VerdadeiroValdemar declarou que Jair Bolsonaro não sabia que Flávio deixaria o Brasil.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, CNN Brasil, Jovem Pan, Poder360, Metrópoles, Folha de S.Paulo, g1
As reportagens dos três grupos atribuem essa declaração a Valdemar. A afirmação é sobre o que ele disse, não uma confirmação independente do que Bolsonaro sabia.
Ver fontes e trechos (7)
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Bolsonaro não sabia do plano de fuga de Flávio, diz Valdemar
Trecho consultado na análise
“O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta (29) que Jair Bolsonaro não sabia que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixaria o Brasil rumo aos Estados Unidos.
A declaração ocorreu após uma visita ao ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar em Brasília.
“Ele [Flávio] veio para ver o pai.
Nem Bolsonaro sabia que Flávio iria sair do país.
Ninguém sabia”, disse Valdemar a jornalistas.
Flávio viajou para Miami com a família sem entregar os passaportes, apesar de determinação judicial.
O senador havia visitado Jair Bolsonaro na manhã de segunda-feira (26), no Condomínio Solar de Brasília.
Valdemar negou que o encontro entre pai e filho tenha funcionado como uma despedida antes da saída do país.
“Ninguém sabia” da viagem, repetiu o dirigente partidário ao responder sobre o plano de Flávio.
A saída do senador ocorreu depois da visita ao pai, segundo o relato de Valdemar. https://twitter.com/GloboNews/status/2115815648341147777 Visita de Valdemar a Bolsonaro teve autorização de Moraes O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a visita de Valdemar ao ex-presidente.
Bolsonaro pediu o encontro ao alegar necessidade de diálogo direto com o presidente de seu partido.
Valdemar chegou à residência por volta das 8h50 e conversou por cerca de duas horas com Bolsonaro.
A decisão judicial previu vistoria e retenção de celulares que não tivessem relação com o serviço autorizado.
Após o encontro, o presidente do PL disse que Bolsonaro está bem de saúde, mas triste.
“Ninguém fica feliz na situação que o Bolsonaro está nem em ver os filhos na situação que estão”, afirmou.
Uma equipe técnica da Claro também tinha previsão de ir à casa de Bolsonaro entre 14h e 18h para reparar a conexão de internet.
Os profissionais também ficariam submetidos às regras de vistoria e controle de aparelhos estabelecidas para a residência.”
- CNN Brasil · Reportagem
Ninguém aprovou carta de Flávio e Bolsonaro não sabia de fuga, diz Valdemar
Trecho consultado na análise
“O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (29) que nem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sabia do plano de fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos.
Ao ser questionado se Flávio se despediu do pai, Valdemar inicialmente disse que sim.
Depois, perguntado novamente, respondeu que Flávio não contou ao pai que sairia do país.
"Nem o Bolsonaro sabia, ninguém sabia, eu também não sabia", disse Valdemar após visitar o ex-presidente nesta manhã.
Antes de sair do país, Flávio visitou Jair na segunda-feira (26), dia seguinte à eleição.
Candidato derrotado à Presidência, Flávio chegou aos EUA na quarta-feira (28) junto de sua família.
O presidente do PL indicou, ainda, não concordar com a fuga de Flávio.
"[Ele] passou uma situação difícil, nós compreendemos, mas não aprovamos", declarou.
Também afirmou que o objetivo agora é "tocar o partido para frente".
Valdemar também disse que "ninguém aprovou" a carta com teor golpista publicada por Flávio nas redes sociais.
Mais cedo, o presidente comentou que não gostou da publicação.
No documento, o senador inicialmente se referiu a si mesmo como "verdadeiro presidente eleito" do Brasil.
Minutos depois, editou a carta e se declarou "líder" do país.
O senador manteve as acusações de fraude eleitoral, sem apresentar provas, e afirmou que pretende comandar a oposição ao governo Lula do exterior.
No primeira versão do texto divulgado, o documento trazia um brasão histórico da República com a inscrição "Estados Unidos do Brazil", antiga denominação oficial do país.
A posição contrasta com a adotada pela direção do próprio PL.
Após o segundo turno, o partido divulgou uma nota assinada por Valdemar reconhecendo o resultado proclamado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha de Flávio, também afirmou que o núcleo político da candidatura não havia sido informado previamente sobre a saída do país.
A carta provocou manifestações do Judiciário e até mesmo de apoiadores da campanha do candidato do PL.
Poucas horas depois da divulgação do texto com teor golpista, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, reafirmou que as eleições transcorreram dentro da normalidade com respeito às regras constitucionais.
Fuga de Flávio Bolsonaro Logo após a derrota, Moraes determinou que o senador entregasse seus passaportes.
O candidato derrotado, no entanto, deixou o Brasil na terça-feira (27).
Informações apontam que ele passou pela Argentina e seguiu em um avião particular para Miami, nos Estados Unidos.
