6 de 7 afirmações ficaram como não verificáveis porque só veículos do mesmo lado as confirmaram. Sem confirmação externa, elas não decidem a comparação.
VerdadeiroA Força Nacional permanecerá por tempo indeterminado em três aldeias de Mato Grosso do Sul, com 145 agentes.
Esquerda Centrog1, Revista Fórum
Os dois grupos informam a permanência por tempo indeterminado, nas mesmas três aldeias, e o efetivo de 145 agentes.
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- g1 · Reportagem
Força Nacional vai permanecer em aldeias indígenas de MS por tempo indeterminado, diz ministro da Justiça
Trecho consultado na análise
“Governo federal cria força-tarefa para apurar ameaças contra indígenas em MS A Força Nacional de Segurança Pública, que está realizando patrulhamento em três comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul desde a quinta-feira (29), deve permanecer em tempo indeterminado nas aldeias.
A informação foi confirmada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, neste sábado (31).
O patrulhamento é feito nas aldeias Sassoró, em Tacuru, aldeia Taquaperi, em Coronel Sapucaia e Limão Verde, em Amambai.
Conforme o ministro, 145 agentes estão concentrados nas três comunidades.
A mobilização acontece após denúncias de ameças e violência contra o povo Guarani-Kaiowá.
Estão envolvidos no acompanhamento da situação os ministérios dos Povos Indígenas, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos e da Cidadania.
O Ministério da Justiça também solicitou às corregedorias dos estados e do Distrito Federal o envio de denúncias para centralizar as informações e facilitar as investig”
- Revista Fórum · Reportagem
Força Nacional fica em aldeias Guarani-Kaiowá em MS por tempo indeterminado
Trecho consultado na análise
“O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, confirmou, neste sábado (31), que a Força Nacional de Segurança Pública permanecerá por tempo indeterminado em três aldeias Guarani-Kaiowá de Mato Grosso do Sul.
O povo indígena tem sido alvo de ameaças e episódios de violência desde as eleições.
A decisão foi anunciada durante visita ministerial às comunidades, após a circulação de áudios com ameaças de envenenamento da água e um conjunto de denúncias reunidas pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.
A Força Nacional está presente nas aldeias Sassoró (Tacuru), Taquaperi (Coronel Sapucaia) e Limão Verde (Amambai) desde quinta-feira (29), com 145 agentes distribuídos entre as três comunidades.
Além de manter o efetivo atual, o ministro anunciou reforço no número de agentes e a adoção de um protocolo chamado de "minuto a minuto".
Pelo modelo, os agentes permanecem continuamente na área de operações, prontos para deslocamento imediato diante de qualquer ocorrência de aparência criminosa, mediante acionamento da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal ou das forças estaduais.
"Esse programa minuto a minuto informará através de imagem e detecção no local qual o tipo de ocorrência é verificada e sempre que possível já apontando a sua autoria e materialidade", afirmou o ministro.
Servidores admitiram autoria de áudios sobre envenenar água A mobilização da Força Nacional é resposta a um conjunto de denúncias de ameaças e violência contra o povo Guarani-Kaiowá registrado após as eleições presidenciais.
O caso mais grave envolve áudios que circularam em grupos de WhatsApp com ameaças de envenenamento da água consumida pelos moradores da Aldeia Sassoró, em Tacuru.
Em uma das gravações, há a expressão "Tem que matar essas pragas na água", em referência aos indígenas da comunidade.
Segundo a Polícia Federal, dois servidores admitiram a autoria dos áudios, mas negaram intenção de concretizar a ameaça.
De acordo com a corporação, os investigados atribuíram as falas a "bebedeira" e ao "aquecimento da questão política" após o resultado das eleições.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) contabilizou mais de 30 casos de violência contra indígenas em Mato Grosso do Sul no período pós-eleitoral, incluindo mortes em Naviraí, atropelamentos em Coronel Sapucaia, ameaças de morte, manifestações racistas e suspeitas de envenenamento de água também em Nioaque.
Ação governamental Uma comitiva composta pelos ministros Wellington César Lima e Silva (Justiça e Segurança Pública), Eloy Terena (Povos Indígenas) e Janine Melo (Direitos Humanos e da Cidadania) visitou as aldeias Taquaperi e Sassoró neste sábado (31).
