ao envio imediato de alertas para instalações astronómicas em todo o mundo, expandiu profundamente o conhecimento científico sobre supernovas, galáxias ativas com buracos negros supermassivos, erupções de raios X estelares e até cometas e asteroides no nosso Sistema Solar.
Previsão e detalhes da entrada De acordo com as estimativas da Força Espacial dos EUA, a espaçonave pesa cerca de 1.450 kg e deverá reentrar na atmosfera por volta das 3h30 da manhã (horário padrão do leste dos EUA) do dia 4 de novembro, com uma margem de incerteza de 11 horas.
A maior parte da estrutura irá desintegrar-se com o calor extremo da reentrada, embora se espere que alguns componentes mais resistentes sobrevivam ao impacto atmosférico. https://www.youtube.com/watch?
v=NBOYxicuHPs Sua probabilidade de danos ou ferimentos a qualquer indivíduo na Terra é considerada improvável, calculada em aproximadamente 1 em 2.100.
Tanto a Nasa quanto a Força Espacial mantêm a monitorização contínua do evento e continuarão a atualizar os dados e previsões até à conclusão da descida do satélite. https://stories.cnnbrasil.com.br/ciencia/nasa-provoca-china-em-apresentacao-e-promete-pouso-na-lua-em-2028/ *Sob supervisão de André Rigue.”
- Gazeta do Povo · Reportagem
Nasa monitora queda de telescópio espacial que pode atingir o Brasil nesta quarta
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“O telescópio espacial Swift, da Nasa, encerra hoje sua missão de quase 22 anos ao reentrar na atmosfera terrestre.
Com cerca de 1,5 tonelada, a maior parte do observatório deve ser destruída pelo calor do atrito com o ar, mas fragmentos resistentes podem atingir a superfície.
O Brasil está na rota da trajetória orbital, embora o local exato da queda só seja conhecido nos momentos finais.
Qual é o horário previsto para a queda e onde ela pode ocorrer?
A reentrada está estimada para ocorrer por volta das 7h19 desta quarta-feira, no horário de Brasília, segundo cálculos da Aerospace Corporation.
No entanto, os cientistas trabalham com uma margem de erro de duas horas para mais ou para menos, já que a velocidade da queda depende de condições variáveis da nossa atmosfera.
Sobre o local, a área de risco abrange uma faixa entre 20,6 graus de latitude norte e sul.
Isso inclui grande parte do Brasil, especificamente as regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, além de vastas áreas de oceanos e outros continentes.
Existe um risco real de os destroços atingirem pessoas no Brasil?
Embora o Brasil esteja na rota do telescópio, as chances de alguém ser atingido por um fragmento são extremamente baixas.
A Nasa calcula que a probabilidade é de apenas uma em 2.100 para qualquer lugar do planeta.
É importante entender que a maior parte da estrutura do telescópio, que pesa 1,5 tonelada, vai se desintegrar e virar fumaça devido ao calor intenso gerado pela alta velocidade ao atravessar o ar.
Apenas peças muito densas, feitas de metais como titânio, ou partes dos espelhos internos, têm potencial para resistir e chegar ao solo, geralmente caindo no mar.
Por que o telescópio está caindo e como funciona esse processo?
O Swift está em um processo chamado queda orbital.
Mesmo no espaço onde ele operava, existe uma quantidade mínima de ar que gera uma força de resistência conhecida como 'arrasto'.
Com o tempo, esse arrasto freia o equipamento, fazendo-o perder altitude.
Recentemente, o aumento da atividade do Sol aqueceu a atmosfera da Terra, fazendo-a 'inchar' e subir para níveis mais altos, o que aumentou a resistência contra o telescópio.
Como o Swift não possui motores próprios para corrigir sua rota e subir novamente, ele acabou sendo 'puxado' definitivamente em direção ao nosso planeta.
A agência espacial americana tentou salvar o equipamento de alguma forma?
Sim, houve uma tentativa inédita de resgate espacial.
Em julho, foi lançada uma nave robótica chamada LINK, desenvolvida pela startup Katalyst Space, com o objetivo de capturar o Swift e empurrá-lo para uma órbita mais segura e elevada.
Infelizmente, a missão de resgate falhou devido a problemas técnicos no sistema de orientação da nave LINK.
Após essa tentativa fracassada, o telescópio voltou a realizar observações científicas por um curto período, mas o esforço acelerou ainda mais a perda de altitude, levando ao encerramento definitivo das operações em 20 de outubro.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo.
Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.”
- Jovem Pan · Reportagem
Com previsão de queda nesta quarta, satélite da Nasa pode passar pela América do Sul
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“Jovem Pan
O Observatório Neil Gehrels Swift, telescópio espacial da Nasa lançado em 2004, deve reentrar na atmosfera terrestre nesta quarta-feira (4), após mais de duas décadas de operação.
