VerdadeiroEm 1º de novembro, sete integrantes principais da Opep+ mantiveram inalteradas as metas de produção para dezembro.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Poder360, Veja, CNN Brasil
Os quatro trechos relatam a manutenção das metas para dezembro em decisão tomada no domingo, 1º de novembro, por sete integrantes principais.
Ver fontes e trechos (4)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Opep+ mantém metas de produção de petróleo para dezembro, antes de decisão sobre 2027
Trecho consultado na análise
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Os países produtores de petróleo da OPEP+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Rússia ) mantiveram neste domingo (1º) as metas de produção para dezembro, confirmando as expectativas de que não haverá novos ajustes nas políticas até o próximo ano.
Sete membros principais da OPEP+ —Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Argélia, Cazaquistão e Omã— tomaram a decisão em uma reunião online, informou a OPEP em comunicado.
Embora os membros do Golfo tenham aumentado exportações, que vêm sendo prejudicadas há meses pela guerra contra o Irã , a maioria ainda está produzindo bem abaixo de suas metas.
A OPEP+ é composta pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e por aliados, incluindo Rússia.
Apenas esses sete membros —além dos Emirados Árabes Unidos, até que o país deixou a OPEP em maio— têm participado das decisões mensais sobre a produção nos últimos anos.
Todos os membros do grupo de 21 países devem se reunir em 29 de novembro, quando analistas esperam que sejam definidas as cotas para 2027.
"A decisão de hoje foi fácil", disse Jorge Leon, analista da Rystad.
"O teste muito mais importante virá na reunião ministerial de 29 de novembro, quando a OPEP+ decidirá sua estrutura de produção para 2027."
Os preços do petróleo subiram mais de 2% na sexta-feira, com o petróleo Brent fechando a quase US$ 118 (R$ 639,63) o barril, o maior valor desde abril, à medida que os operadores se preparavam para uma possível escalada na guerra com o Irã após as eleições de meio de mandato nos EUA.
A Agência Internacional de Energia e outras instituições de previsão alertaram para um excesso de oferta em 2027, caso os fluxos do Golfo voltem ao normal.
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"A OPEP+ enfrenta uma decisão extremamente difícil para 2027", acrescentou Leon.
"O grupo precisa planejar em meio a uma enorme incerteza sobre a guerra entre os EUA e o Irã, o ritmo da recuperação do tráfego pelo Estreito de Ormuz e o tamanho do excedente que poderia surgir assim que os barris que estavam em falta voltarem ao mercado."
Os sete membros vêm aumentando as metas de produção durante grande parte de 2026 e, em setembro, concluíram a reversão gradual do corte de oferta de 1,65 milhão de barris por dia, inicialmente acordado em 2023.
Em reuniões anteriores, eles mantiveram as metas estáveis para outubro e novembro.
Mais
A OPEP+ ainda tem mais uma rodada de cortes de produção de cerca de 2 milhões de bpd, abrangendo a maioria dos membros até o final de 2026.
O grupo precisa concluir uma revisão da capacidade de produção dos membros durante o quarto trimestre antes de definir as metas de referência para 2027, que determinarão as cotas futuras e definirão os planos para reverter esses cortes, segundo fontes.
A guerra no Irã interrompeu projetos de expansão da capacidade em todo o Oriente Médio , gerando incerteza nas estimativas do potencial de produção futuro, informou a Reuters em outubro.
Como resultado, espera-se agora que a revisão seja concluída até meados de novembro.
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- Poder360 · Reportagem
Opep+ mantém metas de produção de petróleo em dezembro
Trecho consultado na análise
“A Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) decidiu manter inalteradas as cotas de produção de petróleo para dezembro.
A decisão foi tomada neste domingo (1º.nov.2026) em videoconferência realizada pelo grupo dos 7 principais integrantes da coalizão, que é liderado por Arábia Saudita e Rússia.
A resolução marca a 3ª manutenção seguida nas metas de produção.
Para outubro e novembro, a organização já havia decidido manter os mesmos níveis definidos para setembro, que permanecem vigentes para o próximo mês. [shortcode-newsletter] Em setembro, a Opep+ concluiu a reversão gradual de um corte de 1,65 milhão de barris por dia, definido entre os países integrantes em 2023.
