Não verificávelA Embaixada dos EUA enviou em 26 de outubro a órgãos do governo americano, incluindo o Departamento de Estado, um relatório que descreveu a vitória de Lula como “definitiva” e “surpreendente”.
EsquerdaRevista Fórum, ICL Notícias, Brasil 247, Folha de S.Paulo
Os trechos do Esquerda relatam o envio, a data e os termos do relatório. Não há confirmação por outro grupo nem por I# ou C# no material.
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- Revista Fórum · Reportagem
Embaixada dos EUA contraria Trump e valida vitória ‘definitiva’ de Lula em relatório oficial
Trecho consultado na análise
“A Embaixada dos Estados Unidos em Brasília enviou, na última segunda-feira (26), um relatório oficial a órgãos do governo estadunidense, incluindo o Departamento de Estado, classificando a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de domingo (25) como "definitiva" e "surpreendente".
O documento, intitulado "Eleições no Brasil: Lula é eleito em resultado surpreendente, mas definitivo; Flávio Bolsonaro considera resultado impossível de aceitar", destaca que observadores internacionais não levantaram dúvidas sobre o resultado e que o principal argumento de Flávio Bolsonaro para contestar a derrota não tem sustentação nos dados do TSE.
Embaixada dos EUA valida vitória de Lula O relatório da representação diplomática dos EUA descreve uma eleição que, apesar de problemas pontuais de logística, transcorreu de maneira majoritariamente pacífica.
A ampliação do horário de votação, autorizada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF, após dificuldades de transporte público e acesso a seções eleitorais no Nordeste e no Sul, virou o principal argumento de Flávio Bolsonaro para questionar o resultado.
O documento, porém, desmonta essa narrativa com dados do próprio TSE: apenas 34 mil votos foram registrados após as 17h, o equivalente a 0,03% do total, número irrelevante diante de uma diferença de 4,4 milhões de votos entre os dois candidatos.
O documento também registra que a missão da OEA afirmou não ter "nenhuma dúvida sobre os resultados" e que, embora a extensão do horário tenha sido considerada mal administrada por observadores internacionais, o pleito como um todo foi avaliado como organizado.
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reforçou que a medida não teve influência significativa no resultado.
Contraste com declarações de Trump e Flávio Bolsonaro A avaliação da Embaixada bate de frente com a postura de Donald Trump, que tem questionado repetidamente o processo eleitoral brasileiro sem apresentar provas de irregularidades.
Nesta quinta-feira (29), Trump voltou a classificar a eleição como uma "vergonha" e um "constrangimento", embora tenha dito que pretende conversar com Lula.
O relatório registra que Flávio Bolsonaro condenou a decisão do STF de estender o horário de votação e se comprometeu a contestar o resultado, classificando-o como "impossível de aceitar".
A contestação, no entanto, enfrenta resistência até dentro do próprio campo.
Integrantes do PL manifestaram reservadamente a preocupação de que a iniciativa pudesse provocar uma crise política e desgaste para o partido, diante da diferença decisiva de votos e da ausência de fundamento jurídico.
Impacto e próximos passos O relatório da Embaixada dos EUA representa a posição oficial da representação estadunidense no Brasil e reforça a legitimidade do resultado eleitoral no cenário internacional, em um momento em que contestações internas e externas tentam criar dúvidas sobre o pleito.
A sinalização diplomática pode influenciar a postura de outros países e organismos internacionais diante da vitória de Lula.
A divergência entre o documento da Embaixada e as declarações públicas de Trump expõe uma tensão dentro da própria esfera de influência norte-americana: enquanto o presidente dos EUA alimenta questionamentos sem evidência, sua representação oficial em Brasília chancela o resultado.
Se o governo estadunidense enviará uma mensagem formal de congratulações a Lula é questão ainda em aberto, pendente de apuração.
O que o relatório já deixa claro é que o espaço para contestações sem base factual se estreita a cada avaliação institucional que confirma a vitória de Lula.