A viagem teria surpreendido a cúpula do PL, com membros e participantes dizendo expressamente que ficaram surpresos com as ações.
Horas depois, Valdemar, inclusive, convocou uma reunião com dirigentes estaduais para alinhar o discurso e discutir os rumos da legenda.
Após deixar o Brasil pela fronteira com a Argentina às 22h50 da terça-feira, Flávio fez uma escala em Guayaquil, no Equador, e desembarcou às 9h23 (10h23, no horário de Brasília), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida, segundo dados do site FlightRadar24, que monitora a malha aérea internacional, em tempo real.
A saída de Flávio do Brasil foi acompanhada de informações falsas sobre o paradeiro do senador.
Enquanto aliados e interlocutores americanos afirmavam que Flávio já havia deixado o país e chegado aos Estados Unidos, o senador ainda estava em território brasileiro.”
- Jovem Pan · Reportagem
Após se encontrar com Bolsonaro, Valdemar diz que ex-presidente não sabia da fuga de Flávio
Trecho consultado na análise
“Fernando Keller e Luísa Câmara
O presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (28) que o ex-presidente Jair Bolsonaro não sabia que seu filho, Flávio Bolsonaro , fugiria do país.
Valdemar foi visitar o capitão da reserva, que se encontra em prisão domiciliar após ser condenado por tentativa de golpe de estado .
A declaração foi dada a jornalistas após o encontro.
Ao ser perguntado se Flávio se despediu do pai, Valdemar inicialmente disse que sim, mas depois negou que o ex-presidente saberia que o filho iria para os Estados Unidos.
Flávio visitou o pai na última segunda-feira, após ser derrotado nas eleições presidenciais .
Ao sair, ele foi intimado pela Polícia Federal (PF) a entregar seus passaportes e disse que não sairia do país.
Flávio chegou aos Estados Unidos na quarta-feira.
Valdemar também afirmou que ninguém aprova a situação de Flávio e que a conversa co m Bolsonaro foi sobre as eleições e desempenho do partido no Brasil .
Valdemar disse não ter gostado da carta de teor golpista divulgada pelo senador e candidato derrotado à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).
Na mensagem, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se autointitula “líder do Brasil” .
O encontro entre Valdemar e Bolsonaro foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes , do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a petição, os advogados do ex-presidente afirmavam que o encontro era necessário para um “diálogo direto” com o capitão da reserva.
A conversa entre dois dos principais nomes do PL acontece em meio a um momento turbulento vivido pelo partido.
No domingo (25), Flávio Bolsonaro foi derrotado pelo presidente Lula , no segundo turno das eleições presidenciais.
O atual chefe do Executivo recebeu 64,2 milhões de votos , equivalentes a 51,79% dos válidos , contra 59,8 milhões do senador, que obteve 48,21% .
Dois dias depois de ser derrotado legitimamente pelo voto popular, Flávio fugiu do Brasil e desembarcou nos Estados Unidos na manhã dessa quarta-feira (28).
Ele chegou em Miami, na Flórida, acompanhado pela esposa e pelas duas filhas, depois de a aeronave em que estavam fazer escala em Guayaquil, no Equador, para reabastecimento.
A Direção Nacional de Migrações da Argentina informou o caminho que Flávio e família fizeram para chegar aos EUA.
De acordo com o órgão, o senador atravessou a Ponte Internacional Tancredo Neves, entre Foz do Iguaçu (PR) e Puerto Iguazú, às 22h50 de terça-feira (27).
Ainda segundo a instituição argentina, os quatro apresentaram documentos válidos e não encontraram impedimentos legais para ingressar no país .
Depois da travessia, a família seguiu para o Aeroporto Internacional de Puerto Iguazú, de onde embarcou em um avião particular.
Nessa quarta-feira, Flávio Bolsonaro divulgou algumas cartas “ao povo brasileiro e à comunidade internacional” com versões diferentes.
Na primeira, o senador se referia como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Já em uma mensagem posterior, compartilhada nas redes sociais, o parlamentar se autointitulava de “líder do Brasil”.
Em outro trecho, Flávio reiterava ser o “presidente eleito” .
Minutos depois, na versão compartilhada nas redes sociais, o senador chamava-se de “líder” .
A carta não foi bem aceita por aliados.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comentou, em nota, que entende a revolta pela derrota do senador, mas que a eleição acabou e é preciso “respeitar o resultado das urnas” .
Tarcísio continuou dizendo que o momento exige “responsabilidade, serenidade e a construção de uma oposição forte”, que seja capaz de exercer seu papel na Câmara dos deputados e no Congresso Nacional contra o governo Lula.
“É assim, respeitando o processo democrático e trabalhando dentro das instituições, que vamos fortalecer o sistema de freios e contrapesos que sustenta a nossa democracia”, finalizou.
Em vídeo publicado na terça-feira, Tarcísio já havia aceitado o resultados das urnas e afirmado que, apesar do resultado, “o Brasil continua”.
