VerdadeiroO Clarín afirmou que Javier Milei enviou seu assessor Santiago Caputo à província de Misiones para acompanhar ou apoiar a operação.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, O Globo, O Antagonista, Metrópoles, Revista Oeste, ICL Notícias, Gazeta do Povo, Folha de S.Paulo, Jovem Pan
Os três grupos reproduzem essa informação como relato do Clarín. Os trechos não trazem confirmação direta de Milei ou de Caputo.
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- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Agentes dos EUA controlaram área de aeroporto para saída de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Trecho consultado na análise
“O jornal argentino Clarín afirmou que representantes do governo dos Estados Unidos assumiram por um “lapso de tempo” o controle de “boa parte do aeroporto de Iguazú” para viabilizar a saída de Flávio Bolsonaro rumo aos EUA.
A publicação atribuiu as informações a fontes anônimas e descreveu uma operação com aeronaves privadas e apoio de integrantes do governo de Javier Milei.
Segundo o jornal, agentes americanos, entre eles um ex-integrante da agência antidrogas DEA, atuaram no território argentino na quarta-feira.
O Clarín disse que funcionários da Polícia de Segurança Aeroportuária, da Imigração e da Alfândega ficaram afastados enquanto representantes estrangeiros coordenavam os procedimentos para a partida da família Bolsonaro.
A reportagem afirmou que Milei, aliado da família Bolsonaro, mandou seu assessor Santiago Caputo à província de Missões para acompanhar a operação.
Não há manifestação de autoridades americanas, argentinas ou brasileiras no relato reproduzido sobre a atuação descrita pelo jornal.
O Clarín informou que Flávio Bolsonaro teria entrado na Argentina por terra, após sair de sua residência em Brasília.
A publicação relatou que um proprietário de avião particular desistiu de um voo para a fronteira depois da decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou a entrega do passaporte do senador.
Jornal relata uso de carros e quatro jatos privados Depois da desistência do voo inicialmente planejado, o trajeto até a fronteira teria ocorrido de carro, em uma viagem superior a mil quilômetros.
Seis veículos teriam deixado a casa do senador como distração, ainda conforme as fontes ouvidas pelo jornal argentino.
As autoridades argentinas citadas pelo Clarín situaram a travessia de Flávio Bolsonaro por volta das 22h30.
A família teria chegado ao aeroporto de Iguazú por uma entrada secreta, seguido diretamente para um jato Gulfstream e aguardado cerca de 40 minutos antes da decolagem.
A operação teria mobilizado ao menos quatro aeronaves privadas, com rotas alternativas para dificultar a identificação do avião que levaria a família aos Estados Unidos.
O jornal disse que os voos e seus objetivos foram coordenados com o Departamento de Estado americano.
Uma das aeronaves teria permanecido no aeroporto desde a noite de segunda-feira até o momento da partida.
O Clarín também citou um Learjet 45 que pousou em Iguazú 12 horas antes da chegada do senador e retornou a Buenos Aires, além de outros dois aviões de matrícula americana que voaram dos EUA para Posadas no período.”
Encontrou um erro?VerdadeiroO Clarín descreveu o uso de pelo menos três jatos privados de apoio, com relatos que apontam a possibilidade de quatro aeronaves ou mais.
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Os relatos variam entre pelo menos três e pelo menos quatro jatos. As formulações são compatíveis: a referência a quatro não contradiz a de pelo menos três.
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VerdadeiroSegundo o Clarín, seis veículos saíram da residência de Flávio em Brasília para despistar ou confundir possíveis perseguidores.
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Os veículos de centro, direita e esquerda reproduzem o número de seis veículos e atribuem ao Clarín a finalidade de despiste.
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- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Agentes dos EUA controlaram área de aeroporto para saída de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Trecho consultado na análise
“O jornal argentino Clarín afirmou que representantes do governo dos Estados Unidos assumiram por um “lapso de tempo” o controle de “boa parte do aeroporto de Iguazú” para viabilizar a saída de Flávio Bolsonaro rumo aos EUA.
