VerdadeiroA retirada de moradores de Oleshky começou em 30 de outubro, durante uma trégua local, e foi acompanhada pela distribuição de ajuda humanitária.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Oeste, Brasil de Fato, Poder360, g1
Os relatos dos veículos de esquerda, centro e direita situam o início da retirada em 30 de outubro. Folha de S.Paulo, Poder360 e g1 também mencionam a chegada ou distribuição de ajuda.
Ver fontes e trechos (6)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Rússia e Ucrânia realizam operação humanitária e retiram moradores de cidade ocupada
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Moradores de Olechki, cidade no sul da Ucrânia sob controle russo e atingida por uma crise humanitária, foram retirados de ônibus nesta sexta-feira (30) em uma operação conjunta entre Moscou e Kiev , a primeira do tipo em quatro anos e oito meses de guerra.
A iniciativa ocorreu sob um cessar-fogo local mediado pela primeira-dama dos Estados Unidos , Melania Trump , com participação do papa Leão 14 .
Um comboio de ajuda chegou à cidade para distribuir alimentos, medicamentos, produtos de higiene e combustível.
Os moradores que decidiram partir foram transportados inicialmente para a Crimeia, anexada pela Rússia em 2014, em 25 ônibus e nove ambulâncias, segundo a comissária russa de direitos humanos, Yana Lantratova.
Na cidade de Armyansk, no norte da península, as autoridades organizaram dois comboios, conforme o destino dos passageiros.
Lantratova afirmou que a operação ocorreu sem incidentes.
Segundo o parlamentar ucraniano David Arakhamia, os moradores que pretendiam voltar à Ucrânia seriam levados de Armyansk a Anapa, no sul da Rússia, antes de embarcar em um voo para Belarus e seguir de ônibus até o território ucraniano.
O percurso total supera 1.600 km.
A operação foi marcada pela cooperação entre autoridades dos dois países, que apareceram lado a lado para conversar com jornalistas e moradores.
Apesar disso, o Kremlin afirmou que o episódio não representa necessariamente um avanço nas negociações para encerrar a guerra.
Mais
"Esta é uma situação isolada, difícil de extrapolar para todo o processo de resolução do conflito nesta etapa", disse o porta-voz Dmitri Peskov.
Não estava claro quantas pessoas decidiram permanecer em Olechki, situada na linha de frente da guerra no sul da Ucrânia.
Minas e drones dificultavam o deslocamento para outras áreas, enquanto a falta de alimentos e água agravava a crise humanitária.
Moradores relataram ter arriscado a vida em estradas minadas, uma delas conhecida como "estrada da morte", para buscar comida e água.
Alguns disseram sobreviver com pouco mais de uma xícara de arroz ou trigo-sarraceno por dia.
Durante a operação, uma mulher disse ao ouvidor de direitos humanos da Ucrânia, Dmitro Lubinets, que muitas pessoas continuavam na cidade.
O cessar-fogo entrou em vigor na terça-feira (27) em Olechki e em toda a região de Kherson, com previsão de término no domingo (1º).
Lubinets afirmou que, pela extensão da linha de frente, era a trégua mais abrangente e duradoura da guerra.
Mais
Rússia e Ucrânia elogiaram o papel de Melania Trump na mediação do acordo.
Os dois governos têm interesse em demonstrar ao presidente Donald Trump disposição para cooperar e evitar serem responsabilizados por um eventual fracasso da iniciativa.
A operação também teve valor político para Moscou.
A televisão estatal russa exibiu caixas de ajuda com a bandeira do país, carregadas por pessoas que vestiam camisetas com os dizeres "Equipe de Putin — Frente Popular".
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha afirmou que não havia sido chamado a participar da operação, mas estava pronto para prestar assistência caso solicitado.
A ONU também não recebeu pedido de apoio, segundo o órgão.
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As negociações de paz mediadas por Washington devem ser retomadas em novembro, após uma interrupção de nove meses.
Moscou e Kiev, no entanto, continuam distantes quanto às condições para encerrar o conflito.
Enquanto a operação humanitária era realizada, os ataques prosseguiram em outras frentes da guerra.
Bombardeios russos durante a noite atingiram sete regiões, incluindo Kiev e Dnipro, no sudeste do país.
Na quinta-feira, um drone russo matou pelo menos 15 pessoas em uma plataforma ferroviária em Dnipro, segundo autoridades ucranianas.
