VerdadeiroO União Brasil anunciou apoio à reeleição de Hugo Motta em evento realizado em Brasília em 4 de novembro de 2026.
Esquerda Centro DireitaCartaCapital, CNN Brasil, O Antagonista, Revista Oeste, Gazeta do Povo
Esquerda e Centro situam o anúncio em 4 de novembro; reportagens do Direita também o registram e descrevem o evento em Brasília.
Ver fontes e trechos (5)
- CartaCapital · Reportagem
União Brasil oficializa apoio a Hugo Motta, que já reúne 361 deputados para reeleição na Câmara
Trecho consultado na análise
“O União Brasil oficializou na quarta-feira 4 apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados.
A decisão amplia a articulação em torno da permanência do atual presidente da Casa e consolida uma aliança que já reúne 15 partidos e 361 dos 513 deputados eleitos para a próxima legislatura, que começa em fevereiro de 2027.
Com a adesão do União Brasil, que elegeu 46 deputados federais, Motta fortalece uma candidatura que já ultrapassou com folga o número mínimo de votos necessário para vencer a disputa em primeiro turno.
São necessários 257 votos, equivalentes à maioria absoluta dos integrantes da Câmara.
O anúncio foi feito durante um encontro de congressistas e deputados eleitos do União Brasil, em Brasília, com a presença do presidente nacional da legenda, Antonio Rueda, e do próprio Motta.
O líder do partido na Câmara, Pedro Lucas Fernandes (MA), confirmou o apoio.
“O nosso campo político está aqui nas ideias que o Hugo Motta representa”, afirmou o deputado.
Motta conseguiu construir uma aliança com partidos de diferentes campos políticos, incluindo legendas que apoiaram candidaturas adversárias na eleição presidencial.
O grupo reúne integrantes do Centrão, partidos de esquerda e siglas que estiveram ao lado de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
O tamanho do apoio Considerando os resultados para a próxima legislatura, a distribuição dos 361 deputados é a seguinte: PT: 70 deputados; União Brasil: 46; PSD: 43; PP: 41; Republicanos: 41; MDB: 36; Podemos: 27; PSB: 15; PCdoB: 11; PSDB: 11; PV: 7; PDT: 6; PRD: 5; Solidariedade: 2; Cidadania: nenhum deputado eleito.
PL ainda discute adesão Apesar da maioria construída por Motta, o PL ainda não definiu se apoiará formalmente a recondução do presidente da Câmara.
A legenda elegeu 121 deputados e terá a maior bancada individual da Casa, mas não dispõe de votos suficientes para eleger um presidente sozinha.
A direção do partido adiou a decisão para 11 de novembro.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou na quarta que pretende ouvir tanto os atuais integrantes da bancada quanto os deputados eleitos em outubro antes de definir a posição da legenda.
“Na Câmara dos Deputados, nós ainda faremos na próxima semana, na quarta-feira, uma reunião com toda a bancada para ouvir o sentimento, inclusive, dos novos eleitos, porque a gente não pode tomar uma decisão nessa legislatura que vai impactar no dia 1º de fevereiro, onde nós teremos o acréscimo de 32 novos parlamentares.
A gente precisa ouvir todo mundo”, declarou.
A resistência de parte do PL está relacionada principalmente à aproximação de Motta com o governo Lula (PL).
O presidente da Câmara apoiou a reeleição do petista e conduziu a aprovação de propostas defendidas pelo governo, como o fim da escala 6x1 e a ampliação do limite de faturamento do MEI.
A indefinição, porém, coloca o PL diante de um dilema.
Mesmo sendo a maior bancada da próxima legislatura, o partido corre o risco de ficar de fora das principais negociações sobre a distribuição de espaços de poder na Câmara caso decida enfrentar a candidatura de Motta.
Entre as perdas potenciais estão a participação na Mesa Diretora, a prioridade na escolha das presidências de comissões estratégicas e a influência sobre a distribuição das emendas parlamentares de comissão.
A presidência da Comissão de Constituição e Justiça, uma das mais importantes da Casa, é um dos espaços que podem entrar na negociação.
A eleição A escolha do presidente da Câmara está marcada para 1º de fevereiro de 2027, na sessão de abertura da nova legislatura.
A votação será secreta.
O Novo, que elegeu dez deputados, já anunciou que pretende lançar candidatura própria, em oposição à recondução do atual presidente.
O candidato deve ser Kim Kataguiri (SP).”
