VerdadeiroRachel Apa, de 24 anos, morreu após desmaiar durante a Maratona de Nova York.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Estadão, UOL, O Globo, g1
Os trechos dos três grupos identificam Apa, informam sua idade e relatam que morreu após desmaiar durante a prova.
Ver fontes e trechos (6)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
O que é rabdomiólise, que causou a morte de jovem de 24 anos em maratona de NY
Trecho consultado na análise
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A norte-americana Rachel Apa, 24, morreu após passar mal durante a Maratona de Nova York , no domingo (1º).
Ela corria sua primeira prova de 42 km e estava a pouco mais de 3 km da linha de chegada quando desmaiou.
Segundo a família, a causa da morte foi a rabdomiólise, condição que pode ocorrer após um esforço físico muito intenso.
Rachel chegou a ser socorrida e passou por reanimação, mas não resistiu.
Ela havia se preparado durante meses para a corrida , segundo informações do New York Times.
Durante qualquer esforço físico, as fibras musculares sofrem pequenas lesões e liberam substâncias no sangue.
Em condições normais, o organismo consegue lidar com esse processo.
Na rabdomiólise, porém, a destruição das fibras é tão extensa que essas substâncias se acumulam na corrente sanguínea.
Uma delas é a mioglobina, proteína que ajuda os músculos a armazenar oxigênio.
Os rins filtram o sangue e eliminam resíduos pela urina, mas o excesso de mioglobina pode prejudicar esse trabalho.
"Quando os rins deixam de funcionar adequadamente, ocorre a insuficiência renal aguda, que é muito perigosa, já que nosso organismo depende da filtração dos rins", explica a médica do esporte Karina Hatano, do Espaço Einstein - Esporte e Reabilitação.
A destruição muscular também libera potássio e outras substâncias.
Em concentrações elevadas, elas podem alterar o funcionamento do coração.
Nos casos mais graves, essas complicações podem levar à morte.
No exercício físico, o risco está associado principalmente à intensidade do esforço em relação à capacidade do organismo de suportá-lo.
Uma pessoa que não está acostumada a treinar pode se expor à condição ao realizar uma atividade extenuante.
Isso não significa que a rabdomiólise seja exclusiva de iniciantes ou de pessoas sedentárias.
Atletas e praticantes regulares também podem desenvolver o quadro, especialmente quando aumentam muito a carga de treinamento ou se exercitam em condições desfavoráveis.
A condição pode ocorrer em diferentes modalidades, como corrida, musculação, crossfit e spinning.
O fator determinante não é o tipo de exercício, mas a sobrecarga muscular.
A rabdomiólise também pode ser desencadeada por traumatismos, infecções, exposição prolongada ao calor e uso de determinados medicamentos, como estatinas.
Mais
Dor muscular intensa, fraqueza e inchaço estão entre os sintomas da rabdomiólise.
A urina também pode adquirir uma coloração escura, semelhante à de chá ou refrigerante de cola, devido à presença de mioglobina.
Nem todas as pessoas apresentam esses sinais.
Além disso, a dor muscular é comum após o exercício, o que pode dificultar a identificação do problema.
A persistência ou a intensidade incomum da dor, a fraqueza acentuada e a alteração da cor da urina são motivos para procurar atendimento médico.
Os sintomas podem aparecer durante a atividade física ou horas e dias depois.
A avaliação médica inclui exames de sangue e de urina.
Um dos principais indicadores é a creatinoquinase (CK ou CPK), enzima presente nos músculos cuja concentração aumenta quando há lesão das fibras musculares.
Os exames também ajudam a verificar se os rins foram afetados e se houve alterações nos níveis de eletrólitos, como o potássio.
O tratamento depende da gravidade do quadro.
Em geral, inclui a administração de líquidos por via intravenosa para ajudar os rins a eliminar as substâncias liberadas pelos músculos.
Em situações mais graves, o paciente pode precisar de internação e diálise.
A rapidez do atendimento é importante para reduzir o risco de complicações.
Já a recuperação depende da extensão da lesão e de eventuais danos aos órgãos.
