VerdadeiroOs bilhetes Edmonson são usados no Metrô de São Paulo desde o início da operação comercial, em 1974.
Centro DireitaCNN Brasil, Revista Oeste, g1
Os três trechos situam o uso dos bilhetes em 1974; Revista Oeste e g1 relacionam esse ano ao início da operação comercial.
Ver fontes e trechos (3)
- CNN Brasil · Reportagem
Metrô de SP encerra uso de bilhetes magnéticos a partir de domingo (1º)
Trecho consultado na análise
“O Metrô de São Paulo deixará de aceitar, a partir deste domingo (1º), os bilhetes magnéticos do tipo Edmonson, utilizados desde 1974, nas catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.
Os bilhetes tradicionais poderão ser utilizados até este sábado (31).
Após esse prazo, os passageiros que ainda tiverem unidades não utilizadas poderão solicitar a troca por QR Codes.
Segundo o Metrô, a substituição será realizada entre 1º de novembro e 31 de janeiro de 2027, nos postos de atendimento das estações Paraíso e Tatuapé.
A medida faz parte do processo de modernização dos meios de acesso ao sistema, que atualmente oferece diferentes alternativas de pagamento, incluindo opções digitais, eletrônicas e por aproximação.
De acordo com a companhia, o sistema associado aos bilhetes magnéticos tornou-se obsoleto e apresenta dificuldades de manutenção, o que inviabiliza sua continuidade.
Como será feita a troca A troca dos bilhetes antigos será realizada nos guichês de bilheteria das estações Paraíso (linhas 1-Azul e 2-Verde) e Tatuapé (linha 3-Vermelha), das 6h às 22h.
O procedimento de troca será válido exclusivamente para bilhetes Edmonson do Metrô de São Paulo, do tipo G-01 Unitário.
As unidades deverão estar dentro do prazo de validade, em boas condições de conservação e sem sinais de utilização ou danos, como picotes, barras danificadas, rasgos ou outras marcas que comprometam sua integridade.
Passageiros que apresentarem até 10 bilhetes válidos poderão realizar a troca imediatamente.
Já para quantidades superiores, os bilhetes deverão ser entregues para análise e validação.
Nesse caso, será necessário apresentar um documento oficial de identificação e fornecer telefone ou e-mail para contato.
Após a avaliação, o passageiro será informado sobre a data de retirada dos QR Codes correspondentes.
Veja novas formas de pagamento Com o encerramento completo dos bilhetes magnéticos no Metrô de São Paulo, os passageiros poderão utilizar outras modalidades de pagamento para acessar o transporte.
Entre as opções estão o Bilhete Único, o cartão TOP e os bilhetes unitários com QR Code, disponíveis em formato impresso ou digital.
Os QR Codes podem ser adquiridos nas bilheterias, nas máquinas de autoatendimento das estações, pelo aplicativo TOP e pelo WhatsApp, no número (11) 3777-9456.
As máquinas também aceitam pagamentos via Pix e cartão de débito.
Uma outra alternativa disponibilizada é o pagamento por aproximação diretamente nas catracas, com cartões físicos ou virtuais de crédito e débito das bandeiras Visa, Mastercard e Elo.
A modalidade também está disponível em celulares, relógios inteligentes e outros dispositivos compatíveis com carteiras digitais.”
- Revista Oeste · Reportagem
Metrô de São Paulo aposenta bilhete magnético depois de 52 anos
Trecho consultado na análise
“Formado em jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
É editor do site da Revista Oeste.
Antes, na Gazeta do Povo e na Jovem Pan.
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O Metrô de São Paulo encerra, neste sábado, 31, o uso dos bilhetes magnéticos do tipo Edmonson, presentes no sistema desde o começo da operação comercial, em 1974.
A partir deste domingo, 1º, os cartões deixarão de ser aceitos nas catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.
De acordo com a estimativa da companhia, cerca de 1 milhão de unidades ainda estão nas mãos dos passageiros.
Quem possui bilhetes não utilizados poderá trocá-los por QR Codes entre 1º de novembro e 31 de janeiro de 2027.
O atendimento será realizado exclusivamente nas estações Paraíso, das linhas 1-Azul e 2-Verde, e Tatuapé, da Linha 3-Vermelha, das 6h às 22h.
A retirada dos bilhetes magnéticos encerra uma trajetória de 52 anos.