- CNN Brasil · Reportagem
União Brasil anuncia apoio à reeleição de Hugo na presidência da Câmara
Trecho consultado na análise
“O União Brasil, partido com a terceira maior bancada da Câmara dos Deputados, anunciou na última quarta-feira (4) que apoiará a reeleição de Hugo Motta (Republicanos) à presidência da Casa.
O deputado Pedro Lucas Fernandes, líder do partido na Câmara, foi o responsável pela declaração.
"O nosso campo político está aqui nas ideias que o Hugo Motta representa", disse.
"Eu fico muito satisfeito de poder renovar essa sua presidência, com o apoio do presidente Rueda."
O anúncio ocorreu durante um festejo organizado pela legenda para seus deputados eleitos, em Brasília.
Antonio Rueda, presidente nacional do União Brasil, e o próprio Hugo Motta estiveram presentes.
Na ocasião, o presidente da Câmara destacou o papel dos legisladores como representantes da população que os elegeu.
"Cabe a nós, nesse dia a dia, tratar daquilo que realmente importa que é a vida das pessoas que nos colocaram aqui.
Para essas pessoas que nós temos que legislar, que nós temos que lutar e garantir que elas possam ter um presente e um futuro cada vez melhor", afirmou.
Hugo Motta é o presidente da Câmara desde 2025 e busca se reeleger ao cargo na próxima legislatura.
Hugo já reúne o apoio de 15 partidos, entre eles a totalidade do bloco do chamado Centrão e o PT (Partido dos Trabalhadores).
Mesmo o PL (Partido Liberal), de Valdemar Costa Neto, avalia compor a chapa do atual presidente. https://www.youtube.com/watch?
v=24_OOU5ojc4”
- O Antagonista · Reportagem
União Brasil reforça apoio a Motta: “Dá valor ao centro do equilíbrio”
Trecho consultado na análise
“O União Brasil reforçou nesta quarta-feira, 4, o apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados.
Durante uma celebração entre deputados e deputados eleitos do parte, na última noite, em Brasília, o o líder da sigla na Casa, Pedro Lucas Fernandes (MA), afirmou que a gestão de Motta “dá valor ao centro do equilíbrio e das propostas”, ao comentar que o União integra o bloco parlamentar pela reeleição.
Motta também compareceu ao evento.
Na ocasião, ele relembrou que o papel do parlamentar é legislar para os eleitores e falou sobre o tamanho do União Brasil.
“O partido que do nosso bloco elegeu o maior número de deputados demonstrou sua força e capilaridade”, disse.
Ainda no encontro, o presidente do União e deputado federal eleito pelo Rio de Janeiro, Antonio de Rueda, agradeceu a dedicação de todos durante as campanhas eleitorais e deu as boas-vindas aos candidatos de primeiro mandato.
"Este partido é de vocês", declarou.
Além disso, destacou a missão dos parlamentares: “Temos um papel fundamental de pacificar o país, valorizando a boa política.
Contem comigo que a gente vai fazer um partido muito grande, a gente vai fazer a diferença para o Brasil”.
Em busca da reeleição Motta já conta com o apoio de 15 partidos para se reeleger.
São eles União Brasil, PP, PSD, Republicanos, MDB, Podemos, PSDB, Cidadania, Solidariedade, PRD, PSB, PDT, PT, PCdoB e PV.
Essas siglas representarão 361 potenciais votos no próximo ano, 104 acima dos 257 necessários para Motta conseguir ficar à frente da Câmara por mais dois anos.
O PL, que terá a maior bancada da Casa no próximo ano, com 121 deputados, ainda não decidiu se apoiará a reeleição de Motta ou lançará candidatura própria.
A definição ficará para a próxima semana.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), ressaltou que a preocupação da sigla é sobre qual resposta precisa dar ao seu eleitorado. “ composição dentro da Câmara, nós já fizemos composições.
O Senado fez um caminho parecido.
No primeiro biênio, ficou sem nenhum tipo de participação, e o Senado, quatro anos depois, voltou fortalecidíssimo.
Então, aqui é um exemplo do que pode acontecer.
Estar isolado, em um primeiro momento, não significa uma má estratégia, mas não estou decidindo.
Essa não é uma decisão pessoal da liderança, nem do PL e muito menos da oposição, que também faltam três meses para essa eleição”, falou o líder.
A eleição para presidente da Câmara dos Deputados será realizada em 1º de fevereiro de 2027.”
