VerdadeiroO governo Trump não planejava, naquele momento, respaldar a reivindicação de Flávio Bolsonaro de ser líder do Brasil.
Esquerda Centro DireitaBrasil 247, O Globo, Gazeta do Povo, Revista Fórum, CNN Brasil, Revista Oeste, Estadão
Os três grupos relatam que Trump ou seu governo não pretendia endossar a reivindicação naquele momento. Algumas fontes ressalvam que Trump poderia mudar de ideia.
Ver fontes e trechos (7)
- Brasil 247 · Reportagem
Trump não pretende reconhecer Flávio Bolsonaro como ‘líder legítimo’ do Brasil, diz agência
Trecho consultado na análise
“Apesar de ter autorizado a entrada do senador nos Estados Unidos após sua fuga, governo estadunidense evita endossar sua contestação à reeleição de Lula”
- O Globo · Reportagem
Governo Trump não pretende apoiar Flávio Bolsonaro como líder brasileiro, diz agência
Trecho consultado na análise
“O governo Donald Trump nos Estados Unidos não deve apoiar a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL) de se declarar líder do Brasil, de acordo com a Reuters.
O posicionamento teria sido definido após o político desembarcar no país na última quarta-feira.
Segundo as fontes ouvidas pela agência de notícias, mesmo após ajudar na entrada de Flávio no país, conforme informaram jornais americanos, o governo não deve endossar o discurso do bolsonarista.
Depois de perder as eleições para Lula, o senador publicou uma carta se autointitulando “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”, mas depois recuou e se autoproclamou “líder do Brasil”.
A publicação ressalta ainda que o líder americano pode mudar de ideia, mas que no momento está relutante em provocar uma nova crise nas relações com o Brasil.
Flávio, por sua vez, planeja ir à capital dos Estados Unidos, Washington, na próxima semana.
Após uma operação de fuga, o parlamentar desembarcou em Miami.
A ideia é iniciar uma interlocução direta com”
- Gazeta do Povo · Reportagem
Trump não pretende ajudar Flávio a chegar ao poder no Brasil, diz agência
Trecho consultado na análise
“Apesar de ter recebido Flávio Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos e concedido vistos ao senador e sua família, o presidente americano, Donald Trump, não planeja apoiar o candidato derrotado à presidência brasileira na sua alegação de ser o verdadeiro líder do Brasil, segundo reportagem publicada nesta sexta-feira (30) pela Reuters.
Essa posição do republicano foi relatada à agência britânica por uma autoridade do governo americano e outra pessoa a par do assunto, que pediram para não ser identificadas.
Porém, tais fontes fizeram a ressalva de que o presidente dos EUA poderia mudar de ideia.
Outra autoridade americana, também sob condição de anonimato, disse à Reuters que a percepção na administração Trump é que o capital político de Flávio diminuiu com seu exílio nos Estados Unidos.
Em carta divulgada na quarta-feira (28), dia em que chegou à Flórida, o senador se declarou o “verdadeiro presidente eleito” do Brasil e minutos depois divulgou outra versão do documento, afirmando ser “líder do Brasil”.
Trump fez vários comentários sobre a eleição brasileira, chamando-a de “fraudada”, “estranha” e “uma vergonha” [https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/trump-diz-que-eleicoes-no-brasil-foram-uma-vergonha/], mas disse que “gosta” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que se “dá bem” com o petista e que deve falar com ele.
O republicano também afirmou que não tomou partido na eleição após pedido de Lula nesse sentido.”
- Revista Fórum · Reportagem
Trump, que afirma gostar de Lula, não pretende bancar Flávio Bolsonaro como “líder do Brasil”, revela agência internacional
Trecho consultado na análise
“O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não pretende apoiar a tentativa de Flávio Bolsonaro (PL) de se apresentar como o "líder legítimo" do Brasil após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais.
A informação foi revelada nesta sexta-feira (30) pela agência internacional Reuters, que ouviu autoridades norte-americanas e pessoas próximas às decisões da Casa Branca.