Foi o último reajuste de um ciclo de 2 anos na estratégia da organização, que havia acordado uma série de aumentos expressivos na produção no período.
A decisão para dezembro sinaliza a continuidade do cronograma de oferta estabelecido pela aliança, que havia proposto manter as metas de produção estáveis até o fim do ano.
A partir de agora, as negociações focarão nas cotas de 2027, que ainda dependem de revisão da capacidade produtora dos integrantes.
"Os 7 países da OPEP+ continuarão a realizar reuniões mensais para analisar as condições de mercado, disse a organização em nota.
Leia a íntegra (PDF - 341 kB).
A próxima videoconferência será realizada em 29 de novembro.
Ao longo de 2026, o mercado internacional de petróleo foi afetado pela guerra entre Estados Unidos e Irã, que paralisou parte expressiva da produção no Oriente Médio e reduziu as exportações dos países do Golfo Pérsico por causa da interrupção do tráfego no estreito de Ormuz.
Nas últimas semanas, os produtores do Golfo vêm retomando o ritmo das exportações, que ficaram prejudicadas por meses por causa da guerra, mas a maioria dos integrantes ainda está produzindo abaixo das suas metas.
A Opep+ é formada por Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.
Leia a tabela com as cotas de produção acordadas para dezembro, em milhares de barris por dia: [caption id="attachment_2628610" align="alignnone" width="585"] | Divulgação/Opep+[/caption]”
- Veja · Reportagem
Opep+ mantém metas de petróleo para dezembro e prepara decisão sobre 2027
Trecho consultado na análise
“Sete países da Opep+ mantiveram neste domingo, 1º, as metas de produção de petróleo para dezembro, prolongando pelo terceiro mês consecutivo os níveis estabelecidos em setembro.
A decisão ocorre enquanto a guerra no Irã prejudica as exportações do Golfo e mantém parte dos produtores abaixo das cotas autorizadas.
A definição da política para 2027 é esperada na reunião de 29 de novembro.Participaram do encontro virtual Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Argélia, Cazaquistão e Omã.
A Opep+ reúne a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados, entre eles a Rússia, que coordenam limites de produção para administrar a oferta no mercado internacional.A manutenção das metas não significa que o volume efetivamente produzido ficará estável.
As cotas definem os níveis acordados entre os países, mas a quantidade que chega ao mercado também depende das condições de extração e transporte.
Apesar da recuperação das exportações de membros do Golfo, a maioria ainda produz abaixo dos limites previstos, conforme a Reuters.Guerra dificulta planejamento para 2027O principal impasse para o próximo ano é a possibilidade de retorno dos barris que deixaram de chegar ao mercado por causa do conflito.
A Agência Internacional de Energia e outras instituições alertaram para o risco de excesso de oferta em 2027 caso os fluxos do Golfo se normalizem.
Uma recuperação das exportações ampliaria a disponibilidade de petróleo e poderia pressionar as cotações para baixo.No curto prazo, porém, o risco de agravamento da guerra sustenta a preocupação com o abastecimento.
Na sexta-feira, 30, antes da reunião dos produtores, o Brent, referência internacional para o preço do petróleo, subiu mais de 2% e fechou próximo de 118 dólares por barril, no maior patamar desde abril.
O movimento refletiu o receio de uma escalada do conflito após as eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos.Grupo ainda mantém cortes de produçãoOs sete países elevaram suas metas durante grande parte de 2026 e concluíram, em setembro, a reversão gradual de um corte de 1,65 milhão de barris por dia, anunciado originalmente em 2023.
Depois disso, preservaram as cotas para outubro e novembro.Outra rodada de cortes, de aproximadamente 2 milhões de barris por dia, continua em vigor até o fim deste ano e abrange a maior parte dos integrantes da aliança.
A discussão sobre esses limites fará parte do planejamento da oferta para 2027.
Antes de estabelecer as próximas cotas, o grupo precisa concluir uma revisão da capacidade de produção dos membros.
O levantamento servirá de base para determinar os volumes de referência de cada país e orientar os planos de retirada dos cortes restantes.A guerra interrompeu projetos de expansão no Oriente Médio e aumentou a incerteza sobre quanto os produtores poderão extrair nos próximos anos.