À Jovem Pan , fontes do PL dizeram que não estavam cientes sobre a carta e que o partido não tem nenhuma relação com a divulgação da manifestação de Flávio.”
- Poder360 · Reportagem
Valdemar diz que Jair Bolsonaro não sabia de fuga de Flávio
Trecho consultado na análise
“O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, declarou nesta 5ª feira (29.out.2026) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não sabia da fuga do filho, o candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do Brasil.
Disse também que o ex-chefe do Executivo não aprovou a carta em que o congressista se declarava presidente eleito.
O presidente da legenda deu a declaração ao chegar ao condomínio em que vive Jair Bolsonaro.
O encontro foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. [shortcode-newsletter] Valdemar disse que ninguém no partido tinha conhecimento da viagem de Flávio.
Declarou que o senador encontrou o pai antes de viajar, mas não avisou que deixaria o país.
“Não falou para o pai.
Ele veio para ver o pai.
Nem o Bolsonaro sabia que ele ia”, declarou o dirigente.
Segundo o presidente do PL, o congressista passa por um momento delicado no exterior, mas sua atitude não é aprovada.
“O Flávio passou por uma situação difícil, nós compreendemos, mas não aprovamos.
Queremos tocar o partido para frente, esse é o nosso objetivo”, declarou.
Assista (2min58s): https://www.youtube.com/watch?
v=NwKCwSclLhk ENCONTRO COM BOLSONARO Ao comentar sobre o estado de saúde de Jair, Valdemar afirmou que o ex-presidente está bem, mas abalado com o cenário familiar e político: “Ninguém fica feliz de estar na situação que o Bolsonaro está e ver os filhos na situação em que estão”.
Valdemar informou que o tema da anistia em discussão no Congresso não esteve na pauta do encontro.
Disse ter usado a reunião para abordar o desempenho da legenda nas eleições, destacando o resultado obtido na disputa para os governos estaduais e bancadas no Congresso.
Mais cedo, o dirigente partidário disse que não gostou do documento divulgado na 4ª feira (28.out) por Flávio.”
- Metrópoles · Reportagem
Valdemar diz que Bolsonaro não sabia do plano de Flávio para fugir do país
Trecho consultado na análise
“O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (29/10) que o ex-presidente Jair Bolsonaro não sabia do plano de Flávio Bolsonaro (PL) de fugir do Brasil e se autoexilar nos Estados Unidos.“
Ele [Flávio] veio para ver o pai.
Nem Bolsonaro sabia que Flávio iria sair do país.
Ninguém sabia”, afirmou Valdemar.A declaração foi feita durante uma conversa com jornalistas após a visita de Valdemar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na manhã de segunda-feira (26/10), Flávio visitou o pai, Jair Bolsonaro, no Condomínio Solar de Brasília.
Valdemar negou que a visita tenha sido “uma despedida”, e garantiu que “ninguém sabia” da fuga de Flávio para os EUA.Valdemar afirmou que o ex-presidente “está bem de saúde”, mas demonstra tristeza.
“Ninguém fica feliz na situação que o Bolsonaro está nem em ver os filhos na situação que estão”, disse.
Leia também BrasilValdemar visita Jair Bolsonaro e critica carta de Flávio: “Não gostei” Manoela AlcântaraMoraes libera visita de Valdemar a Bolsonaro e reparo em internet da Claro Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, solicitou o encontro alegando “necessidade de diálogo direto”.
A visita ocorre após o filho do ex-presidente fugir com a família para Miami, nos EUA, sem entregar os passaportes, conforme determinação de Moraes.VisitaValdemar chegou por volta das 8h50 e conversou por 2 horas com o ex-presidente.Uma equipe técnica da Claro também deve comparecer à residência de Jair das 14h às 18h para reparo na internet de casa.
Ambos os encontros terão vistoria e retenção de celulares não relacionados ao serviço.Neste ano, o PL conquistou a maior bancada do Congresso Nacional: 121 deputados federais e 28 senadores.
Apesar da quantidade majoritária de políticos na Câmara e no Senado, o partido não elegeu o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 2º turno das eleições.”
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Valdemar diz que ninguém aprovou carta golpista de Flávio e que Bolsonaro não sabia de fuga do filho
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O presidente nacional do PL , Valdemar Costa Neto , afirmou nesta quinta-feira (29) que ninguém aprova a situação de Flávio Bolsonaro (PL), em referência à fuga para os EUA do candidato derrotado e à carta com teor golpista divulgada por ele em que reitera não aceitar o resultado das urnas e mente sobre fraude .
Valdemar falou com a imprensa após visitar Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado.
O dirigente afirmou que o ex-presidente não sabia que o filho mais velho fugiria para os EUA nesta terça-feira (27) , após ter perdido a eleição presidencial para Lula ( PT ).
"Não, ninguém sabia, eu também não sabia.
