VerdadeiroJeovane Junior da Silva, conhecido como Juninho, morreu após ser baleado por policiais da Rota na zona leste de São Paulo em 30 de outubro.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Metrópoles, Revista Oeste
Os três grupos relatam que ele foi baleado por policiais da Rota e morreu após ser socorrido.
Ver fontes e trechos (3)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
PM mata suspeito de envolvimento em atentado a tenente da Rota em SP
Trecho consultado na análise
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Um suspeito de ajudar na fuga do atirador que atentou contra o tenente Ronickson Pimentel morreu após ser baleado por policiais da Rota nesta sexta-feira (30), na zona leste de São Paulo .
A PM afirma que houve troca de tiros.
Com mais essa morte, chega a oito o número de óbitos em ações policiais durante as buscas pelos envolvidos no atentado contra o tenente.
De acordo com a corporação, equipes da Rota foram a uma casa na rua das Catileias, na Vila Jacuí, após receberem denúncia sobre a localização de um homem procurado pela Justiça .
A PM afirma que os agentes foram recebidos a tiros e revidaram.
Jeovane Junior da Silva, conhecido como Juninho, foi socorrido e levado a um pronto-socorro da região, mas morreu.
Silva tinha mandado de prisão por homicídio e organização criminosa.
A reportagem não identificou defensores do investigado.
Investigações das polícias Civil e Militar apontam Silva como suspeito de auxiliar na fuga de Hércules da Costa Siqueira, o Golias, autor dos disparos contra o tenente, de acordo com as autoridades policiais.
A prisão preventiva de Silva havia sido decretada em setembro.
Em julho, o governo paulista anunciou uma recompensa de R$ 50 mil por informações que levassem à localização e à prisão de Siqueira.
O tenente foi baleado na cabeça em 27 de junho, quando estava de moto e parou em um semáforo na avenida Goiás, em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
Ele estava de folga e havia acabado de sair de uma academia.
Dois homens em outra motocicleta se aproximaram e atiraram.
O veículo usado pelos autores dos disparos foi abandonado na rua Roberto Koch, na Vila Independência, em São Paulo, a cerca de cinco quilômetros do local do atentado.
Pimentel foi levado ao Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, onde passou por uma cirurgia neurológica de emergência para descompressão e controle de uma hemorragia na região posterior do cérebro.
A família não autoriza mais a divulgação do estado de saúde do tenente.
O ataque contra Pimentel foi planejado, com estudo prévio de horários e locais, divisão de tarefas e veículos de apoio, conforme a investigação.
Uma decisão judicial apontou indícios de uma ação complexa, com vários envolvidos em funções distintas.
O tenente é irmão de Eloá Pimentel, assassinada aos 15 anos, em 2008, pelo ex-namorado Lindemberg Alves.
Ela foi mantida em cárcere privado por mais de 100 horas em um apartamento em Santo André, no ABC paulista.
O tenente da Rota não morreu, como afirmava versão anterior do título deste texto.
Ele permanece internado desde que sofreu um atentado a tiros.
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- Metrópoles · Reportagem
Suspeito de ajudar atirador do tenente Pimentel morre baleado pela Rota
Trecho consultado na análise
“São Paulo — O Jeovane Junior da Silva, conhecido como “Juninho” (foto em destaque), apontado pelas polícias Civil e Militar como responsável por auxiliar a fuga do atirador do atentado contra o tenente Ronickson Pimentel dos Santos, em 27 de junho, morreu nesta sexta-feira (30/10) após ser baleado em confronto com policiais da Rota na zona leste de São Paulo.
Leia também São PauloSuspeito de ajudar atirador do tenente Pimentel a fugir é baleado pela Rota São PauloAmigo policial civil pode ter favorecido Cariani em investigação, diz MPSP Vinicius PassarelliReceita aposta em automação após “trabalho artesanal” da Carbono Oculto Demétrio VecchioliPolíticos de direita terão posts removidos por incentivar demissões Juninho chegou a ser atendido após ser encaminhado ao um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu horas depois.Equipes da Rota, tropa de elite da Polícia Militar do estado de São Paulo (PMSP), foram acionadas para averiguar uma denúncia de localização de foragido da Justiça.
Juninho foi encontrado em uma casa na Rua das Catileias, na altura do número 19, no Parque das Flores, zona leste paulista. 6 imagensFechar modal.1 de 6Reprodução/Instagram2 de 6Ronickson Pimentel, tenente da Rota baleado na cabeça, e a esposa, Cintia PimentelReprodução/ Instagram3 de 6Arte/Alfredo Henrique/Metrópoles4 de 6Suspeito de participar de ataque a tenente se entrega "por medo de morrer"Reprodução5 de 6Ronickson Pimentel dos Santos, tenente da Rota baleado.
Irmão de Eloá Pimentel Polícia Militar/Reprodução6 de 6Arte/MetrópolesSegundo a PM, os policiais foram recebidos a tiros e reagiram.
