VerdadeiroA Dívida Pública Federal subiu 0,97% em setembro e chegou a R$ 9,38 trilhões.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Oeste, Gazeta do Povo, Poder360, CNN Brasil
Os trechos dos veículos de centro e direita informam R$ 9,38 trilhões e alta de 0,97%; o Esquerda reporta R$ 9,4 trilhões e a mesma variação, valor arredondado.
Ver fontes e trechos (5)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Dívida pública federal sobe para R$ 9,4 tri em setembro sob pressão de gasto com juros, aponta Tesouro
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A dívida pública federal do Brasil teve variação positiva de 0,97% em setembro ante agosto, para R$ 9,4 trilhões, informou o Tesouro Nacional nesta quinta-feira (29), com o endividamento sob pressão dos gastos do governo com juros .
No período, a dívida pública mobiliária federal interna somou R$ 9 trilhões, com variação positiva de 1,04%, enquanto a dívida pública federal externa atingiu R$ 345,4 bilhões, com recuo de 0,82% no mês.
A elevação da dívida pública interna no mês foi fruto de uma apropriação de juros de R$ 89,3 bilhões e uma emissão líquida de títulos no valor de R$ 3,8 bilhões.
Mais cedo nesta quinta, o Banco Central divulgou que a dívida bruta do Brasil se manteve em 82,9% do PIB (Produto Interno Bruto) em setembro, mesmo nível de agosto e maior índice desde 2021.
O montante levantado pelo BC engloba os resultados do governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social), governos estaduais e municipais e de empresas estatais (exceto Petrobras e bancos públicos).
O Tesouro destacou que foi observada no mês de setembro maior aversão ao risco diante do aperto monetário nos Estados Unidos, da elevação de taxas de juros de títulos públicos em economias avançadas e do conflito no Oriente Médio.
O mês imediatamente anterior às eleições presidenciais no Brasil apresentou queda nos juros futuros, com o Tesouro destacando corte na taxa Selic e sinais de desaceleração da atividade.
Segundo as informações da pasta, o custo médio do estoque da dívida pública federal acumulado em 12 meses teve uma alta no mês passado, indo de 12,59% ao ano em agosto para 12,63% ao ano.
O custo médio das novas emissões de títulos da dívida interna teve leve recuo, passando de 13,96% ao ano em agosto para 13,89% no mês passado.
Em relação à composição da dívida pública federal, a participação dos títulos indexados à Selic, mais buscados por investidores em momentos de volatilidade no mercado, recuou a 51,6% do total, contra 52,7% em agosto.
O plano de financiamento do Tesouro prevê que esses papéis responderão por 49% a 53% do estoque neste ano, após o governo ter elevado esse alvo diante de um cenário de incerteza e volatilidade com a guerra no Irã.
No período, o colchão de liquidez da dívida pública somou R$ 1,3 trilhão, suficiente para cobrir 7,71 meses de vencimentos de títulos, nível considerado confortável pelo governo.
Em relação ao perfil de vencimentos da dívida pública, o Tesouro informou que o prazo médio do estoque ficou estável em 4,10 anos.
Sobre o mês de outubro, o Tesouro disse que "o mercado de juros apresentou forte alta diante da reprecificação de expectativas e do ajuste de posições após o resultado eleitoral".
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No mês, o mercado chegou a apresentar ganhos expressivos no valor de ativos após o senador Flávio Bolsonaro (PL) liderar o primeiro turno das eleições presidenciais.
O cenário se inverteu após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno no domingo, com forte queda da Bolsa brasileira e altas do dólar e dos juros futuros nesta semana.
Para dar liquidez ao mercado no momento de estresse, o Tesouro recomprou R$ 31,6 bilhões em títulos prefixados e indexados à inflação nesta semana.
Em entrevista à imprensa, o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Helano Dias, afirmou que o órgão segue monitorando o mercado de títulos e está pronto para atuar a qualquer momento, caso seja observado algum tipo de disfuncionalidade.
