VerdadeiroLuis Grande disse que um intermediário do setor aeronáutico contratou e pagou o voo por meio de uma conta nos Estados Unidos.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Poder360, Diário do Centro do Mundo, g1, CartaCapital, Jovem Pan, Estadão
Os relatos dos três grupos atribuem essa informação a Grande, dono da Baires Fly.
Ver fontes e trechos (7)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Voo de fuga de Flávio Bolsonaro foi pago por intermediário a partir dos EUA, diz dono do jato
Trecho consultado na análise
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O voo em que o senador Flávio Bolsonaro ( PL -RJ) fugiu do Brasil foi contratado e pago por um intermediário do setor aeronáutico por meio de uma conta nos Estados Unidos , disse à agência AFP o dono da Baires Fly.
A empresa opera o jato que levou o candidato derrotado na eleição presidencial e a família dele a Miami.
"Fui contratado por um broker [um intermediário] que conheço há dez anos, que vende voos e mora nos Estados Unidos", afirma o empresário argentino Luis Grande.
Segundo ele, o operador, cuja identidade se recusou a revelar, teria transferido US$ 150 mil (R$ 800 mil) de uma conta em um banco americano.
Grande diz não conhecer o verdadeiro contratante.
Os jornais The New York Times e The Wall Street Journal publicaram que o avião teria sido contratado por Jason Miller, assessor do presidente dos EUA , Donald Trump .
A Casa Branca não se pronunciou.
A Baires Fly é citada em uma investigação sobre lavagem de dinheiro envolvendo contratos públicos de medicamentos e insumos médicos na Argentina .
A suspeita do esquema de corrupção causou, em 2025, escândalo no governo do presidente argentino, Javier Milei .
Flávio cruzou a fronteira com a Argentina e, de lá, rumou para a cidade de Miami em um jato particular na madrugada de quarta-feira (28).
A fuga ocorreu depois que o parlamentar, alvo de dois inquéritos por lavagem de dinheiro , foi proibido de sair do país e teve seus passaportes cancelados por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).
O filho de Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente condenado e preso por tramar um golpe de Estado , não reconheceu sua derrota nas urnas para o presidente Lula ( PT ).
Ainda no domingo (25), o ex-postulante do PL discursou criticando a prorrogação do horário de votação — pedido que sua campanha também fez ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Depois de ser intimado pela Polícia Federal na segunda-feira (26), afirmou que nunca pensou em sair do Brasil , que entregaria os passaportes e que pediria a cassação da chapa vencedora.
Na quarta-feira (28), já em Miami, divulgou várias versões de uma carta golpista em que disse que lideraria a oposição a partir dos EUA.
Grande, da Baires Fly, disse que o intermediário havia solicitado o voo para segunda (26) e depois o adiou para a tarde de terça-feira (27).
Flávio, a esposa e as duas filhas partiram à 0h22 de quarta , do aeroporto argentino de Porto Iguaçu, na fronteira com o Brasil, após passarem pelo controle migratório por terra, segundo autoridades argentinas.
Ainda não se sabe como o postulante derrotado, que usou um passaporte italiano para cruzar a fronteira, se deslocou de Brasília até a fronteira no Paraná.
Trump evitou responder se reconhece a vitória de Lula.
Na quinta-feira (29), o mandatário americano repetiu acusações, sem apresentar provas, de que as eleições teriam sido fraudadas e chamou o pleito de "vergonha".
O presidente Lula decidiu não se envolver no enredo político da fuga de Flávio Bolsonaro.
A avaliação é de que uma intervenção seria despropositada, porque Flávio estaria se desgastando com a história e, por isso, não haveria sentido em arriscar uma crise diplomática com Trump por causa do adversário político.
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- Poder360 · Reportagem
Voo da fuga de Flávio foi pago por intermediário a partir dos EUA
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“O voo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para fugir do Brasil foi contratado e pago por um intermediário por meio de uma conta bancária nos Estados Unidos.
