VerdadeiroA polícia desmontou dezenas de barracas de protesto em Lisboa e no Porto na madrugada de 1º de novembro.
Esquerda CentroUOL, g1, Metrópoles, O Globo
Os quatro trechos brasileiros relatam a retirada ou desmontagem de barracas nas duas cidades; RFI Brasil também descreve a ação.
Ver fontes e trechos (5)
- UOL · Reportagem
Confrontos entre manifestantes e policiais em Portugal termina com 13 prisões
Trecho consultado na análise
“A polícia de choque portuguesa retirou, na madrugada deste domingo (1), dezenas de barracas montadas por manifestantes que protestavam contra a crise de moradia no país.
Houve confrontos, uso de cassetetes e 13 prisões em Lisboa e no Porto.
Em Lisboa, dezenas de policiais, alguns acompanhados por cães, desmontaram um acampamento na Praça do Rossio.
No Porto, a operação ocorreu na Praça Dom João Primeiro.
As ações começaram por volta das quatro e meia da manhã.
Enquanto os policiais avançavam, os manifestantes gritavam: "Isso está cheirando a ditadura" e "Somos pacíficos".
Segundo a polícia, seis pessoas foram presas em Lisboa e sete no Porto por não obedecerem às ordens para deixar os locais.
A polícia afirma que manifestantes atiraram garrafas, tinta e artefatos pirotécnicos contra os agentes.
Treze policiais ficaram feridos e oito precisaram ser levados ao hospital.
Três policiais à paisana também teriam sido agredidos no Porto.
Os manifestantes afirmam que o número de feridos é maior.
O grupo Acampada Lisboa diz que mais de 30 pessoas ficaram feridas, dez delas com necessidade de atendimento hospitalar.
Os acampamentos foram montados depois de manifestações pacíficas contra o aumento dos preços dos imóveis e dos aluguéis.
O movimento critica o governo de centro-direita , que pretende facilitar despejos e acabar com os limites para os valores de novos contratos de aluguel.
Os manifestantes temem que as mudanças aumentem ainda mais o custo da moradia e deixem os inquilinos mais vulneráveis.
O movimento português segue o exemplo da Espanha , onde manifestantes mantêm acampamentos há semanas em Madri e outras cidades.
com AFP
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- g1 · Reportagem
Crise de moradia provoca confrontos entre manifestantes e forças de segurança em Portugal
Trecho consultado na análise
“Policial coberto em tinta durante manifestação que denuncia a crise habitacional em Portugal. — Foto: Filipe Amorim/AFP
A polícia de choque portuguesa retirou, na madrugada deste domingo (1), dezenas de barracas montadas por manifestantes que protestavam contra a crise de moradia no país.
Houve confrontos, uso de cassetetes e 13 prisões em Lisboa e em Porto.
Em Lisboa , dezenas de policiais, alguns acompanhados por cães, desmontaram um acampamento na Praça do Rossio.
Em Porto, a operação ocorreu na Praça Dom João Primeiro.
As ações começaram por volta das quatro e meia da manhã.
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Enquanto os policiais avançavam, os manifestantes gritavam: “Isso está cheirando a ditadura” e “Somos pacíficos”.
Segundo a polícia, seis pessoas foram presas em Lisboa e sete em Porto por não obedecerem às ordens para deixar os locais.”
- Metrópoles · Reportagem
Polícia de Portugal prende 13 pessoas em acampamentos por moradia
Trecho consultado na análise
“A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Portugal desmontou dezenas de barracas de manifestantes pró-moradia e prendeu 13 pessoas em acampamentos nas cidades de Lisboa e Porto.
O episódio aconteceu neste domingo (1º/11).
Ao todo, seis pessoas foram detidas em Lisboa, e sete no Porto.Houve confronto entre manifestantes e policiais durante a ação.
Em porto, por exemplo, três policiais à paisana que monitoravam os acampamentos foram agredidos após terem suas identidades reveladas.
Leia também EsportesSporting, de Portugal, mira Abel Ferreira e Leonardo Jardim, diz jornal EsportesApós polêmica com Jesus, Cristiano Ronaldo é pré-convocado por Portugal MundoLula vence em Portugal com 59,4% dos votos válidos; Flávio, 40,6% Distrito FederalAutópsia de enfermeira morta durante lua de mel em Portugal será na segunda Os acampamentos foram montados na noite de sábado (31/10), após passeatas contra o aumento nos custos de moradia em Portugal.Uma das principais reivindicações dos manifestantes é que o governo português liderado pelo premier Luís Montenegro suspenda planos que podem facilitar despejos no país.”
- O Globo · Reportagem
Polícia de Portugal desmonta acampamentos de protesto por moradia e detém 13 pessoas; agentes e participantes ficam feridos
Trecho consultado na análise
“A polícia de choque portuguesa desmontou, na madrugada deste domingo (1º), dezenas de barracas instaladas em Lisboa e no Porto por manifestantes que denunciam a crise habitacional, e deteve 13 participantes dos protestos.
