VerdadeiroRa’am e Lista Conjunta somaram 19 das 120 cadeiras, resultado descrito como recorde.
Esquerda DireitaDiário do Centro do Mundo, Folha de S.Paulo, Gazeta do Povo, UOL
O resultado de 19 cadeiras é relatado por veículos de mais de um grupo; Metrópoles também o registra.
Ver fontes e trechos (5)
- Diário do Centro do Mundo · Reportagem
Como os partidos árabes podem mudar o futuro de Netanyahu em Israel
Trecho consultado na análise
“Os partidos árabes em Israel conquistaram uma representação recorde nas eleições de terça-feira (27) e passaram ao centro das negociações que podem encerrar o governo de Benjamin Netanyahu.
O Ra’am e a Lista Conjunta somaram 19 das 120 cadeiras da Knesset, o Parlamento israelense.
Nenhum dos dois principais blocos alcançou os 61 assentos necessários para obter maioria; Netanyahu perdeu a maioria no Parlamento, mas seu bloco ainda reúne mais deputados que o dos adversários: são 53, contra 48 do campo liderado por Gadi Eisenkot.
Faltam, portanto, oito cadeiras ao atual premiê e 13 à oposição.
Um acordo entre os opositores e as duas forças árabes poderia reunir 67 parlamentares, desde que todos os integrantes desses grupos aceitassem a composição.
O obstáculo é político.
Parte dos partidos de oposição aceita negociar com as legendas árabes, enquanto outra rejeita essa participação.
A possibilidade de afastar Netanyahu depende de superar esses vetos e preservar os apoios já reunidos por Eisenkot.
O resultado das urnas abre uma negociação, sem assegurar de antemão a formação de uma nova maioria.
As duas forças árabes também oferecem caminhos diferentes.
O Ra’am se apresentou aos eleitores disposto a integrar um governo com partidos judeus.
A Lista Conjunta admitiu apoiar um eventual gabinete sem participar da coalizão.
Esse apoio externo poderia ajudar a sustentar um governo sem que a aliança assumisse ministérios.
A diferença permite negociar com setores do eleitorado árabe que discordam sobre a participação direta no Executivo.
O novo peso dessas bancadas também atrai o campo governista.
Segundo a liderança do Ra’am, o Likud, partido de Netanyahu, já sondou a sigla sobre a possibilidade de apoio.
O relato foi feito à Folha e ocorre depois de uma campanha em que o premiê alertou seus seguidores sobre o comparecimento de eleitores árabes às urnas, em declarações consideradas racistas.
Para Arik Rudnitzky, pesquisador da Universidade de Tel Aviv ouvido pelo jornal, o desempenho eleitoral foi favorecido por campanhas com propostas claras e pela redução dos ataques entre os próprios partidos árabes.
Ao defenderem formas distintas de atuação no governo, Ra’am e Lista Conjunta conseguiram alcançar eleitores em diferentes posições nesse debate.
Os árabe-israelenses representam cerca de 20% da população do país.
Rudnitzky também avalia que a estratégia de Netanyahu de mobilizar conservadores pelo medo pode ter estimulado a participação árabe.
O pesquisador afirma que o premiê explorou preocupações com segurança nacional e deslegitimou esses eleitores.
A hipótese apresentada é que o mesmo discurso tenha provocado uma reação nas comunidades que se tornaram alvo da campanha.
A pressão continuou depois da votação.
Moshe Feiglin, líder do Zehut, pediu a anulação do resultado e uma investigação sobre suposta interferência do Catar.
O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, defendeu a prisão de dirigentes árabes, acusando-os, sem apresentar provas, de envolvimento com recursos ilegais do país.
As autoridades cataris negam interferência.
Na avaliação de Rudnitzky, as prioridades imediatas das legendas árabes nas negociações estão ligadas à vida das comunidades dentro de Israel, especialmente investimentos em infraestrutura e combate à violência.
O pesquisador considera que essas demandas socioeconômicas ocupam mais espaço na agenda imediata do que a solução de dois Estados.
Enquanto os partidos tentam um acordo para formar governo, Netanyahu permanece no cargo.”
- Metrópoles · Reportagem
Polícia descarta acusação de Netanyahu de fraude em eleições em Israel
Trecho consultado na análise
“A polícia israelense rebateu a acusação do partido Likud, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, de que houve “fraude” no processo eleitoral do país.
“É importante ressaltar que não há nenhuma evidência investigativa ou baseada em inteligência que corrobore as alegações”, disse uma fonte policial ao jornal Times of Israel.
A Comissão Eleitoral Central (CEC) também rejeitou as alegações.O partido Likud acusou os partidos árabes de comprometerem a integridade das eleições.
