VerdadeiroO Ministério da Saúde autorizou a aquisição de até 20 mil doses de vacina contra mpox.
Esquerda CentroCartaCapital, g1, Folha de S.Paulo, Revista Fórum, UOL, O Globo
A autorização de até 20 mil doses é relatada nos veículos de centro e esquerda. Poder360 e Agência Brasil descrevem a aquisição como futura, sem negar a autorização.
Ver fontes e trechos (6)
- CartaCapital · Reportagem
Ministério da Saúde autoriza aquisição de 20 mil doses da vacina contra a Mpox
Trecho consultado na análise
“O Ministério da Saúde autorizou a aquisição de até 20 mil doses da vacina contra a Mpox diante a ocorrência de casos da doença no País.
No Rio de Janeiro, as ocorrências da doença estão em alta.
A pasta afirmou que a medida busca reforçar o estoque estratégico do imunizante e garantir a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com as necessidades identificadas no monitoramento epidemiológico e nas ações de prevenção e controle da doença.
Este ano, o Brasil confirmou 665 casos de Mpox, número 94% inferior ao registrado em 2022, quando o País contabilizou mais de 10 mil ocorrências.
Apesar da redução, segundo o ministério, a ocorrência de casos mantém a necessidade de vigilância e de disponibilidade de imunizantes para atender às demandas identificadas nos estados.
No Rio de Janeiro, por exemplo, foram confirmados 269 casos em todo o estado, sem registro de óbitos, enquanto no ano passado, no mesmo período, foram registrados 92 casos, segundo a secretaria estadual de saúde.
A imunização prioriza pessoas vivendo com HIV/Aids com contagem de linfócitos CD4 inferior a 100 células/mm³, grupo com maior risco de desenvolver formas graves da doença.
O esquema prevê duas doses, com intervalo de 28 dias.
A orientação é que essas pessoas procurem os Centros de Referência onde já realizam acompanhamento para cadastro e posterior agendamento da vacinação.”
- g1 · Reportagem
Mpox: casos aumentam no Rio; doença mata? Passa pelo beijo? Veja respostas às principais dúvidas
Trecho consultado na análise
“g1 responde às principais buscas do Google sobre a Mpox Os casos de mpox voltaram a crescer no Rio de Janeiro.
Apenas em setembro e outubro, a capital fluminense confirmou 74 infecções, número sete vezes maior que o registrado no mesmo período do ano passado.
Em meio ao aumento, o Ministério da Saúde autorizou, nesta quinta-feira (5), a compra de até 20 mil doses da vacina contra a doença para reforçar os estoques do Sistema Único de Saúde (SUS).
O governo também enviou outras 2 mil doses ao estado do Rio de Janeiro, elevando para 3,5 mil o total destinado à região neste ano.
Apesar da alta localizada, o cenário nacional ainda é bem diferente do observado durante o surto de 2022.
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil confirmou 665 casos de mpox em 2026, uma redução de 94% em comparação com os mais de 10 mil registros de quatro anos atrás.
Mas o aumento recente também traz de volta dúvidas sobre a doença: a mpox pode matar?
É transmitida pelo ar?
O beijo oferece risco?
Existe tratamen”
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Ministério da Saúde autoriza compra de 20 mil doses de vacina contra Mpox
Trecho consultado na análise
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O Ministério da Saúde autorizou a compra de até 20 mil doses da vacina contra a Mpox , por meio da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde ), para reforçar os estoques do SUS (Sistema Único de Saúde).
Segundo a pasta, a aquisição tem caráter preventivo e busca garantir a disponibilidade do imunizante diante de possíveis mudanças no cenário epidemiológico.
A reportagem questionou o Ministério da Saúde sobre o custo, o fabricante, o prazo de entrega e a distribuição das doses, além do estoque atual e do andamento da compra.
Não houve resposta até a publicação deste texto.
Em 2026, o Brasil confirmou 665 casos da doença, número 94% inferior ao registrado em 2022, quando foram contabilizadas mais de 10 mil ocorrências.
Apesar da redução nacional, alguns estados passam por um aumento de casos.