Vitória de Lula já foi reconhecida por 107 países, incluindo governos de direita O reconhecimento internacional da reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva já alcançou 107 países e 11 organismos e blocos multilaterais, segundo levantamento divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (29).
As manifestações incluem declarações de chefes de Estado e de governo de diferentes orientações políticas.
Entre os líderes que parabenizaram Lula estão Emmanuel Macron, da França; Pedro Sánchez, da Espanha; Narendra Modi, da Índia; Claudia Sheinbaum, do México; e Vladimir Putin, da Rússia.
O reconhecimento também partiu de lideranças da direita e da extrema direita internacional, como Giorgia Meloni, primeira-ministra da Itália; José Antonio Kast, presidente do Chile; Keiko Fujimori, presidente do Peru; e Daniel Noboa, presidente do Equador.
Até mesmo Nayib Bukele, presidente de El Salvador e referência de Flávio Bolsonaro na área de segurança pública, enviou uma carta parabenizando Lula pela vitória.
As manifestações contrastam com a postura de Donald Trump e Javier Milei, que, até então, não haviam felicitado o presidente brasileiro pela reeleição.”
- ICL Notícias · Reportagem
Embaixada dos EUA em Brasília destacou em relatório vitória ‘definitiva’ de Lula
Trecho consultado na análise
“Por Isabella Menon
(Folhapress) – A Embaixada dos Estados Unidos em Brasília informou em relatório recebido por órgãos dos EUA, como Departamento de Estado, que a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de domingo (25) foi “definitiva” e “surpreendente”.
O documento, que foi enviado na segunda-feira (26), é intitulado “Eleições no Brasil: Lula é eleito em resultado surpreendente, mas definitivo; Flávio Bolsonaro considera resultado impossível de aceitar”.
Nele, é destacado que a votação transcorreu de maneira majoritariamente pacífica, apesar de problemas registrados em algumas regiões do país.
Em relatório diplomático ao qual a Folha de S.Paulo teve acesso, a representação americana afirmou que observadores internacionais não manifestaram dúvidas sobre o resultado da eleição e relatou que a ampliação do horário de votação, principal argumento usado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) para contestar a derrota, não teve impacto significativo no resultado, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A avaliação contrasta com as declarações do presidente Donald Trump, que tem questionado repetidamente o processo eleitoral brasileiro, sem apresentar provas de irregularidades capazes de comprometer o resultado.
Nesta quinta-feira (29), o republicano voltou a classificar a eleição como uma “vergonha”, embora tenha afirmado que pretende conversar com Lula.
No resumo, a representação americana destaca que Lula venceu Flávio por uma diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos e que o segundo turno ocorreu de maneira majoritariamente pacífica, embora tenham sido registradas interrupções no transporte público e dificuldades de acesso a locais de votação no Nordeste e no Sul.
O relatório menciona que tanto a campanha de Lula quanto a de Flávio apresentaram pedidos ao TSE para a ampliação do horário de votação em resposta a esses problemas.
A decisão foi adotada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou a extensão por duas horas, após o encerramento previsto para as 17h.
A medida provocou confusão, já que algumas seções eleitorais não haviam recebido a determinação.
No documento, é destacado que o TSE informou que apenas 34 mil votos foram registrados depois das 17h, incluindo eleitores que já estavam na fila no momento do encerramento.
O número corresponde a aproximadamente 0,03% dos votos e é insuficiente para alterar a diferença entre Lula e Flávio.
O relatório também destaca que o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou que o horário ampliado não teve influência significativa no resultado e não alterou a vitória de Lula.
A representação americana relata ainda que, pouco depois da divulgação do resultado, Lula fez um pronunciamento em São Paulo, diante de apoiadores, prometendo governar para todos os brasileiros e agradecendo especialmente aos idosos e jovens pela mobilização eleitoral.
