VerdadeiroO governo Lula avaliava que Trump estava isolado por não reconhecer o resultado da eleição brasileira.
Esquerda CentroDiário do Centro do Mundo, Metrópoles
Os dois grupos atribuem essa avaliação a auxiliares do governo e relacionam o isolamento à recusa de Trump em reconhecer a vitória de Lula.
Ver fontes e trechos (2)
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Trump ficou isolado após respaldar Flávio Bolsonaro, avalia governo Lula
Trecho consultado na análise
“O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia que Donald Trump ficou isolado ao se recusar a reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras, vencidas por Lula no último domingo (25).
Para auxiliares do Planalto, o reconhecimento do pleito por partidos, instituições e lideranças internacionais tira sustentação de questionamentos levantados pelo presidente dos Estados Unidos.
Lula recebeu 64 milhões de votos, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro (PL), segundo os números citados pela gestão federal.
O resultado também teve o reconhecimento do Partido Liberal, legenda do candidato derrotado, do Tribunal Superior Eleitoral e do deputado Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio.
Trump voltou a atacar a eleição na quinta-feira (29), quando classificou o pleito como uma “desgraça” e evitou dizer quem considera o presidente legítimo do Brasil.
O republicano também afirmou que Lula teria pedido neutralidade dos Estados Unidos na disputa, mas não há pedido de ligação entre os dois presidentes.
Argentina e Israel, aliados de Trump, não parabenizaram Lula nem reconheceram formalmente sua vitória.
Javier Milei foi o único chefe de Estado sul-americano que não cumprimentou o presidente reeleito, enquanto dirigentes de direita de outros países da região enviaram mensagens ao petista.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que gosta do presidente Lula (PT), mas que a eleição no Brasil "parece ter sido fraudada".
"Passou uma impressão muito ruim.
A eleição, a maneira como os votos foram contabilizados, sabe?
Com a prorrogação do horário de votação, foi muito estranho", disse Trump nesta segunda-feira (26), sem apresentar provas.
📲Leia mais na #Folha: https://t.co/nj8QPKMSSD 📝Isabella Menon 🎦@rapidresponse47/Reprodução — Folha de S.Paulo (@folha) October 26, 2026 Planalto evita reação diplomática após viagem de Flávio Bolsonaro O governo orientou ministros e auxiliares a não elevar o tom sobre a ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos após a derrota eleitoral.
A estratégia é tratar o caso como atribuição da Justiça e da Polícia Federal, sem alimentar o discurso de perseguição política usado pela família Bolsonaro.
Flávio deixou o Brasil na noite de terça-feira (27) e publicou, já em território norte-americano, uma carta em que se apresentou como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Minutos depois, divulgou outra versão sem o trecho e passou a se definir como “líder do Brasil”, mantendo acusações sem provas de fraude eleitoral e perseguição por integrantes do Judiciário.
Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, confirmou participação na logística da viagem do senador, que passou pela Argentina e pelo Equador antes de chegar a Miami na quarta-feira (28).
Trump autorizou a entrada temporária de Flávio nos Estados Unidos, onde ele afirma que pretende conduzir a oposição à distância.
Auxiliares de Lula pretendem esperar as eleições legislativas dos Estados Unidos, marcadas para terça-feira (3), antes de avaliar eventuais próximos passos na relação bilateral.
Lula e Trump poderão se encontrar na Cúpula de Líderes do G20, prevista para dezembro, nos Estados Unidos.”
- Metrópoles · Reportagem
Governo Lula vê Trump isolado e sem argumentos contra resultado eleitoral
Trecho consultado na análise
“O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está isolado ao não reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras, que deram a vitória a Lula no último domingo (25/10).
Na avaliação de auxiliares do Executivo federal, não há espaço para questionamentos ao pleito, uma vez que o resultado foi reconhecido por lideranças internacionais, partidos brasileiros — inclusive o PL, legenda do candidato derrotado, Flávio Bolsonaro — e representantes do Legislativo e Judiciário locais.Além dos Estados Unidos, países como Argentina e Israel, aliados de Trump, não parabenizaram Lula nem reconheceram oficialmente sua vitória.Javier Milei, inclusive, foi o único chefe de Estado da América do Sul a não cumprimentar o presidente brasileiro reeleito.