É o caso do Rio de Janeiro , onde foram confirmados 211 casos até 1º de novembro, ante 119 em todo o ano de 2025, segundo a Secretaria Estadual da Saúde.
Na capital fluminense, as confirmações passaram de 94 no ano passado para 167 neste ano, segundo a prefeitura.
Não houve registro de mortes nos períodos analisados.
O SUS oferece a vacinação contra a Mpox a grupos com maior risco de desenvolver formas graves da doença.
A estratégia nacional prioriza pessoas vivendo com HIV/Aids que apresentam menos de 100 células CD4 por milímetro cúbico de sangue.
Essas células são responsáveis por ajudar o organismo a combater infecções.
Quanto menor for a quantidade, maior o risco de complicações.
O esquema prevê duas doses, com intervalo de 28 dias entre elas.
Para se vacinar, essas pessoas devem procurar os centros de referência onde já fazem acompanhamento médico, para realizar o cadastro e agendar a aplicação.
Também podem receber doses remanescentes pessoas com HIV/Aids que apresentam menos de 200 células CD4 por milímetro cúbico de sangue, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), medicamento usado para prevenir a infecção, e profissionais de laboratório que manipulam amostras do vírus.
A vacina também pode ser aplicada após contato próximo com uma pessoa infectada.
A recomendação é que a vacinação ocorra preferencialmente nos primeiros quatro dias após a exposição.
O prazo pode chegar a 14 dias, mas, nesse intervalo, a vacina tem menor capacidade de evitar a infecção.
Ainda assim, pode ajudar a reduzir o risco de formas graves da doença.
A Mpox é uma doença infecciosa causada pelo vírus monkeypox, que circula naturalmente entre animais silvestres, principalmente roedores.
A transmissão para humanos pode ocorrer pelo contato com animais infectados.
Uma vez na população humana, o vírus também pode passar de uma pessoa para outra, principalmente pelo contato direto com lesões na pele ou mucosas.
Os sintomas iniciais são febre, dor de cabeça, dor no corpo, cansaço e aumento dos linfonodos.
Se evoluir para a chamada fase eruptiva, surgem também lesões na pele, que podem ocorrer na face, região genital, perianal, mucosas, palmas das mãos e dos pés.
Pessoas com sinais compatíveis com a doença devem procurar um serviço de saúde para avaliação.
Quem teve contato próximo com um caso suspeito ou confirmado também deve buscar atendimento para avaliar o risco de exposição e receber orientações sobre o monitoramento de sintomas.
O acompanhamento epidemiológico é realizado pelo Ministério da Saúde em conjunto com as secretarias estaduais e municipais.
As ações incluem investigação de casos suspeitos, diagnóstico laboratorial, isolamento de pessoas infectadas e identificação de contatos.
A prevenção envolve principalmente evitar o contato com pessoas que apresentem sinais e sintomas suspeitos da doença.
Entre as principais recomendações estão:
Evitar contato físico direto com lesões na pele ou nas mucosas de pessoas com suspeita ou confirmação da doença;
Evitar contato íntimo e relações sexuais na presença de sinais ou sintomas suspeitos, até avaliação por um profissional de saúde;
Não compartilhar objetos pessoais —como toalhas, roupas de cama e vestimentas— que possam estar contaminados;
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- Revista Fórum · Reportagem
Ministério da Saúde autoriza compra de até 20 mil doses da vacina contra mpox
Trecho consultado na análise
“O Ministério da Saúde autorizou a aquisição de até 20 mil doses da vacina contra a mpox para reforçar o estoque estratégico do Sistema Único de Saúde (SUS).
A compra será realizada por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em parceria com a entidade.
A medida foi alinhada em reunião nesta quarta-feira (4) e tem como objetivo garantir a capacidade de resposta do sistema público diante de possíveis mudanças no cenário epidemiológico.
Segundo o Ministério da Saúde, a quantidade de imunizantes será definida de acordo com as necessidades identificadas no monitoramento da doença e nas ações de prevenção e controle.
Embora os registros tenham diminuído em comparação com os anos anteriores, a pasta considera necessário manter doses disponíveis para atender às demandas dos estados.
Em 2026, o Brasil confirmou 665 casos de mpox.