A comitiva havia chegado ao estado na noite de sexta-feira (30) e pousado em Dourados.
O ministro Eloy Terena afirmou que a Polícia Federal (PF) já ouviu os suspeitos e que o monitoramento da qualidade da água nas aldeias será reforçado.
Ele destacou que, das 10 denúncias filtradas, quatro são de Mato Grosso do Sul, e que, até o momento, apenas o caso de envenenamento tem ligação direta com crime político.
"Os outros atropelamentos até o momento não, mas é claro que não serão descartados", disse o ministro.
Para centralizar as investigações, o Ministério da Justiça solicitou às corregedorias dos estados e do Distrito Federal o envio de denúncias.
O Ministério dos Direitos Humanos informou que disponibilizará o Programa de Proteção às vítimas, com mais de 80 indígenas de Mato Grosso do Sul já inseridos na iniciativa.”
Encontrou um erro?Não verificávelDois servidores municipais admitiram à Polícia Federal participação na gravação ou autoria dos áudios com ameaças de envenenar a água.
EsquerdaDiário do Centro do Mundo, Revista Fórum
Os grupos relatam que dois servidores admitiram ter gravado ou serem autores dos áudios; Revista Fórum acrescenta que negaram intenção de concretizar a ameaça.
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- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Após ameaças, governo anuncia reforço da Força Nacional em aldeias Guarani Kaiowá
Trecho consultado na análise
“O governo federal anunciou neste sábado (31) que ampliará o efetivo e a permanência da Força Nacional em Mato Grosso do Sul para proteger aldeias Guarani Kaiowá.
A medida foi apresentada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, durante uma visita à região após denúncias de ameaças e violência contra indígenas, informou a Radioagência Nacional.
O ministro esteve nas aldeias Sassoró, em Tacuru, e Taquapery, em Coronel Sapucaia, na fronteira com o Paraguai.
Também participaram da comitiva Eloy Terena, dos Povos Indígenas, e Janine Mello, dos Direitos Humanos.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) contabilizou mais de 30 relatos de violência que ganharam repercussão depois das eleições.
Segundo Wellington, o reforço adotará o procedimento chamado “Minuto a Minuto”, com equipes disponíveis em campo para se deslocar diante de ocorrências graves ou com indícios de crime.
O acionamento poderá ser feito pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal ou forças estaduais.
O trabalho prevê registros de imagens e verificação no local para identificar a natureza dos episódios e, quando possível, seus responsáveis.
Em Sassoró, um áudio com ameaças de envenenar a água consumida pela comunidade provocou a mobilização das autoridades.
Dois servidores municipais admitiram à PF ter gravado as ameaças e foram afastados.
A denúncia se refere à ameaça contra o abastecimento; não há, no relato apresentado pelos ministros, confirmação de contaminação da água.
Eloy Terena informou que a PF já ouviu os suspeitos e que haverá reforço no monitoramento da qualidade da água.
O ministro ressaltou que as denúncias precisam ser examinadas individualmente, pois parte do material recebido envolve episódios ocorridos em outros momentos.
Após uma triagem preliminar, a pasta dos Povos Indígenas reuniu dez casos, quatro deles em Mato Grosso do Sul.
Até aquele momento, segundo Eloy, apenas a ameaça de envenenamento apresentava ligação direta identificada com crime político.
Os relatos de atropelamentos continuam sob apuração, sem que essa motivação tenha sido estabelecida.
O Ministério dos Direitos Humanos também anunciou que colocará seu programa de proteção à disposição das vítimas.
De acordo com a pasta, mais de 80 indígenas de Mato Grosso do Sul já são atendidos pela iniciativa.”
Não verificávelA Apib contabilizou mais de 30 relatos ou casos de violência contra indígenas no período após as eleições.
EsquerdaDiário do Centro do Mundo, Revista Fórum
Ambos atribuem à Apib a contagem superior a 30 no período pós-eleitoral; Diário do Centro do Mundo fala em relatos e Revista Fórum em casos.
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- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Após ameaças, governo anuncia reforço da Força Nacional em aldeias Guarani Kaiowá
Trecho consultado na análise
“O governo federal anunciou neste sábado (31) que ampliará o efetivo e a permanência da Força Nacional em Mato Grosso do Sul para proteger aldeias Guarani Kaiowá.