- Revista Oeste · Reportagem
União Brasil anuncia apoio à reeleição de Hugo Motta na Câmara
Trecho consultado na análise
“Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, escreve sobre política, esportes e internacional.
Antes de fazer parte da Revista Oeste, colaborou na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).
Veja mais
O União Brasil anunciou, em 4 de novembro de 2026, seu apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados.
O líder do partido, Pedro Lucas Fernandes, fez a declaração durante um evento em Brasília, destacando a importância das ideias que Motta representa.
O deputado, que ocupa a presidência desde 2025, busca um novo mandato na eleição da Mesa Diretora marcada para fevereiro de 2027.
O União Brasil anunciou, nesta quarta-feira, 4, que apoiará a reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados.
A legenda tem a terceira maior bancada da Casa e se soma a outros partidos que já declararam apoio à continuidade do parlamentar no comando do Legislativo federal.
+ Entenda o que é Política em Oeste
O anúncio partiu do líder do União Brasil na Câmara , deputado Pedro Lucas Fernandes.
A declaração ocorreu durante um evento organizado pela sigla em Brasília para reunir seus parlamentares eleitos.
O presidente nacional do partido, Antonio Rueda, e o próprio Hugo Motta participaram do encontro.
“O nosso campo político está aqui nas ideias que o Hugo Motta representa”, afirmou Pedro Lucas.
O deputado também agradeceu o apoio de Rueda e declarou satisfação com a possibilidade de renovar a presidência de Motta.
Durante o evento, Motta destacou a responsabilidade dos deputados na representação da população.
Segundo ele, os parlamentares devem concentrar seus esforços em medidas que melhorem a vida dos brasileiros.
O presidente da Câmara afirmou que cabe aos deputados legislarem e trabalharem para garantir melhores condições no presente e no futuro da população.
Leia mais: “O Supremo depois das urnas” , reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 347 da Revista Oeste
Motta ocupa a presidência da Casa desde 2025 e busca um novo mandato na próxima legislatura.
A eleição para a Mesa Diretora está prevista para fevereiro de 2027.
Com a adesão do União Brasil, o parlamentar amplia o grupo de partidos que apoiam sua permanência no cargo.
Conforme levantamento, Motta já reúne o respaldo de 15 legendas, entre elas partidos do centrão e o PT.
A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, anunciou apoio à reeleição em 27 de outubro.
As siglas afirmaram que a aliança busca ampliar a governabilidade e permitir o avanço de suas pautas no Congresso .
O PL, comandado por Valdemar Costa Neto, ainda não confirmou adesão.
A legenda avalia a possibilidade de integrar a chapa de Motta, mas também discute sua participação na disputa pelo comando da Câmara.
Leia mais sobre:
Entre ou assine para enviar um comentário.
Comentário
O seu endereço de e-mail não será publicado.
Campos obrigatórios são marcados com *
Nome *
E-mail *
Site
Salvar meus dados neste navegador para a próxima vez que eu comentar.
Δ
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui .
União Brasil, favor mudar o nome para Traição do Brasil.”
- Gazeta do Povo · Reportagem
União Brasil anuncia apoio à reeleição de Hugo Motta na presidência da Câmara
Trecho consultado na análise
“O União Brasil anunciou apoio à reeleição do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados.
A decisão foi confirmada pelo líder da bancada na Casa, Pedro Lucas Fernandes (MA), durante um evento do partido em Brasília.
“O nosso campo político está aqui nas ideias que o Hugo Motta representa”, afirmou Fernandes, na quarta-feira (4).
Em seguida, acrescentou: “Eu fico muito satisfeito de poder renovar essa sua presidência, com o apoio do presidente Rueda”.
O encontro reuniu deputados eleitos pelo União Brasil e contou com a participação do presidente nacional da sigla, Antonio Rueda, e do próprio Hugo Motta.
Na ocasião, o presidente da Câmara defendeu a atuação dos parlamentares em favor da população.
“Cabe a nós, nesse dia a dia, tratar daquilo que realmente importa que é a vida das pessoas que nos colocaram aqui.
Para essas pessoas que nós temos que legislar, que nós temos que lutar e garantir que elas possam ter um presente e um futuro cada vez melhor”, declarou Motta.
A adesão amplia a base de apoio construída por Motta para permanecer no comando da Câmara a partir de fevereiro de 2027.
Entre as siglas que apoiam Motta estão partidos do centrão, como PP, PSD, MDB e Republicanos, além da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV.