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- Revista Oeste · Reportagem
Dívida pública federal sobe quase 1% e vai a R$ 9,4 trilhões em setembro
Trecho consultado na análise
“Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP.
Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008.
Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia.
Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deputados e no Ministério da Cultura.
É autor dos livros “Dias: a Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960” e “20 Jogos Eternos do São Paulo”.
Veja mais
• A Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 0,97% em setembro de 2026, atingindo R$ 9,38 trilhões.
• Os dados são do Tesouro Nacional e foram divulgados nesta quinta-feira, 30.
• O aumento de R$ 90,2 bilhões em relação a agosto foi impulsionado pela apropriação de R$ 89,46 bilhões em juros e uma emissão líquida de R$ 0,76 bilhão.
• A Dívida Pública Mobiliária Federal interna subiu 1,04%, enquanto a externa caiu 0,82%.
A Dívida Pública Federal (DPF) registrou um crescimento de 0,97% em setembro deste ano, na comparação com agosto, e bateu R$ 9,38 trilhões, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira, 29, pelo Tesouro N acional .
Segundo os números do Relatório Mensal da Dívida, o estoque da dívida estava em R$ 9,29 trilhões em agosto.
Em valores nominais, o endividamento federal cresceu R$ 90,2 bilhões em setembro.
+ Leia mais notícias de Economia em Oeste
Ainda de acordo com o Tesouro, a alta na dívida pública ocorreu, principalmente, pela apropriação de R$ 89,46 bilhões em juros e por uma emissão líquida de R$ 0,76 bilhão.
Em setembro, segundo os dados do Tesouro, a emissão de títulos públicos somou R$ 189,4 bilhões, e os resgates, R$ 188,6 bilhões.
A Dívida Pública Federal é o dinheiro que o governo federal “pega emprestado” da sociedade e do mercado financeiro para cobrir seus gastos quando eles superam a arrecadação de impostos.
Leia também: “Dívida pública segue em 82,9% do PIB, pior resultado desde 2021”
A DPF é uma espécie de “cartão de crédito” do governo: em vez de apenas cortar gastos ou emitir mais papel-moeda, o Tesouro emite títulos públicos.
Quem compra esses títulos (bancos, fundos de investimento e pessoas físicas, pelo Tesouro Direto) empresta dinheiro ao governo em troca da devolução do valor no futuro, acrescido de juros.
Ainda de acordo com o relatório do Tesouro, a Dívida Pública Mobiliária Federal Interna, que representa a maior fatia do endividamento federal, registrou um crescimento de 1,04% em setembro, para R$ 9,04 trilhões.
Já a Dívida Pública Federal Externa recuou 0,82% no mês passado, para R$ 345,4 bilhões.
O Tesouro informou ainda que a reserva de liquidez da dívida pública, o chamado “colchão da dívida”, fechou o mês de setembro em R$ 1,273 trilhão, com alta de 5,33% em relação a agosto.
Na comparação com setembro do ano passado, o crescimento foi de 23,3%.
A reserva de liquidez da dívida pública é o volume de recursos financeiros que o Tesouro mantém em caixa para garantir o pagamento dos vencimentos da dívida.
Trata-se, em linhas gerais, de uma “reserva de emergência” do governo: o Tesouro acumula esse montante para honrar seus compromissos, como pagar títulos que estão vencendo.
Leia também: “A herança maldita que Lula legou a si mesmo” , reportagem publicada na Edição 347 da Revista Oeste
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- Gazeta do Povo · Reportagem
Dívida pública federal chega a R$ 9,38 trilhões; rombo das estatais bate recorde
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“A Dívida Pública Federal chegou a R$ 9,38 trilhões em setembro, alta de 0,97% em relação a agosto, quando somava R$ 9,29 trilhões.