A informação foi dada pelo empresário argentino Luis Grande, dono da companhia aérea Baires Fly, responsável pelo transporte de Flávio.
Em entrevista à AFP, Grande não revelou a identidade do intermediário.
“Fui contratado por um broker que conheço há 10 anos, que vende voos e mora nos EUA”, afirmou o empresário por telefone, a partir da Flórida. [shortcode-newsletter] A informação sobre o broker, que tem dupla nacionalidade argentina e norte-americana e vive na Flórida, foi divulgada inicialmente pelo jornal Perfil, da Argentina.
Grande acrescentou que o intermediário transferiu US$ 150 mil (cerca de R$ 800 mil) de uma conta de sua empresa em um banco norte-americano para uma instituição financeira argentina.
O empresário afirmou que não conhece a pessoa que contratou o intermediário.
Segundo Grande, o próprio broker disse que desconhecia o contratante antes da operação envolvendo o voo de Flávio.
Segundo o New York Times, o assessor de comunicação da Casa Branca Jason Miller foi quem providenciou o jato particular usado por Flávio.
A Casa Branca não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.
Candidato derrotado nas eleições presidenciais, Flávio fugiu do Brasil depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
O magistrado também havia determinado que o senador não deixasse o território brasileiro.
A medida foi tomada no contexto de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro com o uso de empresas de apostas e evasão de divisas envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz.
O senador, sua mulher, Fernanda Bolsonaro, e as duas filhas adolescentes do casal saíram do Brasil na noite de 3ª feira (27.out).
Cruzaram a fronteira com a Argentina e, de lá, seguiram para os Estados Unidos, com breve parada no Equador.
Chegaram a Miami, na Flórida (EUA), na manhã de 4ª feira (28.out).
O New York Times também informou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), autorizou a entrada temporária de Flávio e de seus familiares no país.
O senador teria recebido autorização de permanência temporária pelo mecanismo conhecido como parole, concedido em situações humanitárias urgentes ou de benefício público significativo.
Uma autoridade norte-americana afirmou que Flávio poderá solicitar residência permanente (green card) posteriormente. [caption id="attachment_2622701" align="alignnone" width="1920"] Na imagem, o assessor de Trump Jason Miller (esq.) e Flávio Bolsonaro (dir.)
| Reprodução/Instagram @jasonmillerindc - 5.out.2026[/caption] DERROTA ELEITORAL E CARTA O senador não reconheceu a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições realizadas no domingo (25.out).
Dos EUA, divulgou uma nota em que alegou ser o “líder do Brasil”.
Em uma versão anterior do texto, ele se autoproclamava o “verdadeiro presidente eleito” do país, mas recuou uma hora depois e alterou para o novo termo.
Segundo Flávio, ele não deixou o país em fuga, mas como parte de uma estratégia política para evitar o que descreve como perseguição judicial.
“Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil, saí de um regime de exceção para poder ser o líder que o meu povo merece”, declarou.
Sem apresentar provas, Flávio associou a vitória de Lula a um golpe de Estado.”
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Conta nos EUA bancou fuga de Flávio Bolsonaro, diz dono de jatinho
Trecho consultado na análise
“O empresário argentino Luis Grande, dono da companhia aérea Baires Fly, afirmou que um intermediário do setor aeronáutico pagou o voo que levou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família da Argentina para a Flórida.
Segundo ele, o pagamento partiu de uma conta nos Estados Unidos e somou US$ 150 mil, cerca de R$ 800 mil.
Grande disse à AFP que conhece o intermediário, a quem chamou de broker, há dez anos.
“Fui contratado por um broker que conheço há dez anos, que vende voos e mora nos Estados Unidos”, afirmou o proprietário da empresa responsável pelo jato.
O empresário se recusou a revelar a identidade do broker e declarou não saber quem solicitou a contratação do voo.
Ele acrescentou que o próprio intermediário lhe disse que também não conhecia a pessoa por trás da operação.
Flávio deixou a Argentina na madrugada de quarta-feira (28), em um jato particular com destino à Flórida.