A alegação foi feita após os resultados parciais indicarem que os partidos árabes poderão desempenhar um papel decisivo na formação de um novo governo.
Até o momento, 90% das urnas foram apuradas, faltam ainda cerca de 500 mil votos por correspondência serem registrados.
Esses votos são admitidos para pessoas que não podem comparecer aos locais de votação no dia da eleição, como membros das forças armadas e diplomatas.
Leia também MundoEleições em Israel: bloco pró-Netanyahu lidera, mas não tem maioria MundoIsraelenses que vivem em outros países podem votar?
Veja as regras MundoNetanyahu pede para prorrogar votação em Israel, mas Justiça nega Os resultados parciais indicam que nenhum partido conseguirá as 61 cadeiras necessárias para a formação de um governo.O bloco do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deverá ficar com 53 cadeiras.
Já o grupo de seu oponente, Gadi Eisenkot, deve conseguir 48, e os partidos palestinos, um recorde de 19 cadeiras.
À Reuters, Yousef Jabareen, líder da Lista Conjunta, representante de diversos partidos árabes, disse que pretende usar as cadeiras conquistadas para impedir a formação de um novo governo Netanyahu.No entanto, ele descarta participar de um eventual governo Eisenkot, já que ele também apoia a ocupação na Faixa de Gaza.
“Temos nossas reivindicações para proteger nossa comunidade, para promover os direitos de nossa comunidade e para fomentar a igualdade para nossa comunidade”, disse Jabareen”
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Partidos árabes batem recorde em Israel e podem decidir futuro de Netanyahu
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Partidos árabe-israelenses tiveram um desempenho recorde nas eleições desta terça-feira (27), posicionando-se como fiel da balança na disputa que pode encerrar o mandato do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu .
O bloco liderado por Netanyahu terá 53 cadeiras.
O bloco de oposição de Gadi Eisenkot conquistou, por sua vez, 48.
Para formar um governo, é necessário obter 61 dos 120 assentos do Parlamento.
A conta final, portanto, pode passar pelos árabes.
O partido Ra’am e a aliança Lista Conjunta ficaram, somados, com 19 —seu melhor número na história.
O sucesso dos partidos árabes, no contexto mais amplo da guerra em Gaza, incomodou imediatamente o país .
Moshe Feiglin, que lidera o partido de colonos Zehut, pediu a anulação dos resultados e a investigação de uma suposta interferência do Qatar.
As autoridades qataris, entretanto, negam ter exercido qualquer influência.
"Os números indicam o quão cruciais foram essas eleições para os cidadãos árabes de Israel ", afirma Arik Rudnitzky, da Universidade Tel Aviv.
Rudnitzky estuda há décadas os árabe-israelenses, que representam cerca de 20% da população do país.
Ele credita o sucesso árabe à campanha eficaz do Ra’am e da Lista Conjunta.
Ambos "apresentaram mensagens políticas simples e claras", afirma.
Partidos árabes dedicaram-se, no passado, a deslegitimar uns aos outros.
Agora, na sua avaliação, eles evitaram o fogo amigo.
Também ajudou o fato de que cada uma das forças árabes mirou em uma parte diferente do espectro político.
O Ra’am dizia estar aberto a formar um governo com partidos judeus, enquanto a Lista Conjunta se propunha a apoiar um eventual governo, mas sem integrar uma coalizão.
Assim, puderam convencer eleitores árabes em ambos os campos.
"Ainda existe um debate na sociedade árabe-israelense sobre participar de um governo.
Esse segue sendo um assunto bem controverso", diz Rudnitzky.
Do ponto de vista dos partidos judaicos de oposição , há também uma discussão.
Parte apoia a ideia de se aliar ao bloco árabe.
Mas outra parte se opõe, o que lhes impediria de obter a maioria dos assentos.
Ainda não está claro se todas essas posições se manterão, agora que o pleito foi realizado e apurado.
O resultado não oferece um caminho claro para a formação de um governo no curto prazo.
Para alcançar a maioria com seu bloco atual, a oposição precisaria do apoio dos árabes.
A aliança com o Ra’am e com a Lista Conjunta ganhou, pois, urgência.
Tanto que, segundo a liderança do Ra’am, o próprio Likud —o partido de Netanyahu— já começou a sondá-los sobre a possibilidade de apoio.
Isso mesmo depois de Netanyahu ter feito declarações consideradas racistas durante o pleito, alertando seus apoiadores sobre o risco de um alto comparecimento de árabes.
Itamar Ben-Gvir, ministro da Segurança Nacional, conhecido por suas posições extremistas, pediu que seus seguidores votassem para garantir que Israel continuasse a ser um Estado judeu.