O número representa uma redução de aproximadamente 94% em relação a 2022, quando foram contabilizadas mais de 10 mil ocorrências.
A aquisição tem caráter preventivo e busca recompor os estoques para evitar dificuldades no atendimento caso haja aumento de casos.
Leia mais: Mpox em 2026: por que os primeiros casos do ano chamam a atenção das autoridades no Brasil Quem pode receber a vacina A estratégia nacional de imunização prioriza pessoas que vivem com HIV/aids e apresentam contagem de linfócitos CD4 inferior a 100 células por milímetro cúbico (mm³), grupo considerado mais vulnerável a desenvolver formas graves da doença.
O esquema vacinal prevê duas doses, com intervalo de 28 dias entre as aplicações.
A orientação do Ministério da Saúde é que os pacientes procurem os Centros de Referência onde já fazem acompanhamento para realizar o cadastro e aguardar o agendamento da vacinação.
Caso haja doses remanescentes, também poderão ser imunizadas pessoas vivendo com HIV/aids com contagem de CD4 inferior a 200 células/mm³, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e profissionais de laboratório que trabalham diretamente com amostras do vírus da mpox.
Vigilância e prevenção O acompanhamento da doença é realizado em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde.
O trabalho inclui identificação e notificação de casos suspeitos, investigação epidemiológica, realização de exames laboratoriais, isolamento de pessoas infectadas e identificação e orientação de quem teve contato com pacientes.
Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis com mpox, como lesões ou erupções na pele, devem procurar atendimento médico.
Durante a avaliação, os profissionais de saúde investigam possíveis situações de exposição e, quando necessário, coletam amostras para confirmação laboratorial.
Quem teve contato próximo com pessoas com suspeita ou diagnóstico confirmado também deve procurar um serviço de saúde para avaliar o risco de infecção e receber orientações sobre o monitoramento de sintomas.
Entre os sinais que exigem atenção estão lesões na pele, febre e aumento dos linfonodos.
Vacinação após exposição A vacinação também pode ser indicada para pessoas que tiveram contato com casos suspeitos ou confirmados da doença.
A recomendação é que a aplicação ocorra preferencialmente nos primeiros quatro dias após a exposição.
O imunizante ainda pode ser administrado em até 14 dias depois do contato.
Nesse período, a capacidade de evitar a infecção é menor, mas a vacina pode contribuir para reduzir o risco de desenvolvimento de formas graves da mpox.”
- UOL · Reportagem
Com 665 casos, Saúde autoriza compra de 20 mil doses de vacina contra mpox
Trecho consultado na análise
“O Ministério da Saúde autorizou a compra de até 20 mil doses da vacina contra a mpox para reforçar o estoque estratégico do imunizante.
Compra será feita por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), após reunião realizada nesta quarta-feira.
A pasta afirma que a medida busca garantir a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) conforme as necessidades apontadas pelo monitoramento epidemiológico e pelas ações de prevenção e controle.
Ministério da Saúde também reforçou o envio de doses ao Rio de Janeiro em meio à alta de casos no estado.
Na quarta-feira, foram encaminhadas mais 2 mil doses.
Oferta limitada no mercado global mantém a vacinação restrita a grupos com maior risco.
No Brasil, a estratégia prioriza pessoas vivendo com HIV/Aids com imunossupressão, com contagem de linfócitos CD4 inferior a 100 células/mm³, em esquema de duas doses com intervalo de 28 dias.
Quando há sobra de doses, a vacinação pode ser ampliada para outros públicos definidos pela estratégia nacional.
Entre eles estão pessoas vivendo com HIV/Aids com CD4 inferior a 200 células/mm³, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), profissionais de laboratório que trabalham com Orthopoxvírus e contatos diretos de médio ou alto risco, após avaliação da vigilância em saúde.
Ministério da Saúde diz que a compra tem caráter preventivo para recompor estoques.
"Apesar da redução, a ocorrência de casos mantém a necessidade de vigilância e de disponibilidade de imunizantes para atender às demandas identificadas nos estados.
Nesse contexto, a aquisição de novas doses tem caráter preventivo e estratégico, permitindo recompor estoques e assegurar a capacidade de resposta do SUS diante da evolução do cenário epidemiológico", afirmou a pasta, em nota.