A viagem ocorreu depois de a polícia cancelar seus passaportes no âmbito de uma investigação por suspeita de lavagem de dinheiro.
Flavio Bolsonaro has landed in Miami and now has a U.S.
Visa.
Funny how the Trump admin loves to pick and choose who they let in.
This guy is under investigation for money laundering. https://t.co/CvvqwZf6KG — Ed Krassenstein (@EdKrassen) October 28, 2026 Pagamento e rota a partir da fronteira argentina Segundo Grande, o intermediário transferiu os US$ 150 mil de uma conta de sua empresa em um banco americano para uma instituição financeira argentina.
O broker tem dupla nacionalidade argentina e americana e mora na Flórida.
O jornal argentino Perfil havia informado que o voo fora contratado por um intermediário radicado nos Estados Unidos.
Já os jornais “The New York Times” e “The Wall Street Journal” publicaram que Jason Miller, assessor do presidente Donald Trump, teria contratado a aeronave; a Casa Branca não comentou o caso.
Grande afirmou que o pedido inicial previa a viagem na segunda-feira (26), mas a contratação mudou primeiro para a tarde de terça-feira (27).
Flávio e a família, porém, embarcaram após a meia-noite no aeroporto de Puerto Iguazú, cidade argentina na fronteira com o Brasil.
Autoridades argentinas disseram que o grupo passou pelo controle migratório por terra antes de seguir para o aeroporto.
O chefe de gabinete do presidente Javier Milei afirmou que a decolagem ocorreu com documentos “em dia” e sem “impedimento da Interpol”.
Um documento de voo consultado pela AFP aponta que Flávio embarcou com um passaporte italiano.
Ainda não há informação pública sobre como ele saiu de Brasília e chegou à região de fronteira entre Brasil e Argentina.
Após a eleição presidencial de domingo (25), Flávio não reconheceu a derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e declarou que pretende liderar a oposição a partir dos Estados Unidos.
Trump evitou dizer se reconhece o resultado e afirmou: “Acompanhei as eleições.
Não tomei partido, mas vi o que estava acontecendo no Brasil, foi uma vergonha”.”
- g1 · Reportagem
Voo de fuga de Flávio Bolsonaro foi pago por intermediário a partir dos EUA, diz dono do avião
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“Governo Trump ajudou na fuga de Flávio Bolsonaro, diz imprensa americana O voo do senador Flávio Bolsonaro (PL) para fugir do Brasil foi contratado e pago por um intermediário do setor aeronáutico, por meio de uma conta nos Estados Unidos, afirmou o dono da empresa aérea à agência de notícias AFP na quinta-feira (29).
Acompanhado de sua família, Flávio partiu da Argentina em um jato particular na madrugada de ontem, com destino ao estado americano da Flórida, depois que a polícia cancelou seus passaportes em uma investigação por suspeita de lavagem de dinheiro.
Flávio não reconheceu sua derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de domingo e afirmou que vai liderar a oposição a partir dos Estados Unidos.
"Fui contratado por um broker que conheço há dez anos, que vende voos e mora nos Estados Unidos", disse à AFP o empresário argentino Luis Grande, proprietário da companhia Baires Fly, responsável pelo transporte de Flávio, em uma conversa telefônica de um ap”
- CartaCapital · Reportagem
Voo da fuga de Flávio Bolsonaro foi pago por intermediário a partir dos EUA
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“O voo de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para fugir do Brasil foi contratado e pago por um intermediário do setor aeronáutico, por meio de uma conta nos Estados Unidos, afirmou nesta quinta-feira 29 à AFP o proprietário da companhia aérea.
O senador fugiu na madrugada de quarta-feira da Argentina, em um jato particular com destino à Flórida, acompanhado da família, depois que a polícia cancelou seus passaportes em uma investigação por suspeita de lavagem de dinheiro.
O filho Jair Bolsonaro não reconheceu sua derrota para Lula (PT) nas eleições presidenciais de domingo e afirmou que vai liderar a oposição a partir dos Estados Unidos.
