VerdadeiroA comunidade oferecia conteúdos exclusivos por uma mensalidade de R$ 50.
Centro DireitaO Globo, Gazeta do Povo, CNN Brasil, Jovem Pan, Metrópoles, Veja
O Globo, Gazeta do Povo, CNN Brasil, Jovem Pan, Metrópoles e Veja descrevem a assinatura mensal de R$ 50 e a oferta de conteúdos; há relatos dos veículos de direita e centro.
Ver fontes e trechos (6)
- O Globo · Reportagem
Zambelli pede ajuda financeira de R$ 50 por meio de plataforma on-line para se manter na Itália
Trecho consultado na análise
“A ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) anunciou pelas redes sociais a abertura de uma comunidade on-line para a arrecadação de doações de apoiadores para financiar sua estadia na Itália.
No país, ela ficou presa por cerca de dez meses e agora aguarda a análise de um pedido de extradição feito pelas autoridades brasileiras para o cumprimento de sua pena.
Ela foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pela invasão hacker dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça e pelo porte ilegal de arma de fogo.
Leia mais: Ministro da articulação política diz que governo vai atuar para evitar maioridade penal na PEC da Segurança 'Povo do Rio tem direito de votar': Paes vai às redes e pede movimento por segundo turno ao governo do estado
Em uma publicação feita nas redes sociais, a ex-deputada afirma que o ministro Alexandre de Moraes, relator de seu processo no Supremo, "destruiu" sua vida ao determinar a inclusão do nome dela na lista vermelha da Interpol como autora de um crime de "invasão com prejuízo financeiro".
Segundo Zambelli, a medida a impede de abrir uma conta corrente "em qualquer lugar do mundo" e de encontrar emprego na Itália.
Em resposta, ela anunciou a criação de uma conta no site "Kiwify", usado para a produção de cursos online, por onde planeja a distribuição de "conteúdos exclusivos" e de relatos de experiências vividas na prisão.
— São R$ 50 por mês.
Eu sei que muita gente não tem como ajudar com isso mensalmente, mas eu vou prover para vocês conteúdos exclusivos de várias áreas de conhecimento.
Nós vamos falar sobre tudo e também vou passar um pouco da experiência que tive na prisão e o que isso me ensinou.
Se você um dia me admirou, eu peço a sua ajuda para que você entre nessa comunidade e faça a sua inscrição para que eu possa me manter aqui na Itália até as coisas se resolverem no Brasil — disse no vídeo em que anuncia a conta na plataforma.
Em julho, a Justiça italiana anulou uma decisão que autorizava a extradição de Zambelli, determinando que o pedido feito pelo Brasil fosse submetido a um novo julgamento, mas descartou a tese de perseguição política apresentada pelos advogados da ex-deputada.
Uma nova audiência na Corte de Apelação de Roma estava marcada para a semana passada, mas foi cancelada a pedido da defesa, que argumentou não ter tido acesso aos documentos enviados pelo governo brasileiro.
Uma nova sessão está prevista para o dia 24 de setembro.
A ex-deputada bolsonarista, que tem cidadania italiana, deixou o Brasil em maio de 2025, passando pelos Estados Unidos antes de se mudar para o país europeu.
Dois meses depois, ela foi incluída na lista da Interpol, foi presa e afirmou que queria ser julgada na Itália.
Em setembro deste ano, Carla pediu ao STF autorização para retornar temporariamente ao Brasil durante a eleição, sob a garantia de não ser presa, com o argumento de que pretendia votar na mãe, Rita Zambelli, candidata a deputada federal em São Paulo.
Rita não foi eleita, mas o irmão da ex-deputada Bruno Zambelli conseguiu ser reconduzido nas urnas a deputado estadual por São Paulo.
Filiado ao PL, ele buscava permanecer na Assembleia Legislativa.
O candidato recebeu 82.946 votos.”
- Gazeta do Povo · Reportagem
Zambelli oferece acesso à comunidade virtual e pede ajuda a apoiadores para se manter na Itália
Trecho consultado na análise
“A ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) anunciou a venda de assinaturas mensais de R$ 50 para uma comunidade virtual com conteúdos exclusivos.
Em vídeo publicado nas redes sociais pelo filho, ela pediu ajuda financeira a apoiadores para conseguir se manter na Itália enquanto tenta obter uma oportunidade de trabalho e regularizar sua situação financeira.