O estoque aumentou R$ 90,22 bilhões em um mês, principalmente pela incorporação de juros, que acrescentou R$ 89,46 bilhões ao endividamento.
Os dados constam do Relatório Mensal da Dívida, divulgado pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira (29).
O avanço da dívida federal ocorre em meio ao aumento do déficit das empresas estatais federais.
De janeiro a setembro, essas empresas acumularam resultado negativo de R$ 8,5 bilhões, o pior para o período desde o início da série histórica do Banco Central, em 2002.
O valor também supera o déficit anual recorde de R$ 6,73 bilhões, registrado em 2024.
Juros pressionam o endividamento As emissões de títulos públicos somaram R$ 189,44 bilhões em setembro, enquanto os resgates chegaram a R$ 188,67 bilhões.
A diferença resultou em emissão líquida de R$ 760 milhões.
Assim, a incorporação de juros foi o principal fator para o aumento do estoque da dívida no mês.
A Dívida Pública Mobiliária Federal interna, que representa a maior parcela do endividamento federal, avançou 1,04%, de R$ 8,94 trilhões para R$ 9,04 trilhões.
Já a dívida externa recuou 0,82%, para R$ 345,41 bilhões.
O custo médio da dívida federal acumulado em 12 meses subiu de 12,59% ao ano, em agosto, para 12,63% em setembro.
No mesmo período, a parcela da dívida com vencimento nos 12 meses seguintes passou de 16,39% para 19,95%, ampliando a proporção do estoque que o Tesouro precisará pagar ou refinanciar nesse intervalo.
Dívida bruta permanece em 82,9% do PIB Além da dívida federal, a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), indicador que inclui o governo federal, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os governos estaduais e municipais, permaneceu em 82,9% do PIB em setembro, equivalente a R$ 11,1 trilhões.
O percentual ficou estável em relação a agosto, mas a dívida acumulou alta de 4,3 pontos percentuais do PIB em 2026.
Segundo o Banco Central, os juros nominais contribuíram para elevar a dívida em 0,8 ponto percentual do PIB no mês.
Os resgates líquidos de títulos e a variação do PIB nominal compensaram parte desse efeito, com impacto negativo de 0,4 ponto percentual cada.
O setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 5,5 bilhões em setembro, abaixo do saldo negativo de R$ 17,5 bilhões do mesmo mês de 2025.
O resultado reúne as contas da União, dos estados, dos municípios e das empresas estatais, sem incluir os juros da dívida.
Em setembro deste ano, o governo central teve superávit de R$ 3,5 bilhões, enquanto estados e municípios registraram déficit de R$ 5,6 bilhões.
As empresas estatais tiveram resultado negativo de R$ 3,4 bilhões.
Estatais acumulam rombo recorde O déficit de R$ 8,5 bilhões das estatais federais entre janeiro e setembro supera o resultado negativo de R$ 6,3 bilhões registrado no mesmo período de 2025, em valores nominais.
O montante também ultrapassa o recorde anual anterior, de R$ 6,73 bilhões, registrado em 2024.
A série do Banco Central não inclui Petrobras, Eletrobras nem bancos públicos.
Entre as empresas consideradas estão os Correios, a Infraero, o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a Dataprev e a Casa da Moeda.
Fundo de Investimento em Direitos Creditórios”
- Poder360 · Reportagem
Dívida pública cresce R$ 747,9 bilhões em 2026, diz Tesouro
Trecho consultado na análise
“A DPF (Dívida Pública Federal) aumentou R$ 747,9 bilhões de janeiro a setembro de 2026 e atingiu R$ 9,38 trilhões, segundo dados do Tesouro Nacional.
O crescimento foi de 8,7% em relação a dezembro de 2025, quando o estoque estava em R$ 8,64 trilhões.
A incorporação de juros foi o principal fator de expansão do endividamento.
Os dados constam do RMD (Relatório Mensal da Dívida Pública Federal), apresentado nesta 5ª feira (29.out.2026).
