VerdadeiroO juiz rejeitou definitivamente a segunda versão da ação de Trump contra o Wall Street Journal, impedindo que a mesma demanda fosse reapresentada naquele tribunal.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Jovem Pan, Diário do Centro do Mundo, Estadão, Folha de S.Paulo, g1, UOL
Os veículos de direita, esquerda e centro relatam o encerramento definitivo da ação após uma segunda tentativa. Diário do Centro do Mundo e Folha de S.Paulo explicam que a mesma demanda não pode ser reapresentada naquele tribunal.
Ver fontes e trechos (7)
- Poder360 · Reportagem
Trump tem 2ª derrota em ação contra “WSJ” sobre carta a Epstein
Trecho consultado na análise
“O juiz Darrin P.
Gayles, do Tribunal Distrital dos Estados Unidos do Sul da Flórida, rejeitou pela 2ª vez no sábado (31.out.2026) um processo por difamação movido por Donald Trump (Partido Republicano) contra o Wall Street Journal.
O presidente norte-americano entrou com a ação por causa de uma reportagem que o ligava ao criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein.
Segundo Trump, o jornal difamou seu "caráter e integridade" ao publicar em 2025 uma reportagem sobre um cartão de aniversário endereçado a Epstein, que continha a assinatura do republicano e incluía o desenho de uma mulher nua.
Ele negou ter escrito a carta e processou o WSJ, pedindo uma indenização de US$ 10 bilhões. [shortcode-newsletter] O juiz disse que o presidente dos EUA não conseguiu provar que o jornal “agiu com dolo efetivo” e, por isso, rejeitou a ação.
O dolo efetivo é um critério jurídico que deve ser comprovado por figuras públicas em processos por difamação.
O termo quer dizer que os réus sabiam ou deveriam saber que o que estavam publicando era falso.
A decisão do juiz é de caráter definitivo, mas a equipe jurídica de Trump disse que o presidente seguirá adiante com a ação contra o Wall Street Journal.”
- Jovem Pan · Reportagem
Juiz rejeita ação de Trump contra jornal por difamação devido a um cartão postal a Epstein
Trecho consultado na análise
“Estadão Conteúdo
Um juiz federal da Flórida, Darrin Gayles, indeferiu a nova ação por difamação no valor de 10 bilhões de dólares movida contra o jornal “The Wall Street Journal” pela publicação da notícia de que o atual presidente enviou uma mensagem de parabéns de aniversário “obscena” ao falecido criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein por ocasião de seu 50º aniversário.
O juiz Gayles considera que a ação apresenta a mesma falha que uma primeira ação movida também pela equipe de Trump, por não cumprir os requisitos mínimos para comprovar que a notícia foi publicada com “malícia real”.
“Como o presidente Trump não argumentou de forma plausível que cada réu tenha feito declarações difamatórias com malícia real, cabe indeferir a Ação Corrigida e, como esta é a segunda tentativa do presidente Trump de apresentar este caso, o Tribunal considera que cabe o arquivamento”, afirma a decisão.
Trump processou inicialmente o jornal em julho, logo após a publicação de uma notícia sobre um álbum de aniversário que Ghislaine Maxwell havia preparado para o aniversário de Epstein em 2003, no qual havia um cartão de Trump.
Embora o jornal norte-americano não tenha publicado a imagem, os democratas da comissão de supervisão da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos a tornaram pública por meio de suas redes sociais em setembro de 2025.
O presidente havia pedido 10 bilhões de dólares (mais de 8,5 bilhões de euros) a título de indenização por danos e prejuízos depois que o jornal fez referência a uma imagem do cartão supostamente enviado a Epstein, no qual aparecia o esboço de uma figura de mulher nua.
Abaixo dela, havia a assinatura do magnata, simulando os pelos pubianos.
Trump e a Casa Branca afirmam que o cartão é falso.”
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Justiça dos EUA rejeita processo de Trump contra jornal sobre carta para Epstein
Trecho consultado na análise
“Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou neste sábado (31) a segunda tentativa de Donald Trump de processar o Wall Street Journal por uma reportagem sobre suas ligações com Jeffrey Epstein.