Zambelli responsabilizou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pelas dificuldades financeiras.
Segundo ela, além de bloquear seus recursos, o magistrado impôs restrições que a impedem de abrir uma conta bancária em qualquer país.
“Moraes destruiu a minha vida porque, além de ter bloqueado tudo meu, ele também me impediu de abrir conta corrente em qualquer lugar do mundo”, afirmou.
A ex-deputada disse que uma comunicação financeira à Interpol faz com que instituições bancárias a associem a um possível roubo a banco.
“Ele colocou na Interpol aviso financeiro que dá a entender que eu roubei um banco.
Então nenhum banco do mundo, seja digital ou daqui da Itália, quer abrir uma conta para mim”, declarou.
Segundo Zambelli, a falta de uma conta bancária também impede que ela consiga trabalhar na Itália.
Ela afirmou que os empregadores precisam depositar os salários em uma conta de titularidade do trabalhador.
“Na Itália, para você trabalhar, você precisa ter uma conta no seu nome para que a pessoa deposite o seu salário na sua conta.
E, infelizmente, eu não tenho como fazer isso”, disse.
Zambelli promete conteúdos exclusivos e relatos sobre prisão Como alternativa para conseguir recursos, Zambelli anunciou a criação de uma comunidade virtual com mensalidade de R$ 50.
A iniciativa, segundo ela, oferecerá conteúdos exclusivos sobre diferentes áreas de conhecimento e relatos de sua experiência na prisão.
“Eu vou prover para vocês conteúdos exclusivos de várias áreas de conhecimento.
Nós vamos falar sobre tudo e também vou passar um pouco da experiência que eu tive na prisão e o que isso me ensinou”, afirmou.
A ex-deputada pediu que antigos apoiadores contribuam com a assinatura, embora tenha reconhecido que nem todos podem pagar o valor mensal.
“Eu sei que muita gente não tem condição de ajudar isso mensalmente, mas, se você tem condição, [...] se você um dia me admirou, eu te peço essa ajuda”, declarou.
Justiça italiana adiou audiência sobre extradição Em 27 de outubro, a Corte de Apelação de Roma adiou para 24 de novembro a audiência sobre o segundo pedido de extradição de Zambelli apresentado pelo Brasil.
A defesa pediu mais tempo para analisar documentos enviados pelas autoridades brasileiras sobre as condições de detenção e a assistência médica na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia.
Relembre o caso O pedido de extradição em análise está relacionado à condenação de Zambelli a cinco anos e três meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal.
O caso ocorreu em outubro de 2022, na véspera do segundo turno das eleições, quando três homens apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cercaram a então deputada Carla Zambelli.
Segundo Zambelli, os homens a xingaram e agrediram diante de seu filho, então com 14 anos.
Ela acionou a polícia, mas os três deixaram o local.
Em seguida, a parlamentar perseguiu um deles com uma arma em punho.
O episódio ocorreu no bairro dos Jardins, em São Paulo, e ganhou repercussão nas redes sociais.
A Justiça italiana já havia autorizado a extradição, mas a Corte de Cassação anulou a decisão em julho e determinou uma nova análise.
O tribunal pediu esclarecimentos sobre as condições de detenção e as garantias de assistência médica que Zambelli receberia caso retornasse ao Brasil.”
- CNN Brasil · Reportagem
Zambelli lança vaquinha de R$ 50 e critica Moraes: “Destruiu a minha vida”
Trecho consultado na análise
“A ex-deputada federal Carla Zambelli pediu ajuda financeira através das redes sociais nesta terça-feira (3).
No Instagram, ela afirmou que as decisões de Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), "destruíram" sua vida e a impedem de abrir uma conta bancária ou receber salário na Itália.
"Moraes destruiu a minha vida, porque além de ter bloqueado tudo, tudo meu, ele também me impediu que eu abrisse conta corrente em qualquer lugar do mundo, porque ele colocou na Interpol um crime de invasão com prejuízo financeiro que dá a entender que eu roubei um banco", afirmou.
Zambelli fugiu para a Itália em maio de 2025, após ser condenada pelo STF a dez anos de prisão por invasão ao sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
No vídeo, a ex-deputada anuncia que abriu uma comunidade online onde os seguidores podem se inscrever e doar R$ 50 por mês.
Segundo Zambelli, como contrapartida, ela vai fornecer "conteúdos exclusivos de várias áreas de conhecimento".