PL ainda não definiu posição O PL, que elegeu a maior bancada da próxima legislatura, com 121 deputados, ainda não decidiu se apoiará a recondução de Motta.
A legenda pretende discutir o assunto com os atuais parlamentares e os deputados eleitos antes de anunciar uma posição.
O partido Novo, por sua vez, já descartou apoiar Motta e anunciou que lançará candidatura própria à presidência da Câmara.
A eleição para a presidência da Câmara ocorrerá em 1º de fevereiro de 2027, na abertura da nova legislatura.
A votação será secreta, e o vencedor precisará de pelo menos 257 votos para conquistar o cargo no primeiro turno.”
Encontrou um erro?VerdadeiroPartidos que declararam apoio a Motta somavam 361 deputados eleitos para a próxima legislatura; esse número não confirma votos individuais.
Esquerda DireitaCartaCapital, Estadão, O Antagonista
Esquerda e Direita informam o total de 361 deputados eleitos entre os partidos apoiadores. A contagem representa parlamentares eleitos, não garantia de votos na eleição.
Ver fontes e trechos (3)
- CartaCapital · Reportagem
União Brasil oficializa apoio a Hugo Motta, que já reúne 361 deputados para reeleição na Câmara
Trecho consultado na análise
“O União Brasil oficializou na quarta-feira 4 apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados.
A decisão amplia a articulação em torno da permanência do atual presidente da Casa e consolida uma aliança que já reúne 15 partidos e 361 dos 513 deputados eleitos para a próxima legislatura, que começa em fevereiro de 2027.
Com a adesão do União Brasil, que elegeu 46 deputados federais, Motta fortalece uma candidatura que já ultrapassou com folga o número mínimo de votos necessário para vencer a disputa em primeiro turno.
São necessários 257 votos, equivalentes à maioria absoluta dos integrantes da Câmara.
O anúncio foi feito durante um encontro de congressistas e deputados eleitos do União Brasil, em Brasília, com a presença do presidente nacional da legenda, Antonio Rueda, e do próprio Motta.
O líder do partido na Câmara, Pedro Lucas Fernandes (MA), confirmou o apoio.
“O nosso campo político está aqui nas ideias que o Hugo Motta representa”, afirmou o deputado.
Motta conseguiu construir uma aliança com partidos de diferentes campos políticos, incluindo legendas que apoiaram candidaturas adversárias na eleição presidencial.
O grupo reúne integrantes do Centrão, partidos de esquerda e siglas que estiveram ao lado de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
O tamanho do apoio Considerando os resultados para a próxima legislatura, a distribuição dos 361 deputados é a seguinte: PT: 70 deputados; União Brasil: 46; PSD: 43; PP: 41; Republicanos: 41; MDB: 36; Podemos: 27; PSB: 15; PCdoB: 11; PSDB: 11; PV: 7; PDT: 6; PRD: 5; Solidariedade: 2; Cidadania: nenhum deputado eleito.
PL ainda discute adesão Apesar da maioria construída por Motta, o PL ainda não definiu se apoiará formalmente a recondução do presidente da Câmara.
A legenda elegeu 121 deputados e terá a maior bancada individual da Casa, mas não dispõe de votos suficientes para eleger um presidente sozinha.
A direção do partido adiou a decisão para 11 de novembro.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou na quarta que pretende ouvir tanto os atuais integrantes da bancada quanto os deputados eleitos em outubro antes de definir a posição da legenda.
“Na Câmara dos Deputados, nós ainda faremos na próxima semana, na quarta-feira, uma reunião com toda a bancada para ouvir o sentimento, inclusive, dos novos eleitos, porque a gente não pode tomar uma decisão nessa legislatura que vai impactar no dia 1º de fevereiro, onde nós teremos o acréscimo de 32 novos parlamentares.
A gente precisa ouvir todo mundo”, declarou.
A resistência de parte do PL está relacionada principalmente à aproximação de Motta com o governo Lula (PL).
O presidente da Câmara apoiou a reeleição do petista e conduziu a aprovação de propostas defendidas pelo governo, como o fim da escala 6x1 e a ampliação do limite de faturamento do MEI.
A indefinição, porém, coloca o PL diante de um dilema.
Mesmo sendo a maior bancada da próxima legislatura, o partido corre o risco de ficar de fora das principais negociações sobre a distribuição de espaços de poder na Câmara caso decida enfrentar a candidatura de Motta.
Entre as perdas potenciais estão a participação na Mesa Diretora, a prioridade na escolha das presidências de comissões estratégicas e a influência sobre a distribuição das emendas parlamentares de comissão.
