VerdadeiroTrump afirmou que a ajuda anual dos EUA a Israel seria encerrada no fim de 2026.
Esquerda Centro DireitaBrasil 247, Metrópoles, Revista Oeste, O Antagonista, UOL
Brasil 247, Revista Oeste, O Antagonista e UOL indicam o fim de 2026; Metrópoles diz que o corte ocorreria após o fim do ano. Os trechos relatam um anúncio, não a efetivação do corte.
Ver fontes e trechos (6)
- Brasil 247 · Reportagem
Trump anuncia fim da ajuda militar dos EUA a Israel até dezembro e surpreende Netanyahu
Trecho consultado na análise
“Presidente americano afirma que Israel não precisa mais de US$ 3,8 bilhões anuais”
- Metrópoles · Reportagem
Trump diz que cortará financiamento de R$ 22 bilhões a Israel no fim do ano
Trecho consultado na análise
“O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (3/11) que o governo norte-americano irá cortar o financiamento a Israel após o final deste ano.Em entrevista a rede americana Fox News, o republicano afirmou que concordou com o premiê israelense Benjamin Netanyahu em encerrar o pagamento de US$ 4 bilhões anuais (cerca de R$ 22 bilhões), pois, segundo Trump, Israel “não precisa mais”.“
Agora, no que diz respeito ao pagamento a Israel, Benjamin Netanyahu e eu fizemos um acordo para dar a Israel US$ 4 bilhões por ano e fizemos um acordo meses atrás para interromper esse pagamento.
Eles estão bem com isso”, disse Trump à Fox News.Em meio às eleições de meio de mandato nos EUA (midterms), nas quais Trump pode perder a maioria no congresso, o presidente afirmou que a esquerda tem usado o financiamento a Israel como argumento ao eleitorado dos EUA.“
A esquerda usa o pagamento de 4 bilhões de dólares, que todo mundo conhece, aliás, não é segredo para ninguém, como um sinal de injustiça e não podemos permitir que isso aconteça”, disse Trump.Acompanhe o andamento das eleições nos Estados Unidos.Os EUA tem um acordo com Israel que prevê financiamento de US$ 3,8 bilhões por ano.
Destes, US$ 3,3 bilhões são anualmente destinados a financiamento militar estrangeiro, usados principalmente na compra de armamentos e tecnologias norte-americanas.
Outros US$ 500 milhões são destinados a programas de defesa antimísseis, como o Iron Dome.
O trato previa duração entre 2019 e 2028.
Netanyahu tem futuro indefinidoEm Israel, o cargo de Netanyahu como primeiro-ministro está em xeque, já que os partidos que o apoiam não obtiveram maioria no Knesset.
Nenhum outro bloco conseguiu maioria, e a indicação do chefe de governo depende de alianças políticas.O bloco pró-Netanyahu obteve 53 dos 120 assentos.
O bloco de oposição sionista, liderado pelo general Gadi Eisenkot, conseguiu 48, e, os partidos árabes, 19 cadeiras.”
- Revista Oeste · Reportagem
Trump anuncia fim da ajuda militar dos EUA a Israel
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“Graduada em jornalismo pela Universidade do Estado da Bahia.
Soma passagens pelos jornais, JC Concursos, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo.
Foi repórter dos portais Datagro e Broto.
É repórter da Revista Oeste desde março de 2026
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que encerrará a assistência financeira e militar a Israel no final de 2026, afirmando que o país pode comprar seus próprios armamentos.
Em entrevista ao programa Fox & Friends, Trump mencionou que a assistência, que atualmente é de cerca de US$ 4 bilhões anuais, será cortada a pedido do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que também defende a redução da dependência de recursos norte-americanos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , anunciou que o governo norte-americano encerrará a assistência financeira e militar a Israel no fim deste ano.
Em entrevista ao programa Fox & Friends , da Fox News, nesta terça-feira, 2, Trump afirmou que o país tem condições de comprar os próprios armamentos e não precisa mais dos recursos de Washington.
“Estávamos dando a eles US$ 4 bilhões — estamos mesmo —, mas o financiamento será cortado no final do ano”, declarou.
