VerdadeiroOs EUA aprovaram a venda de 500 mísseis Patriot à Ucrânia por cerca de US$ 2,1 bilhões.
Esquerda Centro DireitaO Globo, Gazeta do Povo, Folha de S.Paulo, CNN Brasil
Os veículos de esquerda e centro informam a aprovação, a quantidade e o valor; o Direita também relata esses dados.
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- O Globo · Reportagem
EUA aprovam venda de 500 mísseis Patriot para a Ucrânia
Trecho consultado na análise
“Os Estados Unidos aprovaram a venda de 500 mísseis Patriot para a Ucrânia.
Os mísseis PAC-3 MSE, a versão mais avançada do Patriot, são a única arma eficaz para abater os mísseis balísticos da Rússia, mas o estoque dos ucranianos se esgotou no início deste mês, segundo agências de notícias.
Contexto: Ucrânia inicia retirada de moradores de cidade ocupada pela Rússia após cessar-fogo mediado por Melania Trump Quer ler mais notícias de Mundo?
Acompanhe o canal no WhatsApp O anúncio foi feito em comunicado pelo Departamento de Estado dos EUA.
Porém, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reiterou seus apelos para que os EUA acelerem a liberação dos Patriots e disse que os mísseis podem levar “vários anos” para chegar.
O Departamento de Estado americano informou que os mísseis custarão US$ 2,1 bilhões, mas não deu detalhes sobre prazos.
O comunicado dá a entender que a venda será de unidades ainda a ser fabricadas e não de mísseis existentes.
Os Patriots demandam tempo longo de produç”
- Gazeta do Povo · Reportagem
EUA aprovam venda de 500 mísseis Patriot à Ucrânia
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“Os Estados Unidos aprovaram a venda de 500 mísseis interceptadores Patriot à Ucrânia por US$ 2,1 bilhões, mas a entrega dos armamentos pode levar vários anos.
A aquisição prevê o fornecimento de mísseis PAC-3, utilizados pelo sistema de defesa aérea para interceptar ameaças, incluindo mísseis balísticos russos.
As informações foram divulgadas pela BBC.
Os mísseis são interceptadores utilizados pelo sistema de defesa aérea desenvolvido pelos Estados Unidos para detectar, rastrear e neutralizar ameaças aéreas, como aeronaves, drones e mísseis de cruzeiro e balísticos.
Segundo o Departamento de Estado americano, a compra será financiada integralmente por aliados da Ucrânia na Europa e pelo Canadá, sem o uso de recursos dos Estados Unidos.
A operação contará com a participação da empresa americana Lockheed Martin como principal contratada.
Em declarações nesta sexta-feira (30), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, agradeceu o anúncio, mas reiterou que o país precisa dos interceptadores imediatamente.
A preocupação de Kiev é a escassez de munições para enfrentar a intensificação dos ataques russos contra cidades e infraestruturas essenciais.
Neste sábado (31), Zelensky afirmou que os bombardeios russos da noite anterior deixaram cerca de 200 mil residências sem energia elétrica na região de Dnipro e pelo menos outras 80 mil na região de Kiev.
O presidente acusou Moscou de atacar deliberadamente instalações civis todos os dias.
Segundo Zelensky, a Rússia intensificou os ataques contra a infraestrutura energética ucraniana antes do inverno no Hemisfério Norte.
Em publicação na rede social X, ele afirmou que mais de 30 ataques russos atingiram pontos críticos da rede elétrica do país nas duas semanas anteriores.
Financiamento europeu e escassez de mísseis De acordo com o Departamento de Estado dos EUA, a aquisição será custeada por contribuições do Canadá, da Alemanha e da Noruega, por meio do programa Jump Start, além de recursos nacionais financiados pelo empréstimo de apoio da União Europeia à Ucrânia.
A aprovação da venda ocorre em meio à escassez mundial de interceptadores Patriot.
A demanda pelas munições aumentou com o uso dos armamentos pelos Estados Unidos na guerra contra o Irã, o que pressiona a capacidade de produção e dificulta o atendimento das necessidades ucranianas.
A programação de fabricação dos 500 mísseis ainda não está clara.
Segundo a BBC, a encomenda deve envolver unidades novas, e não munições já disponíveis nos estoques, o que reduz a possibilidade de entregas rápidas.
Os mísseis Patriot têm um processo de fabricação demorado.
