VerdadeiroO Ibovespa caiu 18,12% na semana posterior à reeleição e teve sua maior queda semanal desde março de 2020, a quinta maior desde o início do Plano Real.
Centro Direitag1, Revista Oeste, Agência Brasil, Gazeta do Povo, Poder360, CNN Brasil, O Globo
Os veículos de direita e centro relatam queda de 18,12% ou cerca de 18%, com a quinta posição desde o Plano Real e a maior perda desde março de 2020.
Ver fontes e trechos (7)
- g1 · Reportagem
Ibovespa: tombo de 18% iguala semana de 11 de Setembro e chega perto da pandemia; o que esperar?
Trecho consultado na análise
“Ibovespa acumulou 18% de queda em uma semana O resultado do segundo turno das eleições, com a reeleição do presidente Lula (PT), sacudiu o mercado financeiro.
O dólar disparou, enquanto o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou a semana em queda de mais de 18%, aos 167.922 pontos, após cinco pregões consecutivos de baixa.
Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a queda reflete uma revisão das apostas do mercado após a vitória de Lula.
Para eles, a volatilidade deve continuar alta, e uma recuperação mais consistente dependerá dos próximos sinais do governo para a economia e as contas públicas. (leia mais abaixo) 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Mas o resultado é especialmente marcante porque a bolsa registrou sua quinta pior semana desde o Plano Real, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta.
As perdas só ficaram atrás de períodos como a semana encerrada em 20 de março de 2020, no início da pandemia de Covid-19, quando o índice”
- Revista Oeste · Reportagem
Ibovespa perde 18% na semana da reeleição de Lula; dólar dispara 9%
Trecho consultado na análise
“Formado em jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, atua na cobertura política em Brasília há dois anos.
Foi repórter de uma afiliada da TV Globo.
Cobriu as eleições norte-americanas de 2024, em Washington; o conclave de 2025, em Roma; e a COP30, em Belém.
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Após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, o Ibovespa caiu cerca de 18% na semana seguinte, com o dólar à vista subindo 9,04%, o maior aumento semanal desde 2008.
No dia 30 de outubro, o índice da Bolsa brasileira recuou 0,75%, fechando a 167.922 pontos, marcando cinco pregões consecutivos de perdas e uma desvalorização de 9,9% em outubro.
A pressão sobre os ativos foi impulsionada por incertezas sobre a equipe econômica e as contas públicas.
Juros futuros também subiram, refletindo preocupações com a inflação.
O Ibovespa acumulou queda de cerca de 18% na semana seguinte à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No mesmo período, o dólar à vista subiu mais de 9%, em meio à revisão das expectativas dos investidores para a economia brasileira e às incertezas sobre a política fiscal.
Nesta sexta-feira, 30, o principal índice da Bolsa brasileira recuou 0,75%, aos 167.922 pontos.
Foi o quinto pregão consecutivo de perdas.
Durante a sessão, o indicador oscilou entre 167.008 e 169.185 pontos.
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A desvalorização semanal foi a mais intensa desde março de 2020, no começo da pandemia de covid-19.
Esse movimento também levou o resultado de outubro para o vermelho, com perda de aproximadamente 9,9%.
As ações da Vale e da Petrobras subiram na sexta-feira e limitaram o recuo do índice.
Ainda assim, a cautela com a formação da equipe econômica para o próximo mandato e com a trajetória das contas públicas manteve a pressão sobre os ativos brasileiros.
O dólar à vista encerrou a sexta-feira com valorização de 1,05%, cotado a R$ 5,44.
Ao longo do pregão, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,38 e R$ 5,46.
O avanço de 9% na semana foi o maior desde o período encerrado em 24 de outubro de 2008, durante a crise financeira internacional.
O euro comercial também subiu na sexta-feira: avançou 1,12%, para R$ 6,08.
A pressão alcançou os juros futuros, com investidores exigindo taxas maiores para negociar contratos de diferentes vencimentos.