Violência: ICE usa 'Thriller', de Michael Jackson, em vídeo no Halloween para debochar de migrantes presos nos EUA Agressividade: Pedestre é ameaçado com arma durante operação do ICE em Los Angeles; vídeo Dezenas de agentes, alguns acompanhados por cães, entraram no acampamento montado na Praça do Rossio, em Lisboa, e em outro, menor, situado na Praça Dom João I, no Porto, no noroeste do país.
Os manifestantes gritavam "Cheira a ditadura" e "Somos pacíficos" à medida que os policiais avançavam.
A polícia informou, em nota, que seis pessoas foram detidas em Lisboa e sete no Porto por se recusarem a acatar as ordens de dispersão.
Segundo o comunicado, os manifestantes lançaram garrafas, tinta e artefatos pirotécnicos contra os agentes, ferindo 13 policiais — oito dos qu”
- RFI Brasil · Imprensa internacional
Crise de moradia provoca confrontos entre manifestantes e forças de segurança em Portugal
Trecho consultado na análise
“A polícia de choque portuguesa retirou, na madrugada deste domingo (1), dezenas de barracas montadas por manifestantes que protestavam contra a crise de moradia no país.
Houve confrontos, uso de cassetetes e 13 prisões em Lisboa e no Porto.
Publicado em: 01/11/2026 - 11:24
Em Lisboa, dezenas de policiais, alguns acompanhados por cães, desmontaram um acampamento na Praça do Rossio.
No Porto, a operação ocorreu na Praça Dom João Primeiro.
As ações começaram por volta das quatro e meia da manhã.
Enquanto os policiais avançavam, os manifestantes gritavam: “Isso está cheirando a ditadura” e “Somos pacíficos”.
Segundo a polícia, seis pessoas foram presas em Lisboa e sete no Porto por não obedecerem às ordens para deixar os locais.
A polícia afirma que manifestantes atiraram garrafas, tinta e artefatos pirotécnicos contra os agentes.
Treze policiais ficaram feridos e oito precisaram ser levados ao hospital.
Três policiais à paisana também teriam sido agredidos no Porto.
Os manifestantes afirmam que o número de feridos é maior.
O grupo Acampada Lisboa diz que mais de 30 pessoas ficaram feridas, dez delas com necessidade de atendimento hospitalar.
Os acampamentos foram montados depois de manifestações pacíficas contra o aumento dos preços dos imóveis e dos aluguéis.
O movimento critica o governo de centro-direita , que pretende facilitar despejos e acabar com os limites para os valores de novos contratos de aluguel.
Os manifestantes temem que as mudanças aumentem ainda mais o custo da moradia e deixem os inquilinos mais vulneráveis.
O movimento português segue o exemplo da Espanha , onde manifestantes mantêm acampamentos há semanas em Madri e outras cidades.
com AFP
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Encontrou um erro?VerdadeiroForam detidas 13 pessoas: seis em Lisboa e sete no Porto.
Esquerda CentroUOL, g1, Metrópoles, O Globo
Os quatro trechos informam o total e a divisão por cidade; RFI Brasil confirma esses números.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroHouve confrontos entre manifestantes e policiais durante a ação.
Esquerda CentroUOL, g1, Metrópoles, O Globo
Os quatro trechos relatam confrontos; RFI Brasil também os menciona.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroA polícia informou que 13 agentes ficaram feridos e oito foram levados ao hospital.
Esquerda CentroUOL, O Globo
UOL atribui esses números à polícia, e RFI Brasil os confirma. O Globo também relata feridos entre os agentes, mas o trecho termina antes de completar o detalhe sobre hospitalizações.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroO grupo Acampada Lisboa afirmou que mais de 30 pessoas ficaram feridas, dez delas precisando de atendimento hospitalar.
EsquerdaUOL
UOL atribui os números ao grupo Acampada Lisboa; RFI Brasil reproduz a mesma declaração. É um relato atribuído ao grupo, não uma contagem independente.
Ver fontes e trechos (2)
VerdadeiroOs acampamentos foram montados após manifestações contra a alta dos custos de moradia.
Esquerda CentroUOL, Metrópoles
UOL e Metrópoles relacionam os acampamentos a protestos contra o aumento dos custos de moradia; RFI Brasil também apresenta esse contexto.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroManifestantes criticaram planos do governo que poderiam facilitar despejos e alterar regras de aluguel.
Esquerda CentroUOL, Metrópoles
UOL menciona críticas a planos sobre despejos e limites de novos aluguéis; Metrópoles relata a reivindicação de suspender planos que poderiam facilitar despejos. RFI Brasil corrobora esse contexto.
Ver fontes e trechos (3)