[...]
Não, não falou para o pai [que fugiria para os EUA], não falou não.
O Bolsonaro não sabia", disse.
Flávio chegou a visitar o pai na segunda-feira (26), antes de fugir.
Primeiramente, Valdemar respondeu que Flávio havia, sim, se despedido do pai na ocasião.
"Se despediu, lógico", disse.
Questionado novamente, se corrigiu: "Não.
Se despediu, não.
Ele veio para ver o pai.
Ele [Flávio] não sabia que ia [embora], nem o Bolsonaro sabia que ele ia".
Ao chegar ao condomínio, ele respondeu apenas "não gostei", ao ser questionado sobre a carta em que, em uma primeira versão, Flávio se autodeclara "presidente" —em seguida ele trocou por "líder".
O documento foi divulgado nesta quarta-feira (28).
Na saída, o presidente do PL disse que não tratou com Bolsonaro a respeito da fuga ou da carta de Flávio, mas deixou clara sua desaprovação , afirmando querer tocar a vida, o país e o partido para frente.
"Não tocamos nesse assunto.
Ninguém aprovou a carta.
Ninguém aprova isso", respondeu.
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"Nós queremos tocar a vida para frente.
[...]
Ninguém quer ter problema, ninguém aprova essa situação que aconteceu com Flávio.
[...]
Flávio passou uma situação difícil, nós compreendemos, mas não aprovamos.
Queremos tocar o país para frente", completou.
Ao falar brevemente com jornalistas, Valdemar ainda afirmou que Flávio "está sofrendo muito lá pelo que passou".
"Mas, nós, é lógico que ninguém concorda com isso.
Nós queremos tocar o país para frente, queremos tocar o partido para frente.
Esse é o nosso objetivo e vamos tocar.
[…] Temos que tocar a vida para frente", reiterou.
O presidente do PL disse que o ex-presidente está bem de saúde, mas não feliz.
"Ninguém fica feliz de estar na situação em que o Bolsonaro está e de ver os filhos na situação em que estão ", disse.
Mais
Valdemar estava sem contato com Bolsonaro há quase um ano, segundo ele.
Em julho, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes proibiu o ex-presidente de receber visitas de caráter político até o fim das eleições .
A visita desta quinta foi solicitada por Bolsonaro na véspera e foi autorizada por Moraes , que determinou um tempo máximo de duas horas para o encontro.
Os advogados afirmaram haver "necessidade de diálogo direto" entre o ex-presidente e Valdemar.
O dirigente disse que a conversa foi sobre "tudo".
"Eu estava há quase um ano sem ver o Bolsonaro, tinha tanto assunto para falar para ele.
Conversei sobre a eleição, falei como foram os candidatos em todos os estados, deputados estaduais, federais, os candidatos a governo do estado, que nós fizemos o maior número de governadores", relatou.
A carta em que Flávio se autoproclamou "presidente eleito do Brasil" foi divulgada primeiramente por aliados, após o candidato derrotado desembarcar em Miami , nos Estados Unidos, destino final do plano de fuga do Brasil.
A viagem ocorreu depois de Moraes determinar a entrega dos passaportes do congressista no âmbito de uma investigação por suspeita de lavagem de dinheiro.
Flávio Bolsonaro nega irregularidades.
A versão original da carta foi alterada cerca de uma hora depois, com a troca do trecho em que o filho de Jair Bolsonaro se autodeclarava "verdadeiro presidente" para "líder do Brasil".
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- g1 · Reportagem
Valdemar diz que 'ninguém aprovou' carta de Flávio, e que ele não avisou ao pai que sairia do país
Trecho consultado na análise
“Valdemar reage à carta de Flávio: 'Não gostei' O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (29) que não gostou da carta publicada por Flávio Bolsonaro (PL) na quarta-feira (28), em que o senador, derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições, não reconhece o resultado e se autointitula "líder do Brasil".
"Ninguém aprovou a carta.
Ninguém aprova essa situação que aconteceu com o Flávio...queremos tocar o país para frente", afirmou Valdemar.
Ele também disse que o senador não avisou ao pai que deixaria o país.
"Ele veio ver o pai, nem o Bolsonaro sabia que ele ia".
Valdemar conversou com a imprensa após fazer uma visita a Jair Bolsonaro, detido em prisão domiciliar.
O ex-presidente foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tramar um golpe de Estado no país.
Flávio publicou uma carta nas redes sociais, nessa quarta (28), após desembarcar nos Estados Unidos com a família, contrariando decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que”
Encontrou um erro?VerdadeiroValdemar disse que Flávio não avisou ao pai que sairia do país.
Esquerda Centro DireitaCNN Brasil, Poder360, Gazeta do Povo, Folha de S.Paulo, g1
Reportagens dos três grupos atribuem a Valdemar a afirmação de que Flávio não contou ao pai sobre a saída.