O gesto foi feito por outros líderes da direita na região, como o colombiano Abelardo de la Espriella, o paraguaio Santiago Peña, o chileno José Antonio Kast e o equatoriano Daniel Noboa.O entendimento no governo é de que, sobretudo pelo tamanho da vitória de Lula nas urnas, que teve 64 milhões de votos contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro, não há margem para que dúvidas sobre o processo eleitoral brasileiro sejam consideradas legítimas.FortalecimentoA gestão Lula também avalia que está mais fortalecida neste cenário do que estava no ano passado, durante a crise do tarifaço.
A situação foi desencadeada após o julgamento de Jair Bolsonaro (PL) por participação na trama golpista e pela atuação do então deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), posteriormente cassado, junto ao governo norte-americano para estimular retaliações ao Brasil.A avaliação é ainda de que o resultado das urnas enfraqueceu a articulação política de Flávio no exterior.Ao deixar o Brasil no fim da noite de terça-feira (27/10), o senador publicou, já em território norte-americano, uma carta na qual se declarava “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Minutos depois, recuou e divulgou uma nova versão do texto, sem o trecho, na qual se apresentava apenas como “líder do Brasil”.
O documento reúne diversas acusações, sem apresentar provas, sobre supostas fraudes no processo eleitoral brasileiro.
Flávio também acusa integrantes do Judiciário de promover perseguição política contra ele e a família Bolsonaro.
O senador nega ter fugido do país e afirma que pretende liderar a oposição a distância, dos Estados Unidos.
Leia também MundoDeputada argentina pede ajuda do Brasil para investigar fuga de Flávio BrasilPlanalto não vê surpresa em possível ajuda de assessor de Trump a Flávio Grande AngularAdvogado pede cassação do mandato de Flávio no Senado por quebra de decoro MundoVeja como foi a rota de fuga de Flávio Bolsonaro para os EUA Nessa quinta-feira (29/10), após ao menos duas manifestações sobre o assunto, Trump voltou a criticar as eleições brasileiras e chegou a classificar o pleito como uma “desgraça”.
O republicano também afirmou que pretende conversar com Lula e disse que o presidente teria pedido a ele que adotasse uma postura de neutralidade na disputa, sem demonstrar apoio a nenhum candidato.Questionado sobre quem reconhecia como “legítimo presidente do Brasil”, Trump não quis responder.O Metrópoles apurou, no entanto, que, até o momento, não há pedido de ligação entre os dois presidentes.
Lula e Trump poderão se encontrar durante a Cúpula de Líderes do G20, prevista para dezembro, nos Estados Unidos.10 imagensFechar modal.1 de 10Senador fugiu do Brasil após derrota nas eleições presidenciaisJoe Raedle/Getty Images2 de 10Presidente Lula em reunião com o presidente dos EUA, Donald TrumpRicardo Stuckert / PR3 de 10Flávio Bolsonaro e presidente Lula Renato Pizzutto/Band4 de 10Lula e Trump em encontro na Casa BrancaRicardo Stuckert/Presidência da República5 de 10Flávio Bolsonaro desembarcou nos Estados Unidos em um avião particularJoe Raedle/Getty Images6 de 10Campanha de Lula afirma que site foi criado para beneficiar Flávio às vésperas do segundo turnoFabio Teixeira/Anadolu via Getty Images7 de 10Lula e Trump se encontram nesta quinta nos EUARicardo Stuckert/PR8 de 10Flávio Bolsonaro desembarca em aeroporto de Miami na manhã desta quarta-feira (28/10)Joe Raedle/Getty Images9 de 10Exigências dos EUA sobre eleições não impactaram negociações sobre tarifasAndrew Harnik/Getty Images10 de 10Reprodução/ TV GloboFuga teve ajuda dos EUAFlávio Bolsonaro deixou o Brasil pela fronteira com a Argentina, por meio da Ponte da Fraternidade, que liga Foz do Iguaçu (PR) a Puerto Iguazú.Cerca de 40 minutos depois, Flávio embarcou, acompanhado da esposa e das duas filhas, em um avião da empresa privada Baires Fly com destino a Guayaquil, no Equador.
De lá, a família seguiu para Miami, onde chegou na manhã de quarta-feira (28/10).
O jato particular foi providenciado por Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, que confirmou ao Metrópoles, com exclusividade, sua participação no plano de fuga de Flávio Bolsonaro.Trump autorizou a entrada temporária do candidato derrotado no país.Segundo reportagem do The New York Times, Flávio Bolsonaro deve solicitar futuramente o green card, documento que concede residência permanente no país.