Em rede social, ele escreveu que a agência de segurança Shin Bet deveria ordenar ainda nesta quinta a detenção de dirigentes que, segundo ele, têm envolvimento com recursos ilegais do Qatar .
"O principal fator que move Netanyahu é o medo", afirma Rudnitzky.
O primeiro-ministro explorou o temor entre seus eleitores conservadores para que comparecessem às urnas na terça, usando também o argumento da segurança nacional.
"Tentou fazer com que temessem as consequências, o que resultou na deslegitimação dos eleitores árabes."
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A estratégia talvez tenha dado errado, no sentido de que também pode ter mobilizado eleitores árabes com base no medo.
As eleições foram celebradas sob a sombra dos ataques israelenses contra Gaza, descritos por alguns órgãos internacionais e governos como um genocídio.
Apesar disso, Rudnitzky diz que a prioridade desses partidos ainda é garantir uma série de melhorias na vida dos árabes que vivem em Israel.
Não há uma plataforma incisiva em relação à questão palestina mais ampla.
Cita, em especial, a alocação de mais recursos para a infraestrutura e o combate à violência em regiões de maioria árabe no país.
"A prioridade é resolver a crise socioeconômica, não a solução de dois Estados", diz, referindo-se à fórmula política que levaria à criação de um Estado palestino ao lado de Israel —uma possibilidade cada vez mais distante.
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- Gazeta do Povo · Reportagem
Comissão de Israel pede que seja investigado financiamento do Catar para ajudar partidos árabes na eleição
Trecho consultado na análise
“O presidente da Comissão Eleitoral Central (CEC) de Israel, o juiz Noam Sohlberg, solicitou ao chefe do Shin Bet, David Zini, que investigue denúncias sobre uma possível “ingerência estrangeira” nas eleições parlamentares realizadas pelo país na terça-feira (27).
“Embora não possa atestar a veracidade dessas suspeitas, considero que — uma vez que envolvem entidades estrangeiras — há a obrigação de investigá-las a fundo”, afirma Sohlberg na carta enviada ao serviço de inteligência interna de Israel, segundo informações da agência EFE.
“É obrigatório garantir que as eleições sejam livres e isentas de qualquer forma de coação, influência indevida e corrupção, e que o eleitor, ao exercer seu direito de voto e expressar sua vontade política na cédula eleitoral, o faça como pessoa livre e de acordo com seu próprio critério.
Uma eleição comprada distorce e deturpa os próprios fundamentos da autêntica existência democrática”, acrescentou.
O jornal israelense Haaretz afirmou que essas denúncias incluem a suspeita de que fundos provenientes do Catar tenham sido destinados a aumentar a participação eleitoral das comunidades árabes de Israel nas eleições.
O governo do Catar nega a acusação.
Com 91% dos votos apurados, a coalizão liderada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o bloco de oposição, liderado pelo ex-general Gadi Eisenkot, mantêm-se com 53 e 48 assentos no Knesset (Parlamento israelense), respectivamente, distantes da maioria de 61 cadeiras necessária para governar.
Os partidos que representam as comunidades árabes de Israel somam 19 assentos, com uma votação recorde.
O Likud, partido conservador de Netanyahu, afirmou na quarta-feira (28) ter apresentado “centenas de depoimentos e provas” aos serviços de segurança e à CEC em relação a supostas irregularidades, entre as quais menciona “milhares de envelopes” que, segundo sua versão, continham “dinheiro em espécie junto com cédulas do partido Raam” (formação árabe que obteria oito cadeiras, de acordo com os últimos dados da apuração).
A polícia de Israel, por sua vez, rejeitou nesta quinta-feira (29) a acusação do Likud.
“Não há provas que sustentem isso.
O dia das eleições transcorreu com poucos incidentes que afetassem a integridade do processo, mesmo em comparação com eleições anteriores”, declarou uma fonte policial em um comunicado à imprensa israelense.
Quando a apuração for encerrada, o presidente de Israel, Isaac Herzog, deverá convocar um dos lados para tentar formar um governo.
Caso nenhuma coalizão alcance maioria para governar, há três possibilidades: que algum dos lados consiga arregimentar partidos do outro para formar maioria no Knesset; que seja estabelecido um governo de minoria; ou convocação de novas eleições.”
- UOL · Reportagem
Polícia de Israel nega fraude eleitoral alegada por partido de Netanyahu
Trecho consultado na análise
“A polícia israelense negou hoje as alegações do partido Likud, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, de que as eleições no país teriam sido "roubadas" por partidos árabes.
A polícia de Israel afirmou que não existem evidências de fraude que confirmem as acusações do partido governista.
Uma fonte policial declarou ao The Times of Israel que o pleito ocorreu com pouquíssimas irregularidades relacionadas à integridade da votação.