A publicação atribuiu as informações a fontes anônimas e descreveu uma operação com aeronaves privadas e apoio de integrantes do governo de Javier Milei.
Segundo o jornal, agentes americanos, entre eles um ex-integrante da agência antidrogas DEA, atuaram no território argentino na quarta-feira.
O Clarín disse que funcionários da Polícia de Segurança Aeroportuária, da Imigração e da Alfândega ficaram afastados enquanto representantes estrangeiros coordenavam os procedimentos para a partida da família Bolsonaro.
A reportagem afirmou que Milei, aliado da família Bolsonaro, mandou seu assessor Santiago Caputo à província de Missões para acompanhar a operação.
Não há manifestação de autoridades americanas, argentinas ou brasileiras no relato reproduzido sobre a atuação descrita pelo jornal.
O Clarín informou que Flávio Bolsonaro teria entrado na Argentina por terra, após sair de sua residência em Brasília.
A publicação relatou que um proprietário de avião particular desistiu de um voo para a fronteira depois da decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou a entrega do passaporte do senador.
Jornal relata uso de carros e quatro jatos privados Depois da desistência do voo inicialmente planejado, o trajeto até a fronteira teria ocorrido de carro, em uma viagem superior a mil quilômetros.
Seis veículos teriam deixado a casa do senador como distração, ainda conforme as fontes ouvidas pelo jornal argentino.
As autoridades argentinas citadas pelo Clarín situaram a travessia de Flávio Bolsonaro por volta das 22h30.
A família teria chegado ao aeroporto de Iguazú por uma entrada secreta, seguido diretamente para um jato Gulfstream e aguardado cerca de 40 minutos antes da decolagem.
A operação teria mobilizado ao menos quatro aeronaves privadas, com rotas alternativas para dificultar a identificação do avião que levaria a família aos Estados Unidos.
O jornal disse que os voos e seus objetivos foram coordenados com o Departamento de Estado americano.
Uma das aeronaves teria permanecido no aeroporto desde a noite de segunda-feira até o momento da partida.
O Clarín também citou um Learjet 45 que pousou em Iguazú 12 horas antes da chegada do senador e retornou a Buenos Aires, além de outros dois aviões de matrícula americana que voaram dos EUA para Posadas no período.”
VerdadeiroAs reportagens disseram que o trajeto até a região da fronteira foi feito por terra, após a desistência do voo fretado inicialmente previsto.
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Os três grupos relatam a viagem terrestre e a desistência do voo inicial. Atribuem a desistência a notícias ou decisões relacionadas às restrições do STF.
Ver fontes e trechos (6)
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Agentes dos EUA controlaram área de aeroporto para saída de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Trecho consultado na análise
“O jornal argentino Clarín afirmou que representantes do governo dos Estados Unidos assumiram por um “lapso de tempo” o controle de “boa parte do aeroporto de Iguazú” para viabilizar a saída de Flávio Bolsonaro rumo aos EUA.
A publicação atribuiu as informações a fontes anônimas e descreveu uma operação com aeronaves privadas e apoio de integrantes do governo de Javier Milei.
Segundo o jornal, agentes americanos, entre eles um ex-integrante da agência antidrogas DEA, atuaram no território argentino na quarta-feira.
O Clarín disse que funcionários da Polícia de Segurança Aeroportuária, da Imigração e da Alfândega ficaram afastados enquanto representantes estrangeiros coordenavam os procedimentos para a partida da família Bolsonaro.
A reportagem afirmou que Milei, aliado da família Bolsonaro, mandou seu assessor Santiago Caputo à província de Missões para acompanhar a operação.
Não há manifestação de autoridades americanas, argentinas ou brasileiras no relato reproduzido sobre a atuação descrita pelo jornal.
O Clarín informou que Flávio Bolsonaro teria entrado na Argentina por terra, após sair de sua residência em Brasília.
A publicação relatou que um proprietário de avião particular desistiu de um voo para a fronteira depois da decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou a entrega do passaporte do senador.