"Normalmente, costuma levar de três dias a uma semana", diz Hatano.
A prevenção começa pela adaptação gradual do corpo ao exercício.
Pessoas que estão iniciando uma atividade física devem evitar treinos extenuantes e aumentar a intensidade e a duração das sessões progressivamente.
A hidratação também merece atenção, sobretudo durante atividades prolongadas ou em ambientes quentes.
Alimentação adequada e períodos de descanso entre os treinos contribuem para a recuperação muscular.
O médico do esporte Bernardino Santi recomenda que quem pretende realizar exercícios intensos deve considerar uma avaliação médica, especialmente se tiver doenças preexistentes ou usar medicamentos que possam afetar os músculos ou os rins.
"E para quem já pratica exercícios, avaliações periódicas ajudam a identificar condições que exigem cuidados específicos", afirma Santi.
Ao perceber dor muscular muito intensa, fraqueza fora do habitual, tontura ou mal-estar durante o exercício, a pessoa deve interromper a atividade.
Se os sintomas persistirem ou vierem acompanhados de urina escura, é necessário procurar atendimento médico.
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- CNN Brasil · Reportagem
Jovem morre durante Maratona de Nova York após passar mal na prova
Trecho consultado na análise
“Uma jovem corredora morreu neste domingo (1º) durante a Maratona de Nova York, nos Estados Unidos.
A vítima foi identificada como Rachel Apa, de 24 anos.
O incidente ocorreu na reta final da prova, dentro do Central Park.
Segundo informações do New York Times, familiares afirmam que Rachel era ex-jogadora de hóquei sobre a grama pela Universidade Bucknell e havia treinado por meses para a maratona, que possui um percurso de 42 quilômetros.
A corredora desmaiou na altura do quilômetro 38 da prova.
Pessoas que acompanhavam o evento realizaram manobras de reanimação cardiopulmonar até a chegada da equipe médica.
Ela foi socorrida e levada a um hospital, mas o óbito foi confirmado horas depois.
Campeã olímpica da maratona cai no antidoping e é suspensa provisoriamente Causa da morte Exames realizados apontaram que a causa da morte de Rachel foi rabdomiólise.
Essa é uma condição médica grave caracterizada pela destruição de células musculares.
Quando isso ocorre, substâncias presentes no interior dos músculos são liberadas na corrente sanguínea, podendo levar a complicações sérias.
Em nota oficial, a organização da New York Road Runners, responsável pela maratona, lamentou profundamente o ocorrido.
A entidade prestou condolências à família e aos amigos da vítima.
A última vez que um participante da Maratona de Nova York faleceu após um incidente médico havia sido em 2024. https://stories.cnnbrasil.com.br/esportes/queniano-faz-historia-na-maratona-de-londres-e-quebra-barreira-de-2h/ Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia.
Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas.
O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.”
- Estadão · Reportagem
Jovem de 24 anos sofre rabdomiólise, desmaia e morre durante maratona de Nova York
Trecho consultado na análise
“Uma americana de 24 anos morreu neste domingo, 1º, após desmaiar durante a Maratona de Nova Yor k , nos Estados Unidos .
Rachel Apa participava da prova para arrecadar dinheiro para uma instituição dedicada à pesquisa sobre o Parkinson , doença que matou o avô dela em 2022.
A jovem passou mal nas proximidades do último quilômetro da prova, por volta das 13h30, e precisou de atendimento médico.
Uma assistente social que acompanhava a corrida tentou socorrê-la, mas não conseguiu identificar o pulso.
Dois médicos iniciaram manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) antes da chegada de uma ambulância.
Rachel foi encaminhada ao Mount Sinai Medical Center .
A equipe médica do hospital tentou reanimá-la por seis horas.
A morte foi confirmada às 21h40.
O que é a rabdomiólise Segundo o pai de Rachel, Steve Apa, a causa da morte foi rabdomiólise , também conhecida como doença de Haff .