A expectativa é de que a revisão seja concluída até meados de novembro, antes da reunião dos 21 integrantes da Opep+ no dia 29.”
- CNN Brasil · Reportagem
OPEP+ mantém metas de produção de petróleo para dezembro em meio à guerra
Trecho consultado na análise
“Os países produtores de petróleo da OPEP+ mantiveram as metas de produção inalteradas para dezembro em uma reunião neste domingo (1).
A decisão confirmou as expectativas de que novos ajustes nas políticas não ocorrerão até o próximo ano, enquanto o grupo continua a enfrentar dificuldades com as interrupções nas exportações causadas pela guerra no Oriente Médio.
Sete membros principais da OPEP+ — Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Argélia, Cazaquistão e Omã — tomaram a decisão em uma reunião online neste domingo, informou a OPEP em um comunicado.
Embora os membros do Golfo tenham aumentado as exportações, que foram interrompidas durante meses pela guerra, a maioria ainda está produzindo bem abaixo de suas metas.
A OPEP+ é composta pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, incluindo a Rússia.
Apenas os sete membros – mais os Emirados Árabes Unidos, até sua saída da OPEP em maio – participaram das decisões mensais de produção nos últimos anos.
Todos os membros do grupo de 21 países devem se reunir em 29 de novembro, quando, segundo analistas, serão definidas as cotas para 2027.
"A decisão de hoje foi a mais fácil", disse Jorge Leon, analista da Rystad.
"O teste muito mais importante virá na reunião ministerial de 29 de novembro, quando a OPEP+ decidirá sua estrutura de produção para 2027."
“A OPEP+ enfrenta um desafio extremamente difícil para 2027.
O grupo precisa planejar levando em conta a enorme incerteza em relação à guerra entre os EUA e o Irã, o ritmo da recuperação do Estreito de Ormuz e o tamanho do excedente que poderá surgir quando o fornecimento de petróleo interrompido for retomado.”
Análise da capacidade petrolífera em foco Os sete membros têm aumentado as metas de produção para grande parte de 2026 e, em setembro, concluíram a reversão gradual do corte de produção de 1,65 milhões de barris por dia, inicialmente acordado em 2023.
Em reuniões anteriores, os países mantiveram as metas inalteradas para outubro e novembro .
A OPEP+ ainda tem mais uma camada de cortes de produção de cerca de 2 milhões de barris por dia, que abrange a maioria dos membros até o final de 2026.
Segundo fontes, o grupo precisa concluir uma revisão da capacidade de produção de seus membros durante o quarto trimestre antes de definir as metas para 2027, que determinarão as cotas futuras e moldarão os planos para reverter esses cortes.
A guerra com o Irã interrompeu projetos de expansão da capacidade produtiva no Oriente Médio, gerando incertezas nas estimativas do potencial de produção futuro, informou a Reuters em outubro.
Como resultado, a revisão agora deverá ser concluída até meados de novembro. https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/mercado/petroleo-sobe-15-em-outubro-com-acirramento-das-tensoes-no-oriente-medio/”
Encontrou um erro?VerdadeiroA manutenção para dezembro foi a terceira consecutiva, após metas também estáveis para outubro e novembro.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Poder360, Veja, CNN Brasil
Poder360 e Veja a chamam de terceira manutenção seguida; Folha de S.Paulo e CNN Brasil informam que as metas foram mantidas para outubro e novembro.
Ver fontes e trechos (4)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Opep+ mantém metas de produção de petróleo para dezembro, antes de decisão sobre 2027
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Os países produtores de petróleo da OPEP+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Rússia ) mantiveram neste domingo (1º) as metas de produção para dezembro, confirmando as expectativas de que não haverá novos ajustes nas políticas até o próximo ano.
Sete membros principais da OPEP+ —Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Argélia, Cazaquistão e Omã— tomaram a decisão em uma reunião online, informou a OPEP em comunicado.
Embora os membros do Golfo tenham aumentado exportações, que vêm sendo prejudicadas há meses pela guerra contra o Irã , a maioria ainda está produzindo bem abaixo de suas metas.
A OPEP+ é composta pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e por aliados, incluindo Rússia.