Trump reconheceu que o tema tem peso político nos Estados Unidos e mencionou a disputa pelo Senado em Michigan entre o democrata Abdul El-Sayed e o republicano Mike Rogers.
Segundo o presidente, a assistência inclui equipamentos militares e recursos financeiros.
Ele afirmou que conversa há anos com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu , sobre a possibilidade de encerrar os repasses.
De acordo com Trump, a proposta partiu do próprio premiê.
“Eles não precisam disso”, afirmou Trump.
“Israel é o nosso número um.
Nós lhes damos mais do que a qualquer outro país, e eles não precisam mais disso”.
O presidente também classificou Israel como um país próspero.
O atual acordo de assistência militar entre Washington e Israel prevê cerca de US$ 3,8 bilhões por ano até 2028.
Netanyahu já manifestou interesse em reduzir gradualmente a dependência israelense dos recursos norte-americanos.
Trump, porém, não detalhou o cronograma nem os termos da mudança anunciada.
Em outubro, Netanyahu declarou, em entrevista a uma emissora israelense, que os recursos norte-americanos destinados ao orçamento de defesa não continuariam nos mesmos moldes.
Segundo o premiê, os Estados Unidos mudaram sua posição sobre a assistência.
Trump também afirmou que o apoio a Israel se tornou um tema de disputa política e que Netanyahu reconhece esse cenário.
O Congresso norte-americano aprovou, em 2020, uma lei que autoriza o financiamento destinado a Israel.
A liberação dos recursos, contudo, depende da aprovação anual de projetos orçamentários pela Câmara dos Representantes e pelo Senado.
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- O Antagonista · Reportagem
Crusoé: Trump anuncia corte de US$ 4 bilhões em ajuda a Israel
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“O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 3, que acertou com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, o encerramento dos pagamentos anuais de US$ 4 bilhões em ajuda financeira a Israel.
Segundo o republicano, a iniciativa partiu de Netanyahu.
“Em relação aos pagamentos a Israel, 'Bibi' Netanyahu e eu tínhamos concordado em dar-lhes US$ 4 bilhões por ano, mas meses atrás concordamos que iríamos parar de fazer isso”, disse Trump no programa “Fox and Friends” da Fox News.
"Já concordamos que, no final deste ano, pararemos de pagar a Israel.
No entanto, ajudaremos Israel se eles precisarem", acrescentou.
O corte da ajuda financeira está previsto para o fim deste ano.
Quando o apresentador perguntou se era ajuda militar, equipamento ou dinheiro, Trump respondeu: "Estou dando quatro bilhões, como você quiser chamar.
Pode chamar de troca, ajuda militar ou dinheiro vivo."
Não há detalhes sobre como o corte seria implementado.
O governo israelense ainda não se manifestou.
Ajuda financeira Em 2016, foi assinado um memorando de entendimento de dez anos que prevê US$ 3,8 bilhões anualmente.
Desse total, US$ 3,3 bilhões em financiamento militar e US$ 500 milhões para defesa antimíssil até o fim de 2028.
Netanyahu já havia falado sobre reduzir essa ajuda.
Em janeiro, ele disse à revista The Economist que Israel pretendia acabar em dez anos.
Em maio, no...
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- UOL · Reportagem
Trump anuncia fim de ajuda anual de US$ 4 bilhões a Israel
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“Trump anuncia fim de ajuda anual de US$ 4 bilhões a Israel - No dia das eleições de meio de mandato, presidente dos EUA afirmou que os repasses de caráter militar e econômico serão encerrados.
Comercialização de armamentos seguirá em vigor.Os Estados Unidos deixarão de fornecer a Israel cerca de 4 bilhões de dólares por ano (aproximadamente R$ 22 bilhões) em ajuda militar e econômica a partir do fim de 2026, mas continuarão vendendo armamentos ao seu principal aliado no Oriente Médio, afirmou nesta terça-feira (03/11) o presidente americano Donald Trump.
Em entrevista por telefone à Fox News no dia das eleições legislativas de meio de mandato, o republicano disse que a proposta foi negociada com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e que ambos discutem o assunto há alguns anos.
Segundo Trump, os dois chegaram a um entendimento para encerrar gradualmente o programa.
O republicano afirmou que Israel não precisa mais da ajuda financeira e que o custo é elevado para os Estados Unidos.
