VerdadeiroO ex-agente citado foi identificado como Menachem Booky Halevy.
Esquerda CentroO Globo, Brasil 247
O Globo e Brasil 247, de grupos diferentes, identificam o ex-agente como Menachem Booky Halevy.
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- O Globo · Reportagem
Ex-agente do governo israelense é investigado por ajuda a Flávio Bolsonaro na fuga para os EUA
Trecho consultado na análise
“As investigações sobre a fuga do ex-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) apontam que um ex-agente do Mossad, o serviço de inteligência israelense, participou da operação, conforme mostrou, neste domingo, o Fantástico.
Leia mais: Flávio Bolsonaro pode ficar "quanto tempo quiser" nos EUA, diz Trump Política: Com Flávio nos EUA, governadores da direita 'viram página' da eleição diante de desafios fiscais e relação com Planalto Menachem Booky Halevy era um dos passageiros da van que cruzou a fronteira do Brasil com a Argentina sete minutos antes da passagem do veículo que supostamente levava Flávio Bolsonaro e sua família.
As duas vans pertencem à empresa brasileira Dallas Turismo.
Segundo mostrou o Fantástico, Menachem aparece em fotos ao lado de autoridades israelenses como o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e já havia visitado o Brasil outras três vezes este ano.
A última entrada foi no dia 19 de outubro.
O outro passageiro da van era o advogado Roberto Jorge A”
- Brasil 247 · Reportagem
Ex-agente do Mossad é investigado por suposta ajuda a Flávio Bolsonaro em fuga para os EUA
Trecho consultado na análise
“Reportagem do Fantástico revela que Menachem Booky Halevy cruzou a fronteira com a Argentina sete minutos antes de uma van que poderia transportar o senador e sua família”
Encontrou um erro?VerdadeiroReportagens dos três grupos relataram a participação de um ex-agente do Mossad na operação de saída de Flávio do Brasil.
Esquerda Centro DireitaO Globo, O Antagonista, Brasil 247, Brasil de Fato, Revista Fórum, Diário do Centro do Mundo
ICL Notícias, O Globo, O Antagonista, Brasil 247, Brasil de Fato, Revista Fórum e Diário do Centro do Mundo relatam a participação do ex-agente, embora divirjam sobre qual van ele ocupou.
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- ICL Notícias · Reportagem
Mossad, EUA e jato suspeito: Flávio Bolsonaro era fantoche de interesses estrangeiros
Trecho consultado na análise
“Um ex-agente do Mossad envolvido na fuga.
Alertas por parte de ex-agentes da CIA sobre o padrão usado para retirar Flávio Bolsonaro do país.
Um avião sob suspeita de ligações com empresários mais que suspeitos.
Uma manobra de desinformação e um desembarque num aeroporto que fez parte da história das intervenções da Casa Branca na América Latina.
A operação para permitir que o ex-candidato derrotado na eleição brasileira deixasse o território nacional é reveladora.
Se ainda existiam dúvidas para uma parcela da população sobre qual bandeira servia de referência para o clã Bolsonaro, essa manobra escancara o fato de que Flávio Bolsonaro ser, no fundo, apenas um fantoche de interesses estrangeiros no país.
Não deveria ser uma surpresa o que foi revelado pela TV Globo neste domingo sobre os detalhes da operação.
Afinal, o filho do ex-presidente golpista prometeu entregar as terras raras do país aos EUA, privatizar bens públicos, abrir mão da soberania nacional na defesa do território e ainda reposicionar o Brasil para alinhar sua política externa aos interesses americanos e israelenses.
Se não bastasse, ofereceu formar uma equipe de transição com a participação do Departamento de Estado norte-americano, algo jamais visto na história do Brasil.
Enquanto isso, se disfarçava de patriota, usurpando a bandeira e a camisa da seleção, como uma fantasia para enganar milhões de eleitores.
Abusou do termo patriota, justamente como camuflagem do que poderia ter sido o maior ato de traição já registrado na alta cúpula da política nacional.
A decisão de americanos e ex-agentes do Mossad de sair ao resgate do brasileiro não foi um ato de generosidade.
A manobra apenas tinha como objetivo proteger seu ativo na região.
Ao fugir com a ajuda de potências estrangeiras, Flávio Bolsonaro revelou quem de fato é: um títere destinado a entregar o país, em troca de chegar ao poder.
Ao fugir com a ajuda de serviços secretos estrangeiros, o senador nos mostra o que nos esperava caso fosse eleito presidente.
Um golpe que teria solapado, ao mesmo tempo, nossa democracia e nossa soberania.
Foi disso tudo que nos livramos.”
VerdadeiroFlávio e sua família cruzaram a fronteira para a Argentina em duas vans em 27 de outubro.
Esquerda DireitaO Antagonista, Revista Fórum, Diário do Centro do Mundo
O Antagonista, Revista Fórum e Diário do Centro do Mundo relatam a travessia em duas vans; O Antagonista, Revista Fórum e Diário do Centro do Mundo situam a passagem na terça-feira, 27.
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VerdadeiroDepois da Argentina, a família seguiu em jato particular, com escala em Guayaquil, e chegou à região de Miami.
Esquerda DireitaO Antagonista, Revista Fórum, Diário do Centro do Mundo
O Antagonista, Revista Fórum e Diário do Centro do Mundo relatam o voo em jato particular, a escala em Guayaquil e a chegada a Miami ou ao aeroporto de Opa-locka.
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VerdadeiroReportagens atribuíram apoio à saída a pessoas ligadas ao governo de Javier Milei, mas disseram que a extensão ou confirmação desse envolvimento ainda era incerta.
Esquerda DireitaO Antagonista, Revista Fórum, Diário do Centro do Mundo
O Antagonista atribui ao Clarín relatos sobre a atuação de Santiago Caputo; Revista Fórum e Diário do Centro do Mundo mencionam apoio ou participação ainda sob investigação ou sem confirmação oficial.
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