A presidência da Comissão de Constituição e Justiça, uma das mais importantes da Casa, é um dos espaços que podem entrar na negociação.
A eleição A escolha do presidente da Câmara está marcada para 1º de fevereiro de 2027, na sessão de abertura da nova legislatura.
A votação será secreta.
O Novo, que elegeu dez deputados, já anunciou que pretende lançar candidatura própria, em oposição à recondução do atual presidente.
O candidato deve ser Kim Kataguiri (SP).”
VerdadeiroA eleição para a presidência da Câmara estava marcada para 1º de fevereiro de 2027.
Esquerda DireitaCartaCapital, O Antagonista, Gazeta do Povo
A data é informada por reportagens dos veículos de esquerda e direita.
Ver fontes e trechos (3)
- CartaCapital · Reportagem
União Brasil oficializa apoio a Hugo Motta, que já reúne 361 deputados para reeleição na Câmara
Trecho consultado na análise
“O União Brasil oficializou na quarta-feira 4 apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados.
A decisão amplia a articulação em torno da permanência do atual presidente da Casa e consolida uma aliança que já reúne 15 partidos e 361 dos 513 deputados eleitos para a próxima legislatura, que começa em fevereiro de 2027.
Com a adesão do União Brasil, que elegeu 46 deputados federais, Motta fortalece uma candidatura que já ultrapassou com folga o número mínimo de votos necessário para vencer a disputa em primeiro turno.
São necessários 257 votos, equivalentes à maioria absoluta dos integrantes da Câmara.
O anúncio foi feito durante um encontro de congressistas e deputados eleitos do União Brasil, em Brasília, com a presença do presidente nacional da legenda, Antonio Rueda, e do próprio Motta.
O líder do partido na Câmara, Pedro Lucas Fernandes (MA), confirmou o apoio.
“O nosso campo político está aqui nas ideias que o Hugo Motta representa”, afirmou o deputado.
Motta conseguiu construir uma aliança com partidos de diferentes campos políticos, incluindo legendas que apoiaram candidaturas adversárias na eleição presidencial.
O grupo reúne integrantes do Centrão, partidos de esquerda e siglas que estiveram ao lado de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
O tamanho do apoio Considerando os resultados para a próxima legislatura, a distribuição dos 361 deputados é a seguinte: PT: 70 deputados; União Brasil: 46; PSD: 43; PP: 41; Republicanos: 41; MDB: 36; Podemos: 27; PSB: 15; PCdoB: 11; PSDB: 11; PV: 7; PDT: 6; PRD: 5; Solidariedade: 2; Cidadania: nenhum deputado eleito.
PL ainda discute adesão Apesar da maioria construída por Motta, o PL ainda não definiu se apoiará formalmente a recondução do presidente da Câmara.
A legenda elegeu 121 deputados e terá a maior bancada individual da Casa, mas não dispõe de votos suficientes para eleger um presidente sozinha.
A direção do partido adiou a decisão para 11 de novembro.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou na quarta que pretende ouvir tanto os atuais integrantes da bancada quanto os deputados eleitos em outubro antes de definir a posição da legenda.
“Na Câmara dos Deputados, nós ainda faremos na próxima semana, na quarta-feira, uma reunião com toda a bancada para ouvir o sentimento, inclusive, dos novos eleitos, porque a gente não pode tomar uma decisão nessa legislatura que vai impactar no dia 1º de fevereiro, onde nós teremos o acréscimo de 32 novos parlamentares.
A gente precisa ouvir todo mundo”, declarou.
A resistência de parte do PL está relacionada principalmente à aproximação de Motta com o governo Lula (PL).
O presidente da Câmara apoiou a reeleição do petista e conduziu a aprovação de propostas defendidas pelo governo, como o fim da escala 6x1 e a ampliação do limite de faturamento do MEI.
A indefinição, porém, coloca o PL diante de um dilema.
Mesmo sendo a maior bancada da próxima legislatura, o partido corre o risco de ficar de fora das principais negociações sobre a distribuição de espaços de poder na Câmara caso decida enfrentar a candidatura de Motta.
Entre as perdas potenciais estão a participação na Mesa Diretora, a prioridade na escolha das presidências de comissões estratégicas e a influência sobre a distribuição das emendas parlamentares de comissão.
A presidência da Comissão de Constituição e Justiça, uma das mais importantes da Casa, é um dos espaços que podem entrar na negociação.
