VerdadeiroFlávio Bolsonaro terminou à frente no primeiro turno, e a equipe de Lula reagiu à vantagem na campanha.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, Metrópoles, Veja
Os três trechos relatam a vantagem de Flávio no primeiro turno e relacionam esse cenário à mudança na comunicação de Lula.
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- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
O que Lula deve manter do “janonismo” em seu quarto mandato
Trecho consultado na análise
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve manter no quarto mandato as lives, os vídeos em formato selfie e o contato mais constante pelas redes sociais que adotou no segundo turno das eleições de 2026.
Aliados avaliam que a estratégia aproximou o petista de parte do eleitorado e deve ganhar espaço na comunicação do novo governo.
Com informações do Metrópoles.
A mudança ocorreu após o primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro (PL) terminou à frente da disputa.
O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), sugeriu a Lula que gravasse vídeos diretamente para as plataformas digitais.
Lula inicialmente resistiu à ideia e argumentou que não deixaria de fazer política nas ruas.
Ele aderiu ao formato pouco depois, e integrantes da campanha passaram a defender a combinação entre mobilização presencial e atuação digital.
Um aliado de primeira hora resumiu a mudança de postura do presidente: “O velho finalmente entendeu o que a gente fala para ele desde 2023”.
Para auxiliares, as redes ajudaram Lula a recuperar um canal direto de comunicação com a população.
Celular de Fonteles e canal de Janones entraram na estratégia Na reta final da campanha, Fonteles deu um celular a Lula.
O presidente passou a usar o aparelho para enviar áudios e vídeos ao canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para mobilização digital.
Auxiliares relatam que Lula ficou “encantado” com a recepção às publicações.
A resposta nas redes, somada aos atos de rua, teria dado mais fôlego ao presidente durante a disputa de segundo turno.
Em uma live com Janones, poucos dias antes da eleição, o deputado pediu desculpas a Lula por ele precisar disputar um segundo turno contra um “adversário desqualificado”.
Lula respondeu em tom de brincadeira e indicou que já via com entusiasmo a experiência nas plataformas.
“Eu, Janones, na verdade, estou até gostando, porque agora eu descobri duas coisas: as pessoas me chamam de fofinho.
Quem é que não quer ser fofinho?”, disse Lula.
Após a vitória, o presidente prometeu ampliar a participação popular nas decisões e afirmou que a comunicação digital terá “um espaço muito grande” em seu governo.”
- Metrópoles · Reportagem
A lição das redes que Lula deve levar para o quarto mandato
Trecho consultado na análise
“O presidente Lula saiu do segundo turno das eleições de 2026 com uma lição que aliados esperam ver refletida em seu quarto mandato: a necessidade de manter uma comunicação mais direta e constante com a população por meio das redes sociais.A aposta de auxiliares é de que parte das mudanças adotadas na comunicação durante o segundo turno da campanha seja mantida ao longo do novo governo.
Entre elas, o contato mais direto de Lula com a população pelas redes e até a realização de lives.3 imagensFechar modal.1 de 3Presidente Lula, a primeira-dama Janja e o deputado André Janones (Rede-MG)Reprodução/Canal "Exército do Lula"2 de 3Presidente Lula e o deputado André Janones (Rede-MG)Ricardo Stuckert3 de 3Presidente Lula e os deputados jovens eleitos Ricardo StuckertUm dos personagens por trás dessa mudança foi o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT).
Um dia após Flávio Bolsonaro (PL) largar na frente no primeiro turno, Fonteles sugeriu que Lula começasse a gravar vídeos em formato selfie para as redes.Num primeiro momento, o presidente resistiu à ideia e argumentou que não deixaria de fazer política nas ruas.
A resistência, porém, durou pouco.
Lula aderiu ao formato e, na avaliação de aliados, percebeu rapidamente a resposta positiva de quem estava do outro lado da tela.Para integrantes da campanha, o presidente entendeu que seu poder de convencimento e sua capacidade de comunicação também precisavam passar pelo ambiente digital.
A avaliação é que as redes se tornaram uma ferramenta para recuperar um vínculo direto com parte da população que havia se perdido nos últimos anos.“
O velho finalmente entendeu o que a gente fala para ele desde 2023”, resumiu à coluna um aliado de primeira hora.“
Encantado” com as redes sociaisAuxiliares relatam que Lula ficou “encantado” com o acolhimento que recebeu nas redes sociais.
Somada às mobilizações nas ruas, essa resposta no ambiente digital deu, segundo aliados, mais resiliência ao presidente durante a disputa do segundo turno e ajudou a fazê-lo perceber como as duas frentes poderiam caminhar juntas.
Leia também Igor GadelhaLula decide passar o feriado na Granja do Torto, em Brasília Igor GadelhaAliados apostam que Lula não entregará articulação política ao Centrão Igor GadelhaAla do PL abre diálogo com Motta para evitar que partido fique isolado Igor GadelhaCentrão tem janela rara para “domar” o bolsonarismo Na reta final da campanha, Fonteles presenteou Lula com um celular.
