VerdadeiroKassab afirmou que o governo Lula procurou o PSD para discutir uma aproximação no quarto mandato.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Diário do Centro do Mundo, Gazeta do Povo, O Antagonista
O relato aparece em três grupos: Centro menciona a declaração em entrevista anterior; veículos de direita e esquerda também registram que o governo procurou o partido.
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- Poder360 · Reportagem
Lula precisa ter agenda econômica “voltada ao centro”, diz Kassab
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“O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, declarou no domingo (1º.nov.2026) que o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisará ter uma agenda econômica "voltada ao centro" em seu 4º mandato para se aproximar de seu partido.
Afirmou ainda que a participação de filiados na nova gestão é uma possibilidade.
"Se ele [Lula] quiser um governo também voltado ao centro, ele terá uma chance maior", disse Kassab ao programa "Canal Livre", da Band. [shortcode-newsletter] Para o presidente do PSD, Lula também precisará conciliar os compromissos sociais assumidos durante a campanha eleitoral com medidas de controle das contas públicas.
“É preciso ter coragem para cortar gastos, subsídios e privilégios”, disse o dirigente.
Kassab ainda mencionou nomes como Antonio Palocci e Henrique Meirelles para a equipe econômica do petista.
No sábado (31.out), em entrevista ao jornal O Globo, o presidente do PSD já havia afirmado que o governo do presidente Lula procurou a legenda e que, se ele adotasse medidas de equilíbrio fiscal, poderia estabelecer com o partido “uma relação mais profunda”.
Ao falar sobre o futuro da oposição depois da derrota de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial e da fuga do senador do Brasil, Kassab disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) continua sendo a principal referência da direita.
“A direita tem um líder, Jair Bolsonaro”, afirmou.”
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Kassab diz que governo Lula procurou PSD e admite relação “mais profunda”
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“O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o governo Lula já procurou o partido e admitiu uma relação “mais profunda” no quarto mandato do presidente.
Em entrevista ao jornal O Globo, ele vinculou essa aproximação a uma sinalização ao centro e à adoção de medidas econômicas.
“Se medidas econômicas forem adotadas, estaremos mais próximos”, disse Kassab.
Na avaliação dele, Lula precisa ampliar o apoio ao governo e honrar os compromissos sociais, mas também assegurar tranquilidade e equilíbrio fiscal.
Para a condução da economia, citou pessoas como Antonio Palocci e Henrique Meirelles.
Questionado sobre a possibilidade de integrar o ministério, Kassab não descartou um retorno.
“Não está no meu horizonte, já fui de duas pastas.
Mas é claro que é muito honroso ser e não descarto voltar mais uma vez”, afirmou.
A fala ocorre após Kassab abrir caminho para a participação do PSD no quarto governo Lula, na última terça-feira (27).
Na entrevista, ele lembrou que a legenda comandou três ministérios no terceiro mandato sem se declarar oficialmente da base.
Segundo o dirigente, em 2023 o partido decidiu que compreenderia eventuais convites do Planalto a seus filiados.
Ao analisar a eleição, Kassab atribuiu a derrota de Flávio Bolsonaro (PL), entre outros fatores, à dificuldade de conquistar o centro.
Disse que a escolha do senador dividiu esse eleitorado com Lula e que a proposta de mexer na Constituição, o linguajar e a postura nos debates afastaram apoios.
Para o presidente do PSD, o PT soube explorar o medo da volta do bolsonarismo.
Ele também apontou as manifestações espontâneas nas ruas e a atuação digital do deputado André Janones (Rede-MG) como fatores relevantes na campanha.
Apesar do resultado, afirmou que a polarização “ainda não foi quebrada”.”
- Gazeta do Povo · Reportagem
Kassab cobra medidas econômicas para PSD ter “relação profunda” com governo Lula
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“O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que já foi procurado pelo governo Lula (PT) para discutir o apoio do partido ao quarto mandato presidencial do petista após a reeleição nas urnas.
No entanto, em entrevista ao jornal O Globo, ele condiciona o apoio ao novo mandato de Lula ao anúncio de medidas econômicas e a um aceno do presidente aos partidos de centro.
“O governo já nos procurou desta vez, sim.