Segundo a reportagem da Reuters, Trump não tem planos, neste momento, de respaldar as pretensões políticas do filho mais velho de Jair Bolsonaro, embora tenha autorizado pessoalmente sua entrada nos Estados Unidos após a fuga do Brasil.
Duas fontes confirmaram a posição sob condição de anonimato, mas ressaltaram que o republicano ainda pode mudar de ideia.
A decisão indica que Trump pretende evitar uma nova crise diplomática com o governo brasileiro.
Embora tenha questionado a eleição, vencida por Lula com uma vantagem de 3,5 pontos percentuais, o presidente norte-americano não declarou apoio a Flávio durante a campanha e tem evitado atacar diretamente o petista.
"Eu gosto de Lula, me dou muito bem com ele", afirmou Trump na segunda-feira (26), apesar de voltar a criticar a condução do processo eleitoral.
Flávio se proclamou "presidente eleito" e depois recuou Na quarta-feira (28), já nos Estados Unidos, Flávio publicou uma carta aberta na rede social X em que se apresentava como "o presidente eleito" do Brasil.
Posteriormente, apagou o documento e divulgou uma nova versão, na qual passou a se definir como o "líder" legítimo do país.
A reivindicação, entretanto, não deverá receber o respaldo da Casa Branca.
Uma terceira autoridade norte-americana afirmou à Reuters que o autoexílio reduziu o capital político do senador, que passou a ser criticado por setores conservadores que esperavam vê-lo liderando a oposição a Lula nos próximos anos.
Autoridades brasileiras ouvidas pela agência também avaliam que a fuga favorece politicamente o presidente reeleito, ao enfraquecer a oposição conservadora no Congresso Nacional.
Reuters revela atuação de Marco Rubio e Jason Miller na fuga A reportagem também expõe os bastidores da operação que levou Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos.
Segundo uma fonte familiarizada com o caso, Jason Miller, assessor de Trump próximo à família Bolsonaro, ajudou a organizar o voo que transportou o senador da Argentina para Miami.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, recomendou diretamente a Trump que Flávio fosse autorizado a entrar no país.
O republicano aprovou o pedido, enquanto funcionários dos departamentos de Estado e de Segurança Interna discutiam como viabilizar juridicamente sua admissão.
A solução foi conceder ao senador, sua esposa e suas duas filhas uma autorização humanitária temporária, conhecida como humanitarian parole, mecanismo utilizado em situações de urgência humanitária ou interesse público significativo.
A fuga ocorreu após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar a entrega do passaporte de Flávio, a pedido da Polícia Federal, que investiga o senador por suspeitas relacionadas a dois supostos esquemas de lavagem de dinheiro.
Segundo autoridades argentinas, Flávio e sua família atravessaram uma ponte para o norte da Argentina na noite de terça-feira (27) e embarcaram em um avião fretado com destino a Miami, fazendo escala no Equador.
Ainda não está esclarecido como o senador conseguiu deixar o Brasil sem o conhecimento das autoridades alfandegárias.
Durante o trajeto, ele manteve contato com diversas autoridades norte-americanas, segundo a Reuters.
A posição da Casa Branca ocorre após meses de tensões diplomáticas.
Em 2025, Washington impôs sanções a Alexandre de Moraes, ministro do STF responsável pelo julgamento de Jair Bolsonaro e a outras autoridades brasileiras, medidas posteriormente retiradas após uma aproximação entre Trump e Lula durante a Assembleia Geral da ONU.
Agora, apesar de ter auxiliado Flávio a chegar aos Estados Unidos, Trump não demonstra disposição de sustentar sua tentativa de contestar a liderança de Lula no Brasil.”
- CNN Brasil · Reportagem
Governo Trump não pretende apoiar Flávio como líder do Brasil, diz Reuters
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“O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não pretende apoiar a alegação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ser o líder legítimo do Brasil, apesar de ter ajudado o candidato derrotado à Presidência a chegar aos EUA após anos de apoio a ele e a seu pai, afirmaram na quinta-feira (29) uma autoridade norte-americana e outra pessoa a par do assunto.
