VerdadeiroOs democratas conquistaram a maioria na Câmara e no Senado dos Estados Unidos nas eleições de meio de mandato.
Esquerda Centro DireitaICL Notícias, Poder360, Agência Brasil, Jovem Pan, CNN Brasil
Os relatos dos veículos de esquerda, centro e direita registram a maioria democrata nas duas Casas, embora apresentem números de apuração em momentos distintos.
Ver fontes e trechos (5)
- ICL Notícias · Reportagem
Dólar sobe 0,67% e fecha a R$ 5,48 com tensão nos mercados internacionais
Trecho consultado na análise
“O dólar encerrou esta quinta-feira (5) em alta de 0,67%, cotado a R$ 5,4876, após investidores buscarem proteção na moeda americana diante do aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais.
O movimento também refletiu preocupações com os rumos da política econômica brasileira após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A valorização reverteu a queda registrada na quarta-feira (4), quando a moeda americana havia recuado 0,64%, encerrando o pregão a R$ 5,4511.
Durante a manhã, o real chegou a se beneficiar da decisão do Banco Central de manter a taxa básica de juros, mas perdeu força com a piora do cenário externo.
Nos Estados Unidos, a queda das ações de empresas ligadas à inteligência artificial aumentou a cautela dos investidores.
O setor enfrenta incertezas após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato, que pode resultar em maior fiscalização sobre empresas de tecnologia e projetos de expansão de centros de processamento de dados.
Com a instabilidade nas bolsas americanas, investidores reduziram a exposição a ativos considerados mais arriscados, incluindo moedas de países emergentes, como o real.
No exterior, o índice do dólar, que acompanha a moeda americana diante de uma cesta de seis divisas, avançava 0,09%, aos 101,560 pontos, no fim da tarde.
No Brasil, o mercado repercutiu a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano na quarta-feira.
A decisão, tomada por unanimidade, interrompeu uma sequência de cinco cortes consecutivos nos juros.
A manutenção da taxa favoreceu inicialmente o real, já que juros elevados tornam os investimentos brasileiros mais atrativos para parte dos investidores estrangeiros.
No entanto, a pressão internacional acabou prevalecendo ao longo do pregão.
O cenário doméstico também foi influenciado pelas discussões sobre a política fiscal do governo Lula.
Nesta quinta-feira, o presidente reuniu integrantes da equipe econômica, ex-ministros e economistas para debater medidas para o próximo mandato.
Após o encontro, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo mantém o compromisso com a sustentabilidade das contas públicas e com a melhora dos resultados fiscais, mas não apresentou propostas específicas.
Segundo ele, as medidas ainda passarão por avaliação antes de serem submetidas ao presidente.
Outro indicador que chamou a atenção do mercado foi o desempenho da indústria brasileira.
A produção industrial caiu 0,8% em setembro, na comparação com agosto, resultado pior do que a retração de 0,2% esperada por analistas consultados pela Reuters.
Na comparação com setembro de 2025, a atividade industrial apresentou queda de 2,5%, reforçando os sinais de desaceleração da economia brasileira.
A Bolsa brasileira também foi pressionada pelo ambiente internacional.
Por volta das 17h, o Ibovespa recuava 0,52%, aos 166.695 pontos, acompanhando as perdas das bolsas de Nova York.
As ações de bancos contribuíam para o desempenho negativo, enquanto Petrobras e Vale ajudavam a limitar a queda do índice.
Os investidores agora aguardam a divulgação do relatório oficial de emprego dos Estados Unidos, prevista para sexta-feira (6).
Os dados poderão influenciar as expectativas sobre as próximas decisões de juros do Federal Reserve, o banco central americano, e provocar novas oscilações no câmbio.”
- Poder360 · Reportagem
Dólar cai a R$ 5,45 e Ibovespa recupera os 167 mil pontos
Trecho consultado na análise
“O Ibovespa subiu 1,23%, encerrando cotado aos 167.563,47 pontos e dando fim a uma trajetória negativa de 6 sessões consecutivas 4ª feira (4.nov.2026).
O avanço foi impulsionado pelo desempenho dos setores bancário, de mineração e de empresas com sensibilidade às taxas de juros.
O dólar à vista fechou em queda de 0,64%, negociado a R$ 5,451.
A sessão operou sob expectativa pelo posicionamento do Copom (Comitê de Política Monetária), cujo anúncio de manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano ocorreu após o encerramento do pregão. [shortcode-newsletter] O mercado financeiro registrou dia de recuperação para os ativos de risco nesta 4ª feira (4.out.2026), sob influência da dinâmica política nos Estados Unidos.