No encerramento dos negócios regulares, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2028 passou de 14,37%, no ajuste anterior, para 14,48%.
A do contrato para janeiro de 2029 avançou de 14,80% para 14,96%.
Para janeiro de 2031, a taxa subiu de 15,15% para 15,26%.
Além das dúvidas fiscais, a valorização do dólar e do petróleo ampliou as preocupações com a inflação.
As taxas desses contratos refletem expectativas e condições de mercado, sem representar uma decisão do Banco Central sobre a Selic.
O ambiente externo também foi desfavorável às ações.
Nos Estados Unidos, resultados trimestrais abaixo das expectativas de empresas de tecnologia pressionaram as bolsas.
O Nasdaq caiu 2,86%, aos 25.437 pontos.
O S&P 500 recuou 1,82%, para 7.579,82 pontos, enquanto o Dow Jones perdeu 1,09%, aos 51.771,14 pontos.
Investidores também repercutiram declarações de dirigentes do Federal Reserve, o Banco Central norte-americano, favoráveis à manutenção de uma política monetária restritiva.
Leia também: “Ibovespa ‘queima’ quase R$ um trilhão em uma semana após a eleição de Lula” , reportagem de Carlo Cauti
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- Agência Brasil · Reportagem
Dólar fecha a R$ 5,44 e registra maior alta semanal desde 2008
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“O mercado financeiro brasileiro encerrou outubro sob forte pressão, com disparada do dólar e queda acentuada da bolsa de valores.
Nesta sexta-feira (30), a moeda estadunidense avançou cerca de 1% e fechou perto de R$ 5,45, enquanto o Ibovespa recuou 0,75%, aos 167,9 mil pontos.
Na semana, o dólar acumulou valorização superior a 9%, a maior desde a crise financeira de 2008.
O principal índice da B3 registrou a pior queda semanal desde março de 2020, no início da pandemia de covid-19.
No plano nacional, o desempenho dos ativos foi marcado pelos ajustes do mercado após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelas incertezas sobre a política fiscal brasileira.
No cenário internacional, a forte queda de ações de empresas tecnológicas e de inteligência artificial pressionou o dólar e as bolsas de outros países.
O dólar comercial fechou a sexta-feira em alta de 1,09%, cotado a R$ 5,446, no maior valor de fechamento de 2026 .
Durante a sessão, a moeda chegou a R$ 5,463, antes de reduzir parte dos ganhos.
Na semana posterior ao segundo turno das eleições presidenciais, o dólar acumulou alta de 9,15%, movimento que representa a maior valorização semanal desde outubro de 2008, durante a crise financeira internacional.
Em outubro, a moeda estadunidense avançou 5,27%.
Com isso, passou a acumular valorização de 0,81% no ano.
Parte da volatilidade registrada na primeira metade do pregão esteve relacionada à formação da Ptax de fim de mês, taxa calculada pelo Banco Central e utilizada como referência para a liquidação de contratos futuros de câmbio.
A pressão sobre o real também foi influenciada pela reavaliação das posições dos investidores após o resultado eleitoral.
A expectativa pela definição da equipe econômica do próximo governo e pela apresentação de medidas relacionadas às contas públicas manteve o mercado atento aos rumos da política fiscal brasileira.
Outro fator foi a procura por proteção cambial antes do fim de semana prolongado pelo feriado de Finados, na segunda-feira (2).
No mercado internacional, a moeda estadunidense voltou a subir, perante moedas de países emergentes, num dia marcado por turbulências ligadas a empresas de tecnologia.
O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira com queda de 0,75%, aos 167.921,80 pontos.
O resultado representou o quinto pregão consecutivo de baixa do principal índice da Bolsa brasileira.
Na semana, o indicador acumulou desvalorização de 18,12%, a maior desde março de 2020, quando havia recuado 18,88% em meio aos impactos iniciais da pandemia de covid-19.
