Justiça manda vereadora de Belém se retratar e proíbe incentivo de assédio eleitoral contra trabalhadores
O que aconteceu
Patricia Queiroz é vereadora de Belém pelo PP CMB A Justiça do Trabalho determinou, nesta quinta-feira (29), que a vereadora e pastora Patrícia Queiroz (PP), de Belém, não pratique nem incentive atos de discriminação e assédio eleitoral contra trabalhadores. A decisão é liminar e atende a uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O g1 busca contato com a assessoria da vereadora Patrícia Queiroz e aguarda retorno. A vereadora também deverá publicar uma retratação nas redes sociais no prazo máximo de seis horas após ser notificada. Em caso de descumprimento das determinações, foi estabelecida multa de R$ 50 mil por dia, sem prejuízo de outras sanções cabíveis. O que a decisão proíbe? A liminar proíbe condutas que estimulem empregadores ou tomadores de serviços a adotar as seguintes medidas contra trabalhadores por suas crenças e convicções políticas: Discriminar; Deixar de contratar; Dispensar; Prejudicar ou perseguir. O que deve constar na retratação? A.
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Esquerda
+2 dias · Diário do Centro do Mundo, 30/10 às 14h43
Centro
Primeiro a publicar · g1, 28/10 às 16h14
Direita
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Visto de fora
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A checagem
Ainda não checada
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