O equipamento, que pesa aproximadamente 1,5 tonelada, deve se desintegrar quase completamente durante a queda, embora alguns fragmentos possam alcançar a superfície.
Segundo a Nasa, a probabilidade de uma pessoa ser ferida pelos destroços é de aproximadamente 1 em 2.100 .
A trajetória prevista para o satélite inclui regiões da África, Ásia, Austrália, América Central e América do Sul.
Estados Unidos e Europa estão fora da área estimada de risco.
A Aerospace Corporation, organização de pesquisa sem fins lucrativos, divulgou na noite de terça-feira (3) uma previsão de reentrada para as 7h19 desta quarta-feira, no horário de Brasília , com margem de erro de duas horas antes ou depois do horário indicado.
Até a divulgação das informações, a Nasa ainda não havia confirmado a queda.
Avaliado em US$ 500 milhões, o Swift foi desenvolvido para estudar explosões de raios gama, fenômenos que liberam enormes quantidades de energia no universo.
O observatório utilizava três telescópios para acompanhar essas emissões e outros eventos cósmicos.
Inicialmente projetada para durar apenas dois anos, a missão permaneceu ativa por mais de duas décadas.
Nesse período, o telescópio detectou e acompanhou mais de 2.000 explosões de raios gama , consideradas os eventos mais energéticos observados desde o Big Bang.
O equipamento não possui sistema próprio de propulsão, o que impede a realização de manobras para corrigir sua altitude.
Nos últimos meses, a perda gradual de altura tornou inevitável sua aproximação da atmosfera terrestre.
Na tentativa de prolongar a vida útil do observatório, a Nasa firmou uma parceria com a empresa Katalyst, sediada no Arizona, para desenvolver uma operação de resgate espacial.
Em julho, foi lançada a nave LINK, projetada para alcançar o Swift, acoplar-se ao telescópio e transportá-lo até uma órbita mais elevada e estável.
A operação, entretanto, não avançou como previsto.
A LINK começou a girar de maneira descontrolada pouco depois de chegar ao espaço , impedindo a aproximação necessária para o resgate.
Em meados de agosto, os responsáveis encerraram a tentativa.
Sem possibilidade de recuperar altitude, o observatório continuou sua trajetória de aproximação da Terra.”
- O Globo · Reportagem
Após 22 anos no espaço, satélite da Nasa deve cair na Terra nesta quarta-feira
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“Um satélite da Nasa que passou mais de duas décadas investigando as explosões mais poderosas do Universo deve reentrar na atmosfera terrestre nesta quarta-feira, dia 4.
O observatório Neil Gehrels Swift, lançado em 2004, perdeu a capacidade de manter sua órbita e não consegue mais realizar observações.
A queda será descontrolada, após uma tentativa malsucedida de uma empresa privada de prolongar a vida útil do equipamento.
Veja: Nasa entra no clima do Halloween com Sol em forma de abóbora e nebulosas fantasmagóricas Dados inéditos: Meteorito de Marte encontrado no Deserto do Saara tem 4,1 bilhões de anos e evidências de água
Segundo a agência espacial americana, o observatório pesa aproximadamente 1,45 tonelada e deve atingir a atmosfera por volta das 3h30, no horário da costa leste dos Estados Unidos (cerca de 5h30, no horário de Brasília).
A previsão, divulgada pela Força Espacial americana na segunda-feira, tem uma margem de erro de 11 horas.
A maior parte da estrutura deve se desintegrar durante a passagem pela atmosfera, mas alguns componentes podem resistir ao processo e alcançar a superfície.
Como a órbita do satélite tem baixa inclinação, os possíveis destroços estão restritos a uma faixa entre as latitudes 20,6 graus norte e 20,6 graus sul, que abrange regiões de diferentes continentes e oceanos.
A Nasa estima que a possibilidade de os fragmentos atingirem e ferirem alguém seja de aproximadamente uma em 2,1 mil.
A agência e a Força Espacial continuarão monitorando a trajetória para atualizar as previsões sobre o momento e o local da reentrada.
Mais de 2 mil explosões cósmicas identificadas
Lançado em novembro de 2004, o Neil Gehrels Swift Observatory foi projetado para funcionar durante apenas dois anos.
Sua missão, no entanto, foi estendida por mais de duas décadas.
O equipamento tinha três telescópios capazes de observar diferentes comprimentos de onda e foi desenvolvido para identificar rapidamente as chamadas explosões de raios gama (GRBs), fenômenos extremamente energéticos que ocorrem em diferentes regiões do Universo.