A medida foi apresentada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, durante uma visita à região após denúncias de ameaças e violência contra indígenas, informou a Radioagência Nacional.
O ministro esteve nas aldeias Sassoró, em Tacuru, e Taquapery, em Coronel Sapucaia, na fronteira com o Paraguai.
Também participaram da comitiva Eloy Terena, dos Povos Indígenas, e Janine Mello, dos Direitos Humanos.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) contabilizou mais de 30 relatos de violência que ganharam repercussão depois das eleições.
Segundo Wellington, o reforço adotará o procedimento chamado “Minuto a Minuto”, com equipes disponíveis em campo para se deslocar diante de ocorrências graves ou com indícios de crime.
O acionamento poderá ser feito pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal ou forças estaduais.
O trabalho prevê registros de imagens e verificação no local para identificar a natureza dos episódios e, quando possível, seus responsáveis.
Em Sassoró, um áudio com ameaças de envenenar a água consumida pela comunidade provocou a mobilização das autoridades.
Dois servidores municipais admitiram à PF ter gravado as ameaças e foram afastados.
A denúncia se refere à ameaça contra o abastecimento; não há, no relato apresentado pelos ministros, confirmação de contaminação da água.
Eloy Terena informou que a PF já ouviu os suspeitos e que haverá reforço no monitoramento da qualidade da água.
O ministro ressaltou que as denúncias precisam ser examinadas individualmente, pois parte do material recebido envolve episódios ocorridos em outros momentos.
Após uma triagem preliminar, a pasta dos Povos Indígenas reuniu dez casos, quatro deles em Mato Grosso do Sul.
Até aquele momento, segundo Eloy, apenas a ameaça de envenenamento apresentava ligação direta identificada com crime político.
Os relatos de atropelamentos continuam sob apuração, sem que essa motivação tenha sido estabelecida.
O Ministério dos Direitos Humanos também anunciou que colocará seu programa de proteção à disposição das vítimas.
De acordo com a pasta, mais de 80 indígenas de Mato Grosso do Sul já são atendidos pela iniciativa.”
Não verificávelDe dez denúncias filtradas pelo Ministério dos Povos Indígenas, quatro eram de Mato Grosso do Sul.
EsquerdaDiário do Centro do Mundo, Revista Fórum
Os dois grupos apresentam essa contagem atribuída ao ministro Eloy Terena.
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- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Após ameaças, governo anuncia reforço da Força Nacional em aldeias Guarani Kaiowá
Trecho consultado na análise
“O governo federal anunciou neste sábado (31) que ampliará o efetivo e a permanência da Força Nacional em Mato Grosso do Sul para proteger aldeias Guarani Kaiowá.
A medida foi apresentada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, durante uma visita à região após denúncias de ameaças e violência contra indígenas, informou a Radioagência Nacional.
O ministro esteve nas aldeias Sassoró, em Tacuru, e Taquapery, em Coronel Sapucaia, na fronteira com o Paraguai.
Também participaram da comitiva Eloy Terena, dos Povos Indígenas, e Janine Mello, dos Direitos Humanos.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) contabilizou mais de 30 relatos de violência que ganharam repercussão depois das eleições.
Segundo Wellington, o reforço adotará o procedimento chamado “Minuto a Minuto”, com equipes disponíveis em campo para se deslocar diante de ocorrências graves ou com indícios de crime.
O acionamento poderá ser feito pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal ou forças estaduais.
O trabalho prevê registros de imagens e verificação no local para identificar a natureza dos episódios e, quando possível, seus responsáveis.
Em Sassoró, um áudio com ameaças de envenenar a água consumida pela comunidade provocou a mobilização das autoridades.
Dois servidores municipais admitiram à PF ter gravado as ameaças e foram afastados.
A denúncia se refere à ameaça contra o abastecimento; não há, no relato apresentado pelos ministros, confirmação de contaminação da água.
Eloy Terena informou que a PF já ouviu os suspeitos e que haverá reforço no monitoramento da qualidade da água.
O ministro ressaltou que as denúncias precisam ser examinadas individualmente, pois parte do material recebido envolve episódios ocorridos em outros momentos.
Após uma triagem preliminar, a pasta dos Povos Indígenas reuniu dez casos, quatro deles em Mato Grosso do Sul.