"Fui contratado por um broker que conheço há dez anos, que vende voos e mora nos Estados Unidos", disse à AFP o empresário argentino Luis Grande, proprietário da companhia Baires Fly, responsável pelo transporte de Bolsonaro, em uma conversa telefônica de um apartamento que possui na Flórida.
Segundo Grande, esse intermediário, cuja identidade ele se recusou a revelar, transferiu um pagamento de 150 mil dólares (cerca de 800 mil reais) de uma conta de sua empresa em um banco americano para um banco argentino.
O jornal The New York Times publicou nesta quinta-feira que o avião teria sido contratado por Jason Miller, assessor de Donald Trump.
A Casa Branca não se pronunciou até o momento sobre o assunto.
Grande afirmou que não conhece a pessoa que contratou o intermediário e que este lhe disse que também não a conhecia antes da operação.
A informação sobre o broker, que tem dupla nacionalidade argentina e americana e mora na Flórida, foi divulgada inicialmente na quarta-feira pelo jornal argentino Perfil, com base em fontes anônimas.
Ele cruzou por terra a fronteira do Brasil com a Argentina na noite de terça-feira e, pouco depois, decolou da cidade fronteiriça de Puerto Iguazú, segundo as autoridades argentinas.
Ainda não se sabe como ele chegou de Brasília à região da fronteira.
Veículos de comunicação argentinos afirmaram que Bolsonaro teria entrado no aeroporto em uma caminhonete filmada por emissoras de TV, mas uma fonte do setor aeronáutico disse à AFP que, naquele momento, ele já havia embarcado no avião após entrar por outro acesso.”
- Jovem Pan · Reportagem
Voo de Flávio para fugir do Brasil foi pago por intermediário dos EUA
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“AFP
O voo de Flávio Bolsonaro para fugir do Brasil foi contratado e pago por um intermediário do setor aeronáutico, por meio de uma conta nos Estados Unidos, afirmou nesta quinta-feira (29) à AFP o proprietário da companhia aérea.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fugiu na madrugada de quarta-feira da Argentina, em um jato particular com destino à Flórida, acompanhado da família, depois que a polícia cancelou seus passaportes em uma investigação por suspeita de lavagem de dinheiro.
Flávio não reconheceu sua derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de domingo e afirmou que vai liderar a oposição a partir dos Estados Unidos.
“Fui contratado por um broker que conheço há dez anos, que vende voos e mora nos Estados Unidos”, disse à AFP o empresário argentino Luis Grande, proprietário da companhia Baires Fly, responsável pelo transporte de Bolsonaro, em uma conversa telefônica de um apartamento que possui na Flórida.
Segundo Grande, esse intermediário, cuja identidade ele se recusou a revelar, transferiu um pagamento de US$ 150 mil (R$ 800 mil) de uma conta de sua empresa em um banco americano para um banco argentino.
O jornal The New York Times publicou nesta quinta-feira que o avião teria sido contratado por Jason Miller, assessor de Donald Trump.
A Casa Branca não se pronunciou até o momento sobre o assunto.
Grande afirmou que não conhece a pessoa que contratou o intermediário e que este lhe disse que também não a conhecia antes da operação.
A informação sobre o broker, que tem dupla nacionalidade argentina e americana e mora na Flórida, foi divulgada inicialmente na quarta-feira pelo jornal argentino Perfil, com base em fontes anônimas.
Bolsonaro cruzou por terra a fronteira do Brasil com a Argentina na noite de terça-feira e, pouco depois, decolou da cidade fronteiriça de Puerto Iguazú, segundo as autoridades argentinas.
Ainda não se sabe como ele chegou de Brasília à região da fronteira.
Veículos de comunicação argentinos afirmaram que Bolsonaro teria entrado no aeroporto em uma caminhonete filmada por emissoras de TV, mas uma fonte do setor aeronáutico disse à AFP que, naquele momento, ele já havia embarcado no avião após entrar por outro acesso.”