O desempenho mensal também foi negativo.
Em outubro, o Ibovespa caiu 9,88%, o pior resultado desde junho de 2022, quando a perda havia sido de 11,5%.
A pressão sobre as ações brasileiras ganhou força após a reeleição de Lula.
No primeiro pregão depois do resultado eleitoral, na segunda-feira (26), a queda do índice acionou o circuit breaker , mecanismo que interrompe temporariamente as negociações diante de perdas expressivas.
Ao longo da semana, a saída de recursos estrangeiros também contribuiu para a pressão sobre os ativos.
Dados da B3 apontaram retirada líquida de quase R$ 7,6 bilhões do mercado secundário de ações nos três primeiros pregões da semana.
Além das incertezas domésticas, o mercado brasileiro acompanhou um ambiente internacional desfavorável, marcado pela cautela dos investidores em relação às empresas de tecnologia dos Estados Unidos e às perspectivas para a inflação e os juros globais.
Em Nova York, o índice S&P 500 encerrou a sessão com queda de 1,82%, refletindo parte das preocupações relacionadas aos resultados de grandes empresas de tecnologia e aos investimentos em inteligência artificial.
No mercado de câmbio, o índice do dólar, que mede o desempenho da moeda estadunidense diante de uma cesta de seis divisas fortes, registrava alta de 0,01%, aos 101,890 pontos, às 17h31.
*Com informações da Reuters”
- Gazeta do Povo · Reportagem
Após reeleição de Lula, Ibovespa tem pior semana desde a pandemia e dólar dispara
Trecho consultado na análise
“O Ibovespa acumulou queda de 18,12% nesta semana e registrou seu pior desempenho desde março de 2020, quando o início da crise sanitária causada pela covid-19 provocou fortes perdas nos mercados financeiros.
O principal índice da Bolsa brasileira fechou esta sexta-feira (30) em baixa de 0,75%, aos 167.921,80 pontos, e completou cinco pregões consecutivos de desvalorização.
A queda ocorreu principalmente após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no domingo (25).
O resultado da eleição contrariou as expectativas de parte dos investidores, que apostavam na vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) e em uma possível mudança na condução da política econômica.
Na segunda-feira (26), primeiro pregão após a eleição, o Ibovespa despencou 13,88%, na maior queda diária desde março de 2020.
A intensidade das perdas levou a B3 a acionar o circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações para conter oscilações extremas.
A Bolsa perdeu cerca de R$ 734 bilhões em valor de mercado na segunda-feira (26).
Ao longo dos cinco pregões, o índice perdeu aproximadamente 37,2 mil pontos.
Desde o recorde de fechamento de 9 de outubro, quando alcançou 209.066,90 pontos, o Ibovespa já acumula uma perda de cerca de 41 mil pontos.
O desempenho positivo da Bolsa em 2026 também diminuiu: o ganho acumulado no ano, que chegou perto de 30%, recuou para aproximadamente 4%.
Queda está entre as cinco maiores desde o Plano Real A desvalorização de 18,12% representa a quinta maior queda semanal do Ibovespa desde o início do Plano Real, em julho de 1994, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta com dados da B3.
As perdas mais expressivas ocorreram em outubro de 1997, durante a crise financeira asiática, quando o índice recuou 22,17%; em outubro de 2008, no agravamento da crise financeira internacional, com baixa de 20,01%; e em março de 2020, no início da pandemia de Covid-19, quando a queda chegou a 18,88%.
O recuo desta semana também igualou, com duas casas decimais, a desvalorização registrada na semana dos atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos.
Dólar tem maior alta semanal desde a crise de 2008 O dólar comercial fechou esta sexta-feira (30) cotado a R$ 5,444, com alta de 1,05% no dia.
Na semana posterior à reeleição de Lula, a moeda americana acumulou valorização de 9,04% frente ao real, o maior avanço semanal desde outubro de 2008, durante a crise financeira internacional.
