VerdadeiroO Novo afirmou ter conquistado 2,2 mil novos filiados em 24 horas após anunciar que não reconhecia a vitória de Lula.
Esquerda DireitaFolha de S.Paulo, O Antagonista
Os dois grupos relatam a declaração do partido e o número de 2,2 mil filiados em 24 horas; trata-se de uma afirmação atribuída ao Novo, não de uma contagem independente.
Ver fontes e trechos (2)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Novo diz ter recebido mais de 2 mil filiados após não reconhecer vitória de Lula
Trecho consultado na análise
“Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política.
Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique
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O partido Novo afirmou, na noite deste sábado (31), ter conquistado 2,2 mil novos filiados em 24 horas após se tornar, segundo a própria legenda, a única a declarar publicamente que não reconhece a vitória do presidente Lula (PT).
O aumento, diz o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, é resultado da repercussão do posicionamento adotado pelo partido, que move três Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) no Tribunal Superior Eleitoral e pede a cassação da chapa formada por Lula e Geraldo Alckmin ( PSB ).
O partido diz não questionar a legitimidade das urnas eletrônicas.
"Não estamos questionando as urnas nem a vontade dos eleitores.
Estamos questionando os meios utilizados para chegar ao resultado", afirmou Ribeiro.
"Uma eleição não pode ser considerada justa quando há suspeitas de uso da máquina pública para favorecer quem está no poder", prosseguiu o dirigente.
O Novo questiona na Justiça episódios e medidas adotadas ao longo do ano eleitoral que, na avaliação da legenda, indicariam o uso da estrutura do Estado e de recursos públicos para favorecer os candidatos à reeleição.
As três ações seguem sob análise do TSE.
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- O Antagonista · Reportagem
Novo diz ter ganhado filiados após contestar vitória de Lula
Trecho consultado na análise
“O Novo afirma ter conquistado 2,2 mil novos filiados em 24 horas após anunciar que não reconhece a vitória de Lula (PT) na eleição presidencial.
A legenda atribui o crescimento à repercussão do posicionamento, que contraria o reconhecimento do resultado feito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e por outros 27 partidos.
O partido contesta a chapa de Lula e Geraldo Alckmin (PSB) em três Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs), nas quais pede a cassação dos dois.
As ações questionam medidas adotadas durante o ano eleitoral que, segundo a legenda, configurariam uso da máquina pública e de recursos do Estado em benefício dos candidatos à reeleição.
O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, disse que a sigla não coloca em dúvida a segurança das urnas, mas os meios usados para chegar ao resultado.
“Não estamos questionando as urnas nem a vontade dos eleitores.
Estamos questionando os meios utilizados para chegar ao resultado”, disse à Folha.
Ele também alegou que houve suspeitas de uso da estrutura pública para favorecer quem já estava no poder.
Flávio Bolsonaro A decisão do Novo ocorre em meio à reação de partidos e integrantes da oposição à carta divulgada por Flávio Bolsonaro, na qual o senador, derrotado na eleição, contestou o resultado e chegou a se apresentar como presidente eleito.
O Novo não comentou o documento e, segundo Ribeiro, manterá sua posição por coerência com as ações que já apresentou à Justiça.
O distanciamento já havia aparecido durante a campanha de Romeu Zema à Presidência.
O ex-governador mineiro criticou Flávio após a divulgação de áudios em que o senador cobrava dinheiro de Daniel Vorcaro, então dono do Banco Master, para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro.
As declarações provocaram reação dentro do Novo, que temia prejuízos a alianças regionais.
Zema depois passou a defender a união da direita contra o PT, mas perdeu apoio de integrantes da legenda ainda no primeiro turno.
Entre eles estava Marcel van Hattem, que declarou apoio a Flávio.
Nas eleições, o Novo elegeu dez deputados federais e três senadores, além de superar a cláusula de barreira.”
Encontrou um erro?VerdadeiroO Novo atribuiu o aumento de filiados à repercussão de sua posição sobre a vitória de Lula.
Esquerda DireitaFolha de S.Paulo, O Antagonista
As reportagens dos dois grupos dizem que a legenda atribuiu o crescimento à repercussão de seu posicionamento.
Ver fontes e trechos (2)
VerdadeiroO Novo move três AIJEs contra a chapa de Lula e Geraldo Alckmin e pede sua cassação.
Esquerda DireitaFolha de S.Paulo, O Antagonista
Os dois grupos relatam três ações eleitorais contra a chapa e o pedido de cassação; Folha de S.Paulo acrescenta que elas seguem sob análise do TSE.
Ver fontes e trechos (2)
VerdadeiroO Novo afirma que não questiona as urnas nem a vontade dos eleitores, mas os meios usados para chegar ao resultado.
Esquerda DireitaFolha de S.Paulo, O Antagonista
A mesma declaração de Eduardo Ribeiro aparece nas reportagens dos dois grupos.
Ver fontes e trechos (2)
VerdadeiroSegundo o Novo, as ações questionam medidas do ano eleitoral que poderiam ter favorecido os candidatos à reeleição com uso da estrutura pública e de recursos do Estado.
Esquerda DireitaFolha de S.Paulo, O Antagonista
Os dois grupos descrevem esse argumento como alegação da legenda, não como conclusão judicial ou fato comprovado.
Ver fontes e trechos (2)