Brasil notificou 665 casos de mpox em 2026 até outubro, com 218 no Rio de Janeiro.
O total nacional representa queda de 94% em relação a 2022, quando houve 10.821 notificações, e no estado fluminense a redução foi de 84,2% ante os 1.381 registros daquele ano.
Em comparação com 2025 e 2024, o país também mostra tendência de diminuição.
Painel epidemiológico do Ministério da Saúde aponta 1.074 diagnósticos confirmados em 2025, abaixo dos 1.989 registrados em 2024.
No estado do Rio, painel epidemiológico indica 269 casos confirmados em 2026, alta de 126% sobre 2025.
Na capital, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) registrou 55 casos em outubro, o maior número mensal desde outubro de 2022, e informou que os registros recentes seguem dentro da oscilação esperada desde a introdução da doença.
Secretaria municipal diz que mantém monitoramento e ações de prevenção e controle.
"A Superintendência de Vigilância em Saúde mantém monitoramento contínuo da situação epidemiológica, com investigação oportuna dos casos e acompanhamento clínico dos pacientes, além de promover medidas de prevenção em controle em conjunto com demais áreas técnicas da SMS", afirmou a SMS, em nota.
Distrito Federal também relatou aumento recente de casos, com oito infecções em outubro.
Segundo a Secretaria de Saúde do DF, foram 23 casos em 2026 até a primeira semana de novembro, e 35% deles ocorreram no último mês.
Mpox é uma doença infecciosa causada por um vírus do gênero Orthopoxvirus, com transmissão principalmente por contato direto.
Entre as formas de contágio estão contato com lesões na pele, secreções corporais, objetos contaminados e contato próximo e prolongado com secreções respiratórias.
Incubação costuma variar de três a 16 dias, podendo chegar a 21 dias, e os sintomas mais comuns incluem lesões na pele, febre e ínguas.
O Ministério da Saúde orienta procurar uma unidade de saúde em caso de lesões associadas a febre ou linfonodos inchados, contato próximo com caso suspeito/confirmado ou pertencimento a grupos com maior risco de complicações.
Ministério da Saúde recomenda avaliação médica diante de sintomas e orienta que contatos também busquem orientação.
"Pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como lesões ou erupções na pele, devem procurar um serviço de saúde para avaliação.
Durante o atendimento, os profissionais investigam possíveis exposições, orientam sobre os cuidados necessários e, quando indicado, realizam a coleta de amostras para diagnóstico laboratorial.
Quem teve contato próximo com pessoas com suspeita ou confirmação da doença também deve procurar um serviço de saúde para avaliação do risco de exposição e receber orientações sobre o monitoramento de sinais e sintomas, como lesões na pele, febre e aumento dos linfonodos", disse a pasta, em nota.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário.
Leia as Regras de Uso do UOL.”
- O Globo · Reportagem
Mpox: Ministério da Saúde autoriza a compra de 20 mil doses de vacina
Trecho consultado na análise
“O Ministério da Saúde autorizou a compra de até 20 mil doses da vacina contra a mpox por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) após uma reunião sobre o tema realizada nesta quarta-feira.
Segundo a pasta, a medida busca reforçar o estoque estratégico do imunizante e garantir a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS), "de acordo com as necessidades identificadas no monitoramento epidemiológico e nas ações de prevenção e controle da doença".
Nesta semana, o ministério já havia dito que ia reforçar a vacinação no Rio de Janeiro em meio a alta de casos na região.
Na quarta-feira, foram enviadas mais 2 mil doses do imunizante para o estado, que é o responsável por distribuir as unidades aos municípios.
Com isso, o total de doses destinadas ao Rio neste ano chega a 3,5 mil, e novos envios poderão ser realizados "conforme a necessidade identificada", complementa a pasta da Saúde.
Mesmo com o reforço, devido ao número limitado de doses disponíveis mundialmente para aquisição, a vacinação é restrita a públicos específicos em maior risco de exposição ou de agravamento da mpox.
No Brasil, a estratégia contempla pessoas vivendo com HIV/Aids com imunossupressão (com contagem de linfócitos CD4 inferior a 100 células/mm³).