De acordo com uma fonte ouvida pelo jornal, o pedido poderá ser processado de forma acelerada, como ocorreu com Eduardo Bolsonaro, irmão mais novo do senador, que obteve residência permanente em julho deste ano.Para integrantes do governo Lula, mesmo antes da divulgação do envolvimento de Jason Miller na logística da viagem, já estava claro que tanto a gestão de Donald Trump quanto a de Javier Milei estavam diretamente envolvidas na operação que levou Flávio Bolsonaro aos EUA.
A avaliação é feita apesar de a polícia federal argentina afirmar não ter registro da entrada da família no país.Resultado nas urnasFlávio Bolsonaro saiu derrotado do segundo turno das eleições, com 48,21% dos votos.
O presidente Lula obteve 51,79%, em uma virada inédita na história do país em relação ao resultado do primeiro turno, em que Flávio teve 47,03% dos votos, e Lula, 45,16%.
O resultado do pleito foi reconhecido pela oposição, inclusive pelo Partido Liberal (PL) e pelo candidato a vice na chapa de Flávio, deputado Alfredo Gaspar.O pleito foi reconhecido, também, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e por lideranças da comunidade estrangeira, incluindo organizações de observadores internacionais.O sistema eleitoral brasileiro é considerado um dos mais seguros do mundo.Governo não vai reagirA avaliação de fontes do Palácio do Planalto é de que Lula não deve comentar o episódio para evitar trazer o assunto para o colo do governo federal.
Como mostrou o Metrópoles, a gestão petista orientou ministros e demais auxiliares a evitar elevar o tom sobre a fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos após a derrota eleitoral.Neste momento, a estratégia é reforçar que a situação de Flávio Bolsonaro é de responsabilidade da Justiça e da Polícia Federal (PF).
O governo busca conter desgastes e evita alimentar o discurso da oposição de que a família Bolsonaro é alvo de perseguição por parte do Estado brasileiro.A gestão federal também não pretende adotar medidas diplomáticas sobre o caso.
O alto escalão defende cautela e aguarda o resultado das eleições de meio de mandato dos EUA, as midterms, marcadas para a próxima terça-feira (3/11), antes de avaliar os próximos passos na crise que tem tensionado as relações entre os dois países.O pleito renovará todas as cadeiras da Câmara dos Representantes, um terço do Senado e 36 governos estaduais.
Pesquisas de intenção de voto indicam que os republicanos correm o risco de perder o controle de pelo menos uma das Casas do Congresso, o que poderia enfraquecer Trump.Além disso, auxiliares de Lula acreditam que o episódio envolvendo Flávio não impede o governo brasileiro de buscar uma relação pragmática com a administração Trump.
A avaliação é de que, apesar das divergências ideológicas, os dois países compartilham interesses em diversas áreas, como comércio e segurança pública, que devem permanecer na agenda do quarto mandato de Lula.
O mesmo pragmatismo deve ser buscado em relação ao governo argentino.”
Encontrou um erro?VerdadeiroO resultado foi reconhecido pelo PL, pelo TSE e por lideranças internacionais.
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Os dois grupos citam o reconhecimento pelo partido do candidato derrotado, por instituições brasileiras e por lideranças de outros países.
Ver fontes e trechos (2)
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Trump ficou isolado após respaldar Flávio Bolsonaro, avalia governo Lula
Trecho consultado na análise
“O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia que Donald Trump ficou isolado ao se recusar a reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras, vencidas por Lula no último domingo (25).
Para auxiliares do Planalto, o reconhecimento do pleito por partidos, instituições e lideranças internacionais tira sustentação de questionamentos levantados pelo presidente dos Estados Unidos.
Lula recebeu 64 milhões de votos, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro (PL), segundo os números citados pela gestão federal.
O resultado também teve o reconhecimento do Partido Liberal, legenda do candidato derrotado, do Tribunal Superior Eleitoral e do deputado Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio.
Trump voltou a atacar a eleição na quinta-feira (29), quando classificou o pleito como uma “desgraça” e evitou dizer quem considera o presidente legítimo do Brasil.
O republicano também afirmou que Lula teria pedido neutralidade dos Estados Unidos na disputa, mas não há pedido de ligação entre os dois presidentes.
Argentina e Israel, aliados de Trump, não parabenizaram Lula nem reconheceram formalmente sua vitória.
