1 de 7 afirmações ficaram como não verificáveis porque só veículos do mesmo lado as confirmaram. Sem confirmação externa, elas não decidem a comparação.
VerdadeiroFachin devolveu a Mendonça a relatoria das investigações sobre descontos indevidos no INSS.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Revista Oeste, CartaCapital
A decisão é relatada por fontes dos três grupos.
Ver fontes e trechos (3)
- Poder360 · Reportagem
Fachin devolve investigação dos descontos do INSS a Mendonça
Trecho consultado na análise
“O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, decidiu na 5ª feira (29.out.2026) devolver a relatoria das investigações sobre os descontos ilegais nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social ao ministro do STF André Mendonça.
Na decisão, Fachin disse entender que não há mais motivos para retenção das investigações na presidência do Supremo.
Eis a íntegra (PDF – 160 kB).
Em setembro, o caso foi retirado de Mendonça depois de uma guerra de liminares envolvendo o pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, que é mencionado em mensagens obtidas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. [shortcode-newsletter] Caso Master Fachin também decidiu que as investigações que envolvem o Master continuam sob sua relatoria temporária pelo prazo de 90 dias, contados a partir de 12 de setembro.
No entendimento do presidente do Supremo, o caso ainda não pode ser distribuído entre os demais ministros da Corte porque envolve citações a integrantes do STF.
Os processos do Master foram retirados de Mendonça no auge da crise interna no Supremo.
A decisão de Fachin será submetida a referendo do plenário.
A data do julgamento ainda não foi definida.
Enquanto o caso Master permanecer na presidência da Corte, Fachin será responsável por medidas urgentes que venham a ser solicitadas pela Polícia Federal ou pela Procuradoria Geral da República, como pedidos de revogação de prisões e autorizações de diligências.
Este texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil, em 29 de outubro de 2026.
O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.”
- Revista Oeste · Reportagem
Fachin devolve investigação do INSS a Mendonça
Trecho consultado na análise
“Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, escreve sobre política, esportes e internacional.
Antes de fazer parte da Revista Oeste, colaborou na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).
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O presidente do STF, ministro Edson Fachin, decidiu devolver ao ministro André Mendonça a relatoria das investigações sobre descontos ilegais em benefícios do INSS, que estavam sob sua responsabilidade desde setembro depois de uma crise interna no tribunal.
Fachin concluiu que não havia mais motivos para manter os procedimentos sob sua presidência.
No entanto, ele manterá a responsabilidade sobre as investigações relacionadas ao Banco Master por até 90 dias, em razão de menções a integrantes da Corte.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta quinta-feira, 29, devolver ao ministro André Mendonça a relatoria das investigações sobre descontos ilegais em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
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Fachin concluiu que não existem mais motivos para manter os procedimentos sob responsabilidade da presidência da Corte.
As investigações haviam saído do gabinete de Mendonça em setembro, durante a crise interna no Supremo, depois de questionamentos que envolveram o ministro Alexandre de Moraes.
O nome de Moraes apareceu em mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master.
O episódio provocou uma disputa sobre a condução dos procedimentos e levou Fachin a concentrar os processos na presidência do tribunal.
Apesar de devolver a investigação do INSS a Mendonça, Fachin decidiu manter os procedimentos relacionados ao Banco Master sob sua responsabilidade por até 90 dias, contados a partir de 12 de setembro.
Segundo o presidente do STF, o caso ainda não deve seguir para distribuição entre os demais ministros, porque as apurações envolvem menções a integrantes da própria Corte.
A medida também busca preservar a condução dos processos enquanto o tribunal analisa a situação.
Durante esse período, Fachin ficará responsável por decisões urgentes relacionadas à investigação.
Entre elas estão pedidos da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) , como solicitações de revogação de prisões e autorizações para diligências.
Os processos do Banco Master também deixaram o gabinete de Mendonça em setembro, no auge do conflito entre ministros do Supremo .
A permanência dos procedimentos na presidência, contudo, tem caráter temporário.
Leia mais: “O triunfo da maladragem” , artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 346 da Revista Oeste
A decisão de Fachin ainda será submetida à análise do plenário do STF.
Até o momento, o tribunal não definiu uma data para o referendo dos demais ministros.
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Já é a segunda vez que isso acontece.
Dessa vez, outro comentário também foi excluído.