A confirmação da maioria democrata na Câmara e no Senado nas “midterms” reduziu as projeções de instabilidade na condução da política econômica norte-americana.
O movimento provocou o arrefecimento das taxas dos títulos públicos dos EUA e o enfraquecimento do dólar em escala global.
No polo oposto, a desvalorização expressiva do petróleo no mercado internacional —com o barril de Brent caindo 8,67%, cotado a US$ 94,62— pressionou as ações da Petrobras, limitando os ganhos da bolsa brasileira.”
- Agência Brasil · Reportagem
Dólar cai a R$ 5,45 após eleições nos EUA e antes do Copom
Trecho consultado na análise
“O dólar fechou em queda nesta quarta-feira (4), acompanhando o enfraquecimento da moeda estadunidense no exterior após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.
A bolsa avançou mais de 1%, recuperou os 167 mil pontos e interrompeu uma sequência de seis baixas consecutivas.
Os investidores também acompanharam a expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a Selic.
O mercado fechou antes do anúncio da manutenção dos juros básicos da economia em 13,75% ao ano .
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A moeda estadunidense encerrou o dia em baixa frente ao real, depois de três pregões consecutivos de alta.
O movimento foi influenciado pelo resultado das eleições legislativas nos Estados Unidos , em que os democratas conquistaram maioria no Senado e na Câmara dos Deputados.
O resultado reduziu a percepção de risco de mudanças bruscas na política econômica estadunidense e contribuiu para o enfraquecimento do dólar globalmente.
A queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos também favoreceu moedas de países emergentes.
No Brasil, contudo, os ganhos do real foram limitados pela cautela dos investidores diante das incertezas fiscais e da expectativa sobre a condução da política econômica no próximo governo.
A decisão do Copom sobre a taxa básica de juros também esteve no radar.
O dólar chegou a R$ 5,498 na máxima da sessão, por volta das 13h30, mas se firmou em terreno negativo ao longo da tarde.
O Ibovespa subiu 1,23%, aos 167.563,47 pontos, após seis pregões consecutivos de queda.
Na máxima do dia, pouco antes das 14h, o índice chegou a 167.986,37 pontos.
O desempenho acompanhou o ambiente mais favorável aos ativos de risco no exterior, impulsionado pela vitória dos democratas nos Estados Unidos.
A melhora no cenário global favoreceu ações de bancos, da Vale e de outras empresas sensíveis aos juros.
Na contramão, os papéis da Petrobras, os mais negociados na bolsa, recuaram significativamente, acompanhando a queda do petróleo no mercado internacional.
O Brent para janeiro caiu 8,67%, a US$ 94,62 por barril.
O pregão brasileiro terminou antes da divulgação da decisão do Copom, que era aguardada pelos investidores.
A expectativa de parte do mercado era pela manutenção da Taxa Selic em 13,75% ao ano.
* com informações da Reuters”
- Jovem Pan · Reportagem
Dólar recua a R$ 5,45 com alívio externo
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“Estadão Conteúdo
Após subir nos três últimos pregões e atingir o maior nível de fechamento no ano na terça-feira, o dólar à vista recuou frente ao real nesta quarta-feira (04) acompanhando o comportamento global da moeda americana.
A vitória do Partido Democrata nas eleições parlamentares de meio de mandato nos Estados Unidos é vista como um limitador ao voluntarismo do presidente Donald Trump e pode abrir caminho para o fim do conflito contra o Irã.
O real apresentou ganhos bem inferiores aos de seus pares entre divisas emergentes, em razão da postura cautelosa dos investidores diante da expectativa por sinais da política econômica do Lula 4 e da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom).
A avaliação é a de que o tombo de mais de 8% do petróleo ao longo da tarde , embora reduza os termos de troca, contribuiu para o recuo do dólar via menor percepção de risco.
Depois de uma alta pontual e limitada no início da tarde, quando registrou a máxima da sessão (R$ 5,4985), o dólar se firmou em terreno negativo nas últimas horas de negócios e terminou o dia em baixa de 0,65%, a R$ 5,4518.
A moeda americana acumula alta de 0,14% nos três primeiros pregões de novembro , após ganhos de 9,04% na última semana de outubro – maior valorização semanal desde outubro de 2008, auge da crise financeira global.
O gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo, ressalta que a decisão do Copom ganha ainda mais relevância em razão do debate público sobre a proposta do economista André Lara Resende, um dos pais do Plano Real, de estancar o crescimento do endividamento público via forte redução da taxa Selic – ideia já descartada pelo atual ministro da Fazenda, Dario Durigan.