O imunizante é aplicado em duas doses, com um intervalo de 28 dias entre elas.
Quando há sobra de doses, a vacinação também pode ser estendida para pessoas que vivem com HIV/Aids com CD4 inferior a 200 células/mm³, usuários da profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), profissionais de laboratório que trabalham com Orthopoxvírus e indivíduos que tiveram contato direto de médio ou alto risco com um caso suspeito ou confirmado de mpox, após avaliação da vigilância em saúde.
Segundo o ministério, em 2026, foram notificados 665 casos de mpox no Brasil até outubro , 218 deles, mais de um terço, no estado do Rio de Janeiro.
O número, porém, representa uma redução de 94% em relação aos 10.821 casos notificados no país em 2022, ano em que o vírus passou a se disseminar globalmente.
No estado fluminense, a diminuição é de 84,2% em comparação com os 1.381 casos registrados naquele ano.
Em comparação com o ano passado, o país também vive uma tendência de diminuição.
De acordo com o painel epidemiológico do Ministério da Saúde, foram confirmados 1.074 diagnósticos em 2025, o que, por sua vez, foi também uma queda em relação aos 1.989 de 2024.
"Apesar da redução, a ocorrência de casos mantém a necessidade de vigilância e de disponibilidade de imunizantes para atender às demandas identificadas nos estados.
Nesse contexto, a aquisição de novas doses tem caráter preventivo e estratégico, permitindo recompor estoques e assegurar a capacidade de resposta do SUS diante da evolução do cenário epidemiológico", diz o Ministério da Saúde.
Alta no Rio de Janeiro
Segundo os dados mais atualizados do painel epidemiológico do estado do Rio de Janeiro, já subiu para 269 o número de casos confirmados de mpox em 2026, uma alta de 126% em relação a todos os 119 registros do ano passado.
Na capital, os números da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) mostram que foram 55 casos apenas em outubro, o maior número para um mês desde outubro de 2022, quando o surto global do vírus estava em queda.
Em setembro, já haviam sido confirmados 47 casos, 261,5% a mais que o registrado em agosto, quando foram 13 infecções, o que acendeu um alerta das autoridades de saúde.
Desde 2024, a cidade não tinha um mês com mais de 20 infecções.
Ainda assim, em nota, a SMS diz que os casos registrados nos últimos meses "seguem dentro da oscilação esperada desde a introdução da doença em 2022", lembrando que, naquele ano, a cidade chegou a registrar 351 casos em um único mês.
A secretaria reconhece que, em setembro, "houve uma elevação da curva da doença", mas diz que o "cenário epidemiológico hoje é outro".
A pasta explica que, desde 2022, há períodos com maior número de casos, como em dezembro de 2023, quando foram 46 notificações de mpox, mas "com redução da curva nos meses seguintes".
"A Superintendência de Vigilância em Saúde mantém monitoramento contínuo da situação epidemiológica, com investigação oportuna dos casos e acompanhamento clínico dos pacientes, além de promover medidas de prevenção em controle em conjunto com demais áreas técnicas da SMS", complementa.
O Distrito Federal também relatou um aumento recente de casos.
Segundo a Secretaria de Saúde do DF, foram 23 infecções por mpox em 2026 até a primeira semana de novembro de 2026, oito deles (35%) apenas em outubro.
O que é a mpox?
A mpox é uma doença infecciosa causada pelo vírus de mesmo nome, do gênero Orthopoxvirus.
É considerada uma doença zoonótica por originalmente circular entre animais em determinadas regiões do continente africano, mas ter se adaptado nos últimos anos e passado a se disseminar de forma sustentada entre humanos.
Segundo o Ministério da Saúde, a maioria dos casos apresenta evolução leve a moderada.
A transmissão ocorre principalmente por contato direto com:
Lesões ou erupções na pele de pessoa infectada; Secreções corporais (pus, sangue das lesões, saliva); Objetos contaminados (roupas, toalhas, lençóis, utensílios); Contato próximo e prolongado com secreções respiratórias.
O período de incubação, que é o tempo entre a exposição ao vírus e o início dos sintomas, costuma variar de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21 dias.