Juninho, então, foi baleado, desarmado e levado a um hospital da região.
Levantamento mostra que o homem tem mandado de prisão decretada por homicídio e organização criminosa.Apoio ao atirador que matou o TenenteConforme publicado pela coluna Alfredo Henrique, Juninho é um dos suspeitos ligados ao PCC que tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça em setembro.
Ele é o responsável por auxiliar a fuga do atirador Hércules da Costa Siqueira, conhecido como Golias.O tenente Ronickson Pimentel foi vítima de um atentado feito por Golias, em junho deste ano, em São Caetano do Sul, no ABC Paulista.
Ele continua internado desde então.Ronickson é irmão de Eloá Pimentel, jovem assassinada em 2008 após ser mantida em cárcere privado pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, por mais de 100 horas.”
- Revista Oeste · Reportagem
Rota elimina suspeito de envolvimento em atentado contra tenente em SP
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“Jornalista, pós-graduado em marketing e mestre em comunicação e consumo.
Especialista em comunicação e consumo e análise política.
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Jeovane Junior da Silva, suspeito de auxiliar na fuga do atirador do tenente da Rota Ronickson Pimentel, foi morto por policiais militares nesta sexta-feira (30), na zona leste de São Paulo.
Ele foi localizado em uma residência na Vila Jacuí.
Segundo a Polícia Militar, houve troca de tiros durante a abordagem.
Jeovane foi baleado, socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
O suspeito tinha prisão preventiva decretada desde setembro e era procurado por homicídio e organização criminosa.
Um homem suspeito de ajudar na fuga do responsável pelo atentado contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel foi morto por policiais militares nesta sexta-feira, 30, na zona leste de São Paulo.
Segundo a Polícia Militar, houve troca de tiros durante a operação.
Identificado como Jeovane Junior da Silva, conhecido como Juninho, ele foi localizado em uma residência na Vila Jacuí.
De acordo com a PM, os policiais foram recebidos a tiros e revidaram.
Jeovane foi baleado, socorrido e levado a um pronto-socorro, onde morreu.
As investigações revelam que ele teria ajudado na fuga de Hércules da Costa Siqueira, conhecido como Golias, suspeito de atirar contra o tenente.
A prisão preventiva de Jeovane havia sido decretada em setembro.
Ele também tinha mandados de prisão por homicídio e organização criminosa.
URGENTE🚨 Agora em São Paulo ( São Caetano), balearam um Tenente de Rota que estava em seu carro particular, a placa da moto dos lixos e do RJ.
São Paulo em Guerra . pic.twitter.com/RJHVEnkZYJ
Ronickson Pimentel foi baleado na cabeça em 27 de junho, quando estava de folga e parou de moto em um semáforo na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
Dois homens em outra motocicleta se aproximaram e atiraram.
Leia também: “Segurança Pública: reverter a degradação do sistema” , artigo de Roberto Motta publicado na Edição 341 da Revista Oeste
O policial foi levado ao Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, onde passou por cirurgia neurológica de emergência.
Segundo as investigações, o ataque foi planejado, com monitoramento da rotina do tenente e utilização de veículos de apoio.
O governo paulista ofereceu recompensa de R$ 50 mil por informações que levassem à localização e prisão de Hércules.
Ronickson é irmão de Eloá Pimentel, assassinada aos 15 anos, em 2008, pelo ex-namorado Lindemberg Alves, depois de ser mantida em cárcere privado por mais de cem horas, em Santo André.
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Encontrou um erro?VerdadeiroA PM afirmou que os policiais foram recebidos a tiros e revidaram.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Metrópoles, Revista Oeste
Os relatos dos três grupos atribuem à PM a versão de que os agentes foram recebidos a tiros e responderam.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroInvestigações apontavam Juninho como suspeito de auxiliar na fuga do atirador do tenente Pimentel.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Metrópoles, Revista Oeste
Os três grupos relacionam Juninho à fuga do atirador; Folha de S.Paulo e Revista Oeste o descrevem como suspeito, enquanto Metrópoles o apresenta como responsável.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroJuninho tinha mandados de prisão por homicídio e organização criminosa.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Metrópoles, Revista Oeste
Os três grupos relatam mandados de prisão relacionados a homicídio e organização criminosa.
Ver fontes e trechos (3)
Não verificávelFolha de S.Paulo informa que a morte elevava a oito o número de óbitos em ações policiais durante as buscas.
EsquerdaFolha de S.Paulo
A contagem aparece apenas em Folha de S.Paulo e se refere a ações policiais durante as buscas.
Ver fontes e trechos (1)
Não verificávelCNN Brasil informa que este era o sétimo morto pela Rota durante as buscas.
CentroCNN Brasil
A contagem aparece apenas em CNN Brasil e se limita a mortos pela Rota durante as buscas.
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