Segundo apurou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará um pronunciamento em cadeia nacional neste fim de semana, no qual vai reforçar o compromisso com a busca das metas fiscais, mesmo cumprindo as promessas de campanha que implicam aumento de gastos.
Isso pode ter contribuído para levar o dólar para perto das mínimas à tarde.
À tarde, o Banco Central informou que o fluxo cambial foi positivo em US$ 4,498 bilhões na semana passada, com entradas líquidas de US$ 6,427 bilhões pelo segmento comercial e de US$ 3,070 bilhões pelo canal financeiro.
Para o economista Sérgio Goldenstein, sócio-fundador da Eytse Estratégia, os números do comércio exterior sugerem que “os exportadores aproveitaram a forte desvalorização cambial para internalizar recursos”.
Já o saldo positivo no canal financeiro “pode ter refletido, ao menos parcialmente, o interesse de estrangeiros em aproveitar a desvalorização dos ativos domésticos”.”
- CNN Brasil · Reportagem
Ibovespa sobe 1% e dólar cai após vitória democrata e à espera da Selic
Trecho consultado na análise
“A bolsa paulista encerrou uma sequência de seis dias em queda nesta quarta-feira (4), com investidores repercutindo balanços corporativos, entre eles do Itaú Unibanco, enquanto aguardam a decisão de juros do Banco Central no final do dia.
O mercado mundo afora também repercute a vitória do partido democrata nos Estados Unidos nas eleições de meio mandato.
A "onda azul" já conquistou a maioria do senado, congresso e governos estaduais, mesmo com algumas cadeiras ainda aguardando definição.
O Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, subiu 1,23%, aos 167.563,47 pontos.
Já o dólar fechou em queda contra o real, diante do resultado das Midterms, ao mesmo tempo em que os investidores se preparam para o anúncio da decisão de juros após o fechamento do mercado.
O dólar à vista fechou em queda de 0,64%, a R$ 5,4511 na venda.
Na terça-feira, o dólar à vista encerrou a sessão com alta de 0,74%, aos R$ 5,4863.
Otimismo com eleições nos EUA e expectativa para Copom Na contramão do dólar, as bolsas americanas parecem se alegrar com o resultado nos EUA.
O índice de Dow Jones subiu 3,03%, enquanto o S&P 500 registrou alta de 1,58%.
Já o indicador Nasdaq Composite valorizou 1,44%.
Na Câmara, serão 235 democratas contra 143 republicanos - com ainda 57 cadeiras aguardando definição.
Por fim, os democratas também conquistaram a maioria dos governos estaduais, com 28 cadeiras contra 20 até o momento.
"O desfecho confirma as pesquisas que vinham apontando baixa aprovação do governo Trump, em meio às instabilidades geradas desde o início de seu segundo mandato, que incluem medidas tarifárias e os impactos da guerra contra o Irã nos preços dos combustíveis", diz Silvio Campos Neto, economista sênior da Tendências Consultoria, em nota.
Quanto ao Copom, entre 75 casas consultadas pelo Projeções Broadcast, 39 preveem novo corte de 0,25 ponto porcentual na taxa Selic, para 13,50%, hoje; enquanto outras 36 instituições estimam manutenção da taxa nos atuais 13,75% ao ano.
"A deterioração das condições financeiras, a depreciação cambial e a piora das expectativas de inflação elevaram as apostas de manutenção da Selic em 13,75%, interrompendo temporariamente o ciclo de cortes", diz em nota Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora.
Por outro lado, Mendes, da Manchester, acredita que a alta do Ibovespa é vista mais como uma compra técnica dentro de um cenário de baixa.
"Se a política do PT, pregada nas eleições, prevalecer no Lula 4, é Bolsa para baixo.
A notícia dos Estados Unidos de hoje não é capaz de mudar a dinâmica da dívida pública brasileira", afirma o economista. https://www.youtube.com/watch?
v=GSN_HP3q-Ec Balanços e commodities moldam humores Acionistas ainda reagem aos balanços, sobretudo, do Itaú Unibanco.
O banco apurou lucro líquido recorrente de R$ 12,6 bilhões no terceiro trimestre, alta de 6,2% em relação ao mesmo período de 2025 - resultado em linha com as expectativas.
Nesse contexto, as ações do Itaú puxaram parte do Ibovespa ao avançarem 3%.
Nesta quarta, após o fechamento de mercado, divulgam ainda seus resultados trimestrais Axia, C&A, Prio, Smartfit, Tenda, Totvs e Vibra.
Entre os papéis de peso, a Vale também sustentou a alta do índice.