- Estadão · Reportagem
Voo de Flávio Bolsonaro foi pago por intermediário a partir dos EUA, diz dono de empresa
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“O voo de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para sair da Argentina após deixar o Brasil foi contratado e pago por um intermediário do setor aeronáutico, por meio de uma conta nos Estados Unidos , afirmou nesta quinta-feira, 29, à AFP o argentino Luis Grande, proprietário da empresa Baires Fly, responsável pelo transporte de Flávio.
“Fui contratado por um broker que conheço há dez anos, que vende voos e mora nos Estados Unidos”, disse Grande à AFP , em uma conversa telefônica de um apartamento que possui na Flórida.
Segundo Grande, esse intermediário, cuja identidade ele se recusou a revelar, transferiu um pagamento de US$ 150 mil (R$ 800 mil) de uma conta de sua empresa em um banco americano para um banco argentino.
Grande afirmou que não conhece a pessoa que contratou o intermediário e que este lhe disse que também não a conhecia antes da operação.
A informação sobre o intermediário, que tem dupla nacionalidade argentina e americana e mora na Flórida, foi divulgada inicialmente na quarta-feira”
Encontrou um erro?VerdadeiroSegundo Grande, o intermediário transferiu US$ 150 mil de uma conta nos EUA para uma instituição financeira na Argentina.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Poder360, Revista Oeste, Diário do Centro do Mundo, CartaCapital, Jovem Pan, Estadão
A quantia e a transferência entre os dois países são relatadas por veículos dos três grupos; Poder360 e Revista Oeste especificam a origem e o destino bancários.
Ver fontes e trechos (7)
VerdadeiroGrande não revelou a identidade do intermediário e disse não conhecer quem estava por trás da contratação.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Poder360, Diário do Centro do Mundo, CartaCapital, Jovem Pan, Estadão
Os relatos dos três grupos dizem que Grande se recusou a identificar o intermediário e não conhecia o contratante final.
Ver fontes e trechos (6)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
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O voo em que o senador Flávio Bolsonaro ( PL -RJ) fugiu do Brasil foi contratado e pago por um intermediário do setor aeronáutico por meio de uma conta nos Estados Unidos , disse à agência AFP o dono da Baires Fly.
A empresa opera o jato que levou o candidato derrotado na eleição presidencial e a família dele a Miami.
"Fui contratado por um broker [um intermediário] que conheço há dez anos, que vende voos e mora nos Estados Unidos", afirma o empresário argentino Luis Grande.
Segundo ele, o operador, cuja identidade se recusou a revelar, teria transferido US$ 150 mil (R$ 800 mil) de uma conta em um banco americano.
Grande diz não conhecer o verdadeiro contratante.
Os jornais The New York Times e The Wall Street Journal publicaram que o avião teria sido contratado por Jason Miller, assessor do presidente dos EUA , Donald Trump .
A Casa Branca não se pronunciou.
A Baires Fly é citada em uma investigação sobre lavagem de dinheiro envolvendo contratos públicos de medicamentos e insumos médicos na Argentina .
A suspeita do esquema de corrupção causou, em 2025, escândalo no governo do presidente argentino, Javier Milei .
Flávio cruzou a fronteira com a Argentina e, de lá, rumou para a cidade de Miami em um jato particular na madrugada de quarta-feira (28).
A fuga ocorreu depois que o parlamentar, alvo de dois inquéritos por lavagem de dinheiro , foi proibido de sair do país e teve seus passaportes cancelados por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).
O filho de Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente condenado e preso por tramar um golpe de Estado , não reconheceu sua derrota nas urnas para o presidente Lula ( PT ).
Ainda no domingo (25), o ex-postulante do PL discursou criticando a prorrogação do horário de votação — pedido que sua campanha também fez ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Depois de ser intimado pela Polícia Federal na segunda-feira (26), afirmou que nunca pensou em sair do Brasil , que entregaria os passaportes e que pediria a cassação da chapa vencedora.