Trump disse que a eleição brasileira de domingo pareceu “manipulada”, mas ressaltou que não ofereceu apoio algum na disputa.
Trump também declarou que se dá bem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que garantiu a reeleição por cerca de 3,5 pontos percentuais, contrariando as pesquisas de intenção de voto.
A autoridade norte-americana e a pessoa a par do assunto, que falaram sob condição de anonimato, afirmaram que Trump não tem planos atuais de apoiar as ambições políticas de Flávio Bolsonaro, mesmo que o governo tenha permitido sua entrada no país, embora tenham dito que o presidente pode mudar de ideia.
A postura do governo Trump sugere que o presidente pode estar relutante em provocar uma nova crise nas relações com o Brasil, que passaram por altos e baixos nos últimos meses.
Partida logo após a eleição Uma terceira autoridade norte-americana, também falando sob condição de anonimato, disse que o capital político de Flávio diminuiu agora que ele está no autoexílio.
Muitos conservadores no Brasil que esperavam que ele liderasse a oposição nos próximos anos criticaram a fuga.
A Casa Branca encaminhou um pedido de comentário ao Departamento de Estado, que não respondeu.
O governo brasileiro e um representante de Flávio Bolsonaro também não responderam aos pedidos de comentário.
O pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro, está preso por tentativa de golpe para permanecer no poder após perder a disputa pela reeleição em 2022.
Algumas autoridades brasileiras, também falando sob condição de anonimato, disseram à Reuters que a partida de Flávio ajuda Lula ao enfraquecer a oposição conservadora no Congresso.
A viagem do senador aconteceu depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que ele entregasse seu passaporte, atendendo a um pedido da Polícia Federal, que o investiga por um suposto esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O pedido da polícia ocorreu poucos minutos após a declaração da vitória de Lula, uma sequência de eventos que alguns conservadores apontaram como evidência de motivação política.
Apoiadores do governo Lula destacam que, dias antes da eleição, o irmão de Flávio, Eduardo, sugeriu publicamente que Flávio deveria deixar o Brasil caso perdesse.
Eduardo, ex-deputado federal que vive nos EUA, foi condenado pelo STF em junho por tentar obter interferência do governo Trump no julgamento de seu pai.
Autoridades argentinas informaram que Flávio Bolsonaro, sua esposa e duas filhas atravessaram uma ponte rumo ao norte da Argentina às 22h50 de terça-feira, antes de embarcarem em um avião fretado às 23h30.
Flávio e sua família voaram então para Miami, via Equador.
Não está claro como o senador viajou de sua casa em Brasília até a ponte, a 1.300 km de distância, nem como saiu do Brasil sem o conhecimento das autoridades alfandegárias brasileiras.
Mas, durante essa viagem, Flávio Bolsonaro entrou em contato com várias autoridades norte-americanas a respeito de sua partida, segundo uma dessas autoridades.
Jason Miller, um assessor de Trump próximo à família Bolsonaro, ajudou a organizar o voo a partir da Argentina, disse a pessoa a par do assunto - informação também revelada pelo jornal The News York Times.
Durante a viagem de Flávio, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, recomendou a Trump que a entrada do senador fosse permitida, o que o presidente aprovou, segundo a autoridade norte-americana.
Durante o voo de duas etapas de Flávio, autoridades do Departamento de Estado se empenharam para determinar a melhor via legal para a entrada dele e de sua família, discutindo o assunto com funcionários do Departamento de Segurança Interna.
Por fim, as autoridades norte-americanas concederam a eles “parole humanitária” na fronteira, um status temporário concedido a indivíduos quando há questões humanitárias urgentes ou um interesse público significativo em jogo, acrescentou a autoridade.
Em uma carta aberta publicada no X na quarta-feira (28), Flávio Bolsonaro se autoproclamou “o presidente eleito”.