Segundo ele, o tema também passou a ser explorado politicamente por democratas, como Abdul El-Sayed, candidato ao Senado pelo estado de Michigan e crítico da política israelense.
Até mesmo setores conservadores mais à direita, tradicionalmente alinhados a Trump, passaram a questionar o apoio americano a Israel, visto como cada vez mais controverso por eleitores indecisos.
Comentaristas influentes, como Tucker Carlson, têm colocado em dúvida o valor estratégico da relação.
"Você pode considerar isso uma troca.
Pode considerar ajuda militar ou dinheiro", disse Trump.
"Damos a eles 4 bilhões de dólares em equipamentos e recursos, e eles não precisam disso.
Fui procurado por Bibi Netanyahu e conversamos sobre o tema há alguns anos porque é muito dinheiro."
O presidente afirmou ainda que Israel concorda com o fim do programa.
"Israel é nosso número um; damos mais a eles do que a qualquer outro país, e eles não precisam mais disso", disse.
"Continuei fazendo isso, mas Israel é um país muito próspero.
Não precisa dessa ajuda.
Se precisasse, eu defenderia sua manutenção."
O gabinete de Netanyahu não comentou imediatamente as declarações.
Entre adversários políticos do premiê israelense, a reação foi cautelosa.
Yair Golan, um dos líderes da oposição israelense, afirmou que o fim da ajuda militar americana representaria um "golpe severo para a segurança de Israel" em um momento em que o país enfrenta conflitos em várias frentes.
"O ônus de financiar as necessidades de defesa em um momento tão crítico recairá inteiramente sobre a população israelense", disse Golan, ex-vice-chefe das Forças Armadas, em comunicado.
Dezenas de bilhões de dólares enviados a Israel
Os Estados Unidos destinaram dezenas de bilhões de dólares em ajuda militar a Israel nos últimos anos.
Em 2016, o então presidente Barack Obama assinou um acordo de segurança sem precedentes com Israel, garantindo 38 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 209 bilhões) em assistência militar ao longo de dez anos, o equivalente a 3,8 bilhões de dólares anuais (cerca de R$ 21 bilhões).
O memorando de entendimento, assinado durante o governo Obama, prevê repasses anuais entre 2019 e 2028.
Pelos termos do acordo, Israel perderia gradualmente a possibilidade de gastar parte dos recursos em produtos militares fabricados localmente.
Ao final da transição, todo o valor deveria ser utilizado na compra de equipamentos da indústria bélica americana.
Netanyahu já havia defendido, em ocasiões anteriores, a redução gradual da dependência israelense dessa ajuda.
Em janeiro, disse à revista The Economist que pretendia diminuir progressivamente a assistência militar americana ao longo da próxima década e que essa mudança já estava em andamento.
Trump diz que pagamento virou alvo de críticas
Segundo Trump, a ajuda também se tornou um problema político por sua repercussão pública.
O presidente voltou a citar Abdul El-Sayed como exemplo de político que utiliza o tema em suas campanhas.
O presidente americano pode perder o controle do Senado para os democratas e tem buscado formas de alcançar eleitores indecisos.
"A esquerda usa esse pagamento de 4 bilhões de dólares, que todos conhecem e não é segredo para ninguém, como símbolo de injustiça", afirmou à Fox News.
"E não podemos permitir que isso aconteça.
Não gosto disso porque é um alvo fácil, talvez fácil demais."
A possibilidade de encerrar gradualmente a ajuda militar e econômica direta dos Estados Unidos a Israel enfrenta obstáculos.
Um deles são os compromissos assumidos pelos Estados Unidos nos Acordos de Camp David com o Egito, que preveem apoio em matéria de segurança tanto a Israel quanto aos egípcios.
Além disso, boa parte da assistência americana ocorre por meio do programa de Financiamento Militar Estrangeiro (FMF, na sigla em inglês), que transfere recursos a Israel com a exigência de que sejam usados na compra de armamentos produzidos nos Estados Unidos.
Na prática, o dinheiro retorna à economia americana por meio da indústria de defesa.
Caso Israel não mantenha o mesmo volume de compras de equipamentos militares dos Estados Unidos, empresas do setor podem sofrer impactos econômicos.