O documento encaminhado ao Departamento de Estado também comenta que Flávio condenou a decisão do STF de estender o horário de votação e se comprometeu a contestar o resultado, classificando-o como “impossível de aceitar”.
Registra, ainda, que outros líderes conservadores reconheceram publicamente a vitória de Lula.
A representação americana afirma que integrantes do PL compartilharam de maneira reservada a preocupação de que a contestação de Flávio pudesse provocar uma crise política, mesmo diante de uma diferença decisiva de votos, da ausência de fundamento jurídico e da possibilidade de desgaste para o partido.
Outro ponto destacado no documento é a avaliação dos observadores internacionais que acompanharam a votação.
Segundo o relato diplomático, as missões estrangeiras caracterizaram a decisão de ampliar o horário de votação como mal administrada, mas avaliaram que a eleição ocorreu de maneira organizada.
Os observadores da OEA (Organização dos Estados Americanos), de acordo com o relatório, afirmaram não ter “nenhuma dúvida sobre os resultados”, embora tenham considerado insatisfatória a comunicação interna entre os responsáveis pela organização da votação.
A cobertura inicial da imprensa brasileira, segundo a embaixada, destacou a persistente polarização política, os problemas relacionados à decisão do STF e os possíveis desafios jurídicos ao resultado da eleição, além das dificuldades que Lula enfrentará para governar com um Congresso de maioria conservadora.
O relatório também registra que Lula havia sido reconhecido por pelo menos 54 países até o momento de sua elaboração, com exceções como Estados Unidos, El Salvador e Argentina –a Folha revelou em reportagem que o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, na verdade, reconheceu a vitória de Lula no dia da eleição.
A posição relatada pela embaixada contrasta com o discurso adotado pelo próprio presidente americano desde a derrota de Flávio Bolsonaro.
Na segunda-feira (26), Trump afirmou que o pleito brasileiro parecia ter sido fraudado e questionou a ampliação do horário de votação, embora tenha dito que não havia tomado partido na disputa e que mantém uma boa relação com Lula.
“A impressão que passou para o mundo foi terrível.
Eleições precisam ser indiscutíveis”, disse o republicano na ocasião.
Nesta quinta, Trump voltou a criticar o processo eleitoral brasileiro ao ser questionado sobre a possibilidade de conversar com Lula e parabenizá-lo pela reeleição.
“Vou falar com ele, mas acho que a eleição no Brasil foi uma vergonha”, afirmou.
Questionado sobre quem considerava o legítimo vencedor da disputa, Trump evitou responder.
“Não quero comentar, mas achei que a eleição foi um grande constrangimento para o povo brasileiro.
O atual presidente me pediu para não tomar partido, e eu não tomei.
Mas, quando vi o que aconteceu no Brasil, achei uma vergonha”, afirmou.
O governo americano ainda não havia enviado uma mensagem formal de congratulações a Lula pela reeleição até esta quinta-feira.
O presidente também evitou responder diretamente se reconhece o petista como vencedor legítimo da disputa, apesar de ter afirmado que pretende conversar com ele.
A indefinição ocorre em meio à presença de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos.
O senador desembarcou em Miami na quarta-feira (28), depois de deixar o Brasil após a derrota eleitoral.
O Departamento de Estado confirmou a concessão de vistos para ele e seus familiares.”
- Brasil 247 · Reportagem
Em relatório, embaixada dos EUA classifica vitória de Lula como “definitiva”
Trecho consultado na análise
“Relatório enviado ao Departamento de Estado aponta também impacto mínimo da ampliação do horário de votação”
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Embaixada dos EUA em Brasília destacou em relatório vitória 'definitiva' de Lula
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A Embaixada dos Estados Unidos em Brasília informou em relatório recebido por órgãos dos EUA, como Departamento de Estado, que a vitória do presidente Lula (PT) nas eleições de domingo (25) foi "definitiva" e "surpreendente".
