VerdadeiroA taxa de desemprego foi de 5,2% no trimestre encerrado em setembro, menor resultado para o terceiro trimestre ou intervalo equivalente desde o início da série, em 2012.
Esquerda Centro DireitaO Globo, Jovem Pan, ICL Notícias, Agência Brasil, Estadão, Brasil de Fato, CNN Brasil, CartaCapital, Poder360, Folha de S.Paulo
Os relatos dos três grupos apontam 5,2% como o menor índice para o período comparável desde 2012. Folha de S.Paulo observa que houve 5,1% no trimestre encerrado em dezembro do ano anterior, uma janela diferente.
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- O Globo · Reportagem
O que explica pessimismo em cenário de menor taxa de desemprego na história?
Trecho consultado na análise
“O desemprego no Brasil é o menor para um terceiro trimestre em 14 anos, 5,2%, e a população ocupada chegou a 103,6 milhões, o maior número desde o início da série em 2012, segundo o IBGE.
O mercado de trabalho tem os melhores números da história.
Apesar disso, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV Ibre se mantém em patamar pessimista: está 84,5 pontos, quando a neutralidade é atingida aos cem.
À primeira vista, os dois resultados parecem incongruentes.
Afinal, o que explica esse pessimismo da população em um cenário de maior geração de empregos da história?
Para o economista Paulo Peruchetti, pesquisador do FGV Ibre, a resposta está na qualidade das vagas criadas.
Ele explica que, entre as 20 atividades que mais empregam — juntas, respondem por 40% das vagas —, 17 têm remuneração abaixo da média nacional.
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- Jovem Pan · Reportagem
Desemprego cai para 5,2% no Brasil e registra menor nível em 14 anos, diz IBGE
Trecho consultado na análise
“Jovem Pan*
A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,2% no trimestre encerrado em setembro, o menor índice para o terceiro trimestre em 14 anos .
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com o trimestre anterior, encerrado em junho, a taxa recuou 0,2 ponto porcentual , passando de 5,4% para 5,2%.
Em relação ao mesmo período de 2025, quando o indicador estava em 5,6%, a queda foi de 0,4 ponto porcentual .
O número de pessoas ocupadas no país chegou a 103,6 milhões no trimestre encerrado em setembro, o maior patamar da série histórica , iniciada em 2012.
Na comparação com o trimestre anterior, houve crescimento de 0,6% , equivalente a mais 581 mil trabalhadores .
Em relação ao mesmo período do ano passado, o total de ocupados avançou 1,2% , com o acréscimo de 1,2 milhão de pessoas .
O nível de ocupação, que representa a proporção de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, também atingiu recorde e chegou a 59% .
O indicador subiu 0,2 ponto porcentual em relação ao trimestre anterior, quando estava em 58,8%, e permaneceu estável na comparação anual , ante os 58,7% registrados entre julho e setembro de 2025.
*Com informações do Estadão Conteúdo”
Encontrou um erro?VerdadeiroA taxa caiu de 5,4% no trimestre anterior e de 5,6% no mesmo período de 2025.
Esquerda Centro DireitaJovem Pan, ICL Notícias, Agência Brasil, Estadão, Brasil de Fato, CNN Brasil, CartaCapital, Poder360, Folha de S.Paulo
As reportagens informam os mesmos valores de comparação trimestral e anual para a taxa de 5,2%.
Ver fontes e trechos (9)
VerdadeiroA população ocupada chegou a 103,6 milhões, recorde da série histórica iniciada em 2012.
Esquerda Centro DireitaO Globo, Jovem Pan, ICL Notícias, Agência Brasil, CNN Brasil, CartaCapital, Poder360, Folha de S.Paulo
Os relatos dos três grupos registram 103,6 milhões de pessoas ocupadas e classificam o número como recorde da série.
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VerdadeiroO contingente de desocupados foi de 5,6 milhões, queda de 4% ante o trimestre anterior e de 6,9% ante igual período de 2025.