Ver fontes e trechos (5)
- CNN Brasil · Reportagem
Ninguém aprovou carta de Flávio e Bolsonaro não sabia de fuga, diz Valdemar
Trecho consultado na análise
“O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (29) que nem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sabia do plano de fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos.
Ao ser questionado se Flávio se despediu do pai, Valdemar inicialmente disse que sim.
Depois, perguntado novamente, respondeu que Flávio não contou ao pai que sairia do país.
"Nem o Bolsonaro sabia, ninguém sabia, eu também não sabia", disse Valdemar após visitar o ex-presidente nesta manhã.
Antes de sair do país, Flávio visitou Jair na segunda-feira (26), dia seguinte à eleição.
Candidato derrotado à Presidência, Flávio chegou aos EUA na quarta-feira (28) junto de sua família.
O presidente do PL indicou, ainda, não concordar com a fuga de Flávio.
"[Ele] passou uma situação difícil, nós compreendemos, mas não aprovamos", declarou.
Também afirmou que o objetivo agora é "tocar o partido para frente".
Valdemar também disse que "ninguém aprovou" a carta com teor golpista publicada por Flávio nas redes sociais.
Mais cedo, o presidente comentou que não gostou da publicação.
No documento, o senador inicialmente se referiu a si mesmo como "verdadeiro presidente eleito" do Brasil.
Minutos depois, editou a carta e se declarou "líder" do país.
O senador manteve as acusações de fraude eleitoral, sem apresentar provas, e afirmou que pretende comandar a oposição ao governo Lula do exterior.
No primeira versão do texto divulgado, o documento trazia um brasão histórico da República com a inscrição "Estados Unidos do Brazil", antiga denominação oficial do país.
A posição contrasta com a adotada pela direção do próprio PL.
Após o segundo turno, o partido divulgou uma nota assinada por Valdemar reconhecendo o resultado proclamado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha de Flávio, também afirmou que o núcleo político da candidatura não havia sido informado previamente sobre a saída do país.
A carta provocou manifestações do Judiciário e até mesmo de apoiadores da campanha do candidato do PL.
Poucas horas depois da divulgação do texto com teor golpista, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, reafirmou que as eleições transcorreram dentro da normalidade com respeito às regras constitucionais.
Fuga de Flávio Bolsonaro Logo após a derrota, Moraes determinou que o senador entregasse seus passaportes.
O candidato derrotado, no entanto, deixou o Brasil na terça-feira (27).
Informações apontam que ele passou pela Argentina e seguiu em um avião particular para Miami, nos Estados Unidos.
A viagem teria surpreendido a cúpula do PL, com membros e participantes dizendo expressamente que ficaram surpresos com as ações.
Horas depois, Valdemar, inclusive, convocou uma reunião com dirigentes estaduais para alinhar o discurso e discutir os rumos da legenda.
Após deixar o Brasil pela fronteira com a Argentina às 22h50 da terça-feira, Flávio fez uma escala em Guayaquil, no Equador, e desembarcou às 9h23 (10h23, no horário de Brasília), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida, segundo dados do site FlightRadar24, que monitora a malha aérea internacional, em tempo real.
A saída de Flávio do Brasil foi acompanhada de informações falsas sobre o paradeiro do senador.
Enquanto aliados e interlocutores americanos afirmavam que Flávio já havia deixado o país e chegado aos Estados Unidos, o senador ainda estava em território brasileiro.”
VerdadeiroValdemar afirmou que ninguém aprovou a carta de Flávio.
Esquerda Centro DireitaCNN Brasil, Poder360, Gazeta do Povo, Folha de S.Paulo, g1
Os relatos dos três grupos reproduzem a declaração de Valdemar de que ninguém aprovou o documento.
Ver fontes e trechos (5)
- CNN Brasil · Reportagem
Ninguém aprovou carta de Flávio e Bolsonaro não sabia de fuga, diz Valdemar
Trecho consultado na análise
“O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (29) que nem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sabia do plano de fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos.
Ao ser questionado se Flávio se despediu do pai, Valdemar inicialmente disse que sim.
Depois, perguntado novamente, respondeu que Flávio não contou ao pai que sairia do país.
"Nem o Bolsonaro sabia, ninguém sabia, eu também não sabia", disse Valdemar após visitar o ex-presidente nesta manhã.
Antes de sair do país, Flávio visitou Jair na segunda-feira (26), dia seguinte à eleição.
Candidato derrotado à Presidência, Flávio chegou aos EUA na quarta-feira (28) junto de sua família.
O presidente do PL indicou, ainda, não concordar com a fuga de Flávio.
"[Ele] passou uma situação difícil, nós compreendemos, mas não aprovamos", declarou.
Também afirmou que o objetivo agora é "tocar o partido para frente".
Valdemar também disse que "ninguém aprovou" a carta com teor golpista publicada por Flávio nas redes sociais.
Mais cedo, o presidente comentou que não gostou da publicação.