"Nós vamos falar sobre tudo, e também vou passar um pouco da experiência que eu tive na prisão, e o que que isso me ensinou", promete Zambelli.
A deputada não explicou como pretende acessar o dinheiro, uma vez que está proibida de manter contas bancárias em seu nome.
Consultado pela CNN Brasil, o link de acesso à comunidade aparece como "indisponível".
Relembre o caso Zambelli A ex-deputada Carla Zambelli foi presa em Roma, na Itália, em 29 de julho de 2025, após deixar o Brasil.
Ela foi condenada pelo STF a dez anos de prisão, por envolvimento na invasão dos sistemas do CNJ.
Com cidadania italiana, ela viajou ao país europeu antes de a sentença ser decretada.
O governo brasileiro pediu a extradição para que cumprisse a pena no Brasil.
Em março de 2026, a Corte de Apelação de Roma autorizou a extradição no caso do CNJ, mas a defesa recorreu.
Em 22 de maio, a Corte de Cassação, última instância judicial italiana, rejeitou o pedido, e Zambelli foi solta após quase dez meses presa.
Um segundo pedido de extradição, relacionado à condenação a cinco anos e três meses por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal, continuou em tramitação.
Nesse processo, a autorização para entrega ao Brasil foi anulada em julho, com determinação de um novo julgamento.
A análise do segundo pedido está marcada para 24 de novembro, após dois adiamentos.
O mais recente ocorreu em 27 de outubro, quando a defesa alegou não ter tido acesso aos documentos enviados pelo Brasil sobre as condições da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, onde Zambelli deverá ficar caso seja extraditada.
A ex-deputada aguarda a decisão em liberdade na Itália.
A CNN Brasil procurou o ministro Alexandre de Moraes para se manifestar a respeito da publicação da ex-deputada, mas não obteve retorno.
O espaço segue aberto.
*Sob supervisão de João Ker”
- Jovem Pan · Reportagem
Carla Zambelli pede R$ 50 por mês a apoiadores para se manter na Itália
Trecho consultado na análise
“Fernando Keller*
A ex-deputada Carla Zambelli pediu nesta segunda-feira (2) ajuda financeira para se manter na Itália , onde se encontra desde o ano passado e aguarda decisão da Justiça sobre um pedido de extradição para o Brasil.
Segundo Zambelli, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), registrou-a na Interpol por crime financeiro, e que, por isso, ela não consegue abrir conta em banco em nenhum lugar do mundo .
No vídeo, Zambelli pede R$ 50 por mês para que apoiadores tenham acesso a uma comunidade em que ela promete prover conteúdos exclusivos de “várias áreas do conhecimento”.
Segundo a deputada cassada, a ajuda seria necessária apenas até “resolver” sua situação no Brasil.
A Justiça da Itália adiou para 24 de novembro o julgamento sobre a extradição para o Brasil da deputada cassada Carla Zambelli, no caso em que ela foi condenada por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal.
Em 2022, ela sacou um revólver e perseguiu um jornalista pelas ruas de São Paulo.
Corte de Apelação de Roma atendeu a um pedido da defesa, que solicitou o adiamento do julgamento alegando não ter tido acesso à documentação enviada pelo Brasil sobre as condições da Colmeia, como é conhecida a Penitenciária Feminina do Distrito Federal, para onde Zambelli deve ser levada caso seja extraditada.
A extradição da deputada cassada chegou a ser autorizada pela primeira instância da Justiça italiana, mas a defesa conseguiu que a Corte de Cassação realizasse novo julgamento, diante da falta de informações sobre as condições carcerárias no Brasil.
Este é o julgamento que estava marcado para esta quarta e foi adiado para o próximo mês.
Essa é a segunda vez que a extradição de Zambelli está sendo julgada pela Justiça italiana.
Em uma situação anterior, relacionado ao caso no qual ela foi condenada por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o pedido chegou a ser autorizado pela primeira instância, mas a defesa conseguiu reverter a decisão na Corte de Cassação, última instância recursão italiana.
Na ocasião, para negar a extradição, os magistrados italianos mencionaram o que seria uma falta de imparcialidade no julgamento do caso por parte do relator no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes.
Em nota, o advogado Eduardo Maurício, que representa Zambelli, disse que o julgamento desta terça (27) não poderia ocorrer, pois sem acesso à documentação enviada pelo Brasil, não seria “possível exercer a ampla defesa e contraditório sobre as questões que envolve a garantia à saúde da ex-deputada”.