O presidente pedia ao menos US$ 10 bilhões de indenização por difamação, segundo a Reuters.
A decisão foi tomada por Darrin P.
Gayles, do tribunal federal do Distrito Sul da Flórida.
O magistrado concluiu que a nova versão da ação também não apresentou elementos suficientes para sustentar a chamada “malícia real”: que o jornal soubesse que a informação era falsa ou tivesse agido com desprezo temerário pela verdade.
Esse é o padrão exigido em processos de difamação movidos por figuras públicas.
O processo havia sido reformulado depois da rejeição da primeira versão.
Desta vez, Gayles encerrou a ação com a classificação jurídica “with prejudice”, que impede reapresentar a mesma demanda naquele tribunal.
O caso começou após o jornal publicar uma reportagem sobre uma carta de aniversário atribuída a Trump e destinada a Epstein.
A mensagem faria parte de um álbum preparado para os 50 anos do financista, em 2003.
Trump nega ter escrito ou assinado o material e sustenta que a reportagem é falsa.
Ao analisar os argumentos apresentados, Gayles destacou o trabalho de investigação do jornal e as tentativas dos repórteres de obter comentários de Trump e de outras autoridades antes da publicação.
Para o juiz, a defesa tentou apontar problemas na apuração sem demonstrar os requisitos necessários para manter a ação.
Os advogados do presidente argumentaram que o veículo deveria ter abandonado a reportagem depois que Trump negou o envolvimento.
O magistrado rejeitou esse raciocínio e afirmou que ele não corresponde ao padrão exigido para demonstrar malícia real, além de contrariar a Primeira Emenda da Constituição americana.”
- Estadão · Reportagem
Justiça dos EUA rejeita ação de US$ 10 bi de Trump contra jornal americano por carta a Epstein
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“Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou neste sábado, 31, a ação de US$ 10 bilhões movida pelo presidente americano Donald Trump contra o jornal Wall Street Journal e o magnata da mídia Rupert Murdoch por uma reportagem sobre suas ligações com o financista americano denunciado por crimes sexuais Jeffrey Epstein .
O juiz Darrin Gayles, de Miami, concluiu que Trump não conseguiu demonstrar que os réus fizeram declarações difamatórias com dolo efetivo, requisito previsto na legislação americana.
A decisão extinguiu o processo de forma definitiva, impedindo que a mesma ação seja apresentada novamente.
O magistrado afirmou que Trump estava “se agarrando a qualquer argumento” e que a ação tentava “fabricar” falhas na reportagem investigativa do jornal.
A reportagem, publicada no ano passado, descrevia uma carta de conteúdo sexualmente sugestivo , acompanhada do desenho de uma silhueta de mulher, que teria o nome de Trump e integraria um álbum organizado para o aniversário de 50 anos de E”
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Juiz rejeita ação de Trump contra Wall Street Journal sobre suposta carta para Epstein
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Um juiz federal rejeitou pela segunda vez , neste sábado (31), um processo por difamação movido pelo presidente Donald Trump contra o jornal The Wall Street Journal por uma reportagem que ligava o presidente ao criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein .
O presidente alegou que o veículo jornalístico difamou seu "caráter e integridade" ao publicar, em 2025, uma reportagem sobre uma mensagem obscena de aniversário que Trump teria escrito para Epstein mais de 20 anos antes.
Trump negou ter escrito a carta e processou o WSJ, pedindo US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) em indenização.
O juiz Darrin P.
Gayles, do Tribunal Distrital dos Estados Unidos do Sul da Flórida, acatou o pedido do jornal para que a ação fosse rejeitada, afirmando que o presidente "não conseguiu" provar que o Wall Street Journal havia "agido com dolo efetivo".
O dolo efetivo é um critério jurídico que deve ser comprovado por figuras públicas em processos por difamação.
Isso significa que os réus sabiam que o que estavam publicando era falso ou agiram com desprezo imprudente pela verdade.
"Na prática, o presidente Trump argumenta que, depois que declarou que a carta era ‘falsa’, os réus deveriam ter desconsiderado todo o restante que descobriram em sua investigação e não publicado a reportagem", escreveu Gayles em uma decisão de 20 páginas.