De acordo com o Ministério da Saúde (MS ), a condição é uma síndrome provocada pela lesão de células musculare”
- UOL · Reportagem
Corredora de 24 anos morre após passar mal na Maratona de Nova York
Trecho consultado na análise
“Rachel Apa, 24, morreu ontem após desmaiar durante a Maratona de Nova York, nos EUA, informou o The New York Times.
Rachel corria sua primeira maratona quando caiu perto do quilômetro final, no Central Park, por volta de 13h30 de domingo.
A espectadora Michaela Nicholas disse que gritou ao ver a atleta passar: "Vamos, Rachel, você consegue!"
Socorristas e pessoas que estavam no local tentaram reanimá-la até a chegada da equipe médica da prova e de paramédicos.
Nicholas, que é assistente social em um hospital, afirmou que não encontrou pulso e que duas pessoas que se identificaram como médicas se revezaram na massagem cardíaca.
Rachel foi levada ao Mount Sinai Medical Center, onde médicos tentaram salvá-la por mais de seis horas, mas ela não resistiu.
O pai, Steve Apa, disse que a morte foi declarada por volta de 21h40.
A causa da morte, segundo o pai, foi rabdomiólise, uma condição rara associada a esforço intenso, em que o músculo se rompe e pode intoxicar o organismo.
"É inimaginável.
Saúde perfeita, forma perfeita, 24 anos", disse Steve Apa.
Organizadora da prova, a New York Road Runners afirmou que lamenta a morte e prestou condolências à família e à comunidade da corrida.
"Estamos profundamente tristes com a morte de uma de nossas corredoras após a prova de ontem.
Nossos pensamentos e sinceras condolências estão com a família, os amigos e toda a comunidade da corrida", disse a entidade.
Rachel era atleta e havia jogado hóquei sobre grama na primeira divisão universitária dos EUA, pela Bucknell University.
Ela morava em Lewisberry, na Pensilvânia, e vinha treinando havia meses para a prova, segundo o NYT.
Ela trabalhava como gerente de produtos em uma empresa de componentes elétricos e tinha acabado de iniciar um MBA na Charleston Southern University.
Durante a maratona, ela também corria para arrecadar dinheiro para combater o Parkinson, doença que matou seu avô.
Em uma publicação no LinkedIn, Rachel citou o avô como inspiração para manter uma vida ativa.
"Meu avô foi um dos meus modelos ao crescer.
Ele me ensinou a me manter ativa, a testar meus limites e a encarar desafios", escreveu.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário.
Leia as Regras de Uso do UOL.”
- O Globo · Reportagem
'Ai, ai, ai': corredora que morreu na maratona de Nova York enviou mensagens de dor ao pai antes de desmaiar
Trecho consultado na análise
“A corredora americana Rachel Apa, de 24 anos, enviou mensagens relatando dores ao pai minutos antes de desmaiar durante a Maratona de Nova York, neste domingo (1).
Ex-jogadora de hóquei em campo da Universidade Bucknell, ela participava de sua primeira prova de 42,195 quilômetros quando passou mal no Central Park, em Manhattan.
Segundo seu pai, Steve Apa, a jovem morreu em decorrência de rabdomiólise, condição que provoca a destruição rápida das fibras musculares.
Evolução: Anvisa aprova Wegovy em comprimido, 1ª versão oral das canetas emagrecedoras O que significa andar com as mãos atrás das costas, segundo especialistas em linguagem corporal?
De acordo com relato de Steve ao The New York Times, ele acompanhava a corrida de casa, na Pensilvânia, e enviava mensagens de incentivo à filha a cada milha percorrida.
Ao chegar à milha 18, Rachel respondeu: "Ai".
Pouco depois, na milha 19, enviou outra mensagem: "Ai, ai".
Nos quilômetros seguintes, deixou de responder.
Quando o pai escreveu que ela havia chegado ao trecho final da prova, não recebeu mais notícias.
Rachel desmaiou por volta das 13h30.
Pessoas que acompanhavam a competição tentaram socorrê-la, e dois médicos iniciaram manobras de reanimação cardiopulmonar.