A mineradora subiu mais de 3%, com ações cotadas a R$ 62, após o minério de ferro encerrar em alta na sessão em Dalian, na China.
O contrato mais negociado fechou o pregão diurno com alta de 1,56%, a 682 iuanes (US$ 102,01) por tonelada, após uma queda de 0,7% na terça-feira.
Mais cedo, o contrato atingiu sua maior cotação desde 29 de outubro, a 685 iuanes.
Na outra ponta, as ações da Petrobras cederam mais de 7%.
A baixa é influenciada pela queda do petróleo mundialmente.
O Brent fechou em queda de 8,66%, a US$ 94,62 o barril - a menor cotação em praticamente dois meses.
*Com informações da Reuters e Agência Estado https://stories.cnnbrasil.com.br/economia/juros-altos-desencorajam-consumo-e-podem-frear-economia-entenda/”
Encontrou um erro?VerdadeiroEm 4 de novembro, o dólar fechou em queda de cerca de 0,64%, cotado a aproximadamente R$ 5,45.
Centro DireitaPoder360, Agência Brasil, Jovem Pan, CNN Brasil
veículos de centro e direita informam queda no fechamento, com valores próximos: R$ 5,451 a R$ 5,4518 e recuos em torno de 0,64%.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroO Copom manteve a Selic em 13,75% ao ano na decisão de 4 de novembro.
Esquerda DireitaICL Notícias, Revista Oeste, Folha de S.Paulo
Os veículos de esquerda e direita relatam a manutenção da taxa nesse patamar; os trechos situam a decisão na quarta-feira, dia 4.
Ver fontes e trechos (3)
- ICL Notícias · Reportagem
Dólar sobe 0,67% e fecha a R$ 5,48 com tensão nos mercados internacionais
Trecho consultado na análise
“O dólar encerrou esta quinta-feira (5) em alta de 0,67%, cotado a R$ 5,4876, após investidores buscarem proteção na moeda americana diante do aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais.
O movimento também refletiu preocupações com os rumos da política econômica brasileira após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A valorização reverteu a queda registrada na quarta-feira (4), quando a moeda americana havia recuado 0,64%, encerrando o pregão a R$ 5,4511.
Durante a manhã, o real chegou a se beneficiar da decisão do Banco Central de manter a taxa básica de juros, mas perdeu força com a piora do cenário externo.
Nos Estados Unidos, a queda das ações de empresas ligadas à inteligência artificial aumentou a cautela dos investidores.
O setor enfrenta incertezas após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato, que pode resultar em maior fiscalização sobre empresas de tecnologia e projetos de expansão de centros de processamento de dados.
Com a instabilidade nas bolsas americanas, investidores reduziram a exposição a ativos considerados mais arriscados, incluindo moedas de países emergentes, como o real.
No exterior, o índice do dólar, que acompanha a moeda americana diante de uma cesta de seis divisas, avançava 0,09%, aos 101,560 pontos, no fim da tarde.
No Brasil, o mercado repercutiu a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano na quarta-feira.
A decisão, tomada por unanimidade, interrompeu uma sequência de cinco cortes consecutivos nos juros.
A manutenção da taxa favoreceu inicialmente o real, já que juros elevados tornam os investimentos brasileiros mais atrativos para parte dos investidores estrangeiros.
No entanto, a pressão internacional acabou prevalecendo ao longo do pregão.
O cenário doméstico também foi influenciado pelas discussões sobre a política fiscal do governo Lula.
Nesta quinta-feira, o presidente reuniu integrantes da equipe econômica, ex-ministros e economistas para debater medidas para o próximo mandato.
Após o encontro, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo mantém o compromisso com a sustentabilidade das contas públicas e com a melhora dos resultados fiscais, mas não apresentou propostas específicas.
Segundo ele, as medidas ainda passarão por avaliação antes de serem submetidas ao presidente.
Outro indicador que chamou a atenção do mercado foi o desempenho da indústria brasileira.
A produção industrial caiu 0,8% em setembro, na comparação com agosto, resultado pior do que a retração de 0,2% esperada por analistas consultados pela Reuters.
Na comparação com setembro de 2025, a atividade industrial apresentou queda de 2,5%, reforçando os sinais de desaceleração da economia brasileira.
A Bolsa brasileira também foi pressionada pelo ambiente internacional.
Por volta das 17h, o Ibovespa recuava 0,52%, aos 166.695 pontos, acompanhando as perdas das bolsas de Nova York.
As ações de bancos contribuíam para o desempenho negativo, enquanto Petrobras e Vale ajudavam a limitar a queda do índice.
