Justiça de SP concede liberdade provisória a Alessandra Moja, liderança da Favela do Moinho acusada de ligação com o PCC
O que aconteceu
A Justiça de São Paulo concedeu liberdade provisória a Alessandra Moja Cunha, liderança da Favela do Moinho apontada pelo Ministério Público (MP) como integrante de uma organização criminosa ligada ao PCC. A decisão foi assinada pelo juiz Antonio Carlos Martins, da 1ª Vara Estadual de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens, Direitos e Valores, na última segunda-feira (27). Alessandra estava presa preventivamente desde setembro de 2025, quando foi alvo da Operação Sharpe, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do MP e pela Polícia Militar. Na época, investigadores a apontaram como uma das lideranças de um esquema ligado ao PCC na Favela do Moinho, no Centro da capital. Outras nove pessoas foram presas na ação, entre elas o marido de Alessandra, Roberto Gonçalves da Cruz, e a filha dela, Yasmin Moja. Na decisão, o magis.
Só esquerda e centro cobriram
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Esquerda
Primeiro a publicar · Folha de S.Paulo, 29/10 às 12h19
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+5 h 40 min · g1, 29/10 às 17h58
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