No documento, o senador inicialmente se referiu a si mesmo como "verdadeiro presidente eleito" do Brasil.
Minutos depois, editou a carta e se declarou "líder" do país.
O senador manteve as acusações de fraude eleitoral, sem apresentar provas, e afirmou que pretende comandar a oposição ao governo Lula do exterior.
No primeira versão do texto divulgado, o documento trazia um brasão histórico da República com a inscrição "Estados Unidos do Brazil", antiga denominação oficial do país.
A posição contrasta com a adotada pela direção do próprio PL.
Após o segundo turno, o partido divulgou uma nota assinada por Valdemar reconhecendo o resultado proclamado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha de Flávio, também afirmou que o núcleo político da candidatura não havia sido informado previamente sobre a saída do país.
A carta provocou manifestações do Judiciário e até mesmo de apoiadores da campanha do candidato do PL.
Poucas horas depois da divulgação do texto com teor golpista, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, reafirmou que as eleições transcorreram dentro da normalidade com respeito às regras constitucionais.
Fuga de Flávio Bolsonaro Logo após a derrota, Moraes determinou que o senador entregasse seus passaportes.
O candidato derrotado, no entanto, deixou o Brasil na terça-feira (27).
Informações apontam que ele passou pela Argentina e seguiu em um avião particular para Miami, nos Estados Unidos.
A viagem teria surpreendido a cúpula do PL, com membros e participantes dizendo expressamente que ficaram surpresos com as ações.
Horas depois, Valdemar, inclusive, convocou uma reunião com dirigentes estaduais para alinhar o discurso e discutir os rumos da legenda.
Após deixar o Brasil pela fronteira com a Argentina às 22h50 da terça-feira, Flávio fez uma escala em Guayaquil, no Equador, e desembarcou às 9h23 (10h23, no horário de Brasília), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida, segundo dados do site FlightRadar24, que monitora a malha aérea internacional, em tempo real.
A saída de Flávio do Brasil foi acompanhada de informações falsas sobre o paradeiro do senador.
Enquanto aliados e interlocutores americanos afirmavam que Flávio já havia deixado o país e chegado aos Estados Unidos, o senador ainda estava em território brasileiro.”
VerdadeiroValdemar disse que não gostou da carta de Flávio.
Esquerda Centro DireitaJovem Pan, Poder360, Gazeta do Povo, CartaCapital, O Antagonista, Folha de S.Paulo, g1
A declaração aparece em reportagens dos três grupos, inclusive como citação direta.
Ver fontes e trechos (7)
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Após se encontrar com Bolsonaro, Valdemar diz que ex-presidente não sabia da fuga de Flávio
Trecho consultado na análise
“Fernando Keller e Luísa Câmara
O presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (28) que o ex-presidente Jair Bolsonaro não sabia que seu filho, Flávio Bolsonaro , fugiria do país.
Valdemar foi visitar o capitão da reserva, que se encontra em prisão domiciliar após ser condenado por tentativa de golpe de estado .
A declaração foi dada a jornalistas após o encontro.
Ao ser perguntado se Flávio se despediu do pai, Valdemar inicialmente disse que sim, mas depois negou que o ex-presidente saberia que o filho iria para os Estados Unidos.
Flávio visitou o pai na última segunda-feira, após ser derrotado nas eleições presidenciais .
Ao sair, ele foi intimado pela Polícia Federal (PF) a entregar seus passaportes e disse que não sairia do país.
Flávio chegou aos Estados Unidos na quarta-feira.
Valdemar também afirmou que ninguém aprova a situação de Flávio e que a conversa co m Bolsonaro foi sobre as eleições e desempenho do partido no Brasil .
Valdemar disse não ter gostado da carta de teor golpista divulgada pelo senador e candidato derrotado à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).
Na mensagem, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se autointitula “líder do Brasil” .
O encontro entre Valdemar e Bolsonaro foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes , do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a petição, os advogados do ex-presidente afirmavam que o encontro era necessário para um “diálogo direto” com o capitão da reserva.
A conversa entre dois dos principais nomes do PL acontece em meio a um momento turbulento vivido pelo partido.
No domingo (25), Flávio Bolsonaro foi derrotado pelo presidente Lula , no segundo turno das eleições presidenciais.
O atual chefe do Executivo recebeu 64,2 milhões de votos , equivalentes a 51,79% dos válidos , contra 59,8 milhões do senador, que obteve 48,21% .
Dois dias depois de ser derrotado legitimamente pelo voto popular, Flávio fugiu do Brasil e desembarcou nos Estados Unidos na manhã dessa quarta-feira (28).
Ele chegou em Miami, na Flórida, acompanhado pela esposa e pelas duas filhas, depois de a aeronave em que estavam fazer escala em Guayaquil, no Equador, para reabastecimento.
A Direção Nacional de Migrações da Argentina informou o caminho que Flávio e família fizeram para chegar aos EUA.