A equipe médica da organização chegou com um desfibrilador, e paramédicos a levaram ao Mount Sinai Medical Center.
Os médicos tentaram reanimá-la durante seis horas, mas a morte foi confirmada às 21h40.
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Entenda o que pode ter causado a morte do jogador
Mãe acompanhava percurso pelo aplicativo
A mãe da corredora, Michelle, também acompanhava a participação da filha.
Ela havia registrado imagens de Rachel sorrindo na altura da milha 14 e aguardava sua chegada perto do fim da prova.
Ao consultar o aplicativo de monitoramento, porém, percebeu que a jovem havia parado no Central Park.
Michelle chegou ao local quando a ambulância já transportava a filha para o hospital.
— É incompreensível.
Saúde perfeita, forma física perfeita, 24 anos de idade — disse Steve ao The New York Times.
Rachel participava da maratona para arrecadar recursos para a Parkinson's Foundation, em homenagem ao avô, que morreu em 2022 em decorrência da doença.
A organização New York Road Runners (NYRR), responsável pela prova, lamentou a morte e manifestou solidariedade à família, aos amigos e à comunidade de corredores.”
- g1 · Reportagem
Rabdomiólise: o que é a lesão muscular apontada como causa da morte de corredora de maratona em Nova York
Trecho consultado na análise
“Rachel Apa antes de passar mal em maratona em Nova York — Foto: Reprodução/Instagram
Rachel Apa, de 24 anos, corria a primeira maratona da vida quando desmaiou a pouco mais de 3 km da linha de chegada, em Nova York, no domingo (1º).
A jovem morreu horas depois.
Segundo a família, a causa foi rabdomiólise, uma lesão muscular aguda que pode ser provocada por esforço físico excessivo.
Rachel fazia a corrida de 42 km por um motivo pessoal: queria arrecadar dinheiro para pesquisas sobre a doença de Parkinson, em memória do avô.
No entanto, faltando pouco para completar o final da corrida, ela passou mal e desmaiou.
Rachel chegou a ser socorrida e passou por reanimação, mas não resistiu.
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Entenda a rabdomiólise a partir dos pontos abaixo:
Como acontece?
Pode acontecer com qualquer pessoa?
O risco é só para pessoas que correm?
O que fazer para evitar?
Como acontece a rabdomiólise?
A médica do esporte Karina Hatano explica que, durante o exercício, os músculos passam por um processo natural de desgaste que gera microlesões das fibras musculares.
Essa "quebra" das fibras é uma resposta normal ao esforço físico e leva à ativação de enzimas.
Elas são então metabolizadas pelo fígado e pelos rins.
No entanto, em casos específicos, a lesão pode ser tão significativa que a produção das enzimas atinge níveis que o organismo tem dificuldade em lidar.
Em termos simples, a rabdomiólise ocorre quando a quantidade de enzimas gerada devido à ruptura das fibras ultrapassa a capacidade natural do corpo de processá-las adequadamente.
Voltar ao índice.
Pode acontecer com qualquer pessoa?
O médico Fabrício Buzatto, membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), explica que o quadro depende do condicionamento físico e da exposição a atividades intensas.
Segundo Buzatto, as pessoas sedentárias e iniciantes estão mais expostas, já que atletas geralmente têm o acompanhamento do desgaste do corpo antes de chegar a doença.
“Pode ocorrer com pessoas que nunca fizeram exercício, não estão com os exames em dia, e se submetem a exercícios exaustivos, com uma sobrecarga muito grande da musculatura”, explica.
Voltar ao índice.
A hidratação antes e depois do exercício é uma questão importante. — Foto: Freepik
O risco é só para pessoas que correm?
Os especialistas dizem que não e que qualquer atividade intensa, sem o preparo, alimentação e hidratação adequada podem causar a doença .
Isso inclui: corrida, crossfit, funcional, aulas de spinning, futebol e até musculação.
A médica Karina Hatano explica que fica comum em atividades que entram "na moda" porque muitas pessoas sem preparo começam a praticar e acabam expondo o corpo a uma intensidade para a qual não estava preparada.