Javier Milei foi o único chefe de Estado sul-americano que não cumprimentou o presidente reeleito, enquanto dirigentes de direita de outros países da região enviaram mensagens ao petista.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que gosta do presidente Lula (PT), mas que a eleição no Brasil "parece ter sido fraudada".
"Passou uma impressão muito ruim.
A eleição, a maneira como os votos foram contabilizados, sabe?
Com a prorrogação do horário de votação, foi muito estranho", disse Trump nesta segunda-feira (26), sem apresentar provas.
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A estratégia é tratar o caso como atribuição da Justiça e da Polícia Federal, sem alimentar o discurso de perseguição política usado pela família Bolsonaro.
Flávio deixou o Brasil na noite de terça-feira (27) e publicou, já em território norte-americano, uma carta em que se apresentou como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Minutos depois, divulgou outra versão sem o trecho e passou a se definir como “líder do Brasil”, mantendo acusações sem provas de fraude eleitoral e perseguição por integrantes do Judiciário.
Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, confirmou participação na logística da viagem do senador, que passou pela Argentina e pelo Equador antes de chegar a Miami na quarta-feira (28).
Trump autorizou a entrada temporária de Flávio nos Estados Unidos, onde ele afirma que pretende conduzir a oposição à distância.
Auxiliares de Lula pretendem esperar as eleições legislativas dos Estados Unidos, marcadas para terça-feira (3), antes de avaliar eventuais próximos passos na relação bilateral.
Lula e Trump poderão se encontrar na Cúpula de Líderes do G20, prevista para dezembro, nos Estados Unidos.”
VerdadeiroTrump criticou a eleição, chamou-a de “desgraça” e não respondeu quem considerava o presidente legítimo do Brasil.
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Os dois grupos relatam as críticas de Trump em 29 de outubro e sua recusa a identificar quem reconhecia como presidente legítimo.
Ver fontes e trechos (2)
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Trump ficou isolado após respaldar Flávio Bolsonaro, avalia governo Lula
Trecho consultado na análise
“O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia que Donald Trump ficou isolado ao se recusar a reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras, vencidas por Lula no último domingo (25).
Para auxiliares do Planalto, o reconhecimento do pleito por partidos, instituições e lideranças internacionais tira sustentação de questionamentos levantados pelo presidente dos Estados Unidos.
Lula recebeu 64 milhões de votos, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro (PL), segundo os números citados pela gestão federal.
O resultado também teve o reconhecimento do Partido Liberal, legenda do candidato derrotado, do Tribunal Superior Eleitoral e do deputado Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio.
Trump voltou a atacar a eleição na quinta-feira (29), quando classificou o pleito como uma “desgraça” e evitou dizer quem considera o presidente legítimo do Brasil.
O republicano também afirmou que Lula teria pedido neutralidade dos Estados Unidos na disputa, mas não há pedido de ligação entre os dois presidentes.
Argentina e Israel, aliados de Trump, não parabenizaram Lula nem reconheceram formalmente sua vitória.
Javier Milei foi o único chefe de Estado sul-americano que não cumprimentou o presidente reeleito, enquanto dirigentes de direita de outros países da região enviaram mensagens ao petista.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que gosta do presidente Lula (PT), mas que a eleição no Brasil "parece ter sido fraudada".
"Passou uma impressão muito ruim.
A eleição, a maneira como os votos foram contabilizados, sabe?
Com a prorrogação do horário de votação, foi muito estranho", disse Trump nesta segunda-feira (26), sem apresentar provas.
📲Leia mais na #Folha: https://t.co/nj8QPKMSSD 📝Isabella Menon 🎦@rapidresponse47/Reprodução — Folha de S.Paulo (@folha) October 26, 2026 Planalto evita reação diplomática após viagem de Flávio Bolsonaro O governo orientou ministros e auxiliares a não elevar o tom sobre a ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos após a derrota eleitoral.
A estratégia é tratar o caso como atribuição da Justiça e da Polícia Federal, sem alimentar o discurso de perseguição política usado pela família Bolsonaro.
Flávio deixou o Brasil na noite de terça-feira (27) e publicou, já em território norte-americano, uma carta em que se apresentou como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Minutos depois, divulgou outra versão sem o trecho e passou a se definir como “líder do Brasil”, mantendo acusações sem provas de fraude eleitoral e perseguição por integrantes do Judiciário.
Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, confirmou participação na logística da viagem do senador, que passou pela Argentina e pelo Equador antes de chegar a Miami na quarta-feira (28).
Trump autorizou a entrada temporária de Flávio nos Estados Unidos, onde ele afirma que pretende conduzir a oposição à distância.
Auxiliares de Lula pretendem esperar as eleições legislativas dos Estados Unidos, marcadas para terça-feira (3), antes de avaliar eventuais próximos passos na relação bilateral.
Lula e Trump poderão se encontrar na Cúpula de Líderes do G20, prevista para dezembro, nos Estados Unidos.”
VerdadeiroLula recebeu 64 milhões de votos, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro, segundo os números citados nas reportagens.
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Os dois grupos apresentam os mesmos totais de votos para Lula e Flávio Bolsonaro.
Ver fontes e trechos (2)
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Trump ficou isolado após respaldar Flávio Bolsonaro, avalia governo Lula
Trecho consultado na análise
“O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia que Donald Trump ficou isolado ao se recusar a reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras, vencidas por Lula no último domingo (25).
Para auxiliares do Planalto, o reconhecimento do pleito por partidos, instituições e lideranças internacionais tira sustentação de questionamentos levantados pelo presidente dos Estados Unidos.
Lula recebeu 64 milhões de votos, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro (PL), segundo os números citados pela gestão federal.
O resultado também teve o reconhecimento do Partido Liberal, legenda do candidato derrotado, do Tribunal Superior Eleitoral e do deputado Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio.
Trump voltou a atacar a eleição na quinta-feira (29), quando classificou o pleito como uma “desgraça” e evitou dizer quem considera o presidente legítimo do Brasil.
O republicano também afirmou que Lula teria pedido neutralidade dos Estados Unidos na disputa, mas não há pedido de ligação entre os dois presidentes.
Argentina e Israel, aliados de Trump, não parabenizaram Lula nem reconheceram formalmente sua vitória.
Javier Milei foi o único chefe de Estado sul-americano que não cumprimentou o presidente reeleito, enquanto dirigentes de direita de outros países da região enviaram mensagens ao petista.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que gosta do presidente Lula (PT), mas que a eleição no Brasil "parece ter sido fraudada".
"Passou uma impressão muito ruim.
A eleição, a maneira como os votos foram contabilizados, sabe?
Com a prorrogação do horário de votação, foi muito estranho", disse Trump nesta segunda-feira (26), sem apresentar provas.
📲Leia mais na #Folha: https://t.co/nj8QPKMSSD 📝Isabella Menon 🎦@rapidresponse47/Reprodução — Folha de S.Paulo (@folha) October 26, 2026 Planalto evita reação diplomática após viagem de Flávio Bolsonaro O governo orientou ministros e auxiliares a não elevar o tom sobre a ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos após a derrota eleitoral.
A estratégia é tratar o caso como atribuição da Justiça e da Polícia Federal, sem alimentar o discurso de perseguição política usado pela família Bolsonaro.
Flávio deixou o Brasil na noite de terça-feira (27) e publicou, já em território norte-americano, uma carta em que se apresentou como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Minutos depois, divulgou outra versão sem o trecho e passou a se definir como “líder do Brasil”, mantendo acusações sem provas de fraude eleitoral e perseguição por integrantes do Judiciário.
Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, confirmou participação na logística da viagem do senador, que passou pela Argentina e pelo Equador antes de chegar a Miami na quarta-feira (28).
Trump autorizou a entrada temporária de Flávio nos Estados Unidos, onde ele afirma que pretende conduzir a oposição à distância.
Auxiliares de Lula pretendem esperar as eleições legislativas dos Estados Unidos, marcadas para terça-feira (3), antes de avaliar eventuais próximos passos na relação bilateral.
Lula e Trump poderão se encontrar na Cúpula de Líderes do G20, prevista para dezembro, nos Estados Unidos.”
VerdadeiroFlávio Bolsonaro divulgou uma carta nos EUA chamando-se de “verdadeiro presidente eleito” e depois publicou outra versão sem esse trecho.
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Os relatos dos dois grupos descrevem a publicação inicial e a versão posterior, que o apresentava como “líder do Brasil”.
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Trecho consultado na análise
“O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia que Donald Trump ficou isolado ao se recusar a reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras, vencidas por Lula no último domingo (25).