"Não há nenhuma evidência investigativa ou baseada em inteligência que corrobore as alegações", disse a fonte policial.
A declaração reforça a posição da Comissão Eleitoral Central, que já tinha descartado as suspeitas de fraude no dia anterior.
Os partidos árabes conquistaram 19 cadeiras no parlamento com a contagem dos votos ainda em andamento.
O resultado ocorre em meio a uma participação histórica da comunidade na votação de terça-feira.
O partido de Netanyahu já planejava contestar a votação em localidades de maioria árabe antes mesmo da eleição.
Segundo a imprensa israelense, a legenda preparou antecipadamente uma série de queixas para alegar fraude caso o primeiro-ministro não saísse vitorioso.
Oposição articula uma aliança com partidos árabes para tentar formar governo.
Movimento ocorre enquanto a apuração parcial das eleições em Israel indica vantagem do bloco do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Os resultados parciais mostram o bloco de Benjamin Netanyahu na liderança da contagem de votos.
Com mais de 85% das urnas apuradas, a coalizão do atual primeiro-ministro atinge 53 cadeiras no parlamento.
O bloco de oposição liderado por Gadi Eisenkot aparece na segunda posição.
O grupo do partido Yashar soma entre 48 assentos com o prosseguimento da apuração.
Partidos de liderança árabe garantem 19 cadeiras na contagem atual.
A bancada reúne parlamentares da Lista Conjunta e do Ra'am, que foram apontados como Netanyahu e seus apoiadores como uma "ameaça ao estado judeu" durante a campanha.
Legendas menores permanecem abaixo do limite mínimo de 3,25% dos votos.
Estão nessa situação os partidos Reservistas, com 2,7%, Povo de Israel, com 1,6%, e Público Haredi, com 0,2%.
A maioria dos votos comuns (93%) já foram contabilizados, o correspondente a 85,6% do total.
Não há previsão para que o restante dos votos seja contabilizado hoje, já que eles exigem uma "supervisão adicional", segundo a Comissão Eleitoral Central.
Os em envelopes duplos ainda passam por contabilização.
O grupo inclui as urnas dos soldados e pode alterar os números finais.
Esses votos demoram mais para serem apurados porque têm um duplo processo de contabilização.
O primeiro deles é anônimo, garantindo que os eleitores não sejam identificados, e esse envelope anônimo é colocado dentro de outro, com a identificação do eleitor, que é checado antecipadamente para garantir que ele não tenha votado em outro lugar antes.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, fez um comunicado pedindo que os partidos políticos fizessem "tudo o que estiver ao alcance" para evitar novas eleições.
"Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance, certamente depois do que aconteceu ontem, para evitar outra rodada de eleições.
Portanto, espero que todos que vierem aqui estejam de mente aberta", disse.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário.
Leia as Regras de Uso do UOL.”
Encontrou um erro?VerdadeiroOs blocos de Netanyahu e de Gadi Eisenkot tinham, respectivamente, 53 e 48 cadeiras, abaixo das 61 necessárias à maioria.
Esquerda Centro DireitaDiário do Centro do Mundo, Folha de S.Paulo, Gazeta do Povo, Metrópoles
Os números e o patamar de 61 cadeiras aparecem em relatos de três grupos, embora a apuração ainda estivesse em curso.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroO Likud acusou partidos árabes de fraude e de terem “roubado” a eleição.
Esquerda Centro Direitag1, CartaCapital, Estadão
A acusação é relatada por veículos de três grupos; RFI Brasil também registra a declaração do Likud.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroA polícia afirmou que não havia evidências investigativas ou de inteligência que corroborassem as alegações de fraude.
Esquerda Centro DireitaMetrópoles, Gazeta do Povo, UOL
A resposta policial é relatada nos veículos de esquerda e centro; os trechos também informam que a Comissão Eleitoral rejeitou alegações de fraude.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroO governo do Catar negou interferência ou financiamento de atividades para interferir nas eleições israelenses.
Esquerda DireitaFolha de S.Paulo, Gazeta do Povo, Brasil de Fato
A negativa é relatada por veículos dos veículos de direita e esquerda; Brasil de Fato especifica a alegação de financiamento.
Ver fontes e trechos (3)
Não verificávelO presidente da Comissão Eleitoral Central pediu ao Shin Bet que investigasse suspeitas de interferência estrangeira, incluindo possível financiamento do Catar.
DireitaGazeta do Povo
Gazeta do Povo relata o pedido e ressalva que o presidente da Comissão não podia atestar a veracidade das suspeitas; não há confirmação independente nos trechos fornecidos.
Ver fontes e trechos (1)