Só em setembro, a dívida cresceu R$ 90,22 bilhões, ou 0,97%, em relação a agosto, quando somava R$ 9,29 trilhões.
Eis a íntegra (PDF – 1 MB). [shortcode-newsletter] Do aumento registrado em setembro, R$ 89,46 bilhões corresponderam à apropriação de juros, o equivalente a 99,2% da expansão mensal.
A emissão líquida de títulos respondeu pelos R$ 760 milhões restantes.
No acumulado dos 9 primeiros meses de 2026, os juros apropriados ao estoque somaram R$ 784,4 bilhões.
No mesmo período, os resgates de títulos superaram as emissões em R$ 36,5 bilhões.
Mesmo com a redução líquida dos títulos em circulação, os encargos financeiros elevaram o saldo da dívida.
O resultado mostra o peso dos juros sobre as contas públicas.
A manutenção de taxas elevadas aumenta o custo de financiamento do governo federal e pressiona a trajetória do endividamento, mesmo quando o Tesouro resgata mais títulos do que emite.
R$ 9 TRI EM TÍTULOS A dívida interna, formada pelos títulos públicos emitidos no mercado brasileiro, atingiu R$ 9,04 trilhões em setembro, ante R$ 8,31 trilhões em dezembro de 2025.
Essa parcela representa 96,32% do estoque total da dívida federal.
Já a dívida externa passou de R$ 326,07 bilhões, no final de 2025, para R$ 345,41 bilhões em setembro de 2026.
Sua participação no endividamento total ficou em 3,68%.
A composição da dívida também mostra a predominância de títulos remunerados por taxas flutuantes, principalmente vinculados à Selic.
Esses papéis representavam 51,60% do estoque em setembro.
Os títulos corrigidos por índices de preços respondiam por 23,59%, enquanto os prefixados correspondiam a 21,14%.
A parcela vinculada ao câmbio representava aproximadamente 3,7%.
A elevada participação de títulos atrelados aos juros básicos torna parte expressiva do endividamento sensível às decisões de política monetária.”
- CNN Brasil · Reportagem
Dívida pública federal sobe 0,97% e chega a R$ 9,38 trilhões em setembro
Trecho consultado na análise
“A DPF (Dívida Pública Federal) chegou a R$ 9,38 trilhões em setembro de 2026, alta de 0,97% em relação a agosto, quando o estoque estava em R$ 9,29 trilhões.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, por meio do Relatório Mensal da Dívida.
Em valores nominais, o endividamento federal aumentou R$ 90,22 bilhões no mês.
Segundo o Tesouro, o crescimento foi provocado principalmente pela apropriação de R$ 89,46 bilhões em juros, além de uma emissão líquida de R$ 0,76 bilhão.
Em setembro, as emissões de títulos públicos somaram R$ 189,44 bilhões, enquanto os resgates atingiram R$ 188,67 bilhões.
A DPMFi (Dívida Pública Mobiliária Federal interna), que representa a maior parcela do endividamento federal, subiu 1,04%, passando de R$ 8,94 trilhões em agosto para R$ 9,04 trilhões em setembro.
O resultado foi influenciado pela incorporação de R$ 89,29 bilhões em juros e pela emissão líquida de R$ 3,78 bilhões.
Já a DPFe (Dívida Pública Federal externa) apresentou queda de 0,82% em relação a agosto, encerrando setembro em R$ 345,41 bilhões, ante R$ 348,26 bilhões no mês anterior.
Prazo e custo da dívida O prazo médio da DPF permaneceu estável em 4,10 anos entre agosto e setembro.
Já o custo médio do estoque da dívida, acumulado nos últimos 12 meses, aumentou de 12,59% ao ano em agosto para 12,63% ao ano em setembro.
A parcela da dívida pública federal com vencimento nos próximos 12 meses também cresceu, passando de 16,39% para 19,95% do estoque total.