Até aquele momento, segundo Eloy, apenas a ameaça de envenenamento apresentava ligação direta identificada com crime político.
Os relatos de atropelamentos continuam sob apuração, sem que essa motivação tenha sido estabelecida.
O Ministério dos Direitos Humanos também anunciou que colocará seu programa de proteção à disposição das vítimas.
De acordo com a pasta, mais de 80 indígenas de Mato Grosso do Sul já são atendidos pela iniciativa.”
Não verificávelAté então, apenas a ameaça de envenenamento tinha ligação direta identificada com crime político.
EsquerdaDiário do Centro do Mundo, Revista Fórum
Diário do Centro do Mundo e Revista Fórum atribuem a Eloy Terena a ressalva de que, até aquele momento, só esse caso tinha ligação direta identificada com crime político.
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- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Após ameaças, governo anuncia reforço da Força Nacional em aldeias Guarani Kaiowá
Trecho consultado na análise
“O governo federal anunciou neste sábado (31) que ampliará o efetivo e a permanência da Força Nacional em Mato Grosso do Sul para proteger aldeias Guarani Kaiowá.
A medida foi apresentada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, durante uma visita à região após denúncias de ameaças e violência contra indígenas, informou a Radioagência Nacional.
O ministro esteve nas aldeias Sassoró, em Tacuru, e Taquapery, em Coronel Sapucaia, na fronteira com o Paraguai.
Também participaram da comitiva Eloy Terena, dos Povos Indígenas, e Janine Mello, dos Direitos Humanos.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) contabilizou mais de 30 relatos de violência que ganharam repercussão depois das eleições.
Segundo Wellington, o reforço adotará o procedimento chamado “Minuto a Minuto”, com equipes disponíveis em campo para se deslocar diante de ocorrências graves ou com indícios de crime.
O acionamento poderá ser feito pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal ou forças estaduais.
O trabalho prevê registros de imagens e verificação no local para identificar a natureza dos episódios e, quando possível, seus responsáveis.
Em Sassoró, um áudio com ameaças de envenenar a água consumida pela comunidade provocou a mobilização das autoridades.
Dois servidores municipais admitiram à PF ter gravado as ameaças e foram afastados.
A denúncia se refere à ameaça contra o abastecimento; não há, no relato apresentado pelos ministros, confirmação de contaminação da água.
Eloy Terena informou que a PF já ouviu os suspeitos e que haverá reforço no monitoramento da qualidade da água.
O ministro ressaltou que as denúncias precisam ser examinadas individualmente, pois parte do material recebido envolve episódios ocorridos em outros momentos.
Após uma triagem preliminar, a pasta dos Povos Indígenas reuniu dez casos, quatro deles em Mato Grosso do Sul.
Até aquele momento, segundo Eloy, apenas a ameaça de envenenamento apresentava ligação direta identificada com crime político.
Os relatos de atropelamentos continuam sob apuração, sem que essa motivação tenha sido estabelecida.
O Ministério dos Direitos Humanos também anunciou que colocará seu programa de proteção à disposição das vítimas.
De acordo com a pasta, mais de 80 indígenas de Mato Grosso do Sul já são atendidos pela iniciativa.”
Não verificávelO governo anunciou o protocolo “Minuto a Minuto”, com agentes prontos para deslocamento após acionamento por forças policiais.
EsquerdaDiário do Centro do Mundo, Revista Fórum
Os dois grupos descrevem o protocolo e citam o acionamento pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal ou forças estaduais.
Ver fontes e trechos (2)
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Após ameaças, governo anuncia reforço da Força Nacional em aldeias Guarani Kaiowá
Trecho consultado na análise
“O governo federal anunciou neste sábado (31) que ampliará o efetivo e a permanência da Força Nacional em Mato Grosso do Sul para proteger aldeias Guarani Kaiowá.
A medida foi apresentada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, durante uma visita à região após denúncias de ameaças e violência contra indígenas, informou a Radioagência Nacional.
O ministro esteve nas aldeias Sassoró, em Tacuru, e Taquapery, em Coronel Sapucaia, na fronteira com o Paraguai.
Também participaram da comitiva Eloy Terena, dos Povos Indígenas, e Janine Mello, dos Direitos Humanos.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) contabilizou mais de 30 relatos de violência que ganharam repercussão depois das eleições.