A eleição A escolha do presidente da Câmara está marcada para 1º de fevereiro de 2027, na sessão de abertura da nova legislatura.
A votação será secreta.
O Novo, que elegeu dez deputados, já anunciou que pretende lançar candidatura própria, em oposição à recondução do atual presidente.
O candidato deve ser Kim Kataguiri (SP).”
VerdadeiroAs reportagens indicam 257 votos como necessários para vencer no primeiro turno.
Esquerda DireitaCartaCapital, O Antagonista, Gazeta do Povo
Esquerda e Direita mencionam 257 votos como maioria absoluta necessária para a vitória no primeiro turno.
Ver fontes e trechos (3)
- CartaCapital · Reportagem
União Brasil oficializa apoio a Hugo Motta, que já reúne 361 deputados para reeleição na Câmara
Trecho consultado na análise
“O União Brasil oficializou na quarta-feira 4 apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados.
A decisão amplia a articulação em torno da permanência do atual presidente da Casa e consolida uma aliança que já reúne 15 partidos e 361 dos 513 deputados eleitos para a próxima legislatura, que começa em fevereiro de 2027.
Com a adesão do União Brasil, que elegeu 46 deputados federais, Motta fortalece uma candidatura que já ultrapassou com folga o número mínimo de votos necessário para vencer a disputa em primeiro turno.
São necessários 257 votos, equivalentes à maioria absoluta dos integrantes da Câmara.
O anúncio foi feito durante um encontro de congressistas e deputados eleitos do União Brasil, em Brasília, com a presença do presidente nacional da legenda, Antonio Rueda, e do próprio Motta.
O líder do partido na Câmara, Pedro Lucas Fernandes (MA), confirmou o apoio.
“O nosso campo político está aqui nas ideias que o Hugo Motta representa”, afirmou o deputado.
Motta conseguiu construir uma aliança com partidos de diferentes campos políticos, incluindo legendas que apoiaram candidaturas adversárias na eleição presidencial.
O grupo reúne integrantes do Centrão, partidos de esquerda e siglas que estiveram ao lado de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
O tamanho do apoio Considerando os resultados para a próxima legislatura, a distribuição dos 361 deputados é a seguinte: PT: 70 deputados; União Brasil: 46; PSD: 43; PP: 41; Republicanos: 41; MDB: 36; Podemos: 27; PSB: 15; PCdoB: 11; PSDB: 11; PV: 7; PDT: 6; PRD: 5; Solidariedade: 2; Cidadania: nenhum deputado eleito.
PL ainda discute adesão Apesar da maioria construída por Motta, o PL ainda não definiu se apoiará formalmente a recondução do presidente da Câmara.
A legenda elegeu 121 deputados e terá a maior bancada individual da Casa, mas não dispõe de votos suficientes para eleger um presidente sozinha.
A direção do partido adiou a decisão para 11 de novembro.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou na quarta que pretende ouvir tanto os atuais integrantes da bancada quanto os deputados eleitos em outubro antes de definir a posição da legenda.
“Na Câmara dos Deputados, nós ainda faremos na próxima semana, na quarta-feira, uma reunião com toda a bancada para ouvir o sentimento, inclusive, dos novos eleitos, porque a gente não pode tomar uma decisão nessa legislatura que vai impactar no dia 1º de fevereiro, onde nós teremos o acréscimo de 32 novos parlamentares.
A gente precisa ouvir todo mundo”, declarou.
A resistência de parte do PL está relacionada principalmente à aproximação de Motta com o governo Lula (PL).
O presidente da Câmara apoiou a reeleição do petista e conduziu a aprovação de propostas defendidas pelo governo, como o fim da escala 6x1 e a ampliação do limite de faturamento do MEI.
A indefinição, porém, coloca o PL diante de um dilema.
Mesmo sendo a maior bancada da próxima legislatura, o partido corre o risco de ficar de fora das principais negociações sobre a distribuição de espaços de poder na Câmara caso decida enfrentar a candidatura de Motta.
Entre as perdas potenciais estão a participação na Mesa Diretora, a prioridade na escolha das presidências de comissões estratégicas e a influência sobre a distribuição das emendas parlamentares de comissão.
A presidência da Comissão de Constituição e Justiça, uma das mais importantes da Casa, é um dos espaços que podem entrar na negociação.
A eleição A escolha do presidente da Câmara está marcada para 1º de fevereiro de 2027, na sessão de abertura da nova legislatura.