A cotação também atingiu o maior valor de fechamento de 2026.
Durante o pregão, o dólar oscilou entre R$ 5,387 e R$ 5,462.
Em outubro, a moeda acumulou alta de aproximadamente 5,2%.
Na segunda-feira (26), primeiro pregão após o segundo turno, o dólar chegou a ultrapassar R$ 5,60 durante as negociações e fechou com alta de 8,21%, a R$ 5,403.
Foi a maior valorização diária da moeda desde janeiro de 1999.
Incertezas fiscais e juros pressionam o mercado A reação negativa do mercado reflete principalmente a preocupação com os rumos da política econômica no próximo mandato de Lula.
Parte do mercado esperava uma alternância de poder e mudanças na condução das contas públicas.
A vitória do petista reverteu essas expectativas e elevou a percepção de risco fiscal.
Além do cenário político brasileiro, fatores externos também contribuíram para a volatilidade.
Entre eles estão as decisões sobre juros nos Estados Unidos e na Europa, os conflitos geopolíticos, o desempenho das empresas e os sinais de desaceleração das principais economias.
No Brasil, o mercado também acompanha a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para a próxima semana.
A taxa Selic está em 13,75% ao ano.
Um levantamento divulgado pela B3 na quinta-feira (29), com base nos contratos negociados no mercado, apontou probabilidade de 63,1% de manutenção da taxa nesse patamar.
A possibilidade de redução para 13,50% era de 28%.
A mudança nas expectativas reflete a cautela dos investidores diante das incertezas sobre a política monetária e a trajetória fiscal do país.”
- Poder360 · Reportagem
Bolsa tem 5ª maior queda desde Plano Real após reeleição de Lula
Trecho consultado na análise
“O Ibovespa, principal índice da B3, registrou queda de 18,12% na 1ª semana depois da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Foi a 5ª maior desvalorização semanal desde o início do Plano Real, em julho de 1994, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta.
O dólar comercial acumulou alta de 9,03% no mesmo período.
Nesta 6ª feira (30.out.2026), o Ibovespa encerrou as negociações aos 167.921,80 pontos, com queda de 0,75% ante o pregão anterior.
O dólar comercial fechou cotado a R$ 5,444, com alta de 1,05% no dia. [shortcode-newsletter] Em relação à última 6ª feira (23.out), último pregão antes do 2º turno das eleições presidenciais, a Bolsa perdeu 37.160,76 pontos.
No mesmo intervalo, o dólar passou de R$ 4,9931 para R$ 5,444, valorização de 9,03%.
A maior reação se deu na 2ª feira (26.out), 1º pregão depois da vitória de Lula sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL).
O Ibovespa caiu 13,88%, enquanto o dólar avançou 8,21%.
O movimento refletiu uma forte revisão das expectativas dos investidores sobre a condução da política econômica e a situação fiscal do país.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a reação do mercado foi uma correção de posições.
Segundo ele, os investidores haviam precificado uma vitória de Flávio Bolsonaro e o resultado das urnas provocou uma mudança nas apostas do mercado financeiro.
A sequência de perdas mostrou que a reação negativa não ficou restrita ao 1º pregão.
O Ibovespa recuou em todos os 5 dias de negociação depois da eleição, enquanto o dólar permaneceu acima de R$ 5,30.
Segundo a análise da Elos Ayta, parte dos investidores havia incorporado aos preços dos ativos a possibilidade de mudança na condução da política econômica.
A reeleição de Lula contrariou essas expectativas e provocou uma correção das ações, acompanhada pela elevação da percepção de risco fiscal.
A queda desta semana ficou só 0,76 ponto percentual abaixo da registrada em março de 2020, durante o início da pandemia.
A comparação evidencia a intensidade da reação dos investidores ao resultado eleitoral, embora os acontecimentos tenham origens e consequências econômicas distintas.