Jornal relata uso de carros e quatro jatos privados Depois da desistência do voo inicialmente planejado, o trajeto até a fronteira teria ocorrido de carro, em uma viagem superior a mil quilômetros.
Seis veículos teriam deixado a casa do senador como distração, ainda conforme as fontes ouvidas pelo jornal argentino.
As autoridades argentinas citadas pelo Clarín situaram a travessia de Flávio Bolsonaro por volta das 22h30.
A família teria chegado ao aeroporto de Iguazú por uma entrada secreta, seguido diretamente para um jato Gulfstream e aguardado cerca de 40 minutos antes da decolagem.
A operação teria mobilizado ao menos quatro aeronaves privadas, com rotas alternativas para dificultar a identificação do avião que levaria a família aos Estados Unidos.
O jornal disse que os voos e seus objetivos foram coordenados com o Departamento de Estado americano.
Uma das aeronaves teria permanecido no aeroporto desde a noite de segunda-feira até o momento da partida.
O Clarín também citou um Learjet 45 que pousou em Iguazú 12 horas antes da chegada do senador e retornou a Buenos Aires, além de outros dois aviões de matrícula americana que voaram dos EUA para Posadas no período.”
VerdadeiroSegundo o relato reproduzido, a família embarcou em um Gulfstream com destino a Miami após aguardar cerca de 40 minutos no aeroporto.
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Os veículos de direita e esquerda relatam o embarque no Gulfstream rumo a Miami e a espera de aproximadamente 40 minutos.
Ver fontes e trechos (5)
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Agentes dos EUA controlaram área de aeroporto para saída de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Trecho consultado na análise
“O jornal argentino Clarín afirmou que representantes do governo dos Estados Unidos assumiram por um “lapso de tempo” o controle de “boa parte do aeroporto de Iguazú” para viabilizar a saída de Flávio Bolsonaro rumo aos EUA.
A publicação atribuiu as informações a fontes anônimas e descreveu uma operação com aeronaves privadas e apoio de integrantes do governo de Javier Milei.
Segundo o jornal, agentes americanos, entre eles um ex-integrante da agência antidrogas DEA, atuaram no território argentino na quarta-feira.
O Clarín disse que funcionários da Polícia de Segurança Aeroportuária, da Imigração e da Alfândega ficaram afastados enquanto representantes estrangeiros coordenavam os procedimentos para a partida da família Bolsonaro.
A reportagem afirmou que Milei, aliado da família Bolsonaro, mandou seu assessor Santiago Caputo à província de Missões para acompanhar a operação.
Não há manifestação de autoridades americanas, argentinas ou brasileiras no relato reproduzido sobre a atuação descrita pelo jornal.
O Clarín informou que Flávio Bolsonaro teria entrado na Argentina por terra, após sair de sua residência em Brasília.
A publicação relatou que um proprietário de avião particular desistiu de um voo para a fronteira depois da decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou a entrega do passaporte do senador.
Jornal relata uso de carros e quatro jatos privados Depois da desistência do voo inicialmente planejado, o trajeto até a fronteira teria ocorrido de carro, em uma viagem superior a mil quilômetros.
Seis veículos teriam deixado a casa do senador como distração, ainda conforme as fontes ouvidas pelo jornal argentino.
As autoridades argentinas citadas pelo Clarín situaram a travessia de Flávio Bolsonaro por volta das 22h30.
A família teria chegado ao aeroporto de Iguazú por uma entrada secreta, seguido diretamente para um jato Gulfstream e aguardado cerca de 40 minutos antes da decolagem.
A operação teria mobilizado ao menos quatro aeronaves privadas, com rotas alternativas para dificultar a identificação do avião que levaria a família aos Estados Unidos.
O jornal disse que os voos e seus objetivos foram coordenados com o Departamento de Estado americano.
Uma das aeronaves teria permanecido no aeroporto desde a noite de segunda-feira até o momento da partida.
O Clarín também citou um Learjet 45 que pousou em Iguazú 12 horas antes da chegada do senador e retornou a Buenos Aires, além de outros dois aviões de matrícula americana que voaram dos EUA para Posadas no período.”