O indicador representa a proporção da dívida que precisará ser paga ou refinanciada pelo Tesouro Nacional no período. https://youtu.be/Sr9WCZ7AsQA Reserva de liquidez A reserva de liquidez da dívida pública, conhecida como colchão da dívida, encerrou setembro em R$ 1,273 trilhão, ante R$ 1,208 trilhão em agosto.
Segundo o Tesouro, o volume apresentou alta nominal de 5,33% na comparação mensal.
Em relação a setembro de 2025, quando a reserva somava aproximadamente R$ 1,032 trilhão, houve crescimento nominal de 23,30%.
O colchão da dívida compreende os recursos disponíveis em caixa para o pagamento da dívida pública e funciona como uma reserva para enfrentar períodos de maior concentração de vencimentos ou dificuldades de financiamento.
O Tesouro informou que o volume registrado em setembro é suficiente para cobrir os próximos 7,71 meses de vencimentos da dívida pública, ante 7,18 meses em agosto.”
Encontrou um erro?VerdadeiroA dívida bruta do governo geral ficou em torno de 82,9% do PIB em setembro, no maior nível desde 2021.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, O Globo, UOL, g1, Gazeta do Povo, Estadão, Agência Brasil
Os trechos dos três grupos apontam o patamar de 82,9% e o nível mais alto desde 2021. UOL informa o valor mais preciso de 82,93%, ante 82,87% em agosto, compatível com o arredondamento usado nos demais.
Ver fontes e trechos (7)
VerdadeiroO setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 5,5 bilhões em setembro.
Esquerda Centro DireitaUOL, g1, Gazeta do Povo, Agência Brasil
Os veículos de centro, direita e esquerda reportam déficit primário de aproximadamente R$ 5,5 bilhões no mês; UOL detalha o total como R$ 5,5 bilhões.
Ver fontes e trechos (4)
- UOL · Reportagem
Dívida bruta brasileira atinge 82,93% do PIB em setembro, maior nível em mais de cinco anos
Trecho consultado na análise
“BRASÍLIA, 29 Out (Reuters) - A dívida bruta do Brasil ficou em 82,93% do Produto Interno Bruto (PIB) em setembro, ligeiramente acima do patamar de 82,87% registrado em agosto, alcançando o maior nível em mais de cinco anos, conforme dados do Banco Central divulgados nesta quinta-feira.
O desempenho reflete pressão de gastos do governo com juros sobre o endividamento, enquanto um resgate líquido de títulos pelo Tesouro Nacional e o crescimento da atividade econômica ajudaram a compensar esse movimento de deterioração.
O patamar de setembro da dívida pública bruta é o mais alto desde março de 2021, quando estava em 85,10% do PIB em meio a pesados desembolsos do governo em ações de enfrentamento à pandemia de Covid-19.
A dívida líquida do setor público, por sua vez, foi a 70,0% em setembro, de 69,3% no mês anterior.
No mês passado, o setor público registrou um déficit primário de R$5,5 bilhões, saldo pior do que o superávit de R$0,5 bilhão esperado por economistas, segundo pesquisa da Reuters.
Os dados do BC mostram que o governo central teve superávit de R$3,469 bilhões, enquanto Estados e municípios registraram déficit primário de R$5,573 bilhões e as estatais tiveram saldo negativo de R$3,393 bilhões.
(Por Bernardo Caram, edição de Isabel Versiani)
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário.
Leia as Regras de Uso do UOL.”
VerdadeiroA incorporação de R$ 89,46 bilhões em juros foi o principal fator da alta mensal da Dívida Pública Federal; a emissão líquida foi de R$ 0,76 bilhão.
Centro DireitaRevista Oeste, Gazeta do Povo, Poder360, CNN Brasil
Os trechos dos veículos de centro e direita atribuem a maior parte do aumento mensal aos juros e informam emissão líquida de R$ 0,76 bilhão.