PIB E A INFLAÇÃO A deterioração das condições financeiras pode ter efeitos sobre a economia real caso os juros e o câmbio permaneçam nos patamares registrados depois da eleição.
O cenário é especialmente sensível para 2027.
Antes da votação, o Boletim Focus indicava crescimento de 1,31% para o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro no próximo ano, segundo levantamento citado por Antônio Patrus, CEO da Bossa Invest.
A manutenção dos juros futuros de longo prazo acima de 15% e do dólar próximo de R$ 5,35 tende a encarecer financiamentos, máquinas e insumos importados.
Com isso, empresas podem adiar investimentos e projetos de expansão.
André Matos, CEO da MA7 Capital, estima que, nessas condições, o investimento produtivo poderá crescer entre 0% e 1% em 2027, ou até recuar se a incerteza persistir.
O crescimento econômico, anteriormente projetado em 1,3%, poderia ficar abaixo de 1%.
O câmbio também representa um risco para a inflação.
Segundo Matos, uma desvalorização persistente do real pode acrescentar de 0,4 a 0,8 ponto percentual ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 2027.
Outra estimativa, de André Luiz Haas Caruso, CEO da Pilar Capital, indica que a deterioração das condições financeiras poderia retirar de 0,3 a 0,6 ponto percentual do crescimento do PIB.
A inflação acumulada até 2028 poderia receber um acréscimo de 0,3 a 0,7 ponto percentual em um cenário de câmbio persistentemente depreciado.
As estimativas são condicionais à manutenção das condições financeiras adversas e não representam resultados já observados.
Também não são projeções oficiais do governo ou do Banco Central.
AJUSTE FISCAL A recuperação da confiança dos investidores dependerá, entre outros fatores, das medidas econômicas do novo mandato de Lula.
A principal preocupação é a capacidade do governo de estabilizar a dívida pública e apresentar uma trajetória sustentável para as contas públicas.
Juros elevados aumentam o custo de financiamento do Tesouro Nacional e das empresas, além de restringirem o consumo e o investimento.
Entre as medidas defendidas por representantes do mercado estão a revisão de despesas obrigatórias, a redução de benefícios tributários e a preservação dos investimentos públicos com maior retorno econômico.
Matos considera necessário apresentar uma trajetória de melhora do resultado primário de 0,5 ponto percentual do PIB por ano.
Caruso defende um ajuste de 1 a 1,5 ponto percentual do PIB em 2 a 3 anos.
Um programa fiscal considerado crível pelos investidores poderia reduzir os prêmios de risco, favorecer a valorização do real e criar condições para a retomada da queda dos juros.
Sem essa sinalização, a turbulência financeira poderá se transformar em um obstáculo adicional ao crescimento da economia brasileira em 2027.”
- CNN Brasil · Reportagem
Ibovespa tem 5ª maior queda semanal desde o Plano Real
Trecho consultado na análise
“O Ibovespa acumulou queda de mais de 18% na semana encerrada nesta sexta-feira (30), a maior desvalorização semanal desde março de 2020, no início da pandemia de Covid-19 e a quinta maior desde a criação do Plano Real, em 1994.
O movimento foi impulsionado pela forte reprecificação das ações brasileiras após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Levantamento da Elos Ayta mostra que, com duas casas decimais, o resultado iguala a desvalorização registrada na semana dos atentados de 11 de setembro, nos Estados Unidos.
Nesta sexta-feira (30), o Ibovespa caiu pelo quinto pregão consecutivo e encerrou o dia em baixa de 0,75%.
No mês de outubro, a Bolsa acumula desvalorização de 9,75%, a maior queda mensal desde junho de 2022.
Apesar disso, no ano, o Ibovespa ainda soma alta de 4,22%.
A pressão sobre os ativos brasileiros se intensificou após o segundo turno das eleições presidenciais.
Na segunda-feira (26), a Bolsa registrou um circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações diante de oscilações acentuadas, em um pregão marcado por queda de quase 14% do índice.