Os investidores agora aguardam a divulgação do relatório oficial de emprego dos Estados Unidos, prevista para sexta-feira (6).
Os dados poderão influenciar as expectativas sobre as próximas decisões de juros do Federal Reserve, o banco central americano, e provocar novas oscilações no câmbio.”
Não verificávelEm 4 de novembro, o Ibovespa subiu 1,23%, aos 167.563,47 pontos, e interrompeu seis pregões de queda.
CentroPoder360, Agência Brasil, CNN Brasil
Os três trechos com esses números são do Centro; não há confirmação desse resultado por outro grupo nem por I# ou C#.
Ver fontes e trechos (3)
Não verificávelNa manhã de 5 de novembro, o dólar estava em queda e o Ibovespa operava em alta.
DireitaRevista Oeste
O Direita relata esses movimentos pela manhã, mas não há confirmação por outro grupo nem por I# ou C# nesse mesmo período.
Ver fontes e trechos (1)
Não verificávelNo fechamento de 5 de novembro, o dólar subiu e a Bolsa brasileira recuou.
EsquerdaICL Notícias, Folha de S.Paulo
Os dois trechos do Esquerda registram alta do dólar e queda da Bolsa; não há confirmação por outro grupo para o fechamento desse dia.
Ver fontes e trechos (2)
- ICL Notícias · Reportagem
Dólar sobe 0,67% e fecha a R$ 5,48 com tensão nos mercados internacionais
Trecho consultado na análise
“O dólar encerrou esta quinta-feira (5) em alta de 0,67%, cotado a R$ 5,4876, após investidores buscarem proteção na moeda americana diante do aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais.
O movimento também refletiu preocupações com os rumos da política econômica brasileira após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A valorização reverteu a queda registrada na quarta-feira (4), quando a moeda americana havia recuado 0,64%, encerrando o pregão a R$ 5,4511.
Durante a manhã, o real chegou a se beneficiar da decisão do Banco Central de manter a taxa básica de juros, mas perdeu força com a piora do cenário externo.
Nos Estados Unidos, a queda das ações de empresas ligadas à inteligência artificial aumentou a cautela dos investidores.
O setor enfrenta incertezas após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato, que pode resultar em maior fiscalização sobre empresas de tecnologia e projetos de expansão de centros de processamento de dados.
Com a instabilidade nas bolsas americanas, investidores reduziram a exposição a ativos considerados mais arriscados, incluindo moedas de países emergentes, como o real.
No exterior, o índice do dólar, que acompanha a moeda americana diante de uma cesta de seis divisas, avançava 0,09%, aos 101,560 pontos, no fim da tarde.
No Brasil, o mercado repercutiu a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano na quarta-feira.
A decisão, tomada por unanimidade, interrompeu uma sequência de cinco cortes consecutivos nos juros.
A manutenção da taxa favoreceu inicialmente o real, já que juros elevados tornam os investimentos brasileiros mais atrativos para parte dos investidores estrangeiros.
No entanto, a pressão internacional acabou prevalecendo ao longo do pregão.
O cenário doméstico também foi influenciado pelas discussões sobre a política fiscal do governo Lula.
Nesta quinta-feira, o presidente reuniu integrantes da equipe econômica, ex-ministros e economistas para debater medidas para o próximo mandato.
Após o encontro, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo mantém o compromisso com a sustentabilidade das contas públicas e com a melhora dos resultados fiscais, mas não apresentou propostas específicas.
Segundo ele, as medidas ainda passarão por avaliação antes de serem submetidas ao presidente.
Outro indicador que chamou a atenção do mercado foi o desempenho da indústria brasileira.
A produção industrial caiu 0,8% em setembro, na comparação com agosto, resultado pior do que a retração de 0,2% esperada por analistas consultados pela Reuters.
Na comparação com setembro de 2025, a atividade industrial apresentou queda de 2,5%, reforçando os sinais de desaceleração da economia brasileira.
A Bolsa brasileira também foi pressionada pelo ambiente internacional.
Por volta das 17h, o Ibovespa recuava 0,52%, aos 166.695 pontos, acompanhando as perdas das bolsas de Nova York.
As ações de bancos contribuíam para o desempenho negativo, enquanto Petrobras e Vale ajudavam a limitar a queda do índice.
Os investidores agora aguardam a divulgação do relatório oficial de emprego dos Estados Unidos, prevista para sexta-feira (6).
Os dados poderão influenciar as expectativas sobre as próximas decisões de juros do Federal Reserve, o banco central americano, e provocar novas oscilações no câmbio.”