Segundo Wellington, o reforço adotará o procedimento chamado “Minuto a Minuto”, com equipes disponíveis em campo para se deslocar diante de ocorrências graves ou com indícios de crime.
O acionamento poderá ser feito pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal ou forças estaduais.
O trabalho prevê registros de imagens e verificação no local para identificar a natureza dos episódios e, quando possível, seus responsáveis.
Em Sassoró, um áudio com ameaças de envenenar a água consumida pela comunidade provocou a mobilização das autoridades.
Dois servidores municipais admitiram à PF ter gravado as ameaças e foram afastados.
A denúncia se refere à ameaça contra o abastecimento; não há, no relato apresentado pelos ministros, confirmação de contaminação da água.
Eloy Terena informou que a PF já ouviu os suspeitos e que haverá reforço no monitoramento da qualidade da água.
O ministro ressaltou que as denúncias precisam ser examinadas individualmente, pois parte do material recebido envolve episódios ocorridos em outros momentos.
Após uma triagem preliminar, a pasta dos Povos Indígenas reuniu dez casos, quatro deles em Mato Grosso do Sul.
Até aquele momento, segundo Eloy, apenas a ameaça de envenenamento apresentava ligação direta identificada com crime político.
Os relatos de atropelamentos continuam sob apuração, sem que essa motivação tenha sido estabelecida.
O Ministério dos Direitos Humanos também anunciou que colocará seu programa de proteção à disposição das vítimas.
De acordo com a pasta, mais de 80 indígenas de Mato Grosso do Sul já são atendidos pela iniciativa.”
Não verificávelMais de 80 indígenas de Mato Grosso do Sul já eram atendidos ou estavam inseridos no programa de proteção do Ministério dos Direitos Humanos.
EsquerdaDiário do Centro do Mundo, Revista Fórum
Diário do Centro do Mundo informa que mais de 80 já eram atendidos; Revista Fórum relata mais de 80 inseridos na iniciativa.
Ver fontes e trechos (2)
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Após ameaças, governo anuncia reforço da Força Nacional em aldeias Guarani Kaiowá
Trecho consultado na análise
“O governo federal anunciou neste sábado (31) que ampliará o efetivo e a permanência da Força Nacional em Mato Grosso do Sul para proteger aldeias Guarani Kaiowá.
A medida foi apresentada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, durante uma visita à região após denúncias de ameaças e violência contra indígenas, informou a Radioagência Nacional.
O ministro esteve nas aldeias Sassoró, em Tacuru, e Taquapery, em Coronel Sapucaia, na fronteira com o Paraguai.
Também participaram da comitiva Eloy Terena, dos Povos Indígenas, e Janine Mello, dos Direitos Humanos.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) contabilizou mais de 30 relatos de violência que ganharam repercussão depois das eleições.
Segundo Wellington, o reforço adotará o procedimento chamado “Minuto a Minuto”, com equipes disponíveis em campo para se deslocar diante de ocorrências graves ou com indícios de crime.
O acionamento poderá ser feito pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal ou forças estaduais.
O trabalho prevê registros de imagens e verificação no local para identificar a natureza dos episódios e, quando possível, seus responsáveis.
Em Sassoró, um áudio com ameaças de envenenar a água consumida pela comunidade provocou a mobilização das autoridades.
Dois servidores municipais admitiram à PF ter gravado as ameaças e foram afastados.
A denúncia se refere à ameaça contra o abastecimento; não há, no relato apresentado pelos ministros, confirmação de contaminação da água.
Eloy Terena informou que a PF já ouviu os suspeitos e que haverá reforço no monitoramento da qualidade da água.
O ministro ressaltou que as denúncias precisam ser examinadas individualmente, pois parte do material recebido envolve episódios ocorridos em outros momentos.
Após uma triagem preliminar, a pasta dos Povos Indígenas reuniu dez casos, quatro deles em Mato Grosso do Sul.
Até aquele momento, segundo Eloy, apenas a ameaça de envenenamento apresentava ligação direta identificada com crime político.
Os relatos de atropelamentos continuam sob apuração, sem que essa motivação tenha sido estabelecida.
O Ministério dos Direitos Humanos também anunciou que colocará seu programa de proteção à disposição das vítimas.
De acordo com a pasta, mais de 80 indígenas de Mato Grosso do Sul já são atendidos pela iniciativa.”