As perdas continuaram nos dias seguintes.
O estudo da Elos Ayta ainda mostra que a desvalorização das ações provocou uma redução de R$ 873 bilhões no valor de mercado consolidado das empresas listadas na B3.
Histórico de quedas A maior perda semanal do Ibovespa desde o início do Plano Real ocorreu em 31 de outubro de 1997, quando o índice recuou 22,17%, em meio à crise financeira asiática.
Na sequência, aparece a semana encerrada em 10 de outubro de 2008, com queda de 20,01%, durante a crise financeira global agravada pela quebra do banco americano Lehman Brothers.
A terceira maior desvalorização foi registrada em 20 de março de 2020, quando o Ibovespa caiu 18,88%, diante da disseminação da Covid-19 e dos impactos econômicos das medidas de contenção da pandemia.
Na quarta posição está a semana encerrada em 14 de setembro de 2001, quando a Bolsa brasileira recuou 18,12%, após os atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos.
A queda desta semana se diferencia dos episódios anteriores por ter sido desencadeada principalmente por um evento político doméstico.
Enquanto as quatro maiores perdas históricas estiveram associadas a crises internacionais, o movimento recente reflete a revisão das expectativas dos investidores após o resultado eleitoral brasileiro.”
- O Globo · Reportagem
Ibovespa tem quinta maior queda semanal desde o Plano Real
Trecho consultado na análise
“O Ibovespa encerrou a semana de 30 de outubro com queda de 18,12%, a quinta maior desvalorização semanal desde o início do Plano Real, em julho de 1994, segundo levantamento da Elos Ayta com dados da B3.
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Encontrou um erro?VerdadeiroA queda semanal do Ibovespa igualou, com duas casas decimais, a da semana dos atentados de 11 de setembro de 2001.
Centro Direitag1, Gazeta do Povo, CNN Brasil
Os trechos dos veículos de direita e centro dizem que a queda de 18,12% igualou a registrada na semana dos atentados.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroO dólar subiu cerca de 9% na semana, a maior alta semanal desde 2008, segundo os relatos.
Centro DireitaRevista Oeste, Agência Brasil, Gazeta do Povo, Poder360
Os dois grupos relatam valorização semanal próxima de 9% e a maior desde outubro de 2008; os percentuais exatos variam entre os trechos.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroNa sexta-feira, 30 de outubro, o Ibovespa fechou aos 167.921,80 pontos, após cinco pregões consecutivos de queda.
Centro DireitaRevista Oeste, Agência Brasil, Gazeta do Povo, CNN Brasil
Trechos dos veículos de direita e centro registram o fechamento nesse nível e a sequência de cinco pregões de baixa.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroNa sexta-feira, 30 de outubro, o dólar comercial fechou perto de R$ 5,44.
Centro DireitaRevista Oeste, Agência Brasil, Gazeta do Povo, Poder360
Os dois grupos informam fechamento entre R$ 5,444 e R$ 5,446, arredondado para R$ 5,44.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroNa segunda-feira após a eleição, o Ibovespa caiu 13,88% e a B3 acionou o circuit breaker.
Centro DireitaGazeta do Povo, Poder360, CNN Brasil
Os veículos de direita e centro relatam a queda de 13,88% e a interrupção temporária das negociações naquele pregão.
Ver fontes e trechos (3)
- Gazeta do Povo · Reportagem
Após reeleição de Lula, Ibovespa tem pior semana desde a pandemia e dólar dispara
Trecho consultado na análise
“O Ibovespa acumulou queda de 18,12% nesta semana e registrou seu pior desempenho desde março de 2020, quando o início da crise sanitária causada pela covid-19 provocou fortes perdas nos mercados financeiros.
O principal índice da Bolsa brasileira fechou esta sexta-feira (30) em baixa de 0,75%, aos 167.921,80 pontos, e completou cinco pregões consecutivos de desvalorização.
A queda ocorreu principalmente após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no domingo (25).