Em seguida, excluiu essa versão e a atualizou com outra carta, na qual afirmava ser o “líder” legítimo do Brasil.
A fuga de Flávio foi o capítulo mais recente de um período tumultuado na política brasileira e nas relações entre os EUA e o Brasil.
Mesmo tendo atacado a forma como o Brasil conduziu a eleição, Trump se absteve de criticar Lula.
“Gosto do Lula, me dou muito bem com ele”, disse Trump aos repórteres na segunda-feira.
“Só acho que a eleição deixou uma péssima impressão.””
- Revista Oeste · Reportagem
Governo Trump não planeja reconhecer Flávio como ‘líder do Brasil’, diz Reuters
Trecho consultado na análise
“Letícia Alves nasceu em Fortaleza e se formou em jornalismo na Universidade Federal do Ceará.
Atuou no jornal O Povo, Poder360, Brasil sem Medo e Gazeta do Povo.
Atualmente, é repórter na Revista Oeste.
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O governo de Donald Trump não reconhece Flávio Bolsonaro como "líder do Brasil" após sua derrota nas eleições para Luiz Inácio Lula da Silva.
Flávio, que viajou aos EUA em 28 de outubro, declarou-se inicialmente "presidente eleito" e depois alterou para "líder do Brasil", mas a equipe de Trump rejeitou essa afirmação.
Apesar disso, a Casa Branca facilitou sua viagem a Miami, evitando atritos diplomáticos.
O governo de Donald Trump não planeja reconhecer o senador Flávio Bolsonaro (PL) como “líder do Brasil”, segundo fontes ouvidas pela Reuters.
O parlamentar viajou aos Estados Unidos na quarta-feira 28, depois da derrota eleitoral para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Do exterior, Flávio divulgou uma carta em que se declarou “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Minutos depois, porém, alterou a expressão para “líder do Brasil”.
De acordo com a agência internacional, interlocutores afirmam que a equipe de Trump rejeita esse discurso.
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Apesar disso, a Casa Branca facilitou a viagem do senador a Miami, mas busca evitar atritos diplomáticos diretos com o Brasil.
Integrantes do governo brasileiro também adotam cautela.
Embora Flávio não esteja condenado por nenhum crime, a Polícia Federal pediu a apreensão do passaporte dele depois do resultado eleitoral.
A corporação atendeu à determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) , que alegou risco de fuga.
O senador, porém, descumpriu a ordem e usou um passaporte italiano para deixar o país.
O presidente dos EUA disse que Flávio era bem-vindo ao país, mas não afirmou que considera o resultado eleitoral ilegítimo.
Trump declarou que o pleito foi uma “desgraça”, mas pretende manter diálogo com Lula.
Flávio deixou o Brasil dois dias depois da confirmação da derrota.
Com a mulher e as filhas, cruzou a Ponte da Fraternidade até Puerto Iguazú, na Argentina.
Quarenta minutos depois, embarcou em um avião da Baires Fly para Guayaquil, no Equador.
De lá, seguiu para a Flórida.
Segundo o jornal The New York Times , foi Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, que articulou o fretamento da aeronave .
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Calma eleicoes mid term”
- Estadão · Reportagem
Trump não pretende apoiar declaração de Flávio Bolsonaro como líder do Brasil, diz agência Reuters
Trecho consultado na análise
“O governo de Donald Trump nos Estados Unidos não planeja apoiar a alegação de Flávio Bolsonaro de ser o “líder do Brasil”, dizem fontes ouvidas pela agência Reuters em condição de anonimato.
Mesmo que o País tenha ajudado o candidato derrotado a fugir do Brasil , elas ponderam que Trump não pretende apoiar suas ambições neste momento, mas ainda pode mudar de ideia.
A postura de não apoiar Flávio sugere que o presidente americano está relutante em provocar uma nova crise nas relações com o Brasil em um momento delicado para o próprio Trump.