De acordo com o órgão, o senador atravessou a Ponte Internacional Tancredo Neves, entre Foz do Iguaçu (PR) e Puerto Iguazú, às 22h50 de terça-feira (27).
Ainda segundo a instituição argentina, os quatro apresentaram documentos válidos e não encontraram impedimentos legais para ingressar no país .
Depois da travessia, a família seguiu para o Aeroporto Internacional de Puerto Iguazú, de onde embarcou em um avião particular.
Nessa quarta-feira, Flávio Bolsonaro divulgou algumas cartas “ao povo brasileiro e à comunidade internacional” com versões diferentes.
Na primeira, o senador se referia como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Já em uma mensagem posterior, compartilhada nas redes sociais, o parlamentar se autointitulava de “líder do Brasil”.
Em outro trecho, Flávio reiterava ser o “presidente eleito” .
Minutos depois, na versão compartilhada nas redes sociais, o senador chamava-se de “líder” .
A carta não foi bem aceita por aliados.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comentou, em nota, que entende a revolta pela derrota do senador, mas que a eleição acabou e é preciso “respeitar o resultado das urnas” .
Tarcísio continuou dizendo que o momento exige “responsabilidade, serenidade e a construção de uma oposição forte”, que seja capaz de exercer seu papel na Câmara dos deputados e no Congresso Nacional contra o governo Lula.
“É assim, respeitando o processo democrático e trabalhando dentro das instituições, que vamos fortalecer o sistema de freios e contrapesos que sustenta a nossa democracia”, finalizou.
Em vídeo publicado na terça-feira, Tarcísio já havia aceitado o resultados das urnas e afirmado que, apesar do resultado, “o Brasil continua”.
À Jovem Pan , fontes do PL dizeram que não estavam cientes sobre a carta e que o partido não tem nenhuma relação com a divulgação da manifestação de Flávio.”
VerdadeiroA carta de Flávio o apresentava primeiro como “verdadeiro presidente eleito” e depois como “líder do Brasil”.
Esquerda Centro DireitaCNN Brasil, Jovem Pan, Gazeta do Povo, CartaCapital, O Antagonista, Folha de S.Paulo, g1
Reportagens dos três grupos relatam as duas versões da carta e a mudança de autodefinição.
Ver fontes e trechos (7)
- CNN Brasil · Reportagem
Ninguém aprovou carta de Flávio e Bolsonaro não sabia de fuga, diz Valdemar
Trecho consultado na análise
“O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (29) que nem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sabia do plano de fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos.
Ao ser questionado se Flávio se despediu do pai, Valdemar inicialmente disse que sim.
Depois, perguntado novamente, respondeu que Flávio não contou ao pai que sairia do país.
"Nem o Bolsonaro sabia, ninguém sabia, eu também não sabia", disse Valdemar após visitar o ex-presidente nesta manhã.
Antes de sair do país, Flávio visitou Jair na segunda-feira (26), dia seguinte à eleição.
Candidato derrotado à Presidência, Flávio chegou aos EUA na quarta-feira (28) junto de sua família.
O presidente do PL indicou, ainda, não concordar com a fuga de Flávio.
"[Ele] passou uma situação difícil, nós compreendemos, mas não aprovamos", declarou.
Também afirmou que o objetivo agora é "tocar o partido para frente".
Valdemar também disse que "ninguém aprovou" a carta com teor golpista publicada por Flávio nas redes sociais.
Mais cedo, o presidente comentou que não gostou da publicação.
No documento, o senador inicialmente se referiu a si mesmo como "verdadeiro presidente eleito" do Brasil.
Minutos depois, editou a carta e se declarou "líder" do país.
O senador manteve as acusações de fraude eleitoral, sem apresentar provas, e afirmou que pretende comandar a oposição ao governo Lula do exterior.
No primeira versão do texto divulgado, o documento trazia um brasão histórico da República com a inscrição "Estados Unidos do Brazil", antiga denominação oficial do país.
A posição contrasta com a adotada pela direção do próprio PL.
Após o segundo turno, o partido divulgou uma nota assinada por Valdemar reconhecendo o resultado proclamado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha de Flávio, também afirmou que o núcleo político da candidatura não havia sido informado previamente sobre a saída do país.
A carta provocou manifestações do Judiciário e até mesmo de apoiadores da campanha do candidato do PL.
Poucas horas depois da divulgação do texto com teor golpista, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, reafirmou que as eleições transcorreram dentro da normalidade com respeito às regras constitucionais.
Fuga de Flávio Bolsonaro Logo após a derrota, Moraes determinou que o senador entregasse seus passaportes.
O candidato derrotado, no entanto, deixou o Brasil na terça-feira (27).
Informações apontam que ele passou pela Argentina e seguiu em um avião particular para Miami, nos Estados Unidos.