Durante sua trajetória, o observatório detectou e acompanhou mais de 2 mil dessas explosões, consideradas algumas das manifestações mais poderosas desde o Big Bang.
Os fenômenos podem durar de alguns milissegundos a centenas de segundos e estão associados a eventos como a formação de buracos negros e a colisão de estrelas de nêutrons.
1 de 27 Enquanto a estação espacial voava cerca de 250 milhas acima do Lago Michigan, o astronauta da NASA Don Pettit capturou esta fotografia — Foto: NASA/Divulgação
2 de 27 Astronautas usam óculos de proteção para os olhos em eclipse solar — Foto: NASA/Divulgação
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3 de 27 Esta imagem mostra cristais de lisozima cultivados no espaço após seu retorno à Terra — Foto: NASA/Divulgação
4 de 27 A astronauta Suni Williams instala hardware em experimento de reator de leito fixo, usada com muitas das principais tecnologias de recuperação de água e revitalização do ar — Foto: NASA/Divulgação
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5 de 27 A astronauta Jasmin Moghbeli posa em frente ao 'Advanced Plant Habitat', a maior instalação de pesquisa de crescimento de plantas — Foto: NASA/Divulgação
6 de 27 A astronauta Jeanette Epps imprime amostras de aço inoxidável — Foto: NASA/Divulgação
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7 de 27 A astronauta Tracy Dyson trabalha no Gaucho Lung, que estuda a administração de medicamentos no sistema respiratório — Foto: NASA/Divulgação
8 de 27 O astronauta Mike Barratt processa amostras de células neurais de pacientes com Alzheimer, Parkinson e esclerose múltipla — Foto: NASA/Divulgação
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9 de 27 Um cometa se aproximando a 44 milhões de milhas de distância da Terra — Foto: NASA/Divulgação
10 de 27 Testes de uma câmera robótica de voo livre que pode manobrar e navegar autonomamente a bordo da estação espacial para coletar vídeos e imagens — Foto: NASA/Divulgação
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11 de 27 Loral O'Hara realiza a demonstração de cirurgia robótica — Foto: NASA/Divulgação
12 de 27 Esfera de água cheia de corante alimentício em microgravidade — Foto: NASA/Divulgação
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13 de 27 Jeanette Epps trabalha no Laboratório de Ciência de Materiais — Foto: NASA/Divulgação
14 de 27 Depois de ficar atracada na estação por cinco meses e meio, a nave de carga foi liberada na órbita da Terra — Foto: NASA/Divulgação
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15 de 27 O astronauta da NASA Matthew Dominick segura um saco de solo lunar e outros materiais misturados — Foto: NASA/Divulgação
16 de 27 Astronauta Suni Williams estuda irrigação de plantas no espaço — Foto: NASA/Divulgação
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17 de 27 O astronauta Butch Wilmore verifica as configurações do CubeSat — Foto: NASA/Divulgação
18 de 27 A investigação fabricou mais de sete milhas de fibra óptica em um mês — Foto: NASA/Divulgação
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19 de 27 Astronautas da NASA se reúnem dentro da nave Cygnus para uma foto, em julho de 2024 — Foto: NASA/Divulgação
20 de 27 O Dr.
Dmitry Oleynikov opera um robô cirúrgico — Foto: NASA/Divulgação
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21 de 27 Jasmin Moghbeli corre no sistema de esteira T2 na estação espacial — Foto: NASA/Divulgação
22 de 27 Bactérias coletadas na estação espacial — Foto: NASA/Divulgação
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23 de 27 Nick Hague se exercita usando o T-mini, uma faixa de cabeça com um termossensor que monitora a temperatura corporal — Foto: NASA/Divulgação
24 de 27 Matt Dominick, a bordo da estação espacial, capturou este crescente lunar iluminado pelo Sol — Foto: NASA/Divulgação
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25 de 27 Astronautas da NASA participam de sessão de fotos da Terra — Foto: NASA/Divulgação
26 de 27 Um eclipse solar total passa sobre o México, Estados Unidos e o Canadá — Foto: NASA/Divulgação
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27 de 27 Suni Williams no StemCellEX-H1, uma tecnologia para produção no espaço de células-tronco humanas que são usadas como terapias para doenças do sangue e cânceres — Foto: NASA/Divulgação
O Swift também contribuiu para pesquisas sobre galáxias com buracos negros supermassivos, supernovas, cometas e asteroides.
Seus alertas permitiram que outros observatórios, incluindo o Hubble e o James Webb, direcionassem instrumentos para investigar fenômenos cósmicos recém-identificados.
Em seus mais de 20 anos de funcionamento, o satélite ampliou o conhecimento científico sobre eventos de curta duração e objetos distantes, deixando um vasto acervo de observações para pesquisas futuras.”