"Mas não é isso que o critério do dolo efetivo exige, e tal argumento viola a Primeira Emenda [que garante liberdade de imprensa]."
Gayles rejeitou a ação em caráter definitivo, o que significa que a mesma reivindicação não poderá ser apresentada novamente.
"O presidente Trump continuará levando adiante sua contundente ação judicial contra The Wall Street Journal e todos os outros réus", afirmou um porta-voz da equipe jurídica de Trump em nota.
"O presidente continuará responsabilizando por seus atos aqueles que enganam o povo americano com notícias falsas e difamações."
Um porta-voz da Dow Jones, que publica o WSJ, disse: "Estamos satisfeitos com a decisão do tribunal".
O presidente, que tem um longo histórico de hostilidade contra a imprensa, recorre com frequência à Justiça para atacar veículos de comunicação por coberturas que considera críticas ou injustas.
Nos últimos anos, ele moveu ações contra veículos como The New York Times , BBC e CNN.
O presidente republicano entrou originalmente com a ação por difamação contra o veículo no dia seguinte à publicação, em 17 de julho de 2025, de uma reportagem com o título: " Amigos de Jeffrey Epstein enviaram a ele cartas picantes para um álbum de 50º aniversário.
Uma delas era de Donald Trump".
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A reportagem descrevia uma carta, aparentemente enviada por Trump, que havia sido incluída em um álbum de aniversário preparado para Epstein em 2003 e continha as palavras: "Feliz aniversário —e que cada dia seja mais um segredo maravilhoso".
Segundo a reportagem, a carta continha o desenho de uma mulher nua, com a assinatura de Trump abaixo da cintura, imitando pelos pubianos.
O Wall Steret Journal também incluiu a negativa de Trump de que tivesse escrito a carta ou feito o desenho: "Isso não é meu.
Isso é falso", disse Trump, segundo a reportagem.
Após a publicação da matéria, advogados do espólio de Epstein entregaram uma cópia do livro de aniversário aos integrantes do Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes.
O material incluía uma carta e um desenho semelhantes aos descritos pelo jornal.
O livro, de 238 páginas, foi compilado por Ghislaine Maxwell, ex-namorada de Epstein, condenada por ajudá-lo em sua campanha de abuso sexual.
A ação também citava como réus a empresa controladora do veículo, News Corp; seu fundador, Rupert Murdoch; seu CEO, Robert Thomson; sua editora, Dow Jones; e dois repórteres do veículo.
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- g1 · Reportagem
Justiça dos EUA rejeita processo de Trump contra Wall Street Journal sobre carta para Epstein
Trecho consultado na análise
“Presidente dos EUA, Donald Trump, durante comício na Flórida — Foto: Umit Bektas/Reuters
Um juiz federal rejeitou o processo bilionário movido pelo presidente Donald Trump contra o jornal The Wall Street Journal e o magnata da mídia Rupert Murdoch, referente a uma reportagem sobre os laços do republicano com Jeffrey Epstein.
O juiz distrital Darrin Gayles, em Miami, arquivou neste sábado (31) o processo em caráter definitivo, decidindo que o presidente não provou que os réus fizeram declarações difamatórias com dolo.
A decisão judicial afirmou que o processo estava "se agarrando a qualquer coisa" ao tentar "fabricar" falhas no jornalismo investigativo.
Quando um caso é arquivado em caráter definitivo na Justiça americana, ele não pode ser reapresentado, tornando a decisão permanente e incontestável.
Imagem do site do 'Wall Street Journal' mostra carta de Epstein a outro agressor sexual que cita Trump — Foto: Reprodução/WSJ
Jeffrey Epstein e Donald Trump (na foto de 1997) foram amigos por anos, embora o presidente dos EUA diga que rompeu com ele no início dos anos 2000. — Foto: Getty Images via BBC”
- UOL · Reportagem
Juiz rejeita ação de Trump contra The Wall Street Journal por carta a Epstein
Trecho consultado na análise
“Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou neste sábado (31) uma ação por difamação movida por Donald Trump contra o The Wall Street Journal por uma publicação que lhe atribuía uma carta de conteúdo obsceno dirigida ao criminoso sexual Jeffrey Epstein em 2003.