O presidente passou a usar o aparelho para enviar áudios e vídeos ao canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado André Janones (Rede-MG) como ferramenta de mobilização digital.Em uma live com Janones a poucos dias da eleição, o deputado chegou a pedir desculpas a Lula por ele ter que disputar um segundo turno contra o que chamou de um “adversário desqualificado”.
A resposta do presidente mostrou que a resistência inicial às redes já havia dado lugar a uma certa empolgação com a experiência.“
Eu, Janones, na verdade, estou até gostando, porque agora eu descobri duas coisas: as pessoas me chamam de fofinho.
Quem é que não quer ser fofinho?”, brincou Lula.Em seu discurso após a vitória, Lula disse que fará o povo participar das decisões e prometeu que a comunicação digital terá um espaço muito grande em seu governo.”
- Veja · Reportagem
‘Aprendeu na marra’ e agora deve usar isso sempre: a lição de Lula após a eleição
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“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprendeu durante a campanha eleitoral que a comunicação nas redes sociais exige uma linguagem diferente daquela adotada tradicionalmente por políticos.
Depois de um início de disputa marcado por dificuldades, o petista passou a gravar vídeos mais espontâneos, com uma abordagem direta e menos formal.
A mudança, segundo o editor de Política de VEJA, José Benedito da Silva, deve continuar sendo utilizada pelo presidente após a reeleição. (este texto é um resumo do vídeo acima)Em conversa com a apresentadora Marcela Rahal, no programa VEJA em Foco, o jornalista afirmou que Lula aprendeu essa lição durante a campanha, especialmente depois do resultado do primeiro turno, quando a equipe petista precisou reagir à vantagem de Flávio Bolsonaro nas urnas.
“Aprendeu na marra e agora me parece que o Lula vai usar isso aí com alguma frequência”, avaliou.O que mudou na comunicação de Lula?
Um dos exemplos dessa transformação foi o vídeo publicado pelo presidente no domingo, 1º de novembro.
Diferentemente das gravações mais elaboradas que costumam aparecer em seus perfis, Lula surgiu em um ambiente externo, usando camiseta e falando diretamente com os eleitores.Para José Benedito, a mudança representa uma tentativa de aproximar o presidente do público e reduzir a distância criada por uma comunicação excessivamente produzida.
A ideia é transmitir espontaneidade e estabelecer uma interação mais direta com quem acompanha as publicações.O jornalista lembrou que uma das orientações partiu do governador do Piauí, Rafael Fonteles, que incentivou Lula a utilizar o celular e gravar vídeos mais naturais.
Fonteles, segundo o editor, já tinha experiência com redes sociais e ajudou a apresentar ao presidente uma maneira diferente de se comunicar com o eleitorado.Na avaliação de José Benedito, a mudança não foi apenas estética.
A comunicação mais dinâmica passou a fazer parte de uma estratégia para ampliar o alcance das mensagens presidenciais e conquistar maior repercussão nas plataformas digitais.Por que a estratégia deve continuar?
O editor de Política de VEJA avalia que Lula incorporou esse aprendizado e deverá recorrer com mais frequência ao formato durante o novo mandato.
A experiência da campanha mostrou ao presidente a importância de falar diretamente com o público, sem depender exclusivamente de pronunciamentos tradicionais e gravações cuidadosamente produzidas.A mudança também representa uma adaptação à dinâmica das redes sociais, nas quais a informalidade e a sensação de proximidade podem favorecer a circulação dos conteúdos.
Para José Benedito, o presidente descobriu, ainda que durante uma situação de pressão eleitoral, uma ferramenta de comunicação que tende a permanecer em sua rotina política.VEJA+IA: Este texto resume um trecho do telejornal VEJA em Foco (confira o vídeo acima).
Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.”
Encontrou um erro?VerdadeiroRafael Fonteles sugeriu que Lula gravasse vídeos para as redes em formato selfie.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, Metrópoles, Veja
Os três trechos atribuem a Fonteles a sugestão de vídeos mais diretos ou em formato selfie.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroLula inicialmente resistiu à proposta, mas depois aderiu aos vídeos mais diretos para as redes.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, Metrópoles, Veja
Diário do Centro do Mundo, Metrópoles e Veja relatam tanto a resistência inicial quanto a adesão posterior de Lula ao formato.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroNa reta final da campanha, Fonteles deu um celular a Lula, que o usou para enviar áudios e vídeos ao canal Exército do Lula.
Esquerda CentroDiário do Centro do Mundo, Metrópoles
Os trechos dos veículos de centro e esquerda relatam a entrega do celular e o envio de conteúdo ao canal criado por André Janones.
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VerdadeiroAliados esperam que Lula mantenha no quarto mandato a comunicação direta pelas redes, incluindo vídeos e lives.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, Metrópoles, Veja
Os três trechos apresentam a continuidade como expectativa ou avaliação sobre o novo mandato, não como prática já realizada nele.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroApós a vitória, Lula prometeu participação popular nas decisões e disse que a comunicação digital teria grande espaço no governo.
Esquerda CentroDiário do Centro do Mundo, Metrópoles
Diário do Centro do Mundo e Metrópoles atribuem a Lula, após a vitória, a promessa de ampliar a participação popular e a declaração sobre o espaço da comunicação digital.
Ver fontes e trechos (2)