De acordo com informações do Departamento de Defesa americano citadas pela BBC, a produção é de aproximadamente 600 unidades por ano.
Zelensky havia afirmado no início da semana que a Ucrânia aguardava havia quase um mês a autorização americana para o fornecimento de munições consideradas essenciais.
O presidente também pediu que Washington acelerasse a liberação dos armamentos já previstos para o país.”
- Folha de S.Paulo · Reportagem
EUA aprovam venda de 500 mísseis Patriot à Ucrânia por US$ 2,1 bilhões
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Os Estados Unidos aprovaram nesta sexta-feira (30) a venda de 500 mísseis interceptadores Patriot PAC-3 à Ucrânia , por um valor estimado em US$ 2,1 bilhões (R$ 11,42 bilhões).
É uma das medidas mais significativas de fornecimento de armas defensivas a Kiev desde o início do governo Donald Trump .
A decisão ocorre em meio à deterioração da relação entre Trump e Volodimir Zelenski .
Em março de 2025, Trump suspendeu temporariamente ajuda militar e compartilhamento de inteligência com a Ucrânia, incluindo dados usados para detectar lançamentos de mísseis russos, enquanto pressionava Kiev por um acordo com Moscou.
Neste ano, a Ucrânia também sofreu restrições ao Starlink, usado por suas tropas para comunicações e operações com drones, e relatou interrupções nos alertas americanos sobre ataques russos.
As medidas ampliaram a dependência de Kiev de seus aliados europeus justamente quando a Rússia intensifica os ataques.
A Ucrânia pagará pelos mísseis com contribuições do Canadá, da Alemanha e da Noruega, canalizadas por meio do programa americano JumpStart, além de recursos nacionais financiados pelo empréstimo de apoio à Ucrânia da União Europeia , informou o Departamento de Estado em comunicado.
O programa utiliza doações de países aliados para comprar armas, serviços e treinamento para a Ucrânia, com o objetivo de apoiar sua autodefesa após a invasão russa, segundo o site do Pentágono.
A Ucrânia afirma há meses que precisa urgentemente de mais interceptadores para derrubar as crescentes ondas de mísseis lançadas pelas forças russas contra o país.
O sistema Patriot é considerado a arma mais eficaz para interceptar mísseis balísticos de alta velocidade.
Mais
Na quinta-feira (29), um ataque com drones russos matou ao menos 14 pessoas em uma plataforma ferroviária lotada na cidade ucraniana de Dnipro.
Outras cinco morreram em ataques durante o dia contra duas cidades da região, enquanto um ataque com míssil no fim da noite matou uma pessoa na capital, Kiev, segundo autoridades.
Os atrasos na entrega de mísseis aumentaram as tensões entre a Ucrânia e os EUA.
Trump anunciou um acordo de diesel com a Rússia e criticou Zelenski pela relutância da Ucrânia em interromper ataques contra refinarias russas.
Zelenski disse no início desta semana que a Ucrânia aguardava havia quase um mês a autorização dos EUA para o fornecimento de mísseis considerados essenciais, enquanto a Rússia intensificava os ataques contra a infraestrutura energética e civil do país.
A Ucrânia, porém, não receberá os interceptadores imediatamente.
Vendas de armas normalmente levam anos para serem concluídas, mas, diante da necessidade urgente de armamentos defensivos por parte de Kiev, os mísseis Patriot podem ser entregues em um prazo mais curto.
O programa JumpStart já havia sido utilizado em agosto para comprar 3.350 mísseis de cruzeiro lançados do ar, no valor de US$ 825 milhões (R$ 4,49 bilhões), fabricados pelas empresas Zone 5 Technologies e CoAspire.
A Lockheed Martin é a principal contratada para o fornecimento dos interceptadores Patriot.
Os EUA têm fornecido grandes quantidades de armas a aliados enquanto também utilizam munições em suas próprias operações militares no Irã, o que tem levantado preocupações sobre os estoques de sistemas de defesa aérea e de armas guiadas de precisão.
Em julho, o Exército americano concedeu à Lockheed um contrato de até US$ 58,6 bilhões para a produção de interceptadores Patriot.
A empresa afirmou que o acordo permitirá cumprir a promessa de triplicar até o fim de 2030 a capacidade de produção do PAC-3 MSE e aumentar em 50% o número de funcionários de sua fábrica em Camden, no Arkansas, para cerca de 1.850, ante 1.200 atualmente.