Moscou também acusou Kiev de retomar ataques contra refinarias de petróleo russas, apesar de um pedido de Trump para interromper essas ações.
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- Revista Oeste · Reportagem
Civis de cidade invadida pela Rússia chegam à Ucrânia em operação mediada por Melania Trump
Trecho consultado na análise
“Formado em jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, atua na cobertura política em Brasília há dois anos.
Foi repórter de uma afiliada da TV Globo.
Cobriu as eleições norte-americanas de 2024, em Washington; o conclave de 2025, em Roma; e a COP30, em Belém.
Veja mais
Civis foram retirados de Oleshky, cidade ucraniana ocupada pela Rússia, e chegaram ao território controlado pelo governo da Ucrânia em 31 de outubro de 2026, durante uma operação humanitária mediada pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou a chegada dos moradores, que deixaram a cidade em ônibus, passando pela Rússia e Bielorrússia, e receberam assistência ao chegar.
Civis retirados de Oleshky, cidade ucraniana invadida pela Rússia, chegaram neste sábado, 31, ao território controlado pelo governo da Ucrânia.
A operação humanitária ocorreu durante um cessar-fogo negociado com a mediação da primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou a chegada dos moradores pela região de Chernihiv, na fronteira com a Bielorrússia.
Ele agradeceu aos Estados Unidos e a Melania pela intermediação e afirmou que os cidadãos receberão a assistência necessária.
+ Saiba mais sobre o Mundo em Oeste
A viagem começou na sexta-feira 30.
Os moradores deixaram Oleshky em ônibus e passaram pela Rússia e pela Bielorrússia, com parte do percurso realizada de avião, antes de entrar na área administrada por Kiev.
As autoridades ucranianas restringiram a divulgação do número de pessoas retiradas.
Segundo os organizadores, a medida buscava proteger os moradores que permaneceram na cidade e preservar a segurança de futuras missões humanitárias.
A humanitarian operation to rescue people in Oleshky, in the Kherson region, has taken place.
A ceasefire was established in the Kherson sector, during which roads to Oleshky were cleared of mines and humanitarian aid was delivered.
We hope humanitarian access to Oleshky will… pic.twitter.com/HTIqiMLqLs
Localizada na região de Kherson, no sul da Ucrânia, Oleshky fica próxima ao Rio Dnipro.
A cidade tinha aproximadamente 24 mil habitantes antes da guerra.
A Casa Branca estimava que entre 1,7 mil e 2 mil pessoas permaneciam no município antes da missão, principalmente idosos.
Os moradores puderam escolher entre seguir para áreas controladas pela Ucrânia ou pela Rússia, ou permanecer na cidade com reposição de alimentos e suprimentos médicos.
A previsão era de manutenção da trégua até a noite deste domingo, 1º.
Em comunicado, a Casa Branca informou que Melania e seu representante trabalharam diretamente com as lideranças russas e ucranianas para definir as condições da suspensão dos combates e organizar a passagem dos civis.
O acordo também permitiu a entrada de ajuda humanitária.
Enquanto a missão humanitária era concluída, Zelensky informou que ataques russos deixaram cerca de 280 mil residências sem eletricidade na Ucrânia.
Segundo o presidente, aproximadamente 200 mil imóveis ficaram sem energia em Dnipro e nos arredores.
Na região de Kiev, mais de 80 mil foram afetados.
Zelensky afirmou que os ataques atingiram uma central de cogeração de calor e eletricidade em Kiev e quatro subestações na região de Dnipro, entre outros alvos.
Equipes de reparação trabalhavam para restabelecer o fornecimento.
Leia também: “EUA alertam Rússia sobre ataque em museu de Moscou”
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- Brasil de Fato · Reportagem
Cessar-fogo temporário: Rússia e Ucrânia iniciam evacuação humanitária na cidade de Oleshky
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“A evacuação dos moradores na cidade de Oleshky, em Kherson, como parte do acordo de trégua humanitária na região, teve início nesta sexta-feira (30), com participação de representantes da Rússia e da Ucrânia.
De acordo com a defensora pública russa, Yana Lantratova, que lidera a delegação russa, a população local está sendo deslocada tanto para […] Fonte”
- Poder360 · Reportagem
Civis deixam cidade ucraniana ocupada pela Rússia; veja imagens
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“Moradores de Oleshky, cidade ucraniana ocupada pela Rússia no sul do país, começaram a deixar o local na 6ª feira (30.out.2026) em uma operação conjunta de ajuda humanitária.