O documento, que foi enviado na segunda-feira (26), é intitulado "Eleições no Brasil: Lula é eleito em resultado surpreendente, mas definitivo; Flávio Bolsonaro considera resultado impossível de aceitar".
Nele, é destacado que a votação transcorreu de maneira majoritariamente pacífica, apesar de problemas registrados em algumas regiões do país.
Em relatório diplomático ao qual a Folha teve acesso, a representação americana afirmou que observadores internacionais não manifestaram dúvidas sobre o resultado da eleição e relatou que a ampliação do horário de votação , principal argumento usado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) para contestar a derrota, não teve impacto significativo no resultado, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A avaliação contrasta com as declarações do presidente Donald Trump , que tem questionado repetidamente o processo eleitoral brasileiro, sem apresentar provas de irregularidades capazes de comprometer o resultado.
Nesta quinta-feira (29), o republicano voltou a classificar a eleição como uma "vergonha" , embora tenha afirmado que pretende conversar com Lula.
No resumo, a representação americana destaca que Lula venceu Flávio por uma diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos e que o segundo turno ocorreu de maneira majoritariamente pacífica, embora tenham sido registradas interrupções no transporte público e dificuldades de acesso a locais de votação no Nordeste e no Sul.
O relatório menciona que tanto a campanha de Lula quanto a de Flávio apresentaram pedidos ao TSE para a ampliação do horário de votação em resposta a esses problemas.
A decisão foi adotada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou a extensão por duas horas, após o encerramento previsto para as 17h.
A medida provocou confusão, já que algumas seções eleitorais não haviam recebido a determinação.
No documento, é destacado que o TSE informou que apenas 34 mil votos foram registrados depois das 17h, incluindo eleitores que já estavam na fila no momento do encerramento.
O número corresponde a aproximadamente 0,03% dos votos e é insuficiente para alterar a diferença entre Lula e Flávio.
Mais
O relatório também destaca que o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou que o horário ampliado não teve influência significativa no resultado e não alterou a vitória de Lula.
A representação americana relata ainda que, pouco depois da divulgação do resultado, Lula fez um pronunciamento em São Paulo, diante de apoiadores, prometendo governar para todos os brasileiros e agradecendo especialmente aos idosos e jovens pela mobilização eleitoral.
O documento encaminhado ao Departamento de Estado também comenta que Flávio condenou a decisão do STF de estender o horário de votação e se comprometeu a contestar o resultado, classificando-o como "impossível de aceitar".
Registra, ainda, que outros líderes conservadores reconheceram publicamente a vitória de Lula.
A representação americana afirma que integrantes do PL compartilharam de maneira reservada a preocupação de que a contestação de Flávio pudesse provocar uma crise política, mesmo diante de uma diferença decisiva de votos, da ausência de fundamento jurídico e da possibilidade de desgaste para o partido.
Outro ponto destacado no documento é a avaliação dos observadores internacionais que acompanharam a votação.
Segundo o relato diplomático, as missões estrangeiras caracterizaram a decisão de ampliar o horário de votação como mal administrada, mas avaliaram que a eleição ocorreu de maneira organizada.
Os observadores da OEA (Organização dos Estados Americanos), de acordo com o relatório, afirmaram não ter "nenhuma dúvida sobre os resultados", embora tenham considerado insatisfatória a comunicação interna entre os responsáveis pela organização da votação.
A cobertura inicial da imprensa brasileira, segundo a embaixada, destacou a persistente polarização política, os problemas relacionados à decisão do STF e os possíveis desafios jurídicos ao resultado da eleição, além das dificuldades que Lula enfrentará para governar com um Congresso de maioria conservadora.
Mais
O relatório também registra que Lula havia sido reconhecido por pelo menos 54 países até o momento de sua elaboração, com exceções como Estados Unidos, El Salvador e Argentina —a Folha revelou em reportagem que o presidente de El Salvador, Nayib Bukele , na verdade, reconheceu a vitória de Lula no dia da eleição.