No dia 3 de novembro, os EUA terão eleições de meio de mandato para a renovação da Câmara de Deputados e do Senado .
A jornalistas, Trump já havia afirmado que não se envolveria no caso, mas questionou o pleito brasileiro, a que chamou de “uma vergonha” .
Disse ainda que discutiria a disputa com o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com quem afirmou ter uma boa relação.
Flávio foi derrotado no último domingo, 25, no segundo turno das”
Encontrou um erro?VerdadeiroFlávio Bolsonaro primeiro se declarou “presidente eleito” e depois alterou a carta para se chamar “líder do Brasil”.
Esquerda Centro DireitaO Globo, Gazeta do Povo, Revista Fórum, CNN Brasil, Revista Oeste
Os relatos dos três grupos descrevem a publicação inicial como “presidente eleito” e a versão posterior como “líder do Brasil”.
Ver fontes e trechos (5)
- O Globo · Reportagem
Governo Trump não pretende apoiar Flávio Bolsonaro como líder brasileiro, diz agência
Trecho consultado na análise
“O governo Donald Trump nos Estados Unidos não deve apoiar a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL) de se declarar líder do Brasil, de acordo com a Reuters.
O posicionamento teria sido definido após o político desembarcar no país na última quarta-feira.
Segundo as fontes ouvidas pela agência de notícias, mesmo após ajudar na entrada de Flávio no país, conforme informaram jornais americanos, o governo não deve endossar o discurso do bolsonarista.
Depois de perder as eleições para Lula, o senador publicou uma carta se autointitulando “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”, mas depois recuou e se autoproclamou “líder do Brasil”.
A publicação ressalta ainda que o líder americano pode mudar de ideia, mas que no momento está relutante em provocar uma nova crise nas relações com o Brasil.
Flávio, por sua vez, planeja ir à capital dos Estados Unidos, Washington, na próxima semana.
Após uma operação de fuga, o parlamentar desembarcou em Miami.
A ideia é iniciar uma interlocução direta com”
VerdadeiroO governo dos Estados Unidos viabilizou a entrada de Flávio no país, embora isso não significasse apoio à sua reivindicação política.
Esquerda Centro DireitaGazeta do Povo, Revista Fórum, CNN Brasil, Revista Oeste
Os veículos de esquerda, centro e direita relatam autorização, facilitação ou concessão de vistos para a entrada, ao mesmo tempo que descrevem a ausência de respaldo político.
Ver fontes e trechos (4)
- Gazeta do Povo · Reportagem
Trump não pretende ajudar Flávio a chegar ao poder no Brasil, diz agência
Trecho consultado na análise
“Apesar de ter recebido Flávio Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos e concedido vistos ao senador e sua família, o presidente americano, Donald Trump, não planeja apoiar o candidato derrotado à presidência brasileira na sua alegação de ser o verdadeiro líder do Brasil, segundo reportagem publicada nesta sexta-feira (30) pela Reuters.
Essa posição do republicano foi relatada à agência britânica por uma autoridade do governo americano e outra pessoa a par do assunto, que pediram para não ser identificadas.
Porém, tais fontes fizeram a ressalva de que o presidente dos EUA poderia mudar de ideia.
Outra autoridade americana, também sob condição de anonimato, disse à Reuters que a percepção na administração Trump é que o capital político de Flávio diminuiu com seu exílio nos Estados Unidos.
Em carta divulgada na quarta-feira (28), dia em que chegou à Flórida, o senador se declarou o “verdadeiro presidente eleito” do Brasil e minutos depois divulgou outra versão do documento, afirmando ser “líder do Brasil”.
Trump fez vários comentários sobre a eleição brasileira, chamando-a de “fraudada”, “estranha” e “uma vergonha” [https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/trump-diz-que-eleicoes-no-brasil-foram-uma-vergonha/], mas disse que “gosta” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que se “dá bem” com o petista e que deve falar com ele.
O republicano também afirmou que não tomou partido na eleição após pedido de Lula nesse sentido.”