Ver fontes e trechos (4)
- Revista Oeste · Reportagem
Dívida pública federal sobe quase 1% e vai a R$ 9,4 trilhões em setembro
Trecho consultado na análise
“Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP.
Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008.
Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia.
Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deputados e no Ministério da Cultura.
É autor dos livros “Dias: a Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960” e “20 Jogos Eternos do São Paulo”.
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• A Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 0,97% em setembro de 2026, atingindo R$ 9,38 trilhões.
• Os dados são do Tesouro Nacional e foram divulgados nesta quinta-feira, 30.
• O aumento de R$ 90,2 bilhões em relação a agosto foi impulsionado pela apropriação de R$ 89,46 bilhões em juros e uma emissão líquida de R$ 0,76 bilhão.
• A Dívida Pública Mobiliária Federal interna subiu 1,04%, enquanto a externa caiu 0,82%.
A Dívida Pública Federal (DPF) registrou um crescimento de 0,97% em setembro deste ano, na comparação com agosto, e bateu R$ 9,38 trilhões, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira, 29, pelo Tesouro N acional .
Segundo os números do Relatório Mensal da Dívida, o estoque da dívida estava em R$ 9,29 trilhões em agosto.
Em valores nominais, o endividamento federal cresceu R$ 90,2 bilhões em setembro.
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Ainda de acordo com o Tesouro, a alta na dívida pública ocorreu, principalmente, pela apropriação de R$ 89,46 bilhões em juros e por uma emissão líquida de R$ 0,76 bilhão.
Em setembro, segundo os dados do Tesouro, a emissão de títulos públicos somou R$ 189,4 bilhões, e os resgates, R$ 188,6 bilhões.
A Dívida Pública Federal é o dinheiro que o governo federal “pega emprestado” da sociedade e do mercado financeiro para cobrir seus gastos quando eles superam a arrecadação de impostos.
Leia também: “Dívida pública segue em 82,9% do PIB, pior resultado desde 2021”
A DPF é uma espécie de “cartão de crédito” do governo: em vez de apenas cortar gastos ou emitir mais papel-moeda, o Tesouro emite títulos públicos.
Quem compra esses títulos (bancos, fundos de investimento e pessoas físicas, pelo Tesouro Direto) empresta dinheiro ao governo em troca da devolução do valor no futuro, acrescido de juros.
Ainda de acordo com o relatório do Tesouro, a Dívida Pública Mobiliária Federal Interna, que representa a maior fatia do endividamento federal, registrou um crescimento de 1,04% em setembro, para R$ 9,04 trilhões.
Já a Dívida Pública Federal Externa recuou 0,82% no mês passado, para R$ 345,4 bilhões.
O Tesouro informou ainda que a reserva de liquidez da dívida pública, o chamado “colchão da dívida”, fechou o mês de setembro em R$ 1,273 trilhão, com alta de 5,33% em relação a agosto.
Na comparação com setembro do ano passado, o crescimento foi de 23,3%.
A reserva de liquidez da dívida pública é o volume de recursos financeiros que o Tesouro mantém em caixa para garantir o pagamento dos vencimentos da dívida.
Trata-se, em linhas gerais, de uma “reserva de emergência” do governo: o Tesouro acumula esse montante para honrar seus compromissos, como pagar títulos que estão vencendo.
Leia também: “A herança maldita que Lula legou a si mesmo” , reportagem publicada na Edição 347 da Revista Oeste
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VerdadeiroAs estatais federais acumularam déficit de R$ 8,5 bilhões de janeiro a setembro, recorde para o período na série iniciada em 2002.
Centro Direitag1, Gazeta do Povo
Os veículos de centro e direita informam o déficit de R$ 8,5 bilhões e o classificam como o pior resultado para o período desde o início da série histórica, em 2002.
Ver fontes e trechos (2)