O resultado da eleição contrariou as expectativas de parte dos investidores, que apostavam na vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) e em uma possível mudança na condução da política econômica.
Na segunda-feira (26), primeiro pregão após a eleição, o Ibovespa despencou 13,88%, na maior queda diária desde março de 2020.
A intensidade das perdas levou a B3 a acionar o circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações para conter oscilações extremas.
A Bolsa perdeu cerca de R$ 734 bilhões em valor de mercado na segunda-feira (26).
Ao longo dos cinco pregões, o índice perdeu aproximadamente 37,2 mil pontos.
Desde o recorde de fechamento de 9 de outubro, quando alcançou 209.066,90 pontos, o Ibovespa já acumula uma perda de cerca de 41 mil pontos.
O desempenho positivo da Bolsa em 2026 também diminuiu: o ganho acumulado no ano, que chegou perto de 30%, recuou para aproximadamente 4%.
Queda está entre as cinco maiores desde o Plano Real A desvalorização de 18,12% representa a quinta maior queda semanal do Ibovespa desde o início do Plano Real, em julho de 1994, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta com dados da B3.
As perdas mais expressivas ocorreram em outubro de 1997, durante a crise financeira asiática, quando o índice recuou 22,17%; em outubro de 2008, no agravamento da crise financeira internacional, com baixa de 20,01%; e em março de 2020, no início da pandemia de Covid-19, quando a queda chegou a 18,88%.
O recuo desta semana também igualou, com duas casas decimais, a desvalorização registrada na semana dos atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos.
Dólar tem maior alta semanal desde a crise de 2008 O dólar comercial fechou esta sexta-feira (30) cotado a R$ 5,444, com alta de 1,05% no dia.
Na semana posterior à reeleição de Lula, a moeda americana acumulou valorização de 9,04% frente ao real, o maior avanço semanal desde outubro de 2008, durante a crise financeira internacional.
A cotação também atingiu o maior valor de fechamento de 2026.
Durante o pregão, o dólar oscilou entre R$ 5,387 e R$ 5,462.
Em outubro, a moeda acumulou alta de aproximadamente 5,2%.
Na segunda-feira (26), primeiro pregão após o segundo turno, o dólar chegou a ultrapassar R$ 5,60 durante as negociações e fechou com alta de 8,21%, a R$ 5,403.
Foi a maior valorização diária da moeda desde janeiro de 1999.
Incertezas fiscais e juros pressionam o mercado A reação negativa do mercado reflete principalmente a preocupação com os rumos da política econômica no próximo mandato de Lula.
Parte do mercado esperava uma alternância de poder e mudanças na condução das contas públicas.
A vitória do petista reverteu essas expectativas e elevou a percepção de risco fiscal.
Além do cenário político brasileiro, fatores externos também contribuíram para a volatilidade.
Entre eles estão as decisões sobre juros nos Estados Unidos e na Europa, os conflitos geopolíticos, o desempenho das empresas e os sinais de desaceleração das principais economias.
No Brasil, o mercado também acompanha a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para a próxima semana.
A taxa Selic está em 13,75% ao ano.
Um levantamento divulgado pela B3 na quinta-feira (29), com base nos contratos negociados no mercado, apontou probabilidade de 63,1% de manutenção da taxa nesse patamar.
A possibilidade de redução para 13,50% era de 28%.
A mudança nas expectativas reflete a cautela dos investidores diante das incertezas sobre a política monetária e a trajetória fiscal do país.”
VerdadeiroOs trechos atribuem a pressão nos ativos à revisão de expectativas após a eleição e a preocupações com a política econômica e fiscal.
Centro DireitaRevista Oeste, Agência Brasil, Gazeta do Povo, Poder360, CNN Brasil
Relatos dos dois grupos associam o movimento à reavaliação das expectativas, às incertezas sobre a equipe econômica e às contas públicas.
Ver fontes e trechos (5)