Os sinais mais comuns são:
Erupções cutâneas ou lesões de pele Adenomegalia - Linfonodos inchados (ínguas) Febre Dor de cabeça Dores no corpo Calafrio Fraqueza
As lesões podem ser planas ou elevadas, com líquido claro ou amarelado, evoluindo para crostas que secam e caem.
Podem surgir no rosto, mãos, pés, boca, genitais, ânus e outras partes do corpo.
O Ministério da Saúde orienta procurar uma unidade de saúde se:
Apresentar lesões na pele associadas a febre ou ínguas; Teve contato próximo com caso suspeito ou confirmado; Pertence a um grupo com maior risco de complicações: pessoas vivendo com HIV/aids, gestantes, transplantados, pacientes oncológicos, crianças e idosos.
"Pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como lesões ou erupções na pele, devem procurar um serviço de saúde para avaliação.
Durante o atendimento, os profissionais investigam possíveis exposições, orientam sobre os cuidados necessários e, quando indicado, realizam a coleta de amostras para diagnóstico laboratorial.
Quem teve contato próximo com pessoas com suspeita ou confirmação da doença também deve procurar um serviço de saúde para avaliação do risco de exposição e receber orientações sobre o monitoramento de sinais e sintomas, como lesões na pele, febre e aumento dos linfonodos", diz o Ministério da Saúde.
O diagnóstico é realizado por meio de exame feito com amostras coletadas, preferencialmente, a partir da secreção das lesões.
A maioria dos casos evolui para melhora entre 2 e 4 semanas.
Não há tratamento específico aprovado para mpox.
Por isso, o manejo consiste no alívio dos sintomas, na prevenção e tratamento de complicações e em cuidados clínicos de suporte, caso o quadro evolua para um estágio mais grave, enquanto o próprio sistema imunológico combate o vírus.
Além da vacinação nos grupos elegíveis, o Ministério da Saúde afirma que a principal forma de prevenção é evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença.
Por isso, recomenda-se:
Não compartilhar objetos pessoais Higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel Lavar roupas, toalhas e lençóis com água e detergente Limpar e desinfetar superfícies Cumprir isolamento até o fim do período de transmissão”
Encontrou um erro?VerdadeiroA aquisição está prevista por meio da Opas, pelo Fundo Rotatório da organização.
Esquerda CentroFolha de S.Paulo, Revista Fórum, UOL, O Globo
Reportagens dos veículos de centro e esquerda mencionam a Opas como canal da aquisição; Revista Fórum, UOL e O Globo especificam o Fundo Rotatório.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroO Brasil registrou 665 casos de mpox em 2026, cerca de 94% menos que em 2022.
Esquerda CentroCartaCapital, g1, Folha de S.Paulo, Poder360, Revista Fórum, Agência Brasil, UOL, O Globo
Os veículos de centro e esquerda relatam 665 casos e redução de 94% em relação a 2022; algumas reportagens descrevem os registros como confirmados e outras como notificados.
Ver fontes e trechos (8)
VerdadeiroNo Rio de Janeiro, foram registrados 269 casos em 2026, ante 119 em todo o ano de 2025.
Esquerda CentroUOL, O Globo
UOL e O Globo apresentam esses números com base em dados estaduais; as duas reportagens são de grupos diferentes.
Ver fontes e trechos (2)
- UOL · Reportagem
Com 665 casos, Saúde autoriza compra de 20 mil doses de vacina contra mpox
Trecho consultado na análise
“O Ministério da Saúde autorizou a compra de até 20 mil doses da vacina contra a mpox para reforçar o estoque estratégico do imunizante.
Compra será feita por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), após reunião realizada nesta quarta-feira.
A pasta afirma que a medida busca garantir a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) conforme as necessidades apontadas pelo monitoramento epidemiológico e pelas ações de prevenção e controle.
Ministério da Saúde também reforçou o envio de doses ao Rio de Janeiro em meio à alta de casos no estado.
Na quarta-feira, foram encaminhadas mais 2 mil doses.
Oferta limitada no mercado global mantém a vacinação restrita a grupos com maior risco.
No Brasil, a estratégia prioriza pessoas vivendo com HIV/Aids com imunossupressão, com contagem de linfócitos CD4 inferior a 100 células/mm³, em esquema de duas doses com intervalo de 28 dias.