É a 1ª evacuação desse tipo desde o início da guerra, há 4 anos e 8 meses.
A operação marca um raro momento de cooperação entre os lados em conflito.
Um cessar-fogo localizado na região de Kherson permitiu a desminagem das estradas de saída de Oleshky, viabilizando o deslocamento dos civis.
A Casa Branca afirmou em 23 de outubro que a primeira-dama dos EUA, Melania Trump, ajudou a negociar esse cessar-fogo. [shortcode-newsletter] Segundo o jornal The Guardian, um comboio com 25 ônibus e ambulâncias chegou à cidade para entregar alimentos e medicamentos e retirar os moradores que desejavam partir.
Os evacuados podiam escolher entre se deslocar para a Rússia ou para a Ucrânia.
Apesar de o território ucraniano estar a só 5 km de Oleshky, quem optou por retornar à Ucrânia precisará 1º viajar até Anapa, no sul da Rússia, seguir de avião para Belarus e então cruzar a fronteira em direção à região de Chernihiv.
Imagens nos perfis de autoridades da Ucrânia no X mostraram residentes emocionados abraçando integrantes da delegação ucraniana sob forte chuva.
Assista: 📹#vídeo Civis deixam cidade ucraniana ocupada pela Rússia 🇺🇦Moradores de Oleshky, cidade ucraniana ocupada pela Rússia no sul do país, começaram a deixar o local na 6ª feira (30.out.2026) em uma operação conjunta de ajuda humanitária.
É a 1a evacuação desse tipo desde o início da guerra, há 4 anos e 8 meses.
Imagens no perfis de autoridades da Ucrânia no X mostraram residentes emocionados abraçando integrantes da delegação ucraniana sob forte chuva.
👇Assista ao vídeo: — Poder360 (@Poder360) October 31, 2026 Oleshky fica na margem do rio Dniepre controlada pela Rússia, em frente a Kherson.
As tropas russas tomaram a cidade nos primeiros dias da invasão em grande escala, em fevereiro de 2022.
A região sofreu danos extensos e foi gravemente inundada depois da destruição da barragem de Kakhovka, rio acima, em junho de 2023.
Kyrylo Budanov, chefe do gabinete presidencial da Ucrânia, confirmou em publicação no X que a operação humanitária estava em andamento.
O Kremlin descreveu o episódio como um caso especial.
Veja imagens postadas por Buvanov: [caption id="attachment_2628153" align="aligncenter" width="1920"] | Reprodução/X @Kyrylo_Budanov - 30.out.2026[/caption] [caption id="attachment_2628156" align="aligncenter" width="1920"] | Reprodução/X @Kyrylo_Budanov - 30.out.2026[/caption]”
- g1 · Reportagem
Moradores de Oleshky, na Ucrânia, começam a ser evacuados; Moscou diz que parte da população quer ir para a Rússia
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“A evacuação de parte da população em Oleshky, no sul da Ucrânia e ocupada pela Rússia, e a distribuição de ajuda humanitária na cidade começaram nesta sexta-feira (30), afirmou uma autoridade de alto escalão do governo ucraniano.
O número de moradores que planejam deixar Oleshky em direção a territórios sob controle ucraniano ainda estava incerto até a última atualização desta reportagem, afirmou feira o primeiro-ministro ucraniano, Serhii Koretskyi.
Anteriormente, ele havia falado em 527 pessoas, porém voltou atrás.
"Não há números exatos neste momento.
A operação de resgate está em andamento, e os dados estão mudando", escreveu Koretskyi no Telegram.
Ao mesmo tempo, o governo russo de Vladimir Putin afirmou que parte da população de Oleshky que sinalizou intenção de evacuar a cidade quer ir para a Rússia, e não para outra parte da Ucrânia.
O governo Zelensky não havia se manifestado sobre essa afirmação até a última atualização desta reportagem.
Agora no g1 Moradores de Oleshky estav”
- DW Brasil · Imprensa internacional
Como será a evacuação de civis em Oleshky, cidade isolada na Ucrânia
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“Trégua local entre Ucrânia e Rússia mediada por Melania Trump permite a chegada de ajuda humanitária e abre caminho para a retirada de civis de uma cidade devastada pela guerra e pelo isolamento.