O defensor acrescentou que “extraditar Carla ao Brasil seria o mesmo que entregá-la à morte, já que o sistema prisional brasileiro é desumano e degradante”.
A ex-deputada Carla Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão pela Primeira Turma do Supremo, em 2025, pelos crimes de invasão de sistema informático e falsidade ideológica.
Ela foi considerada culpada por encabeçar uma invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizada em 2022, com o objetivo de inserir neles um mandado de prisão falso contra o próprio Moraes.
A motivação, segundo a condenação, foi desmoralizar o Poder Judiciário diante das eleições presidenciais iminentes.
Ainda em 2025, ela foi condenada de novo pelo STF, dessa vez a 5 anos e 3 meses de prisão, com regime inicial semiaberto, por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal.
O caso está relacionado à perseguição do jornalista Luan Araújo pelas ruas de São Paulo, dias antes do segundo das eleições presidenciais de 2022.
Após a primeira condenação, antes que fosse expedida a ordem para o cumprimento da pena, Zambelli se valeu do passaporte europeu para embarcar rumo aos Estados Unidos e depois para a Itália, onde pediu refúgio por perseguição política.
Ela chegou a ser presa em Roma a pedido do STF, por intermédio do governo brasileiro, que pediu sua extradição imediata.
Após o primeiro pedido de extradição ser negado em definitivo, ela foi solta.
Atualmente, ela aguarda em Roma o julgamento do segundo pedido de extradição.
*Com informações da Agência Brasil”
- Metrópoles · Reportagem
Zambelli lança vaquinha de R$ 50 e diz que Moraes "destruiu sua vida"
Trecho consultado na análise
“A ex-deputada federal Carla Zambelli pediu ajuda financeira por meio de uma comunidade paga, com mensalidade de R$ 50.
Em vídeo publicado no Instagram nesta terça-feira (3/11), ela afirmou que decisões do ministro Alexandre de Moraes (STF) a impedem de abrir uma conta bancária e receber salário na Itália.“
Vim trazer essa situação pra vocês porque realmente já não tenho mais como resolver.
Moraes destruiu a minha vida”, declarou Zambelli.Segundo ela, o ministro bloqueou seus recursos e incluiu na Interpol uma acusação de invasão com prejuízo financeiro, o que, em sua avaliação, faz com que instituições financeiras se recusem a abrir uma conta bancária em seu nome.A ex-deputada afirmou que precisa de uma conta bancária na Itália para receber pagamentos por trabalho.
Como diz não conseguir abrir uma, criou uma comunidade na qual os interessados podem se inscrever por R$ 50 mensais.
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“Perseguição” Em contrapartida, prometeu oferecer conteúdos exclusivos sobre diferentes áreas de conhecimento e compartilhar relatos sobre sua experiência na prisão.
“Se um dia você me admirou, eu peço a sua ajuda”, disse.Condenações no BrasilZambelli acumula duas condenações criminais no Brasil.
No processo sobre a invasão hacker ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), recebeu pena de 10 anos e 8 meses de prisão.
A condenação transitou em julgado.O governo brasileiro solicitou a extradição da ex-deputada à Itália, mas a Justiça do país europeu negou o pedido.
Na decisão, os magistrados consideraram que Moraes não poderia julgar o caso por ter atuado como “juiz e vítima” dos atos atribuídos a Zambelli.Em outro processo, ela recebeu pena de 5 anos e 3 meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal.
O caso envolve a perseguição a um homem com uma arma em punho, na véspera do segundo turno das eleições de 2022.
No ano passado, após deixar o Brasil, Zambelli teve o nome incluído na lista vermelha da Interpol em decorrência da condenação pelo caso do CNJ”
- Veja · Reportagem
Zambelli pede doações de R$ 50 para se manter na Itália em troca de relato sobre vida na prisão
Trecho consultado na análise
“A ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) passou a pedir que seus apoiadores façam doações mensais de 50 reais para que ela possa se manter financeiramente na Itália, para onde fugiu em maio de 2025 para tentar escapar do cumprimento de uma condenação a dez anos de prisão em regime fechado imposta pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Em troca, ela diz que enviará comentários sobre diversos temas aos pagantes, incluindo relatos com o que aprendeu enquanto ficou presa naquele país (foi detida em julho do ano passado em Roma e solta em maio de 2026)."
Eu abri uma comunidade [virtual] (...