Quando há sobra de doses, a vacinação pode ser ampliada para outros públicos definidos pela estratégia nacional.
Entre eles estão pessoas vivendo com HIV/Aids com CD4 inferior a 200 células/mm³, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), profissionais de laboratório que trabalham com Orthopoxvírus e contatos diretos de médio ou alto risco, após avaliação da vigilância em saúde.
Ministério da Saúde diz que a compra tem caráter preventivo para recompor estoques.
"Apesar da redução, a ocorrência de casos mantém a necessidade de vigilância e de disponibilidade de imunizantes para atender às demandas identificadas nos estados.
Nesse contexto, a aquisição de novas doses tem caráter preventivo e estratégico, permitindo recompor estoques e assegurar a capacidade de resposta do SUS diante da evolução do cenário epidemiológico", afirmou a pasta, em nota.
Brasil notificou 665 casos de mpox em 2026 até outubro, com 218 no Rio de Janeiro.
O total nacional representa queda de 94% em relação a 2022, quando houve 10.821 notificações, e no estado fluminense a redução foi de 84,2% ante os 1.381 registros daquele ano.
Em comparação com 2025 e 2024, o país também mostra tendência de diminuição.
Painel epidemiológico do Ministério da Saúde aponta 1.074 diagnósticos confirmados em 2025, abaixo dos 1.989 registrados em 2024.
No estado do Rio, painel epidemiológico indica 269 casos confirmados em 2026, alta de 126% sobre 2025.
Na capital, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) registrou 55 casos em outubro, o maior número mensal desde outubro de 2022, e informou que os registros recentes seguem dentro da oscilação esperada desde a introdução da doença.
Secretaria municipal diz que mantém monitoramento e ações de prevenção e controle.
"A Superintendência de Vigilância em Saúde mantém monitoramento contínuo da situação epidemiológica, com investigação oportuna dos casos e acompanhamento clínico dos pacientes, além de promover medidas de prevenção em controle em conjunto com demais áreas técnicas da SMS", afirmou a SMS, em nota.
Distrito Federal também relatou aumento recente de casos, com oito infecções em outubro.
Segundo a Secretaria de Saúde do DF, foram 23 casos em 2026 até a primeira semana de novembro, e 35% deles ocorreram no último mês.
Mpox é uma doença infecciosa causada por um vírus do gênero Orthopoxvirus, com transmissão principalmente por contato direto.
Entre as formas de contágio estão contato com lesões na pele, secreções corporais, objetos contaminados e contato próximo e prolongado com secreções respiratórias.
Incubação costuma variar de três a 16 dias, podendo chegar a 21 dias, e os sintomas mais comuns incluem lesões na pele, febre e ínguas.
O Ministério da Saúde orienta procurar uma unidade de saúde em caso de lesões associadas a febre ou linfonodos inchados, contato próximo com caso suspeito/confirmado ou pertencimento a grupos com maior risco de complicações.
Ministério da Saúde recomenda avaliação médica diante de sintomas e orienta que contatos também busquem orientação.
"Pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como lesões ou erupções na pele, devem procurar um serviço de saúde para avaliação.
Durante o atendimento, os profissionais investigam possíveis exposições, orientam sobre os cuidados necessários e, quando indicado, realizam a coleta de amostras para diagnóstico laboratorial.
Quem teve contato próximo com pessoas com suspeita ou confirmação da doença também deve procurar um serviço de saúde para avaliação do risco de exposição e receber orientações sobre o monitoramento de sinais e sintomas, como lesões na pele, febre e aumento dos linfonodos", disse a pasta, em nota.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário.
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VerdadeiroA vacinação prioriza pessoas com HIV/Aids e CD4 inferior a 100 células/mm³; o esquema prevê duas doses com intervalo de 28 dias.
Esquerda CentroCartaCapital, Folha de S.Paulo, Poder360, Revista Fórum, Agência Brasil, UOL, O Globo
Reportagens dos veículos de centro e esquerda informam a prioridade para esse grupo e o esquema de duas doses com intervalo de 28 dias.
Ver fontes e trechos (7)