Guerra em Gaza ampliou o volume de assistência
Um estudo acadêmico publicado no ano passado concluiu que os governos de Joe Biden e Donald Trump forneceram pelo menos 21,7 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 119 bilhões) em assistência militar a Israel após o início da guerra em Gaza, em 2023.
O levantamento foi divulgado no segundo aniversário dos ataques do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, evento que desencadeou o conflito.
Outro estudo, publicado pelo projeto Costs of War, da Universidade Brown, estimou que os Estados Unidos gastaram cerca de 10 bilhões de dólares adicionais (aproximadamente R$ 55 bilhões) em operações de segurança e assistência militar no Oriente Médio ao longo dos dois anos anteriores.
gq/md (DW, Reuters, AP)
Autor: Redação DW
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- DW Brasil · Imprensa internacional
Trump anuncia fim de ajuda anual de US$ 4 bilhões a Israel
Trecho consultado na análise
“No dia das eleições de meio de mandato, presidente dos EUA afirmou que os repasses de caráter militar e econômico serão encerrados.
Comercialização de armamentos seguirá em vigor.
Os Estados Unidos deixarão de fornecer a Israel cerca de 4 bilhões de dólares por ano (aproximadamente R$ 22 bilhões) em ajuda militar e econômica a partir do fim de 2026, mas continuarão vendendo armamentos ao seu principal aliado no Oriente Médio, afirmou nesta terça-feira (03/11) o presidente americano Donald Trump .
Em entrevista por telefone à Fox News no dia das eleições legislativas de meio de mandato, o republicano disse que a proposta foi negociada com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu , e que ambos discutem o assunto há alguns anos.
Segundo Trump, os dois chegaram a um entendimento para encerrar gradualmente o programa.
O republicano afirmou que Israel não precisa mais da ajuda financeira e que o custo é elevado para os Estados Unidos.
Segundo ele, o tema também passou a ser explorado politicamente por democratas, como Abdul El-Sayed, candidato ao Senado pelo estado de Michigan e crítico da política israelense.
Até mesmo setores conservadores mais à direita, tradicionalmente alinhados a Trump, passaram a questionar o apoio americano a Israel, visto como cada vez mais controverso por eleitores indecisos.
Comentaristas influentes, como Tucker Carlson, têm colocado em dúvida o valor estratégico da relação.
"Você pode considerar isso uma troca.
Pode considerar ajuda militar ou dinheiro", disse Trump.
"Damos a eles 4 bilhões de dólares em equipamentos e recursos, e eles não precisam disso.
Fui procurado por Bibi Netanyahu e conversamos sobre o tema há alguns anos porque é muito dinheiro."
O presidente afirmou ainda que Israel concorda com o fim do programa.
"Israel é nosso número um; damos mais a eles do que a qualquer outro país, e eles não precisam mais disso", disse.
"Continuei fazendo isso, mas Israel é um país muito próspero.
Não precisa dessa ajuda.
Se precisasse, eu defenderia sua manutenção."
O gabinete de Netanyahu não comentou imediatamente as declarações.
Entre adversários políticos do premiê israelense, a reação foi cautelosa.
Yair Golan, um dos líderes da oposição israelense, afirmou que o fim da ajuda militar americana representaria um "golpe severo para a segurança de Israel" em um momento em que o país enfrenta conflitos em várias frentes.
"O ônus de financiar as necessidades de defesa em um momento tão crítico recairá inteiramente sobre a população israelense", disse Golan, ex-vice-chefe das Forças Armadas, em comunicado.
Os Estados Unidos destinaram dezenas de bilhões de dólares em ajuda militar a Israel nos últimos anos.
Em 2016, o então presidente Barack Obama assinou um acordo de segurança sem precedentes com Israel, garantindo 38 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 209 bilhões) em assistência militar ao longo de dez anos, o equivalente a 3,8 bilhões de dólares anuais (cerca de R$ 21 bilhões).
O memorando de entendimento, assinado durante o governo Obama, prevê repasses anuais entre 2019 e 2028.
Pelos termos do acordo, Israel perderia gradualmente a possibilidade de gastar parte dos recursos em produtos militares fabricados localmente.
Ao final da transição, todo o valor deveria ser utilizado na compra de equipamentos da indústria bélica americana.