A Lockheed havia anunciado anteriormente que a produção de interceptadores Patriot PAC-3 chegaria a 2.000 unidades por ano.
Negociadores do Pentágono pressionam os fabricantes a acelerar significativamente a produção.
Acordos preliminares firmados com empresas no início deste ano estão no centro dos esforços para ampliar a fabricação de mísseis.
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- CNN Brasil · Reportagem
EUA aprovam venda de 500 mísseis Patriot à Ucrânia por US$ 2,1 bilhões
Trecho consultado na análise
“O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta sexta-feira (30) que aprovou a venda de 500 mísseis Patriot PAC-3 para a Ucrânia por um valor estimado em US$ 2,1 bilhões (equivalente a cerca de R$ 11,3 bilhões).
A Ucrânia pagará pelos mísseis interceptadores defensivos com contribuições do Canadá, da Alemanha e da Noruega — canalizadas por meio do programa Jumpstart, dos EUA —, além de recursos próprios financiados pelo Empréstimo de Apoio à Ucrânia, da União Europeia, afirmou o Departamento de Estado americano em um comunicado.
Atrasos nas entregas de mísseis aumentaram a tensão entre a Ucrânia e os EUA, após o presidente Donald Trump anunciar um acordo sobre diesel com a Rússia e criticar Volodymyr Zelensky pela relutância em interromper os ataques a refinarias russas.
Zelensky declarou, no início desta semana, que o governo ucranaiano aguardava há quase um mês a autorização dos EUA para o fornecimento de mísseis cruciais, em um momento em que a Rússia intensificava os ataques contra a infraestrutura energética e civil.
O líder do país europeu tem solicitado repetidamente aos EUA que acelerem as entregas antes da chegada do inverno.
A Casa Branca fornece mísseis adquiridos por aliados da Otan, a aliança militar ocidental, por meio de um programa conhecido como Purl.
A Lockheed Martin é a principal contratada para esta venda.
Os EUA têm fornecido grandes quantidades de armamentos a aliados, ao mesmo tempo em que utilizam munições em suas próprias operações militares — como no Irã —, o que gera preocupações quanto aos estoques de sistemas essenciais de defesa aérea e armas de precisão.
Em julho, o Exército americano firmou um contrato com a Lockheed, no valor de até US$ 58,6 bilhões, para a produção de mísseis interceptadores Patriot.
A empresa afirmou que esse acordo permitirá cumprir a promessa de triplicar a capacidade de produção dos mísseis PAC-3 MSE até o final de 2030, além de ampliar em 50% o número de postos de trabalho em sua fábrica em Camden, no Arkansas — passando de 1.200 para cerca de 1.850 empregos.
Anteriormente, a empresa havia anunciado que a produção de mísseis interceptadores Patriot PAC-3 alcançaria 2.000 unidades por ano.
Negociadores do Pentágono estão pressionando as empresas contratadas a acelerar significativamente o ritmo; acordos preliminares de produção, firmados no início deste ano, estão no centro dos esforços para aumentar a fabricação desses mísseis. https://stories.cnnbrasil.com.br/internacional/o-que-e-o-sistema-de-defesa-patriot-dos-estados-unidos/”
Encontrou um erro?VerdadeiroO financiamento combina contribuições de aliados, incluindo Canadá, Alemanha e Noruega, e recursos ligados a empréstimo da União Europeia.
Esquerda Centro DireitaGazeta do Povo, Folha de S.Paulo, CNN Brasil
Os veículos de direita, esquerda e centro relatam o financiamento por aliados e recursos ligados à União Europeia.
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VerdadeiroA Lockheed Martin é a principal contratada para o fornecimento dos mísseis.
Esquerda Centro DireitaGazeta do Povo, Folha de S.Paulo, CNN Brasil
A informação aparece nas reportagens dos veículos de direita, esquerda e centro.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroA entrega não será imediata e pode levar anos, embora o prazo não esteja definido.
Esquerda Centro DireitaO Globo, Gazeta do Povo, Folha de S.Paulo
Os veículos de direita e centro mencionam a possibilidade de vários anos; o Esquerda diz que não será imediata e admite prazo mais curto que o usual.
Ver fontes e trechos (3)
Não verificávelSegundo o Esquerda, a venda ainda precisa de aprovação do Congresso americano.
EsquerdaCartaCapital
CartaCapital afirma que a venda ainda precisa ser aprovada pelo Congresso; os demais trechos não confirmam nem contradizem esse ponto.
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