Para auxiliares do Planalto, o reconhecimento do pleito por partidos, instituições e lideranças internacionais tira sustentação de questionamentos levantados pelo presidente dos Estados Unidos.
Lula recebeu 64 milhões de votos, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro (PL), segundo os números citados pela gestão federal.
O resultado também teve o reconhecimento do Partido Liberal, legenda do candidato derrotado, do Tribunal Superior Eleitoral e do deputado Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio.
Trump voltou a atacar a eleição na quinta-feira (29), quando classificou o pleito como uma “desgraça” e evitou dizer quem considera o presidente legítimo do Brasil.
O republicano também afirmou que Lula teria pedido neutralidade dos Estados Unidos na disputa, mas não há pedido de ligação entre os dois presidentes.
Argentina e Israel, aliados de Trump, não parabenizaram Lula nem reconheceram formalmente sua vitória.
Javier Milei foi o único chefe de Estado sul-americano que não cumprimentou o presidente reeleito, enquanto dirigentes de direita de outros países da região enviaram mensagens ao petista.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que gosta do presidente Lula (PT), mas que a eleição no Brasil "parece ter sido fraudada".
"Passou uma impressão muito ruim.
A eleição, a maneira como os votos foram contabilizados, sabe?
Com a prorrogação do horário de votação, foi muito estranho", disse Trump nesta segunda-feira (26), sem apresentar provas.
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A estratégia é tratar o caso como atribuição da Justiça e da Polícia Federal, sem alimentar o discurso de perseguição política usado pela família Bolsonaro.
Flávio deixou o Brasil na noite de terça-feira (27) e publicou, já em território norte-americano, uma carta em que se apresentou como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Minutos depois, divulgou outra versão sem o trecho e passou a se definir como “líder do Brasil”, mantendo acusações sem provas de fraude eleitoral e perseguição por integrantes do Judiciário.
Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, confirmou participação na logística da viagem do senador, que passou pela Argentina e pelo Equador antes de chegar a Miami na quarta-feira (28).
Trump autorizou a entrada temporária de Flávio nos Estados Unidos, onde ele afirma que pretende conduzir a oposição à distância.
Auxiliares de Lula pretendem esperar as eleições legislativas dos Estados Unidos, marcadas para terça-feira (3), antes de avaliar eventuais próximos passos na relação bilateral.
Lula e Trump poderão se encontrar na Cúpula de Líderes do G20, prevista para dezembro, nos Estados Unidos.”
VerdadeiroTrump autorizou a entrada temporária de Flávio nos EUA, e Jason Miller confirmou participação na logística da viagem.
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Os dois grupos relatam a autorização de entrada temporária e a confirmação de Miller sobre sua participação na logística.
Ver fontes e trechos (2)
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Trump ficou isolado após respaldar Flávio Bolsonaro, avalia governo Lula
Trecho consultado na análise
“O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia que Donald Trump ficou isolado ao se recusar a reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras, vencidas por Lula no último domingo (25).
Para auxiliares do Planalto, o reconhecimento do pleito por partidos, instituições e lideranças internacionais tira sustentação de questionamentos levantados pelo presidente dos Estados Unidos.
Lula recebeu 64 milhões de votos, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro (PL), segundo os números citados pela gestão federal.
O resultado também teve o reconhecimento do Partido Liberal, legenda do candidato derrotado, do Tribunal Superior Eleitoral e do deputado Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio.
Trump voltou a atacar a eleição na quinta-feira (29), quando classificou o pleito como uma “desgraça” e evitou dizer quem considera o presidente legítimo do Brasil.
O republicano também afirmou que Lula teria pedido neutralidade dos Estados Unidos na disputa, mas não há pedido de ligação entre os dois presidentes.
Argentina e Israel, aliados de Trump, não parabenizaram Lula nem reconheceram formalmente sua vitória.
Javier Milei foi o único chefe de Estado sul-americano que não cumprimentou o presidente reeleito, enquanto dirigentes de direita de outros países da região enviaram mensagens ao petista.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que gosta do presidente Lula (PT), mas que a eleição no Brasil "parece ter sido fraudada".
"Passou uma impressão muito ruim.
A eleição, a maneira como os votos foram contabilizados, sabe?
Com a prorrogação do horário de votação, foi muito estranho", disse Trump nesta segunda-feira (26), sem apresentar provas.
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A estratégia é tratar o caso como atribuição da Justiça e da Polícia Federal, sem alimentar o discurso de perseguição política usado pela família Bolsonaro.