Na quarta-feira (28), já em Miami, divulgou várias versões de uma carta golpista em que disse que lideraria a oposição a partir dos EUA.
Grande, da Baires Fly, disse que o intermediário havia solicitado o voo para segunda (26) e depois o adiou para a tarde de terça-feira (27).
Flávio, a esposa e as duas filhas partiram à 0h22 de quarta , do aeroporto argentino de Porto Iguaçu, na fronteira com o Brasil, após passarem pelo controle migratório por terra, segundo autoridades argentinas.
Ainda não se sabe como o postulante derrotado, que usou um passaporte italiano para cruzar a fronteira, se deslocou de Brasília até a fronteira no Paraná.
Trump evitou responder se reconhece a vitória de Lula.
Na quinta-feira (29), o mandatário americano repetiu acusações, sem apresentar provas, de que as eleições teriam sido fraudadas e chamou o pleito de "vergonha".
O presidente Lula decidiu não se envolver no enredo político da fuga de Flávio Bolsonaro.
A avaliação é de que uma intervenção seria despropositada, porque Flávio estaria se desgastando com a história e, por isso, não haveria sentido em arriscar uma crise diplomática com Trump por causa do adversário político.
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VerdadeiroFlávio e familiares viajaram de jato da Argentina para a Flórida na madrugada de 28 de outubro.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Poder360, Diário do Centro do Mundo, g1, CartaCapital, O Globo, Jovem Pan
Relatos dos três grupos situam a partida na madrugada de quarta-feira, 28 de outubro, com destino à Flórida.
Ver fontes e trechos (7)
VerdadeiroReportagens atribuíram ao New York Times a informação de que Jason Miller teria providenciado ou contratado o jato.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Poder360, Diário do Centro do Mundo, CartaCapital, Jovem Pan
Os trechos dos três grupos registram essa atribuição ao New York Times, sem apresentá-la como confirmação independente.
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Segundo ele, o operador, cuja identidade se recusou a revelar, teria transferido US$ 150 mil (R$ 800 mil) de uma conta em um banco americano.
Grande diz não conhecer o verdadeiro contratante.
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A Casa Branca não se pronunciou.
A Baires Fly é citada em uma investigação sobre lavagem de dinheiro envolvendo contratos públicos de medicamentos e insumos médicos na Argentina .
A suspeita do esquema de corrupção causou, em 2025, escândalo no governo do presidente argentino, Javier Milei .
Flávio cruzou a fronteira com a Argentina e, de lá, rumou para a cidade de Miami em um jato particular na madrugada de quarta-feira (28).
A fuga ocorreu depois que o parlamentar, alvo de dois inquéritos por lavagem de dinheiro , foi proibido de sair do país e teve seus passaportes cancelados por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).
O filho de Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente condenado e preso por tramar um golpe de Estado , não reconheceu sua derrota nas urnas para o presidente Lula ( PT ).
Ainda no domingo (25), o ex-postulante do PL discursou criticando a prorrogação do horário de votação — pedido que sua campanha também fez ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Depois de ser intimado pela Polícia Federal na segunda-feira (26), afirmou que nunca pensou em sair do Brasil , que entregaria os passaportes e que pediria a cassação da chapa vencedora.
Na quarta-feira (28), já em Miami, divulgou várias versões de uma carta golpista em que disse que lideraria a oposição a partir dos EUA.
Grande, da Baires Fly, disse que o intermediário havia solicitado o voo para segunda (26) e depois o adiou para a tarde de terça-feira (27).
Flávio, a esposa e as duas filhas partiram à 0h22 de quarta , do aeroporto argentino de Porto Iguaçu, na fronteira com o Brasil, após passarem pelo controle migratório por terra, segundo autoridades argentinas.
Ainda não se sabe como o postulante derrotado, que usou um passaporte italiano para cruzar a fronteira, se deslocou de Brasília até a fronteira no Paraná.
Trump evitou responder se reconhece a vitória de Lula.