VerdadeiroFontes citadas nas reportagens disseram que Trump poderia mudar de ideia sobre apoiar Flávio.
Esquerda Centro DireitaO Globo, Gazeta do Povo, Revista Fórum, CNN Brasil, Estadão
A ressalva de que Trump poderia mudar de ideia aparece em relatos dos veículos de centro e direita.
Ver fontes e trechos (5)
- O Globo · Reportagem
Governo Trump não pretende apoiar Flávio Bolsonaro como líder brasileiro, diz agência
Trecho consultado na análise
“O governo Donald Trump nos Estados Unidos não deve apoiar a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL) de se declarar líder do Brasil, de acordo com a Reuters.
O posicionamento teria sido definido após o político desembarcar no país na última quarta-feira.
Segundo as fontes ouvidas pela agência de notícias, mesmo após ajudar na entrada de Flávio no país, conforme informaram jornais americanos, o governo não deve endossar o discurso do bolsonarista.
Depois de perder as eleições para Lula, o senador publicou uma carta se autointitulando “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”, mas depois recuou e se autoproclamou “líder do Brasil”.
A publicação ressalta ainda que o líder americano pode mudar de ideia, mas que no momento está relutante em provocar uma nova crise nas relações com o Brasil.
Flávio, por sua vez, planeja ir à capital dos Estados Unidos, Washington, na próxima semana.
Após uma operação de fuga, o parlamentar desembarcou em Miami.
A ideia é iniciar uma interlocução direta com”
VerdadeiroTrump disse que gosta de Lula e que se dá bem com o presidente brasileiro.
Esquerda Centro DireitaGazeta do Povo, Revista Fórum, CNN Brasil, Estadão
A declaração é reproduzida em reportagens dos três grupos, com formulações equivalentes.
Ver fontes e trechos (4)
- Gazeta do Povo · Reportagem
Trump não pretende ajudar Flávio a chegar ao poder no Brasil, diz agência
Trecho consultado na análise
“Apesar de ter recebido Flávio Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos e concedido vistos ao senador e sua família, o presidente americano, Donald Trump, não planeja apoiar o candidato derrotado à presidência brasileira na sua alegação de ser o verdadeiro líder do Brasil, segundo reportagem publicada nesta sexta-feira (30) pela Reuters.
Essa posição do republicano foi relatada à agência britânica por uma autoridade do governo americano e outra pessoa a par do assunto, que pediram para não ser identificadas.
Porém, tais fontes fizeram a ressalva de que o presidente dos EUA poderia mudar de ideia.
Outra autoridade americana, também sob condição de anonimato, disse à Reuters que a percepção na administração Trump é que o capital político de Flávio diminuiu com seu exílio nos Estados Unidos.
Em carta divulgada na quarta-feira (28), dia em que chegou à Flórida, o senador se declarou o “verdadeiro presidente eleito” do Brasil e minutos depois divulgou outra versão do documento, afirmando ser “líder do Brasil”.
Trump fez vários comentários sobre a eleição brasileira, chamando-a de “fraudada”, “estranha” e “uma vergonha” [https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/trump-diz-que-eleicoes-no-brasil-foram-uma-vergonha/], mas disse que “gosta” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que se “dá bem” com o petista e que deve falar com ele.
O republicano também afirmou que não tomou partido na eleição após pedido de Lula nesse sentido.”
VerdadeiroReportagens atribuíram a Jason Miller a organização do voo e a Marco Rubio a recomendação para Trump permitir a entrada de Flávio.
Esquerda CentroRevista Fórum, CNN Brasil
Os veículos de esquerda e centro atribuem a Miller a organização do voo e a Rubio a recomendação sobre a entrada; ambos dizem que Trump aprovou o pedido.
Ver fontes e trechos (2)
- Revista Fórum · Reportagem
Trump, que afirma gostar de Lula, não pretende bancar Flávio Bolsonaro como “líder do Brasil”, revela agência internacional
Trecho consultado na análise
“O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não pretende apoiar a tentativa de Flávio Bolsonaro (PL) de se apresentar como o "líder legítimo" do Brasil após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais.