Segundo o governo de São Paulo, mais de 13,7 bilhões de unidades do padrão Edmonson foram produzidas ao longo da história do Metrô, em aproximadamente 30 edições.
O modelo, que mede 6,5 centímetros de comprimento por 3 centímetros de largura, atravessou diferentes etapas da expansão do transporte metroviário paulista.
A substituição vinha sendo preparada desde 2019, quando começaram os testes com bilhetes unitários de QR Code .
A troca será permitida apenas para bilhetes Edmonson do Metrô de São Paulo, do tipo G-01 Unitário.
Os cartões precisam estar dentro do prazo de validade, sem sinais de utilização e em condições de conservação razoáveis.
Bilhetes rasgados, com picotes ou barras danificadas não serão aceitos.
O procedimento dependerá da quantidade apresentada.
Passageiros com até dez bilhetes válidos, por exemplo, poderão receber os QR Codes no momento da solicitação.
Quem tiver mais de dez unidades precisará entregá-las para análise e validação.
Nesse caso, será necessário apresentar um documento oficial de identificação e informar um telefone ou endereço de e-mail.
Depois da conferência, o Metrô comunicará a data para retirada dos novos bilhetes.
O fim dos bilhetes magnéticos ocorre depois da ampliação das alternativas de pagamento disponíveis nas estações.
Os passageiros poderão continuar utilizando o bilhete único, o cartão TOP e os bilhetes unitários com QR Code , impressos ou digitais.
Além disso, será possível pagar diretamente nas catracas por aproximação, com cartões de crédito ou débito das bandeiras Visa, Mastercard e Elo.
A tecnologia permite o uso de cartões físicos, celulares e relógios inteligentes com carteiras digitais habilitadas.
Os bilhetes com QR Code podem ser comprados nas bilheterias, nas máquinas de autoatendimento, pelo aplicativo TOP ou pelo WhatsApp, no número (11) 3777-9456.
Outra mudança ocorreu em outubro, quando o Metrô começou a habilitar o pagamento por Pix nas máquinas de autoatendimento.
A implantação teve início no dia 20, na Linha 1-Azul, e foi programada para alcançar as linhas 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata até 30 de outubro.
As máquinas, operadas pela Autopass, já aceitavam cartões de débito e emitem bilhetes unitários com QR Code impressos no momento da compra.
Conforme o Metrô, a manutenção dos equipamentos associados ao sistema magnético tornou-se cada vez mais difícil.
A companhia considera a tecnologia obsoleta e afirma que a continuidade dela deixou de ser viável.
A operação também exige fabricação especializada dos cartões, transporte, armazenamento, distribuição às estações e reposição de estoques.
Esses procedimentos geram despesas logísticas e de manutenção que a empresa pretende eliminar com a retirada do modelo.
A mudança para o QR Code começou sete anos antes do encerramento definitivo dos bilhetes magnéticos.
Em 3 de setembro de 2019, o Metrô deu início a um projeto-piloto nas estações São Judas, Paraíso e Pedro II.
Os passageiros passaram a encontrar bilhetes unitários com QR Code nas bilheterias dessas unidades.
A aceitação foi ampliada em novembro daquele ano, quando as demais estações receberam equipamentos preparados para a leitura dos novos bilhetes.
Em agosto de 2020, as três estações participantes do projeto inicial deixaram de vender bilhetes Edmonson.
A Estação Luz adotou exclusivamente o QR Code em dezembro do mesmo ano.
A implantação avançou em 2021, quando a tecnologia passou a substituir a venda de bilhetes magnéticos em todas as estações.
A partir de dezembro de 2025, o Metrô também disponibilizou o pagamento por aproximação nas catracas.
Em setembro de 2026, a funcionalidade foi ampliada para todas as catracas das estações, segundo a companhia.
Embora a venda dos cartões magnéticos já tivesse sido substituída, os passageiros que ainda possuíam unidades antigas puderam continuar utilizando-as até outubro deste ano.
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A história do bilhete Edmonson no Metrô paulista começou com equipamentos e cartões magnéticos importados da França.
Posteriormente, a fabricação foi nacionalizada e passou a ser realizada pela Casa da Moeda.
Em outra etapa, fornecedores da Argentina também participaram da produção.
Ao longo de cinco décadas, o bilhete passou por aproximadamente 30 edições, conforme levantamento divulgado pelo governo de São Paulo.