Voltar ao índice.”
Encontrou um erro?VerdadeiroA família atribuiu a morte de Apa à rabdomiólise; um relato diz que exames apontaram essa causa.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Estadão, UOL, O Globo, g1
Folha de S.Paulo e Estadão–g1 atribuem a informação à família ou ao pai; CNN Brasil afirma que exames apontaram a causa. Os relatos são compatíveis.
Ver fontes e trechos (6)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
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A norte-americana Rachel Apa, 24, morreu após passar mal durante a Maratona de Nova York , no domingo (1º).
Ela corria sua primeira prova de 42 km e estava a pouco mais de 3 km da linha de chegada quando desmaiou.
Segundo a família, a causa da morte foi a rabdomiólise, condição que pode ocorrer após um esforço físico muito intenso.
Rachel chegou a ser socorrida e passou por reanimação, mas não resistiu.
Ela havia se preparado durante meses para a corrida , segundo informações do New York Times.
Durante qualquer esforço físico, as fibras musculares sofrem pequenas lesões e liberam substâncias no sangue.
Em condições normais, o organismo consegue lidar com esse processo.
Na rabdomiólise, porém, a destruição das fibras é tão extensa que essas substâncias se acumulam na corrente sanguínea.
Uma delas é a mioglobina, proteína que ajuda os músculos a armazenar oxigênio.
Os rins filtram o sangue e eliminam resíduos pela urina, mas o excesso de mioglobina pode prejudicar esse trabalho.
"Quando os rins deixam de funcionar adequadamente, ocorre a insuficiência renal aguda, que é muito perigosa, já que nosso organismo depende da filtração dos rins", explica a médica do esporte Karina Hatano, do Espaço Einstein - Esporte e Reabilitação.
A destruição muscular também libera potássio e outras substâncias.
Em concentrações elevadas, elas podem alterar o funcionamento do coração.
Nos casos mais graves, essas complicações podem levar à morte.
No exercício físico, o risco está associado principalmente à intensidade do esforço em relação à capacidade do organismo de suportá-lo.
Uma pessoa que não está acostumada a treinar pode se expor à condição ao realizar uma atividade extenuante.
Isso não significa que a rabdomiólise seja exclusiva de iniciantes ou de pessoas sedentárias.
Atletas e praticantes regulares também podem desenvolver o quadro, especialmente quando aumentam muito a carga de treinamento ou se exercitam em condições desfavoráveis.
A condição pode ocorrer em diferentes modalidades, como corrida, musculação, crossfit e spinning.
O fator determinante não é o tipo de exercício, mas a sobrecarga muscular.
A rabdomiólise também pode ser desencadeada por traumatismos, infecções, exposição prolongada ao calor e uso de determinados medicamentos, como estatinas.
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Nem todas as pessoas apresentam esses sinais.
Além disso, a dor muscular é comum após o exercício, o que pode dificultar a identificação do problema.
A persistência ou a intensidade incomum da dor, a fraqueza acentuada e a alteração da cor da urina são motivos para procurar atendimento médico.
Os sintomas podem aparecer durante a atividade física ou horas e dias depois.
A avaliação médica inclui exames de sangue e de urina.
Um dos principais indicadores é a creatinoquinase (CK ou CPK), enzima presente nos músculos cuja concentração aumenta quando há lesão das fibras musculares.
Os exames também ajudam a verificar se os rins foram afetados e se houve alterações nos níveis de eletrólitos, como o potássio.
O tratamento depende da gravidade do quadro.
Em geral, inclui a administração de líquidos por via intravenosa para ajudar os rins a eliminar as substâncias liberadas pelos músculos.
Em situações mais graves, o paciente pode precisar de internação e diálise.
A rapidez do atendimento é importante para reduzir o risco de complicações.
Já a recuperação depende da extensão da lesão e de eventuais danos aos órgãos.
"Normalmente, costuma levar de três dias a uma semana", diz Hatano.
A prevenção começa pela adaptação gradual do corpo ao exercício.