A trégua local na cidade de Oleshky , ocupada pela Rússia no sul da Ucrânia desde 2022, segue em vigor até domingo, (01/11), às 22h59.
O objetivo é humanitário.
A localidade isolada, situada na margem esquerda do rio Dnipro, na região de Kherson, deverá finalmente receber alimentos e medicamentos.
Além disso, os moradores que desejarem poderão deixar o local.
Do lado ucraniano, a operação é coordenada pelo comissário de direitos humanos do Parlamento, Dmytro Lubinez.
A Rússia é representada por sua homóloga Jana Lantratova.
Lubinez afirmou que Ucrânia e Rússia estão cumprindo integralmente os acordos relacionados ao cessar-fogo local.
Na manhã de quinta, ele informou que já estava a caminho de Oleshky com a delegação ucraniana para implementar a missão.
"O próximo passo é levar ajuda humanitária às pessoas que permaneceram na cidade e trabalhar para lhes garantir uma saída segura", destacou na ocasião.
A Ucrânia tem tentado repetidamente chamar a atenção da comunidade internacional para a catástrofe humanitária em Oleshky , ocupada pela Rússia desde 2022.
Antes do início da guerra em larga escala da Rússia contra a Ucrânia , cerca de 24 mil pessoas viviam na cidade.
Após a destruição da usina hidrelétrica e da barragem de Kakhovka , em 2023, aproximadamente 90% da área urbana foi inundada.
Oleshky está literalmente na linha de frente.
Do outro lado do rio Dnipro fica a cidade de Kherson, libertada pelo Exército ucraniano em novembro de 2022 .
Nos últimos meses, o fornecimento de alimentos e medicamentos para Oleshky e para as localidades vizinhas tornou-se impossível, e fugir era perigoso demais devido aos constantes ataques de drones e à presença de minas terrestres.
A população sofre com a fome.
Em toda a região, não há eletricidade nem gás.
Nem Kiev nem Moscou informaram exatamente quando começará a evacuação dos civis.
A remoção de minas ao longo das rotas, passo importante para a entrega segura de ajuda humanitária e para a posterior evacuação dos civis, estava concluída nesta sexta-feira.
Duas pessoas morreram durente a remoção.
Segundo o representante da administração militar da região de Kherson, Oleksandr Tolokonnikov, a evacuação deverá ocorrer por áreas controladas pela Rússia.
A emissora americana Fox News publicou uma fotografia na qual, supostamente, aparece parte dos planos russo-ucranianos.
Segundo o material, os moradores de Oleshky que desejarem ir para territórios controlados por Kiev serão inicialmente levados para Anapa, na Rússia, acompanhados por uma delegação ucraniana liderada por Lubinez.
De lá, deverão embarcar em um avião do Ministério da Defesa da Rússia com destino a Belarus.
A Ucrânia, porém, não comentou oficialmente a autenticidade essa rota.
Como há sérios problemas de comunicação em Oleshky, informações para a evacuação dos civis estão sendo coletadas com a ajuda de voluntários locais.
"Nós elaboramos listas.
Quando não havia números de telefone ou não conseguíamos entrar em contato com alguém, tentávamos obter endereços ou qualquer outra forma de contato para localizar essas pessoas.
Elas serão avisadas por telefone, por SMS ou pessoalmente.
Todos serão informados", garante a coordenadora.
O número exato de pessoas que desejam deixar a cidade ainda é uma incógnita, mas 20 ônibus estão à disposição.
Uma das coordenadoras da operação pelo lado ucraniano, que prefere permanecer anônima, disse à DW que estima que sejam cerca de mil pessoas.
Para a retirada, também é preciso levar em consideração pessoas feridas ou com mobilidade reduzida.
Segundo ela, aproximadamente 1,7 mil habitantes ainda permanecem em Oleshky.
A coordenadora também relata que autoridades de ocupação russas também estão distribuindo listas de evacuação paralelamente.
"As pessoas não sabem exatamente onde devem se registrar.
Houve um anúncio orientando que fossem até a área próxima ao hospital para fazer a inscrição.
Isso se espalhou pela cidade e elas foram até lá acreditando que automaticamente também estariam em nossas listas, mas nós não temos acesso a essas listas.
Tudo acontece em um vácuo de informação, baseado em boatos."