Netanyahu já havia defendido, em ocasiões anteriores, a redução gradual da dependência israelense dessa ajuda.
Em janeiro, disse à revista The Economist que pretendia diminuir progressivamente a assistência militar americana ao longo da próxima década e que essa mudança já estava em andamento.
Segundo Trump, a ajuda também se tornou um problema político por sua repercussão pública.
O presidente voltou a citar Abdul El-Sayed como exemplo de político que utiliza o tema em suas campanhas.
O presidente americano pode perder o controle do Senado para os democratas e tem buscado formas de alcançar eleitores indecisos.
"A esquerda usa esse pagamento de 4 bilhões de dólares, que todos conhecem e não é segredo para ninguém, como símbolo de injustiça", afirmou à Fox News.
"E não podemos permitir que isso aconteça.
Não gosto disso porque é um alvo fácil, talvez fácil demais."
A possibilidade de encerrar gradualmente a ajuda militar e econômica direta dos Estados Unidos a Israel enfrenta obstáculos.
Um deles são os compromissos assumidos pelos Estados Unidos nos Acordos de Camp David com o Egito, que preveem apoio em matéria de segurança tanto a Israel quanto aos egípcios.
Além disso, boa parte da assistência americana ocorre por meio do programa de Financiamento Militar Estrangeiro (FMF, na sigla em inglês), que transfere recursos a Israel com a exigência de que sejam usados na compra de armamentos produzidos nos Estados Unidos.
Na prática, o dinheiro retorna à economia americana por meio da indústria de defesa.
Caso Israel não mantenha o mesmo volume de compras de equipamentos militares dos Estados Unidos, empresas do setor podem sofrer impactos econômicos.
Um estudo acadêmico publicado no ano passado concluiu que os governos de Joe Biden e Donald Trump forneceram pelo menos 21,7 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 119 bilhões) em assistência militar a Israel após o início da guerra em Gaza , em 2023.
O levantamento foi divulgado no segundo aniversário dos ataques do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, evento que desencadeou o conflito.
Outro estudo, publicado pelo projeto Costs of War, da Universidade Brown, estimou que os Estados Unidos gastaram cerca de 10 bilhões de dólares adicionais (aproximadamente R$ 55 bilhões) em operações de segurança e assistência militar no Oriente Médio ao longo dos dois anos anteriores.
gq/md (DW, Reuters, AP)”
Encontrou um erro?VerdadeiroTrump afirmou ter combinado com Benjamin Netanyahu o encerramento dos pagamentos ou da ajuda.
Esquerda Centro DireitaMetrópoles, Revista Oeste, CartaCapital, O Antagonista, UOL, Jovem Pan
As reportagens atribuem a Trump a afirmação de que houve entendimento com Netanyahu; Revista Oeste e O Antagonista também dizem que a iniciativa partiu do premiê, segundo Trump.
Ver fontes e trechos (6)
VerdadeiroO acordo vigente é descrito como prevendo US$ 3,8 bilhões anuais até 2028, enquanto Trump falou em cerca de US$ 4 bilhões.
Esquerda Centro DireitaMetrópoles, Revista Oeste, CartaCapital, O Antagonista, UOL, Jovem Pan
Os trechos identificam US$ 3,8 bilhões anuais no acordo até 2028 e atribuem a Trump a cifra arredondada de US$ 4 bilhões; não apresentam esses valores como versões incompatíveis.
Ver fontes e trechos (7)
VerdadeiroA reportagem UOL informa que a venda de armamentos dos EUA a Israel continuaria.
EsquerdaUOL
UOL afirma que a ajuda seria encerrada, mas a comercialização de armamentos seguiria; DW Brasil também registra essa distinção.
Ver fontes e trechos (2)
VerdadeiroTrump relacionou a decisão à exploração política da ajuda por críticos nos EUA.
Esquerda Centro DireitaMetrópoles, Revista Oeste, CartaCapital, UOL, Jovem Pan
Metrópoles, Revista Oeste, CartaCapital, UOL e Jovem Pan relatam que Trump citou críticas ou o uso político do tema, incluindo ataques de Abdul El-Sayed e argumentos da esquerda.
Ver fontes e trechos (5)