A viagem teria surpreendido a cúpula do PL, com membros e participantes dizendo expressamente que ficaram surpresos com as ações.
Horas depois, Valdemar, inclusive, convocou uma reunião com dirigentes estaduais para alinhar o discurso e discutir os rumos da legenda.
Após deixar o Brasil pela fronteira com a Argentina às 22h50 da terça-feira, Flávio fez uma escala em Guayaquil, no Equador, e desembarcou às 9h23 (10h23, no horário de Brasília), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida, segundo dados do site FlightRadar24, que monitora a malha aérea internacional, em tempo real.
A saída de Flávio do Brasil foi acompanhada de informações falsas sobre o paradeiro do senador.
Enquanto aliados e interlocutores americanos afirmavam que Flávio já havia deixado o país e chegado aos Estados Unidos, o senador ainda estava em território brasileiro.”
VerdadeiroFlávio visitou o pai antes de viajar; Valdemar inicialmente disse que houve despedida e depois negou que o pai soubesse da saída.
Esquerda Centro DireitaCNN Brasil, Jovem Pan, Folha de S.Paulo
Os relatos registram a resposta inicial afirmativa de Valdemar sobre a despedida e, em seguida, sua correção ou negativa quanto ao pai saber da viagem.
Ver fontes e trechos (3)
- CNN Brasil · Reportagem
Ninguém aprovou carta de Flávio e Bolsonaro não sabia de fuga, diz Valdemar
Trecho consultado na análise
“O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (29) que nem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sabia do plano de fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos.
Ao ser questionado se Flávio se despediu do pai, Valdemar inicialmente disse que sim.
Depois, perguntado novamente, respondeu que Flávio não contou ao pai que sairia do país.
"Nem o Bolsonaro sabia, ninguém sabia, eu também não sabia", disse Valdemar após visitar o ex-presidente nesta manhã.
Antes de sair do país, Flávio visitou Jair na segunda-feira (26), dia seguinte à eleição.
Candidato derrotado à Presidência, Flávio chegou aos EUA na quarta-feira (28) junto de sua família.
O presidente do PL indicou, ainda, não concordar com a fuga de Flávio.
"[Ele] passou uma situação difícil, nós compreendemos, mas não aprovamos", declarou.
Também afirmou que o objetivo agora é "tocar o partido para frente".
Valdemar também disse que "ninguém aprovou" a carta com teor golpista publicada por Flávio nas redes sociais.
Mais cedo, o presidente comentou que não gostou da publicação.
No documento, o senador inicialmente se referiu a si mesmo como "verdadeiro presidente eleito" do Brasil.
Minutos depois, editou a carta e se declarou "líder" do país.
O senador manteve as acusações de fraude eleitoral, sem apresentar provas, e afirmou que pretende comandar a oposição ao governo Lula do exterior.
No primeira versão do texto divulgado, o documento trazia um brasão histórico da República com a inscrição "Estados Unidos do Brazil", antiga denominação oficial do país.
A posição contrasta com a adotada pela direção do próprio PL.
Após o segundo turno, o partido divulgou uma nota assinada por Valdemar reconhecendo o resultado proclamado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha de Flávio, também afirmou que o núcleo político da candidatura não havia sido informado previamente sobre a saída do país.
A carta provocou manifestações do Judiciário e até mesmo de apoiadores da campanha do candidato do PL.
Poucas horas depois da divulgação do texto com teor golpista, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, reafirmou que as eleições transcorreram dentro da normalidade com respeito às regras constitucionais.
Fuga de Flávio Bolsonaro Logo após a derrota, Moraes determinou que o senador entregasse seus passaportes.
O candidato derrotado, no entanto, deixou o Brasil na terça-feira (27).
Informações apontam que ele passou pela Argentina e seguiu em um avião particular para Miami, nos Estados Unidos.
A viagem teria surpreendido a cúpula do PL, com membros e participantes dizendo expressamente que ficaram surpresos com as ações.
Horas depois, Valdemar, inclusive, convocou uma reunião com dirigentes estaduais para alinhar o discurso e discutir os rumos da legenda.
Após deixar o Brasil pela fronteira com a Argentina às 22h50 da terça-feira, Flávio fez uma escala em Guayaquil, no Equador, e desembarcou às 9h23 (10h23, no horário de Brasília), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida, segundo dados do site FlightRadar24, que monitora a malha aérea internacional, em tempo real.
A saída de Flávio do Brasil foi acompanhada de informações falsas sobre o paradeiro do senador.
Enquanto aliados e interlocutores americanos afirmavam que Flávio já havia deixado o país e chegado aos Estados Unidos, o senador ainda estava em território brasileiro.”
VerdadeiroA visita de Valdemar a Jair Bolsonaro foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, Jovem Pan, Poder360, Gazeta do Povo, Metrópoles, Folha de S.Paulo
Reportagens dos três grupos informam que Moraes autorizou o encontro.
Ver fontes e trechos (6)