Lula precisa ter uma postura para unir o país e aumentar o apoio, algo que não conseguiu no terceiro mandato.
[...]
Se medidas econômicas forem adotadas, estaremos mais próximos, sim.
Aí poderemos ter uma relação mais profunda”, declarou o presidente do PSD, sigla com três ministérios no Lula 3.
Kassab também não descarta a possibilidade de voltar a comandar uma pasta no quarto mandato de Lula.
Ele foi ministro das Cidades na gestão Dilma Rousseff (PT) e chefiou o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações durante o governo de Michel Temer (MDB).
“Não está no meu horizonte.
Mas é claro que é muito honroso ser e não descarto voltar mais uma vez.”
Após a neutralidade dos partidos do centrão no primeiro turno, a maioria das siglas apoiou Flávio Bolsonaro (PL) na reta final da disputa contra Lula pela Presidência da República.
O PSD optou por manter a posição e deve usar isso como um trunfo para negociar o apoio a Lula [https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/kassab-reconhece-vitoria-de-lula-e-sinaliza-cooperacao-do-psd/].
“O mérito do PT foi explorar as fragilidades do Flávio.
A campanha do Lula mexeu bem com o medo das pessoas da volta do bolsonarismo”, comentou.
Ele ainda admite discutir a proposta de anistia para viabilizar a reeleição de Davi Alcolumbre (União-AP) na presidência do Senado.
“Com o Flávio tendo deixado o país e mantendo o Bolsonaro inelegível, acho válida a discussão, sim”, disse.
Kassab afirma que Ratinho Jr. demorou para escolher candidato; Lyra é nova aposta Considerado um dos maiores vencedores das eleições municipais de 2024, o PSD sofreu perdas importantes nas eleições deste ano, com destaque para o Senado, onde a sigla passará de 13 para cinco cadeiras a partir de 2027 e na disputa por governos estaduais nas regiões Sul e Sudeste.
No Paraná, o governador Ratinho Junior (PSD-PR) não conseguiu fazer o sucessor escolhido [https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/parana-2026/ratinho-junior-parabeniza-moro-e-fala-em-transicao-responsavel-no-parana/], o ex-secretário estadual Sandro Alex (PSD-PR), após abrir mão de concorrer à Presidência da República para priorizar a eleição estadual.
“No caso do Ratinho Junior, demorou muito para escolher o sucessor.
Se o candidato estivesse em campo há mais tempo, teria mais chances”, lembrou Kassab.
A pré-campanha do PSD no estado foi marcada pela saída de nomes importantes do partido como Rafael Greca [https://www.gazetadopovo.com.br/tudo-sobre/rafael-greca/] (MDB-PR) e Alexandre Curi (Republicanos-PR) diante da incerteza sobre o escolhido de Ratinho Junior.
O presidente nacional da sigla também lamentou a derrota do governador Mateus Simões (PSD-MG) em Minas Gerais, que assumiu a gestão com o apoio de Romeu Zema (Novo-MG).
O caso mais emblemático foi a derrota no primeiro turno de Eduardo Paes (PSD-RJ) no Rio de Janeiro.
O ex-prefeito carioca foi considerado favorito para o pleito durante a pré-campanha, mas foi surpreendido por Douglas Ruas (PL-RJ).
O candidato apoiado por Flávio Bolsonaro acabou sendo reconhecido como governador eleito após a anulação dos votos de Anthony Garotinho [https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/rio-de-janeiro/julgamento-tse-garotinho-eleicoes-governo-rio-de-janeiro/] (Republicanos-RJ) pela Justiça Eleitoral.
Kassab afirmou que o PSD deve recorrer para que o segundo turno seja realizado.
“Estamos contestando no Supremo Tribunal Federal (STF) porque discordamos da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
[...]
Sendo revertida, Paes no mano a mano com o Douglas Ruas vai mostrar que é mais preparado”, rebateu.
Quem saiu fortalecida foi a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD-PE), que bateu o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB-PE) no primeiro turno.
“Temos a mulher com o maior protagonismo na vida pública brasileira hoje.
Se uma mulher for presidente nos próximos dez anos, será ela”, projetou Kassab.
Além de Lyra, o PSD venceu as eleições em Sergipe com Fábio Mitidieri e no Maranhão com Eduardo Braide (PSD) na Região Nordeste.