Apenas esses sete membros —além dos Emirados Árabes Unidos, até que o país deixou a OPEP em maio— têm participado das decisões mensais sobre a produção nos últimos anos.
Todos os membros do grupo de 21 países devem se reunir em 29 de novembro, quando analistas esperam que sejam definidas as cotas para 2027.
"A decisão de hoje foi fácil", disse Jorge Leon, analista da Rystad.
"O teste muito mais importante virá na reunião ministerial de 29 de novembro, quando a OPEP+ decidirá sua estrutura de produção para 2027."
Os preços do petróleo subiram mais de 2% na sexta-feira, com o petróleo Brent fechando a quase US$ 118 (R$ 639,63) o barril, o maior valor desde abril, à medida que os operadores se preparavam para uma possível escalada na guerra com o Irã após as eleições de meio de mandato nos EUA.
A Agência Internacional de Energia e outras instituições de previsão alertaram para um excesso de oferta em 2027, caso os fluxos do Golfo voltem ao normal.
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"A OPEP+ enfrenta uma decisão extremamente difícil para 2027", acrescentou Leon.
"O grupo precisa planejar em meio a uma enorme incerteza sobre a guerra entre os EUA e o Irã, o ritmo da recuperação do tráfego pelo Estreito de Ormuz e o tamanho do excedente que poderia surgir assim que os barris que estavam em falta voltarem ao mercado."
Os sete membros vêm aumentando as metas de produção durante grande parte de 2026 e, em setembro, concluíram a reversão gradual do corte de oferta de 1,65 milhão de barris por dia, inicialmente acordado em 2023.
Em reuniões anteriores, eles mantiveram as metas estáveis para outubro e novembro.
Mais
A OPEP+ ainda tem mais uma rodada de cortes de produção de cerca de 2 milhões de bpd, abrangendo a maioria dos membros até o final de 2026.
O grupo precisa concluir uma revisão da capacidade de produção dos membros durante o quarto trimestre antes de definir as metas de referência para 2027, que determinarão as cotas futuras e definirão os planos para reverter esses cortes, segundo fontes.
A guerra no Irã interrompeu projetos de expansão da capacidade em todo o Oriente Médio , gerando incerteza nas estimativas do potencial de produção futuro, informou a Reuters em outubro.
Como resultado, espera-se agora que a revisão seja concluída até meados de novembro.
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VerdadeiroApesar da recuperação das exportações do Golfo, a maioria dos integrantes ainda produzia abaixo das metas.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Poder360, Veja, CNN Brasil
Os quatro trechos relatam a retomada ou aumento das exportações e que a maioria dos produtores permanecia abaixo das metas.
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Apenas esses sete membros —além dos Emirados Árabes Unidos, até que o país deixou a OPEP em maio— têm participado das decisões mensais sobre a produção nos últimos anos.
Todos os membros do grupo de 21 países devem se reunir em 29 de novembro, quando analistas esperam que sejam definidas as cotas para 2027.
"A decisão de hoje foi fácil", disse Jorge Leon, analista da Rystad.
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Os preços do petróleo subiram mais de 2% na sexta-feira, com o petróleo Brent fechando a quase US$ 118 (R$ 639,63) o barril, o maior valor desde abril, à medida que os operadores se preparavam para uma possível escalada na guerra com o Irã após as eleições de meio de mandato nos EUA.
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"A OPEP+ enfrenta uma decisão extremamente difícil para 2027", acrescentou Leon.
"O grupo precisa planejar em meio a uma enorme incerteza sobre a guerra entre os EUA e o Irã, o ritmo da recuperação do tráfego pelo Estreito de Ormuz e o tamanho do excedente que poderia surgir assim que os barris que estavam em falta voltarem ao mercado."
Os sete membros vêm aumentando as metas de produção durante grande parte de 2026 e, em setembro, concluíram a reversão gradual do corte de oferta de 1,65 milhão de barris por dia, inicialmente acordado em 2023.
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Mais
A OPEP+ ainda tem mais uma rodada de cortes de produção de cerca de 2 milhões de bpd, abrangendo a maioria dos membros até o final de 2026.