Pessoas que estão iniciando uma atividade física devem evitar treinos extenuantes e aumentar a intensidade e a duração das sessões progressivamente.
A hidratação também merece atenção, sobretudo durante atividades prolongadas ou em ambientes quentes.
Alimentação adequada e períodos de descanso entre os treinos contribuem para a recuperação muscular.
O médico do esporte Bernardino Santi recomenda que quem pretende realizar exercícios intensos deve considerar uma avaliação médica, especialmente se tiver doenças preexistentes ou usar medicamentos que possam afetar os músculos ou os rins.
"E para quem já pratica exercícios, avaliações periódicas ajudam a identificar condições que exigem cuidados específicos", afirma Santi.
Ao perceber dor muscular muito intensa, fraqueza fora do habitual, tontura ou mal-estar durante o exercício, a pessoa deve interromper a atividade.
Se os sintomas persistirem ou vierem acompanhados de urina escura, é necessário procurar atendimento médico.
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VerdadeiroApa corria sua primeira maratona.
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Os trechos dos veículos de centro e esquerda informam que era a primeira maratona de Apa.
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Segundo a família, a causa da morte foi a rabdomiólise, condição que pode ocorrer após um esforço físico muito intenso.
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Uma pessoa que não está acostumada a treinar pode se expor à condição ao realizar uma atividade extenuante.
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A condição pode ocorrer em diferentes modalidades, como corrida, musculação, crossfit e spinning.
O fator determinante não é o tipo de exercício, mas a sobrecarga muscular.
A rabdomiólise também pode ser desencadeada por traumatismos, infecções, exposição prolongada ao calor e uso de determinados medicamentos, como estatinas.
Mais
Dor muscular intensa, fraqueza e inchaço estão entre os sintomas da rabdomiólise.
A urina também pode adquirir uma coloração escura, semelhante à de chá ou refrigerante de cola, devido à presença de mioglobina.
Nem todas as pessoas apresentam esses sinais.
Além disso, a dor muscular é comum após o exercício, o que pode dificultar a identificação do problema.
A persistência ou a intensidade incomum da dor, a fraqueza acentuada e a alteração da cor da urina são motivos para procurar atendimento médico.
Os sintomas podem aparecer durante a atividade física ou horas e dias depois.
A avaliação médica inclui exames de sangue e de urina.
Um dos principais indicadores é a creatinoquinase (CK ou CPK), enzima presente nos músculos cuja concentração aumenta quando há lesão das fibras musculares.
Os exames também ajudam a verificar se os rins foram afetados e se houve alterações nos níveis de eletrólitos, como o potássio.
O tratamento depende da gravidade do quadro.
Em geral, inclui a administração de líquidos por via intravenosa para ajudar os rins a eliminar as substâncias liberadas pelos músculos.
Em situações mais graves, o paciente pode precisar de internação e diálise.
A rapidez do atendimento é importante para reduzir o risco de complicações.
Já a recuperação depende da extensão da lesão e de eventuais danos aos órgãos.
"Normalmente, costuma levar de três dias a uma semana", diz Hatano.
A prevenção começa pela adaptação gradual do corpo ao exercício.
Pessoas que estão iniciando uma atividade física devem evitar treinos extenuantes e aumentar a intensidade e a duração das sessões progressivamente.
A hidratação também merece atenção, sobretudo durante atividades prolongadas ou em ambientes quentes.
Alimentação adequada e períodos de descanso entre os treinos contribuem para a recuperação muscular.
O médico do esporte Bernardino Santi recomenda que quem pretende realizar exercícios intensos deve considerar uma avaliação médica, especialmente se tiver doenças preexistentes ou usar medicamentos que possam afetar os músculos ou os rins.
"E para quem já pratica exercícios, avaliações periódicas ajudam a identificar condições que exigem cuidados específicos", afirma Santi.
Ao perceber dor muscular muito intensa, fraqueza fora do habitual, tontura ou mal-estar durante o exercício, a pessoa deve interromper a atividade.
Se os sintomas persistirem ou vierem acompanhados de urina escura, é necessário procurar atendimento médico.
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