Na quinta-feira (29), o mandatário americano repetiu acusações, sem apresentar provas, de que as eleições teriam sido fraudadas e chamou o pleito de "vergonha".
O presidente Lula decidiu não se envolver no enredo político da fuga de Flávio Bolsonaro.
A avaliação é de que uma intervenção seria despropositada, porque Flávio estaria se desgastando com a história e, por isso, não haveria sentido em arriscar uma crise diplomática com Trump por causa do adversário político.
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Não verificávelUma manchete afirma que Jason Miller admitiu ter providenciado o jato.
EsquerdaBrasil 247
A manchete faz essa afirmação, mas os trechos disponíveis não confirmam a admissão; outros relatos atribuem ao New York Times a informação de que Miller teria providenciado o avião.
Ver fontes e trechos (4)
- Brasil 247 · Reportagem
Fuga de Flávio Bolsonaro teve jato de US$ 150 mil pago por intermediário residente nos EUA
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“O dono da Baires Fly revela pagamento de US$ 150 mil pelo voo, enquanto Jason Miller, assessor de Trump, admite ter providenciado o jato usado na fuga”
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A empresa opera o jato que levou o candidato derrotado na eleição presidencial e a família dele a Miami.
"Fui contratado por um broker [um intermediário] que conheço há dez anos, que vende voos e mora nos Estados Unidos", afirma o empresário argentino Luis Grande.
Segundo ele, o operador, cuja identidade se recusou a revelar, teria transferido US$ 150 mil (R$ 800 mil) de uma conta em um banco americano.
Grande diz não conhecer o verdadeiro contratante.
Os jornais The New York Times e The Wall Street Journal publicaram que o avião teria sido contratado por Jason Miller, assessor do presidente dos EUA , Donald Trump .
A Casa Branca não se pronunciou.
A Baires Fly é citada em uma investigação sobre lavagem de dinheiro envolvendo contratos públicos de medicamentos e insumos médicos na Argentina .
A suspeita do esquema de corrupção causou, em 2025, escândalo no governo do presidente argentino, Javier Milei .
Flávio cruzou a fronteira com a Argentina e, de lá, rumou para a cidade de Miami em um jato particular na madrugada de quarta-feira (28).
A fuga ocorreu depois que o parlamentar, alvo de dois inquéritos por lavagem de dinheiro , foi proibido de sair do país e teve seus passaportes cancelados por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).
O filho de Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente condenado e preso por tramar um golpe de Estado , não reconheceu sua derrota nas urnas para o presidente Lula ( PT ).
Ainda no domingo (25), o ex-postulante do PL discursou criticando a prorrogação do horário de votação — pedido que sua campanha também fez ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Depois de ser intimado pela Polícia Federal na segunda-feira (26), afirmou que nunca pensou em sair do Brasil , que entregaria os passaportes e que pediria a cassação da chapa vencedora.
Na quarta-feira (28), já em Miami, divulgou várias versões de uma carta golpista em que disse que lideraria a oposição a partir dos EUA.
Grande, da Baires Fly, disse que o intermediário havia solicitado o voo para segunda (26) e depois o adiou para a tarde de terça-feira (27).
Flávio, a esposa e as duas filhas partiram à 0h22 de quarta , do aeroporto argentino de Porto Iguaçu, na fronteira com o Brasil, após passarem pelo controle migratório por terra, segundo autoridades argentinas.
Ainda não se sabe como o postulante derrotado, que usou um passaporte italiano para cruzar a fronteira, se deslocou de Brasília até a fronteira no Paraná.
Trump evitou responder se reconhece a vitória de Lula.
Na quinta-feira (29), o mandatário americano repetiu acusações, sem apresentar provas, de que as eleições teriam sido fraudadas e chamou o pleito de "vergonha".
O presidente Lula decidiu não se envolver no enredo político da fuga de Flávio Bolsonaro.
A avaliação é de que uma intervenção seria despropositada, porque Flávio estaria se desgastando com a história e, por isso, não haveria sentido em arriscar uma crise diplomática com Trump por causa do adversário político.
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