A votação será secreta.
O Novo, que elegeu dez deputados, já anunciou que pretende lançar candidatura própria, em oposição à recondução do atual presidente.
O candidato deve ser Kim Kataguiri (SP).”
VerdadeiroNa data das reportagens, o PL ainda não havia definido se apoiaria a reeleição de Motta.
Esquerda DireitaCartaCapital, O Antagonista, Revista Oeste, Gazeta do Povo
Reportagens dos veículos de esquerda e direita registram a posição do PL como indefinida naquele momento.
Ver fontes e trechos (4)
- CartaCapital · Reportagem
União Brasil oficializa apoio a Hugo Motta, que já reúne 361 deputados para reeleição na Câmara
Trecho consultado na análise
“O União Brasil oficializou na quarta-feira 4 apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados.
A decisão amplia a articulação em torno da permanência do atual presidente da Casa e consolida uma aliança que já reúne 15 partidos e 361 dos 513 deputados eleitos para a próxima legislatura, que começa em fevereiro de 2027.
Com a adesão do União Brasil, que elegeu 46 deputados federais, Motta fortalece uma candidatura que já ultrapassou com folga o número mínimo de votos necessário para vencer a disputa em primeiro turno.
São necessários 257 votos, equivalentes à maioria absoluta dos integrantes da Câmara.
O anúncio foi feito durante um encontro de congressistas e deputados eleitos do União Brasil, em Brasília, com a presença do presidente nacional da legenda, Antonio Rueda, e do próprio Motta.
O líder do partido na Câmara, Pedro Lucas Fernandes (MA), confirmou o apoio.
“O nosso campo político está aqui nas ideias que o Hugo Motta representa”, afirmou o deputado.
Motta conseguiu construir uma aliança com partidos de diferentes campos políticos, incluindo legendas que apoiaram candidaturas adversárias na eleição presidencial.
O grupo reúne integrantes do Centrão, partidos de esquerda e siglas que estiveram ao lado de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
O tamanho do apoio Considerando os resultados para a próxima legislatura, a distribuição dos 361 deputados é a seguinte: PT: 70 deputados; União Brasil: 46; PSD: 43; PP: 41; Republicanos: 41; MDB: 36; Podemos: 27; PSB: 15; PCdoB: 11; PSDB: 11; PV: 7; PDT: 6; PRD: 5; Solidariedade: 2; Cidadania: nenhum deputado eleito.
PL ainda discute adesão Apesar da maioria construída por Motta, o PL ainda não definiu se apoiará formalmente a recondução do presidente da Câmara.
A legenda elegeu 121 deputados e terá a maior bancada individual da Casa, mas não dispõe de votos suficientes para eleger um presidente sozinha.
A direção do partido adiou a decisão para 11 de novembro.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou na quarta que pretende ouvir tanto os atuais integrantes da bancada quanto os deputados eleitos em outubro antes de definir a posição da legenda.
“Na Câmara dos Deputados, nós ainda faremos na próxima semana, na quarta-feira, uma reunião com toda a bancada para ouvir o sentimento, inclusive, dos novos eleitos, porque a gente não pode tomar uma decisão nessa legislatura que vai impactar no dia 1º de fevereiro, onde nós teremos o acréscimo de 32 novos parlamentares.
A gente precisa ouvir todo mundo”, declarou.
A resistência de parte do PL está relacionada principalmente à aproximação de Motta com o governo Lula (PL).
O presidente da Câmara apoiou a reeleição do petista e conduziu a aprovação de propostas defendidas pelo governo, como o fim da escala 6x1 e a ampliação do limite de faturamento do MEI.
A indefinição, porém, coloca o PL diante de um dilema.
Mesmo sendo a maior bancada da próxima legislatura, o partido corre o risco de ficar de fora das principais negociações sobre a distribuição de espaços de poder na Câmara caso decida enfrentar a candidatura de Motta.
Entre as perdas potenciais estão a participação na Mesa Diretora, a prioridade na escolha das presidências de comissões estratégicas e a influência sobre a distribuição das emendas parlamentares de comissão.
A presidência da Comissão de Constituição e Justiça, uma das mais importantes da Casa, é um dos espaços que podem entrar na negociação.
A eleição A escolha do presidente da Câmara está marcada para 1º de fevereiro de 2027, na sessão de abertura da nova legislatura.
A votação será secreta.
O Novo, que elegeu dez deputados, já anunciou que pretende lançar candidatura própria, em oposição à recondução do atual presidente.