A coordenadora confirma que os acordos preveem condições simplificadas de saída.
Animais de estimação, inclusive cães de grande porte, podem ser levados.
Além disso, não haverá controle de documentos.
Ainda assim, os moradores estão, em sua maioria, pessimistas.
"As pessoas estão com medo porque pensam que serão levadas para a Rússia ou para um campo de filtragem.
Quem não tem documentos teme acabar na prisão.
Há pânico e desinformação generalizados.
O clima é muito ruim", relata.
Algumas pessoas rejeitam a evacuação por desconfiança, inclusive famílias com crianças.
"Mesmo quando explicamos tudo e pedimos que registrem seus dados para garantir um lugar no ônibus, elas não fazem isso porque não acreditam que isso realmente seja possível", conta.
O acordo para a trégua local foi alcançado com a mediação da primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump .
Segundo os termos do entendimento, os moradores de Oleshky deverão ser levados para áreas controladas pela Ucrânia ou pela Rússia, conforme a preferência de cada um.
Dmytro Lubinez afirmou que Melania Trump dedica "atenção e tempo pessoais" à missão humanitária e ao auxílio à população civil de Oleshky.
"Seu envolvimento direto e a coordenação dos esforços de todas as partes envolvidas são um componente importante desse processo", destacou.
Segundo a Fox News, o acordo entre os comissários de direitos humanos da Ucrânia e da Rússia não trata apenas de uma trégua temporária em Oleshky.
Ele também inclui planos para futuras operações humanitárias na parte da região de Kherson ocupada pela Rússia.
Assim, após a conclusão da missão em Oleshky, as partes deverão avaliar a possibilidade de realizar entregas de ajuda humanitária, evacuações e repatriações também em outras cidades ocupadas da região.
De acordo com a emissora americana, essas operações poderão ocorrer pelo menos uma vez por mês.
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Encontrou um erro?VerdadeiroA trégua local foi mediada por Melania Trump.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Revista Oeste, Poder360
A mediação de Melania Trump é mencionada pelos veículos de esquerda, centro e direita, além da imprensa internacional.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroCivis que seguiram para território ucraniano chegaram em 31 de outubro após passar pela Rússia e por Belarus, com parte do percurso feita de avião.
Centro DireitaCNN Brasil, Revista Oeste
CNN Brasil e Revista Oeste relatam a chegada em 31 de outubro e o trajeto pela Rússia e por Belarus, incluindo um trecho aéreo.
Ver fontes e trechos (2)
VerdadeiroOs moradores que desejavam partir foram levados inicialmente à Crimeia em 25 ônibus e nove ambulâncias; havia destinos na Rússia ou na Ucrânia.
Esquerda CentroFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Poder360
Folha de S.Paulo e CNN Brasil informam o transporte inicial e os veículos; CNN Brasil e Poder360 descrevem a divisão por destino, incluindo Rússia e Ucrânia.
Ver fontes e trechos (3)
Não verificávelO governo russo afirmou que parte dos moradores que pretendia sair queria ir para a Rússia.
Centrog1
g1 atribui essa declaração ao governo russo; os demais trechos não confirmam essa afirmação específica.
Ver fontes e trechos (1)
- g1 · Reportagem
Moradores de Oleshky, na Ucrânia, começam a ser evacuados; Moscou diz que parte da população quer ir para a Rússia
Trecho consultado na análise
“A evacuação de parte da população em Oleshky, no sul da Ucrânia e ocupada pela Rússia, e a distribuição de ajuda humanitária na cidade começaram nesta sexta-feira (30), afirmou uma autoridade de alto escalão do governo ucraniano.
O número de moradores que planejam deixar Oleshky em direção a territórios sob controle ucraniano ainda estava incerto até a última atualização desta reportagem, afirmou feira o primeiro-ministro ucraniano, Serhii Koretskyi.
Anteriormente, ele havia falado em 527 pessoas, porém voltou atrás.
"Não há números exatos neste momento.
A operação de resgate está em andamento, e os dados estão mudando", escreveu Koretskyi no Telegram.
Ao mesmo tempo, o governo russo de Vladimir Putin afirmou que parte da população de Oleshky que sinalizou intenção de evacuar a cidade quer ir para a Rússia, e não para outra parte da Ucrânia.
O governo Zelensky não havia se manifestado sobre essa afirmação até a última atualização desta reportagem.
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