Encontrou um erro?VerdadeiroA NASA estimou em cerca de 1 em 2.100 a chance de uma pessoa ser atingida ou ferida por fragmentos.
Centro DireitaRevista Oeste, CNN Brasil, Gazeta do Povo, Metrópoles, Jovem Pan, O Globo
Os dois grupos relatam essa estimativa; as matérias também dizem que a maior parte do equipamento deveria se desintegrar.
Ver fontes e trechos (6)
- Revista Oeste · Reportagem
Observatório Swift, da Nasa, cai na Terra nesta quarta-feira
Trecho consultado na análise
“O Observatório Neil Gehrels Swift, da Nasa, deve reentrar na atmosfera terrestre nesta quarta-feira, 4, quase 22 anos depois de ser lançado ao espaço.
O telescópio espacial pesa 1.451 kg.
A maior parte do equipamento deve se desintegrar durante a descida.
A agência espacial americana, no entanto, prevê que alguns fragmentos podem atingir o solo.
+ Leia mais notícias de Tecnologia em Oeste A Nasa calcula que o risco de alguém ser atingido por destroços é muito baixo: cerca de 1 em 2.100.
A agência estima que os destroços do Swift podem cair em algum ponto entre 20,6 graus de latitude sul e 20,6 graus de latitude norte.
Essa faixa abrange grande parte da América Central e do Sul, da África Central, do sul da Índia, do Sudeste Asiático e do norte da Austrália, além de vastas áreas oceânicas. https://twitter.com/SpaceflightNow/status/2118080445086584834 Ainda não há confirmação exata do horário da reentrada.
Modelos de previsão trabalham com margem de erro de pelo menos algumas horas.
Uma”
VerdadeiroA faixa possível de reentrada abrangia latitudes entre 20,6 graus norte e 20,6 graus sul.
Centro DireitaRevista Oeste, Gazeta do Povo, Jovem Pan, O Globo
Trechos dos veículos de centro e direita apresentam essa faixa como área possível, não como ponto exato de queda.
Ver fontes e trechos (4)
- Revista Oeste · Reportagem
Observatório Swift, da Nasa, cai na Terra nesta quarta-feira
Trecho consultado na análise
“O Observatório Neil Gehrels Swift, da Nasa, deve reentrar na atmosfera terrestre nesta quarta-feira, 4, quase 22 anos depois de ser lançado ao espaço.
O telescópio espacial pesa 1.451 kg.
A maior parte do equipamento deve se desintegrar durante a descida.
A agência espacial americana, no entanto, prevê que alguns fragmentos podem atingir o solo.
+ Leia mais notícias de Tecnologia em Oeste A Nasa calcula que o risco de alguém ser atingido por destroços é muito baixo: cerca de 1 em 2.100.
A agência estima que os destroços do Swift podem cair em algum ponto entre 20,6 graus de latitude sul e 20,6 graus de latitude norte.
Essa faixa abrange grande parte da América Central e do Sul, da África Central, do sul da Índia, do Sudeste Asiático e do norte da Austrália, além de vastas áreas oceânicas. https://twitter.com/SpaceflightNow/status/2118080445086584834 Ainda não há confirmação exata do horário da reentrada.
Modelos de previsão trabalham com margem de erro de pelo menos algumas horas.
Uma”
VerdadeiroO Swift permaneceu em operação por quase 22 anos, embora tivesse sido projetado inicialmente para uma missão de dois anos.
Centro Direitag1, Revista Oeste, CNN Brasil, Metrópoles, Jovem Pan, O Globo
Os trechos dos dois grupos relatam operação por mais de duas décadas; alguns especificam a missão inicial de dois anos.
Ver fontes e trechos (6)
VerdadeiroA tentativa de resgatar o Swift para elevar sua órbita não foi bem-sucedida.
Centro Direitag1, Gazeta do Povo, Metrópoles, Jovem Pan, O Globo
Os veículos de centro e direita relatam o fracasso da operação LINK, embora detalhem de formas distintas os problemas técnicos.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroO Swift foi desenvolvido para estudar explosões de raios gama e detectou mais de 2 mil delas.
Centro Direitag1, Metrópoles, Jovem Pan, O Globo
Trechos dos dois grupos atribuem ao observatório esse objetivo e relatam mais de 2 mil explosões detectadas ou acompanhadas.
Ver fontes e trechos (4)
Não verificávelO Centro informou que a reentrada ocorreu às 9h39, horário de Brasília, sobre Sumatra do Norte, na Indonésia.
Centrog1
g1 atribui o horário e o local à confirmação da NASA e da Força Espacial; nenhum outro grupo confirma esse ponto exato.
Ver fontes e trechos (1)