O candidato deve ser Kim Kataguiri (SP).”
VerdadeiroO Novo anunciou que lançará candidatura própria à presidência da Câmara, em oposição à reeleição de Motta.
Esquerda DireitaCartaCapital, Gazeta do Povo
Esquerda relata que o Novo anunciou candidatura própria e Direita também registra o anúncio; os trechos não afirmam que a candidatura já foi lançada formalmente.
Ver fontes e trechos (2)
- CartaCapital · Reportagem
União Brasil oficializa apoio a Hugo Motta, que já reúne 361 deputados para reeleição na Câmara
Trecho consultado na análise
“O União Brasil oficializou na quarta-feira 4 apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados.
A decisão amplia a articulação em torno da permanência do atual presidente da Casa e consolida uma aliança que já reúne 15 partidos e 361 dos 513 deputados eleitos para a próxima legislatura, que começa em fevereiro de 2027.
Com a adesão do União Brasil, que elegeu 46 deputados federais, Motta fortalece uma candidatura que já ultrapassou com folga o número mínimo de votos necessário para vencer a disputa em primeiro turno.
São necessários 257 votos, equivalentes à maioria absoluta dos integrantes da Câmara.
O anúncio foi feito durante um encontro de congressistas e deputados eleitos do União Brasil, em Brasília, com a presença do presidente nacional da legenda, Antonio Rueda, e do próprio Motta.
O líder do partido na Câmara, Pedro Lucas Fernandes (MA), confirmou o apoio.
“O nosso campo político está aqui nas ideias que o Hugo Motta representa”, afirmou o deputado.
Motta conseguiu construir uma aliança com partidos de diferentes campos políticos, incluindo legendas que apoiaram candidaturas adversárias na eleição presidencial.
O grupo reúne integrantes do Centrão, partidos de esquerda e siglas que estiveram ao lado de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
O tamanho do apoio Considerando os resultados para a próxima legislatura, a distribuição dos 361 deputados é a seguinte: PT: 70 deputados; União Brasil: 46; PSD: 43; PP: 41; Republicanos: 41; MDB: 36; Podemos: 27; PSB: 15; PCdoB: 11; PSDB: 11; PV: 7; PDT: 6; PRD: 5; Solidariedade: 2; Cidadania: nenhum deputado eleito.
PL ainda discute adesão Apesar da maioria construída por Motta, o PL ainda não definiu se apoiará formalmente a recondução do presidente da Câmara.
A legenda elegeu 121 deputados e terá a maior bancada individual da Casa, mas não dispõe de votos suficientes para eleger um presidente sozinha.
A direção do partido adiou a decisão para 11 de novembro.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou na quarta que pretende ouvir tanto os atuais integrantes da bancada quanto os deputados eleitos em outubro antes de definir a posição da legenda.
“Na Câmara dos Deputados, nós ainda faremos na próxima semana, na quarta-feira, uma reunião com toda a bancada para ouvir o sentimento, inclusive, dos novos eleitos, porque a gente não pode tomar uma decisão nessa legislatura que vai impactar no dia 1º de fevereiro, onde nós teremos o acréscimo de 32 novos parlamentares.
A gente precisa ouvir todo mundo”, declarou.
A resistência de parte do PL está relacionada principalmente à aproximação de Motta com o governo Lula (PL).
O presidente da Câmara apoiou a reeleição do petista e conduziu a aprovação de propostas defendidas pelo governo, como o fim da escala 6x1 e a ampliação do limite de faturamento do MEI.
A indefinição, porém, coloca o PL diante de um dilema.
Mesmo sendo a maior bancada da próxima legislatura, o partido corre o risco de ficar de fora das principais negociações sobre a distribuição de espaços de poder na Câmara caso decida enfrentar a candidatura de Motta.
Entre as perdas potenciais estão a participação na Mesa Diretora, a prioridade na escolha das presidências de comissões estratégicas e a influência sobre a distribuição das emendas parlamentares de comissão.
A presidência da Comissão de Constituição e Justiça, uma das mais importantes da Casa, é um dos espaços que podem entrar na negociação.
A eleição A escolha do presidente da Câmara está marcada para 1º de fevereiro de 2027, na sessão de abertura da nova legislatura.
A votação será secreta.
O Novo, que elegeu dez deputados, já anunciou que pretende lançar candidatura própria, em oposição à recondução do atual presidente.
O candidato deve ser Kim Kataguiri (SP).”