A posição relatada pela embaixada contrasta com o discurso adotado pelo próprio presidente americano desde a derrota de Flávio Bolsonaro.
Na segunda-feira (26), Trump afirmou que o pleito brasileiro parecia ter sido fraudado e questionou a ampliação do horário de votação, embora tenha dito que não havia tomado partido na disputa e que mantém uma boa relação com Lula.
"A impressão que passou para o mundo foi terrível.
Eleições precisam ser indiscutíveis", disse o republicano na ocasião.
Nesta quinta, Trump voltou a criticar o processo eleitoral brasileiro ao ser questionado sobre a possibilidade de conversar com Lula e parabenizá-lo pela reeleição.
"Vou falar com ele, mas acho que a eleição no Brasil foi uma vergonha", afirmou.
Questionado sobre quem considerava o legítimo vencedor da disputa, Trump evitou responder.
"Não quero comentar, mas achei que a eleição foi um grande constrangimento para o povo brasileiro.
O atual presidente me pediu para não tomar partido, e eu não tomei.
Mas, quando vi o que aconteceu no Brasil, achei uma vergonha", afirmou.
O governo americano ainda não havia enviado uma mensagem formal de congratulações a Lula pela reeleição até esta quinta-feira.
O presidente também evitou responder diretamente se reconhece o petista como vencedor legítimo da disputa, apesar de ter afirmado que pretende conversar com ele.
A indefinição ocorre em meio à presença de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos.
O senador desembarcou em Miami na quarta-feira (28), depois de deixar o Brasil após a derrota eleitoral.
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Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.”
Encontrou um erro?Não verificávelSegundo o relatório descrito, a votação foi majoritariamente pacífica, e observadores internacionais não manifestaram dúvidas sobre o resultado.
EsquerdaRevista Fórum, ICL Notícias, Folha de S.Paulo
Revista Fórum, ICL Notícias e Folha de S.Paulo atribuem essas avaliações ao relatório e aos observadores. Os trechos pertencem a um único grupo e não há confirmação externa no material.
Ver fontes e trechos (3)
Não verificávelO relatório registra que 34 mil votos, cerca de 0,03% do total, foram computados após as 17h, e que a extensão do horário não alterou significativamente o resultado.
EsquerdaRevista Fórum, ICL Notícias, Folha de S.Paulo
Os trechos atribuem os números ao TSE e a avaliação sobre o impacto ao relatório e ao presidente do TSE. Não há confirmação de outro grupo nem de I# ou C#.
Ver fontes e trechos (3)
Não verificávelAté 29 de outubro, levantamento do TSE citado em Revista Fórum registrava reconhecimentos da vitória de Lula por 107 países e 11 organismos ou blocos multilaterais.
EsquerdaRevista Fórum
Revista Fórum atribui os números a um levantamento divulgado pelo TSE naquela quinta-feira. Não há confirmação independente nos demais materiais.
Ver fontes e trechos (1)
Não verificávelO relatório registrava pelo menos 54 países que haviam reconhecido Lula até o momento de sua elaboração.
EsquerdaICL Notícias, Folha de S.Paulo
ICL Notícias e Folha de S.Paulo situam o número no momento de elaboração do relatório, anterior ao levantamento citado em Revista Fórum. Os dados têm referências temporais distintas e não demonstram uma divergência.
Ver fontes e trechos (2)
Não verificávelEm 29 de outubro, Trump voltou a criticar a eleição e, até aquele dia, o governo americano ainda não havia enviado mensagem formal de congratulações a Lula.
EsquerdaRevista Fórum, ICL Notícias, Folha de S.Paulo
Os trechos relatam as declarações de Trump e a ausência de mensagem formal até quinta-feira. Não há confirmação por outro grupo nem por I# ou C# no material.
Ver fontes e trechos (3)