Flávio deixou o Brasil na noite de terça-feira (27) e publicou, já em território norte-americano, uma carta em que se apresentou como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Minutos depois, divulgou outra versão sem o trecho e passou a se definir como “líder do Brasil”, mantendo acusações sem provas de fraude eleitoral e perseguição por integrantes do Judiciário.
Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, confirmou participação na logística da viagem do senador, que passou pela Argentina e pelo Equador antes de chegar a Miami na quarta-feira (28).
Trump autorizou a entrada temporária de Flávio nos Estados Unidos, onde ele afirma que pretende conduzir a oposição à distância.
Auxiliares de Lula pretendem esperar as eleições legislativas dos Estados Unidos, marcadas para terça-feira (3), antes de avaliar eventuais próximos passos na relação bilateral.
Lula e Trump poderão se encontrar na Cúpula de Líderes do G20, prevista para dezembro, nos Estados Unidos.”
VerdadeiroO Planalto orientou auxiliares a não elevar o tom sobre a viagem e planejava aguardar as eleições legislativas dos EUA antes de avaliar próximos passos bilaterais.
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Os dois grupos relatam a orientação para evitar escalada pública e a espera pelas eleições legislativas antes de avaliar próximos passos.
Ver fontes e trechos (2)
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Trump ficou isolado após respaldar Flávio Bolsonaro, avalia governo Lula
Trecho consultado na análise
“O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia que Donald Trump ficou isolado ao se recusar a reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras, vencidas por Lula no último domingo (25).
Para auxiliares do Planalto, o reconhecimento do pleito por partidos, instituições e lideranças internacionais tira sustentação de questionamentos levantados pelo presidente dos Estados Unidos.
Lula recebeu 64 milhões de votos, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro (PL), segundo os números citados pela gestão federal.
O resultado também teve o reconhecimento do Partido Liberal, legenda do candidato derrotado, do Tribunal Superior Eleitoral e do deputado Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio.
Trump voltou a atacar a eleição na quinta-feira (29), quando classificou o pleito como uma “desgraça” e evitou dizer quem considera o presidente legítimo do Brasil.
O republicano também afirmou que Lula teria pedido neutralidade dos Estados Unidos na disputa, mas não há pedido de ligação entre os dois presidentes.
Argentina e Israel, aliados de Trump, não parabenizaram Lula nem reconheceram formalmente sua vitória.
Javier Milei foi o único chefe de Estado sul-americano que não cumprimentou o presidente reeleito, enquanto dirigentes de direita de outros países da região enviaram mensagens ao petista.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que gosta do presidente Lula (PT), mas que a eleição no Brasil "parece ter sido fraudada".
"Passou uma impressão muito ruim.
A eleição, a maneira como os votos foram contabilizados, sabe?
Com a prorrogação do horário de votação, foi muito estranho", disse Trump nesta segunda-feira (26), sem apresentar provas.
📲Leia mais na #Folha: https://t.co/nj8QPKMSSD 📝Isabella Menon 🎦@rapidresponse47/Reprodução — Folha de S.Paulo (@folha) October 26, 2026 Planalto evita reação diplomática após viagem de Flávio Bolsonaro O governo orientou ministros e auxiliares a não elevar o tom sobre a ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos após a derrota eleitoral.
A estratégia é tratar o caso como atribuição da Justiça e da Polícia Federal, sem alimentar o discurso de perseguição política usado pela família Bolsonaro.
Flávio deixou o Brasil na noite de terça-feira (27) e publicou, já em território norte-americano, uma carta em que se apresentou como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Minutos depois, divulgou outra versão sem o trecho e passou a se definir como “líder do Brasil”, mantendo acusações sem provas de fraude eleitoral e perseguição por integrantes do Judiciário.
Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, confirmou participação na logística da viagem do senador, que passou pela Argentina e pelo Equador antes de chegar a Miami na quarta-feira (28).
Trump autorizou a entrada temporária de Flávio nos Estados Unidos, onde ele afirma que pretende conduzir a oposição à distância.
Auxiliares de Lula pretendem esperar as eleições legislativas dos Estados Unidos, marcadas para terça-feira (3), antes de avaliar eventuais próximos passos na relação bilateral.
Lula e Trump poderão se encontrar na Cúpula de Líderes do G20, prevista para dezembro, nos Estados Unidos.”