O grupo precisa concluir uma revisão da capacidade de produção dos membros durante o quarto trimestre antes de definir as metas de referência para 2027, que determinarão as cotas futuras e definirão os planos para reverter esses cortes, segundo fontes.
A guerra no Irã interrompeu projetos de expansão da capacidade em todo o Oriente Médio , gerando incerteza nas estimativas do potencial de produção futuro, informou a Reuters em outubro.
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VerdadeiroA definição das cotas para 2027 era esperada para a reunião prevista em 29 de novembro.
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Os quatro trechos apontam 29 de novembro como próximo encontro ou marco das negociações de 2027; a decisão ainda era futura.
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Todos os membros do grupo de 21 países devem se reunir em 29 de novembro, quando analistas esperam que sejam definidas as cotas para 2027.
"A decisão de hoje foi fácil", disse Jorge Leon, analista da Rystad.
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Os preços do petróleo subiram mais de 2% na sexta-feira, com o petróleo Brent fechando a quase US$ 118 (R$ 639,63) o barril, o maior valor desde abril, à medida que os operadores se preparavam para uma possível escalada na guerra com o Irã após as eleições de meio de mandato nos EUA.
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"A OPEP+ enfrenta uma decisão extremamente difícil para 2027", acrescentou Leon.
"O grupo precisa planejar em meio a uma enorme incerteza sobre a guerra entre os EUA e o Irã, o ritmo da recuperação do tráfego pelo Estreito de Ormuz e o tamanho do excedente que poderia surgir assim que os barris que estavam em falta voltarem ao mercado."
Os sete membros vêm aumentando as metas de produção durante grande parte de 2026 e, em setembro, concluíram a reversão gradual do corte de oferta de 1,65 milhão de barris por dia, inicialmente acordado em 2023.
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A OPEP+ ainda tem mais uma rodada de cortes de produção de cerca de 2 milhões de bpd, abrangendo a maioria dos membros até o final de 2026.
O grupo precisa concluir uma revisão da capacidade de produção dos membros durante o quarto trimestre antes de definir as metas de referência para 2027, que determinarão as cotas futuras e definirão os planos para reverter esses cortes, segundo fontes.
A guerra no Irã interrompeu projetos de expansão da capacidade em todo o Oriente Médio , gerando incerteza nas estimativas do potencial de produção futuro, informou a Reuters em outubro.
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VerdadeiroA Opep+ ainda mantinha uma rodada de cortes de cerca de 2 milhões de barris por dia, abrangendo a maioria dos integrantes até o fim de 2026.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Veja, CNN Brasil
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Embora os membros do Golfo tenham aumentado exportações, que vêm sendo prejudicadas há meses pela guerra contra o Irã , a maioria ainda está produzindo bem abaixo de suas metas.
A OPEP+ é composta pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e por aliados, incluindo Rússia.
Apenas esses sete membros —além dos Emirados Árabes Unidos, até que o país deixou a OPEP em maio— têm participado das decisões mensais sobre a produção nos últimos anos.
Todos os membros do grupo de 21 países devem se reunir em 29 de novembro, quando analistas esperam que sejam definidas as cotas para 2027.
"A decisão de hoje foi fácil", disse Jorge Leon, analista da Rystad.
"O teste muito mais importante virá na reunião ministerial de 29 de novembro, quando a OPEP+ decidirá sua estrutura de produção para 2027."
Os preços do petróleo subiram mais de 2% na sexta-feira, com o petróleo Brent fechando a quase US$ 118 (R$ 639,63) o barril, o maior valor desde abril, à medida que os operadores se preparavam para uma possível escalada na guerra com o Irã após as eleições de meio de mandato nos EUA.
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"A OPEP+ enfrenta uma decisão extremamente difícil para 2027", acrescentou Leon.
"O grupo precisa planejar em meio a uma enorme incerteza sobre a guerra entre os EUA e o Irã, o ritmo da recuperação do tráfego pelo Estreito de Ormuz e o tamanho do excedente que poderia surgir assim que os barris que estavam em falta voltarem ao mercado."
Os sete membros vêm aumentando as metas de produção durante grande parte de 2026 e, em setembro, concluíram a reversão gradual do corte de oferta de 1,65 milhão de barris por dia, inicialmente acordado em 2023.