Trump, que negou ser o autor da mensagem, havia pedido 10 bilhões de dólares (54 bilhões de reais) ao veículo pertencente a Rupert Murdoch, após a publicação de julho de 2025.
A carta atribuída a Trump contém um texto datilografado margeado pelo desenho de uma mulher nua.
"Feliz aniversário, e que cada dia seja outro maravilhoso segredo", lê-se na mensagem, por ocasião do 50º aniversário do falecido financista Jeffrey Epstein.
O artigo do The Wall Street Journal ampliou os questionamentos sobre Trump por parte de democratas e membros de seu próprio Partido Republicano, que rejeitaram as tentativas do presidente de minimizar o caso por considerá-lo uma armação.
Ao mesmo tempo, exigiram a publicação integral dos documentos judiciais sobre Epstein, que morreu na prisão em 2019 antes de enfrentar o julgamento por tráfico sexual de menores e conspiração para cometer esse crime.
Em sua decisão deste sábado, o juiz Darrin Gayles rejeitou definitivamente a ação de Trump, o que impede seus advogados de apresentar uma versão modificada, como fizeram depois que o mesmo juiz recusou uma primeira versão em abril.
O juiz afirmou por escrito que Trump não conseguiu demonstrar, em nenhuma das duas ocasiões, que os acusados tenham agido com "malícia real", isto é, que tenham publicado a informação sabendo que era falsa ou com temerário desprezo por sua veracidade.
Em sua decisão, ele se abstém de se pronunciar sobre a autenticidade da carta que é objeto da ação.
Epstein morreu enforcado em sua cela em Nova York um mês antes de ser julgado, o que alimentou inúmeras teorias da conspiração segundo as quais ele teria sido assassinado para impedir revelações que envolveriam personalidades de primeiro escalão.
Trump resistiu durante meses a que o Departamento de Justiça divulgasse os chamados "arquivos de Epstein", mas acabou promulgando uma lei aprovada pelo Congresso que exigia sua publicação.
O nome de Trump aparece repetidamente nos documentos, mas o presidente nega ter cometido qualquer irregularidade e não foi acusado de nenhum crime relacionado ao caso.
rh/vla/vel/mvl/jc
© Agence France-Presse
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário.
Leia as Regras de Uso do UOL.”
Encontrou um erro?VerdadeiroO juiz concluiu que Trump não demonstrou que os réus agiram com dolo efetivo, requisito para a ação por difamação de uma figura pública.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Jovem Pan, Diário do Centro do Mundo, Estadão, Folha de S.Paulo, UOL
Os veículos de direita, esquerda e centro relatam essa conclusão e descrevem o dolo efetivo como o padrão jurídico aplicável a processos de difamação movidos por figuras públicas.
Ver fontes e trechos (6)
VerdadeiroTrump pediu US$ 10 bilhões em indenização na ação contra o jornal.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Jovem Pan, Diário do Centro do Mundo, O Globo, Estadão, Folha de S.Paulo, UOL
Os trechos dos três grupos informam que o pedido de indenização era de US$ 10 bilhões.
Ver fontes e trechos (7)
VerdadeiroA ação foi motivada por uma reportagem sobre uma carta ou cartão de aniversário atribuído a Trump e destinado a Epstein, em 2003.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Jovem Pan, Diário do Centro do Mundo, Folha de S.Paulo, UOL
Os veículos de direita, esquerda e centro relacionam o processo à reportagem sobre a mensagem atribuída a Trump para o aniversário de Epstein; Jovem Pan e Diário do Centro do Mundo situam o álbum em 2003.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroTrump negou ter escrito ou assinado a carta atribuída a ele.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Jovem Pan, Diário do Centro do Mundo, Folha de S.Paulo, UOL
Os três grupos relatam a negativa de Trump; Diário do Centro do Mundo especifica que ele nega ter escrito ou assinado o material.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroA equipe jurídica de Trump afirmou que ele continuaria levando adiante a ação após a decisão definitiva.
Esquerda CentroPoder360, Folha de S.Paulo
Os veículos de esquerda e centro atribuem essa declaração à equipe jurídica. É uma intenção anunciada, não confirmação de que uma nova medida judicial tenha sido tomada.
Ver fontes e trechos (2)