Esquerda CentroICL Notícias, Agência Brasil, CartaCapital, Poder360, Folha de S.Paulo
As reportagens do Centro e do Esquerda apresentam esses números e comparações para a população desocupada.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroO rendimento real habitual foi de R$ 3.790, considerado estável no trimestre e 3,6% maior que um ano antes.
Esquerda Centro DireitaICL Notícias, Agência Brasil, Estadão, CNN Brasil, CartaCapital, Poder360, Folha de S.Paulo
As reportagens registram R$ 3.790 e alta anual de 3,6%; Folha de S.Paulo esclarece que a variação trimestral foi tratada como estabilidade pelo IBGE.
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VerdadeiroA taxa de informalidade foi de 37,5%, equivalente a 38,8 milhões de trabalhadores.
Esquerda CentroICL Notícias, Agência Brasil, CartaCapital
Centro e Esquerda informam a mesma taxa e o mesmo contingente de trabalhadores informais.
Ver fontes e trechos (3)
Não verificávelO Centro relata confiança do consumidor em 84,5 pontos, abaixo dos 100 pontos indicados como nível neutro.
CentroO Globo
O Globo apresenta esses valores, mas o material fornecido não traz confirmação por outro grupo nem por fonte internacional ou checagem.
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Encontrou um erro?Não verificávelSegundo dados do IBGE relatados pelo Esquerda, em 2025 o trabalho infantil atingia 1,499 milhão de pessoas de 5 a 17 anos, ou 4% dessa faixa etária, menor proporção da série.
EsquerdaRevista Fórum
Revista Fórum atribui os números e a comparação histórica ao IBGE; não há confirmação em outro grupo, fonte internacional ou checagem no material.
Ver fontes e trechos (1)
- Revista Fórum · Reportagem
Efeito Lula: Brasil alcança menor índice de trabalho infantil da história, aponta IBGE
Trecho consultado na análise
“O Brasil registrou em 2025 o menor nível de trabalho infantil de sua série histórica, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos nessa situação caiu 9,2% em relação a 2024, chegando a 1,499 milhão de pessoas, o equivalente a 4% da população dessa faixa etária.
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada em 16 de outubro.
O levantamento também aponta que a redução foi mais acentuada entre crianças e adolescentes de famílias beneficiárias do Bolsa Família, indicando a importância das políticas de transferência de renda no enfrentamento do problema.
Entre 2022 e 2025, a proporção de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil diminuiu 0,9 ponto percentual.
Veja os principais dados sobre o trabalho infantil no Brasil 1,499 milhão: número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil em 2025. 4%: percentual da população brasileira dessa faixa etária submetida ao trabalho infantil, o menor da série histórica. 9,2%: redução do contingente de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil entre 2024 e 2025. 14,5%: proporção de adolescentes de 16 e 17 anos em situação de trabalho infantil, a maior entre os grupos etários analisados. 481 mil: número de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil no Sudeste, região com o maior contingente do país. 408 mil: número registrado no Nordeste, segunda região com maior contingente. 6,3%: percentual de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil no Norte, região com a maior proporção do país. 3,3%: percentual registrado no Sudeste, a menor proporção entre as regiões. 980 mil: número de meninos em situação de trabalho infantil em 2025, após queda de 10% em relação ao ano anterior. 519 mil: número de meninas nessa condição, uma redução de 7,5%. 525 mil: número de crianças e adolescentes submetidos às piores formas de trabalho infantil, também o menor da série histórica. 79,6%: percentual de adolescentes de 16 e 17 anos em situação de trabalho infantil que frequentavam a escola, contra 89,6% da população total dessa faixa etária.
O IBGE ressalta que nem toda atividade realizada por crianças e adolescentes é classificada como trabalho infantil.
De acordo com os critérios da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a classificação considera atividades que oferecem riscos à saúde, prejudicam o desenvolvimento físico, mental, social ou moral e interferem na escolarização.
Bolsa Família concentra maior parte da redução Um dos principais destaques da pesquisa é a queda do trabalho infantil entre crianças e adolescentes de famílias beneficiárias do Bolsa Família.