).
Você pode entrar e fazer uma inscrição: são 50 reais por mês.
Eu sei que muita gente não tem condição de ajudar isso mensalmente, mas, se você tem condição, eu vou prover conteúdos exclusivos de várias áreas de conhecimento.
Nós vamos falar sobre tudo.
Também vou passar um pouco da experiência que eu tive na prisão e o que isso me ensinou.
Eu tenho certeza de que isso pode ajudar em alguma coisa na sua vida", anunciou Zambelli em um vídeo publicado nas redes sociais no final da segunda-feira, 2.
A justificativa da ex-parlamentar e apoiadora de primeira hora do ex-presidente Jair Bolsonaro é a de que ela não consegue trabalhar na Itália, onde continua vivendo, porque nenhum banco aceita abrir uma conta-corrente em seu nome devido à sua condenação no Brasil e à sua fuga internacional."
Eu vim trazer essa situação para vocês porque, realmente, não tenho mais como resolver.
[O ministro Alexandre de] Moraes destruiu a minha vida, porque, além de ter bloqueado tudo meu, ele também me impediu de abrir conta-corrente em qualquer lugar do mundo, porque ele colocou na Interpol um crime de invasão com prejuízo financeiro, que dá a entender que eu roubei um banco.
Então, nenhum banco do mundo, seja digital ou daqui da Itália, quer abrir uma conta para mim", disse."
Se você, um dia, me admirou, te peço essa ajuda, para que eu possa me manter na Itália até as coisas se resolverem no Brasil, eu poder ter uma oportunidade de trabalho, até eu poder abrir uma conta-corrente aqui e resolver minha situação financeira.
Por enquanto, eu preciso da sua ajuda", complementou Carla Zambelli.A ex-deputada federal por São Paulo foi condenada a dez anos de prisão pelo STF por invadir os sistemas digitais do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
Entre o fim de 2022 e janeiro de 2023, os sistemas do CNJ foram invadidos pelo hacker Walter Delgatti Neto, com a orientação e autoria intelectual dela, com o objetivo de inserir documentos falsos no sistema do órgão, incluindo um falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.
Ela também foi condenada a pagar uma indenização de 2 milhões de reais por danos morais (compartilhada com Delgatti), à perda do mandato após o esgotamento dos recursos (o que foi avalizado pela Câmara dos Deputados) e à inelegibilidade.
Perseguição com arma em punhoZambelli também foi condenada a mais cinco anos e três meses de prisão em regime inicial semiaberto pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal, bem como ao pagamento de uma multa de 400 salários-mínimos vigentes à época dos fatos (2022), com a devida atualização monetária.
Essa condenação ocorreu após ela perseguir um eleitor nas ruas de São Paulo, apontando uma arma para ele, apenas por discordarem politicamente.Na semana passada, o julgamento sobre a extradição de Zambelli para o Brasil foi adiado pela Corte de Apelação de Roma para o dia 24 de novembro de 2026, após a defesa dela ter solicitado a postergação da audiência, alegando que não teve tempo hábil para analisar novos documentos enviados pelo governo brasileiro sobre as condições de saúde e o sistema prisional no país. https://www.instagram.com/reel/DfQR_FjSqkb/”
Encontrou um erro?VerdadeiroA comunidade foi cancelada e os inscritos foram reembolsados, segundo os relatos.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Estadão, UOL, Diário do Centro do Mundo
Poder360, Estadão, UOL e Diário do Centro do Mundo relatam o cancelamento e o reembolso dos participantes, em coberturas dos três grupos.
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VerdadeiroApós o cancelamento, Zambelli anunciou uma nova arrecadação em uma plataforma internacional.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Estadão, UOL, Diário do Centro do Mundo
Poder360, Estadão, UOL e Diário do Centro do Mundo relatam uma nova campanha após o cancelamento; Estadão a descreve como feita em site internacional e UOL e Diário do Centro do Mundo citam o GoFundMe.
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VerdadeiroZambelli atribuiu dificuldades para abrir conta bancária na Itália ao registro na Interpol e a ações de Moraes.
Centro DireitaO Globo, Gazeta do Povo, CNN Brasil, Jovem Pan, Metrópoles, Veja
O Globo, Gazeta do Povo, CNN Brasil, Jovem Pan, Metrópoles e Veja relatam essa atribuição feita por Zambelli; o fato confirmado aqui é a declaração, não a causa alegada.
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