O nome Edmonson faz referência ao inglês Thomas Edmondson, chefe de Estação da Newcastle and Carlisle Railway, que desenvolveu, a partir de 1839, um sistema padronizado de emissão de passagens ferroviárias.
Essa proposta substituiu os bilhetes manuscritos por cartões previamente impressos e numerados, permitindo maior controle das vendas e das receitas das companhias ferroviárias.
O formato foi adotado por ferrovias de diferentes países e, mais de um século depois, chegou ao transporte metroviário paulistano.
No Metrô de São Paulo, o cartão ganhou diferentes versões e passou a integrar a coleção de objetos associados à história do transporte público da cidade.
Antes de encerrar a utilização do bilhete, o Metrô organizou uma série de intervenções teatrais para marcar a retirada.
A programação começou em 2 de outubro, na Estação Sé, com a apresentação de um personagem chamado Ed, criado para representar o cartão magnético.
A iniciativa percorreu as estações República, Tatuapé, Corinthians-Itaquera, Palmeiras-Barra Funda e Vila Prudente até 9 de outubro.
Durante as apresentações, atores orientaram os passageiros sobre o prazo de validade dos bilhetes antigos e as alternativas disponíveis para pagar as passagens.
Com o encerramento do prazo neste sábado, a companhia manterá apenas o atendimento para substituição dos cartões que ainda não foram utilizados.
A partir deste domingo, os passageiros que chegarem às estações com bilhetes Edmonson precisarão utilizar outra forma de pagamento para passar pelas catracas.
A troca dos cartões antigos poderá ser solicitada nas estações Paraíso e Tatuapé até 31 de janeiro de 2027.
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o primeiro bilhete éra o amarelo/meio marrom que eu ainda tenho aqui.”
- g1 · Reportagem
Metrô de SP encerra uso de bilhete magnético após mais de 50 anos
Trecho consultado na análise
“O bilhete magnético do tipo Edmonson, utilizado para acesso às estações do Metrô desde o começo da operação comercial do sistema, em 1974, vai deixar de ser aceito nas catracas das estações a partir deste domingo (1°).
Com isso, a utilização dos bilhetes pode ser feita nas catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata até este sábado (31).
Segundo o Metrô, estima-se que 1 milhão de bilhetes magnéticos devam estar nas mãos dos passageiros.
Com isso, de 1º de novembro a 31 de janeiro de 2027, as pessoas que ainda tiverem esse meio de acesso poderão trocá-los por QR Codes nas estações Paraíso e Tatuapé.
A medida marca a transição das formas de pagamento para os meios digitais, eletrônicos e por aproximação disponíveis no sistema.
Como trocar Os passageiros que ainda tiverem os bilhetes magnéticos poderão se dirigir às bilheterias das estações Paraíso, nas linhas 1-Azul e 2-Verde, e Tatuapé, na linha 3-Vermelha, das 6h às 22h, para realizarem a troca por QR Codes.
Os bilhetes”
Encontrou um erro?VerdadeiroO Metrô deixará de aceitar os bilhetes magnéticos nas catracas a partir de domingo, 1º de novembro de 2026.
Centro DireitaCNN Brasil, Revista Oeste, g1
Os trechos dos veículos de direita e centro indicam que o último dia de uso é sábado (31) e que a aceitação termina no domingo (1º).
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroBilhetes não utilizados poderão ser trocados por QR Codes em Paraíso e Tatuapé, de 1º de novembro a 31 de janeiro de 2027.
Centro DireitaCNN Brasil, Revista Oeste, g1
Os trechos dos dois grupos informam o período, os locais e a troca por QR Codes, com atendimento nas estações Paraíso e Tatuapé.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroSegundo estimativa do Metrô, cerca de 1 milhão de bilhetes magnéticos ainda estão com passageiros.
Centro DireitaRevista Oeste, g1
Revista Oeste e g1 atribuem ao Metrô a estimativa de cerca de 1 milhão de bilhetes nas mãos dos passageiros.
Ver fontes e trechos (2)
VerdadeiroEntre as alternativas de pagamento citadas estão Bilhete Único, cartão TOP, QR Code e pagamento por aproximação.
Centro DireitaCNN Brasil, Revista Oeste
CNN Brasil e Revista Oeste listam essas alternativas para acesso ao sistema após o encerramento dos bilhetes magnéticos.
Ver fontes e trechos (2)