Em reuniões anteriores, eles mantiveram as metas estáveis para outubro e novembro.
Mais
A OPEP+ ainda tem mais uma rodada de cortes de produção de cerca de 2 milhões de bpd, abrangendo a maioria dos membros até o final de 2026.
O grupo precisa concluir uma revisão da capacidade de produção dos membros durante o quarto trimestre antes de definir as metas de referência para 2027, que determinarão as cotas futuras e definirão os planos para reverter esses cortes, segundo fontes.
A guerra no Irã interrompeu projetos de expansão da capacidade em todo o Oriente Médio , gerando incerteza nas estimativas do potencial de produção futuro, informou a Reuters em outubro.
Como resultado, espera-se agora que a revisão seja concluída até meados de novembro.
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VerdadeiroAntes de definir as cotas de 2027, o grupo precisava revisar a capacidade produtiva; a conclusão era esperada até meados de novembro.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Veja, CNN Brasil
Os três trechos ligam a revisão de capacidade às futuras cotas e indicam previsão de conclusão até meados de novembro.
Ver fontes e trechos (3)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Opep+ mantém metas de produção de petróleo para dezembro, antes de decisão sobre 2027
Trecho consultado na análise
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Os países produtores de petróleo da OPEP+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Rússia ) mantiveram neste domingo (1º) as metas de produção para dezembro, confirmando as expectativas de que não haverá novos ajustes nas políticas até o próximo ano.
Sete membros principais da OPEP+ —Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Argélia, Cazaquistão e Omã— tomaram a decisão em uma reunião online, informou a OPEP em comunicado.
Embora os membros do Golfo tenham aumentado exportações, que vêm sendo prejudicadas há meses pela guerra contra o Irã , a maioria ainda está produzindo bem abaixo de suas metas.
A OPEP+ é composta pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e por aliados, incluindo Rússia.
Apenas esses sete membros —além dos Emirados Árabes Unidos, até que o país deixou a OPEP em maio— têm participado das decisões mensais sobre a produção nos últimos anos.
Todos os membros do grupo de 21 países devem se reunir em 29 de novembro, quando analistas esperam que sejam definidas as cotas para 2027.
"A decisão de hoje foi fácil", disse Jorge Leon, analista da Rystad.
"O teste muito mais importante virá na reunião ministerial de 29 de novembro, quando a OPEP+ decidirá sua estrutura de produção para 2027."
Os preços do petróleo subiram mais de 2% na sexta-feira, com o petróleo Brent fechando a quase US$ 118 (R$ 639,63) o barril, o maior valor desde abril, à medida que os operadores se preparavam para uma possível escalada na guerra com o Irã após as eleições de meio de mandato nos EUA.
A Agência Internacional de Energia e outras instituições de previsão alertaram para um excesso de oferta em 2027, caso os fluxos do Golfo voltem ao normal.
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"A OPEP+ enfrenta uma decisão extremamente difícil para 2027", acrescentou Leon.
"O grupo precisa planejar em meio a uma enorme incerteza sobre a guerra entre os EUA e o Irã, o ritmo da recuperação do tráfego pelo Estreito de Ormuz e o tamanho do excedente que poderia surgir assim que os barris que estavam em falta voltarem ao mercado."
Os sete membros vêm aumentando as metas de produção durante grande parte de 2026 e, em setembro, concluíram a reversão gradual do corte de oferta de 1,65 milhão de barris por dia, inicialmente acordado em 2023.
Em reuniões anteriores, eles mantiveram as metas estáveis para outubro e novembro.
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A OPEP+ ainda tem mais uma rodada de cortes de produção de cerca de 2 milhões de bpd, abrangendo a maioria dos membros até o final de 2026.
O grupo precisa concluir uma revisão da capacidade de produção dos membros durante o quarto trimestre antes de definir as metas de referência para 2027, que determinarão as cotas futuras e definirão os planos para reverter esses cortes, segundo fontes.
A guerra no Irã interrompeu projetos de expansão da capacidade em todo o Oriente Médio , gerando incerteza nas estimativas do potencial de produção futuro, informou a Reuters em outubro.
Como resultado, espera-se agora que a revisão seja concluída até meados de novembro.
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