No Norte, a sigla venceu no Amapá e no Amazonas, respectivamente, com Dr.
Furlan e o senador Omar Aziz, totalizando cinco governadores eleitos no país.”
- O Antagonista · Reportagem
Lula já procurou o PSD, diz Kassab
Trecho consultado na análise
“O presidente do PSD, Gilberto Kassab (foto), afirmou que o governo Lula já procurou seu partido para discutir uma aproximação no quarto mandato.
Segundo ele, o petista precisará sinalizar ao centro e adotar medidas econômicas que garantam equilíbrio fiscal para aprofundar a relação com a sigla.
“Lula precisa ter uma postura para unir o país e aumentar o apoio, algo que não conseguiu no terceiro mandato.
É claro que ele não pode deixar de honrar todos os compromissos sociais, foi eleito para isso”, disse ao Globo.
“Mas vai precisar ter à frente da economia gente como Antonio Palocci e Henrique Meirelles no primeiro mandato que traga tranquilidade e equilíbrio fiscal.
Se medidas econômicas forem adotadas, estaremos mais próximos, sim.
Aí poderemos ter uma relação mais profunda.”
Leia mais: Kassab deseja “bom governo” a Lula e defende equilíbrio fiscal Aproximação com o governo Kassab afirmou que o PSD não fechou questão sobre integrar a base governista, mas que o partido dará liberdade para filiados aceitarem convites do Planalto.
A sigla comandou três ministérios no terceiro mandato de Lula, embora o dirigente evitasse classificá-la como parte da base.
Questionado sobre a possibilidade de assumir um ministério, Kassab disse que não é algo que esteja em seus planos, mas não descartou a hipótese.
“Não está no meu horizonte, já fui de duas pastas.
Mas é claro que é muito honroso ser e não descarto voltar mais uma vez.”
Avaliação da eleição Na avaliação de Kassab, a escolha de Flávio Bolsonaro como candidato da direita ajudou Lula a vencer.
Para ele, a candidatura dividiu o eleitorado de centro e perdeu apoio durante a campanha.
“Na hora que optaram pelo Flávio na direita, dividiram o centro com o Lula”, afirmou.
Kassab também atribuiu parte da vitória petista à estratégia de explorar as fragilidades do adversário e ao uso da comunicação digital, destacando a atuação de André Janones.”
Encontrou um erro?VerdadeiroKassab condicionou uma relação mais profunda entre PSD e governo Lula a medidas econômicas, equilíbrio fiscal e sinais de aproximação ao centro.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Diário do Centro do Mundo, Gazeta do Povo, O Antagonista
Os relatos dos veículos de direita, centro e esquerda vinculam a aproximação a medidas econômicas e ao centro; os trechos mencionam equilíbrio fiscal e responsabilidade nas contas públicas.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroKassab citou Antonio Palocci e Henrique Meirelles como referências para a condução econômica do governo Lula.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Diário do Centro do Mundo, Estadão, O Antagonista
Os veículos de direita, centro e esquerda relatam a menção aos dois nomes como referência ou modelo para a política econômica.
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VerdadeiroKassab disse que não tinha a volta a um ministério no horizonte, mas não descartou assumir uma pasta novamente.
Esquerda DireitaDiário do Centro do Mundo, Gazeta do Povo, O Antagonista
Os veículos de direita e esquerda registram as duas partes da declaração: não estar nos planos imediatos e não descartar voltar.
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VerdadeiroKassab avaliou que a candidatura de Flávio dividiu o eleitorado de centro com Lula e prejudicou a direita.
Esquerda DireitaJovem Pan, Diário do Centro do Mundo, O Antagonista
Os veículos de direita e esquerda atribuem a Kassab a avaliação de que a escolha de Flávio dividiu o centro e dificultou a disputa da direita.
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Não verificávelLideranças do PSD citadas pelo Centro avaliaram que Kassab não teria condições de assumir um ministério naquele momento, por causa da composição do partido.
CentroMetrópoles
A avaliação aparece apenas no trecho do Centro. Os demais trechos registram Kassab dizendo que não descarta voltar, o que não confirma nem contradiz a avaliação atribuída às lideranças.
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