Em 2025, aproximadamente 13,1 milhões de pessoas de 5 a 17 anos viviam em domicílios que recebiam recursos do programa, o equivalente a 34,7% da população brasileira dessa faixa etária.
Desse total, 573 mil estavam em situação de trabalho infantil, correspondendo a 4,4% das crianças e adolescentes de famílias beneficiárias.
Embora esse percentual ainda seja ligeiramente superior à média nacional de 4%, a diferença diminuiu consideravelmente ao longo dos últimos anos.
Em 2016, o trabalho infantil atingia 7,3% das crianças e adolescentes de famílias beneficiárias, enquanto a média nacional era de 5,2%.
Em 2025, a diferença entre os dois grupos havia diminuído de 2,1 para apenas 0,4 ponto percentual.
O resultado indica que a redução do trabalho infantil ocorreu de forma mais acelerada entre as famílias atendidas pelo programa.
Os principais números relacionados ao Bolsa Família são: 13,1 milhões: crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que viviam em domicílios beneficiários do programa em 2025. 34,7%: participação dessas crianças e adolescentes no total da população brasileira da mesma faixa etária. 573 mil: beneficiários de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil. 4,4%: percentual de trabalho infantil entre crianças e adolescentes de famílias beneficiárias. 20,1%: redução do trabalho infantil nesse grupo entre 2024 e 2025. 144 mil: número de crianças e adolescentes de famílias beneficiárias que deixaram a situação de trabalho infantil no período.
Mais de 95%: participação da redução registrada entre beneficiários do Bolsa Família na queda total do contingente de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil no país.
R$ 660: rendimento médio mensal domiciliar por pessoa nas famílias beneficiárias com crianças e adolescentes.
R$ 1.990: rendimento médio mensal por pessoa nos domicílios não beneficiários que também tinham moradores de 5 a 17 anos.
Os números mostram que a redução do trabalho infantil entre famílias beneficiárias ocorreu apesar de elas apresentarem renda média significativamente inferior à dos domicílios que não recebiam o benefício.
Segundo o IBGE, o percentual de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil nos domicílios atendidos pelo Bolsa Família vem diminuindo mais rapidamente do que na população geral.
Trabalho doméstico também atinge milhões de crianças e adolescentes O levantamento também analisou a participação de crianças e adolescentes em atividades domésticas não remuneradas e no cuidado de outras pessoas.
Em 2025, aproximadamente 15,9 milhões de brasileiros de 5 a 17 anos, o equivalente a 42,1% dessa população, realizavam algum tipo de tarefa doméstica ou atividade de cuidado sem remuneração.
A participação aumentava conforme a idade.
Entre adolescentes de 16 e 17 anos, 64,6% realizavam essas atividades.
Na faixa de 14 e 15 anos, o percentual era de 60,7%.
Já entre crianças de 5 a 13 anos, a proporção chegava a 32,7%.
A pesquisa também identificou diferenças entre meninos e meninas.
Enquanto 47,9% das meninas realizavam tarefas domésticas ou atividades de cuidado, o percentual entre os meninos era de 36,6%.
Veja os principais indicadores: 15,9 milhões: crianças e adolescentes que realizavam atividades domésticas ou de cuidado não remuneradas. 42,1%: percentual da população de 5 a 17 anos envolvida nessas tarefas. 64,6%: proporção entre adolescentes de 16 e 17 anos. 60,7%: percentual entre adolescentes de 14 e 15 anos. 32,7%: proporção entre crianças de 5 a 13 anos. 47,9%: percentual de meninas que realizavam essas atividades. 36,6%: percentual registrado entre os meninos. 86,5%: proporção dos que dedicavam até 14 horas semanais às tarefas. 8,4%: percentual dos que dedicavam entre 15 e 24 horas semanais. 944 mil: crianças e adolescentes que acumulavam atividades econômicas e tarefas domésticas ou de cuidado.”