Encerro aqui a minha participação nesse portal.”
- CartaCapital · Reportagem
Fachin devolve investigação sobre o INSS para Mendonça, mas mantém sob sua responsabilidade caso Master
Trecho consultado na análise
“O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou nesta quinta-feira 29 o retorno dos autos da Operação Sem Desconto, que investiga as fraudes no INSS, à relatoria do ministro André Mendonça.
O ministro determinou ainda que os procedimentos da Operação Compliance Zero, sobre o Banco Master, permanecerão, em caráter excepcional e provisório, sob a gestão da presidência do Tribunal.
As apurações haviam sido remetidas à presidência do STF em setembro, após a identificação de citações a autoridades com prerrogativa de foro e o envio de representação pelo ministro Alexandre de Moraes.
A representação apontava supostos indícios de irregularidades no exercício da relatoria de ambas as operações.
No entanto, ao analisar a manifestação da Procuradoria-Geral da República, a presidência registrou que o órgão não identificou elementos que caracterizem crime de abuso de autoridade.
Diante disso, Fachin diferenciou o tratamento a ser dado a cada uma das operações.
Operação Sem Desconto Em relação às apurações sobre o INSS, o presidente concluiu pela ausência de menção ou indício concreto envolvendo autoridades com foro por prerrogativa de função que justificassem a retenção dos autos.
Essa situação, para Fachin, recomenda que o processo seja devolvido ao ministro André Mendonça para o regular prosseguimento do caso.
Operação Compliance Zero No caso das investigações sobre o Banco Master, por envolver relatórios policiais que citam autoridade sujeita à jurisdição do STF, o procedimento continuará sob a guarda da presidência.
A permanência é temporária e restrita a decisões urgentes, como a análise periódica de prisões cautelares.
A manutenção da Operação Compliance Zero com a presidência do STF é limitada ao prazo máximo de 90 dias, contados a partir de 12 de setembro, ou até que ocorra um dos seguintes eventos: a conclusão do julgamento, pelo plenário do STF; o término do prazo regimental do pedido de vista do ministro Flávio Dino; ou a entrega do relatório detalhado solicitado à Polícia Federal sobre as menções a ministros do STF em investigações ligadas ao Banco Master.
A permanência com a presidência será reavaliada após a ocorrência de uma dessas situações.”
Encontrou um erro?VerdadeiroOs procedimentos do Banco Master permaneceram sob responsabilidade da Presidência do STF por até 90 dias, contados de 12 de setembro.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Revista Oeste, CartaCapital
Os trechos dos três grupos informam a permanência temporária e o prazo contado de 12 de setembro.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroDurante a permanência do caso Master na Presidência, Fachin poderá decidir medidas urgentes, incluindo pedidos ligados à revisão de prisões preventivas.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Diário do Centro do Mundo, Revista Oeste
A possibilidade de análise de medidas urgentes aparece em relatos dos três grupos; Diário do Centro do Mundo e Revista Oeste citam pedidos relacionados a prisões.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroA decisão de Fachin será submetida ao referendo do plenário do STF, e os trechos não indicam data definida para a análise.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Revista Oeste, CartaCapital
Fontes dos três grupos mencionam o referendo; Poder360 e Revista Oeste dizem que ainda não há data definida.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroFachin considerou não haver indício concreto que justificasse manter na Presidência as investigações do INSS; o caso Master permaneceu ali por envolver menções a integrantes do STF.
Esquerda Centro DireitaPoder360, Jovem Pan, CartaCapital
Os trechos de três grupos apresentam essa distinção entre os fundamentos para o tratamento dos dois casos.
Ver fontes e trechos (3)
Não verificávelAo menos seis pedidos de revisão de prisões preventivas no caso Master estavam sem decisão havia mais de um mês.
CentroCNN Brasil
A informação aparece no trecho do Centro, sem confirmação nos demais grupos ou em fonte internacional ou de checagem fornecida.
Ver fontes e trechos (1)
Não verificávelA decisão sobre o prazo de permanência do caso Master poderia ser reavaliada diante de etapas processuais ou da entrega de relatório da Polícia Federal.
EsquerdaDiário do Centro do Mundo, ICL Notícias, CartaCapital
Relatos dos veículos de centro e esquerda mencionam possíveis mudanças vinculadas ao julgamento e a relatórios da PF.
Ver fontes e trechos (3)