A informação foi revelada nesta sexta-feira (30) pela agência internacional Reuters, que ouviu autoridades norte-americanas e pessoas próximas às decisões da Casa Branca.
Segundo a reportagem da Reuters, Trump não tem planos, neste momento, de respaldar as pretensões políticas do filho mais velho de Jair Bolsonaro, embora tenha autorizado pessoalmente sua entrada nos Estados Unidos após a fuga do Brasil.
Duas fontes confirmaram a posição sob condição de anonimato, mas ressaltaram que o republicano ainda pode mudar de ideia.
A decisão indica que Trump pretende evitar uma nova crise diplomática com o governo brasileiro.
Embora tenha questionado a eleição, vencida por Lula com uma vantagem de 3,5 pontos percentuais, o presidente norte-americano não declarou apoio a Flávio durante a campanha e tem evitado atacar diretamente o petista.
"Eu gosto de Lula, me dou muito bem com ele", afirmou Trump na segunda-feira (26), apesar de voltar a criticar a condução do processo eleitoral.
Flávio se proclamou "presidente eleito" e depois recuou Na quarta-feira (28), já nos Estados Unidos, Flávio publicou uma carta aberta na rede social X em que se apresentava como "o presidente eleito" do Brasil.
Posteriormente, apagou o documento e divulgou uma nova versão, na qual passou a se definir como o "líder" legítimo do país.
A reivindicação, entretanto, não deverá receber o respaldo da Casa Branca.
Uma terceira autoridade norte-americana afirmou à Reuters que o autoexílio reduziu o capital político do senador, que passou a ser criticado por setores conservadores que esperavam vê-lo liderando a oposição a Lula nos próximos anos.
Autoridades brasileiras ouvidas pela agência também avaliam que a fuga favorece politicamente o presidente reeleito, ao enfraquecer a oposição conservadora no Congresso Nacional.
Reuters revela atuação de Marco Rubio e Jason Miller na fuga A reportagem também expõe os bastidores da operação que levou Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos.
Segundo uma fonte familiarizada com o caso, Jason Miller, assessor de Trump próximo à família Bolsonaro, ajudou a organizar o voo que transportou o senador da Argentina para Miami.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, recomendou diretamente a Trump que Flávio fosse autorizado a entrar no país.
O republicano aprovou o pedido, enquanto funcionários dos departamentos de Estado e de Segurança Interna discutiam como viabilizar juridicamente sua admissão.
A solução foi conceder ao senador, sua esposa e suas duas filhas uma autorização humanitária temporária, conhecida como humanitarian parole, mecanismo utilizado em situações de urgência humanitária ou interesse público significativo.
A fuga ocorreu após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar a entrega do passaporte de Flávio, a pedido da Polícia Federal, que investiga o senador por suspeitas relacionadas a dois supostos esquemas de lavagem de dinheiro.
Segundo autoridades argentinas, Flávio e sua família atravessaram uma ponte para o norte da Argentina na noite de terça-feira (27) e embarcaram em um avião fretado com destino a Miami, fazendo escala no Equador.
Ainda não está esclarecido como o senador conseguiu deixar o Brasil sem o conhecimento das autoridades alfandegárias.
Durante o trajeto, ele manteve contato com diversas autoridades norte-americanas, segundo a Reuters.
A posição da Casa Branca ocorre após meses de tensões diplomáticas.
Em 2025, Washington impôs sanções a Alexandre de Moraes, ministro do STF responsável pelo julgamento de Jair Bolsonaro e a outras autoridades brasileiras, medidas posteriormente retiradas após uma aproximação entre Trump e Lula durante a Assembleia Geral da ONU.
Agora, apesar de ter auxiliado Flávio a chegar aos Estados Unidos, Trump não demonstra disposição de sustentar sua tentativa de contestar a liderança de Lula no Brasil.”