VerdadeiroA Justiça de São Paulo deferiu o pedido de recuperação judicial da Marabraz.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Oeste, g1, CNN Brasil, O Globo
Os trechos dos três grupos relatam o deferimento do pedido pela Justiça paulista.
Ver fontes e trechos (5)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Marabraz
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São Paulo A Justiça de São Paulo aprovou a recuperação judicial do Marabraz.
Na decisão, publicada nesta terça-feira (27), a juíza Fernanda Perez Jacomini reconheceu o preenchimento dos requisitos legais pela varejista, mas indicou pendências documentais a serem entregues em 15 dias.
Além de aceitar a recuperação, a juíza concedeu à empresa o chamado "stay period" —dispositivo que impede execuções de dívidas inclusas no processo de reestruturação— por 180 dias.
Com isso, fica proibida "qualquer forma de retenção, arresto, penhora, sequestro, busca e apreensão e constrição judicial ou extrajudicial sobre os bens das devedoras".
Procurada, a empresa disse que confirma o deferimento e que cumprirá as determinações judiciais "buscando uma solução sustentável para a continuidade dos negócios".
Com o deferimento da recuperação, a Marabraz deverá apresentar contas à Justiça todo mês, sob pena de destituição de controladores e substituição de administradores.
Deverá ainda enviar extratos bancários e documentos relativos ao recolhimento de impostos e verbas trabalhistas à administradora.
A juíza negou ainda o pedido de consolidação substancial das empresas do grupo em recuperação.
Esse procedimento ocorre quando a análise da recuperação trata o patrimônio e as dívidas do conglomerado em conjunto e os credores são agregados em uma única lista.
A negativa segue o posicionamento do Ministério Público , apresentado em 21 de outubro, contrário à unificação.
Na manifestação, o órgão disse não ter identificado elementos suficientes de confusão patrimonial entre as empresas do grupo.
"O deferimento prematuro da consolidação substancial poderia acarretar prejuízos irreversíveis a diferentes classes e grupos de credores específicos de cada pessoa jurídica", afirmou a juíza na decisão.
Com isso, reconheceu apenas a existência de consolidação processual.
Nesse caso, as empresas podem pedir a recuperação em conjunto, mas a apuração do quórum de um terço e do quórum futuro deve ser feita de forma individual.
A consolidação substancial ainda pode ser concedida ao longo do processo.
No despacho desta terça, também foi garantido à Marabraz o fornecimento de energia por Enel e CPFL, ratificando decisão de setembro que havia determinado a manutenção do serviço pelas concessionárias.
A consultoria Deloitte, autora da perícia dos documentos apresentados no pedido de recuperação, foi nomeada administradora judicial do caso.
Será dela a responsabilidade de verificar os pedidos de habilitação de créditos, juntar documentos das devedoras e elaborar o plano de reestruturação a ser apreciado em assembleia de credores.
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- Revista Oeste · Reportagem
Justiça aceita recuperação judicial da Marabraz
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“Jornalista, pós-graduado em marketing e mestre em comunicação e consumo.
Especialista em comunicação e consumo e análise política.
Veja mais
A Justiça de São Paulo aceitou o pedido de recuperação judicial da rede de móveis Marabraz, permitindo que a empresa negocie suas dívidas de aproximadamente R$ 140 milhões enquanto reorganiza suas finanças.
A decisão, publicada nesta terça-feira, 27, oferece proteção contra execuções de dívidas por 180 dias e suspende ações judiciais que possam afetar o patrimônio da empresa.
A Marabraz terá 60 dias para apresentar um plano de recuperação.
A Deloitte foi nomeada administradora judicial.
A Justiça de São Paulo aceitou o pedido de recuperação judicial da rede de móveis Marabraz.
A decisão, publicada nesta terça-feira, 27, permite que a empresa negocie suas dívidas enquanto busca reorganizar as finanças e manter as operações.
O grupo estima débitos de aproximadamente R$ 140 milhões.
A decisão concede proteção contra execuções de dívidas abrangidas pelo processo por 180 dias .
Nesse período, ficam suspensas medidas como penhoras e outras ações judiciais que possam comprometer o patrimônio das empresas incluídas na recuperação.
A Marabraz terá 60 dias para apresentar um plano de recuperação aos credores.
A juíza também determinou que documentos exigidos pela Justiça sejam complementados em até 15 dias.
Seis empresas ligadas à rede poderão conduzir o processo em conjunto.
A magistrada, porém, negou, por enquanto, o pedido de consolidação patrimonial, que permitiria tratar bens e dívidas das companhias como um único conjunto.
Assim, cada empresa deverá manter separados seus ativos e passivos.
Leia também: “O preço da desconfiança” , artigo de Ana Paula Henkel, publicado na Edição 346 da Revista Oeste
A Deloitte foi nomeada administradora judicial para acompanhar o processo, verificar os créditos dos credores e fiscalizar as informações financeiras das empresas.
A varejista atribui suas dificuldades, entre outros fatores, aos juros elevados e a conflitos societários e familiares que teriam restringido o acesso ao crédito.
O modelo de negócios da rede utilizava imóveis da família controladora como garantia para empréstimos bancários.
Segundo a empresa, as disputas envolvendo esse patrimônio dificultaram a obtenção de financiamento e comprometeram o capital necessário para manter as atividades.
O caso da Marabraz se soma ao de outras redes varejistas que recorreram à recuperação judicial em meio a dificuldades financeiras.
Entre elas estão Americanas, que entrou com o pedido em 2023, e Casas Bahia , que teve seu plano de recuperação extrajudicial homologado em 2024.
Também enfrentaram dificuldades redes como Tok&Stok e Le Biscuit.
Juros elevados, endividamento, crédito restrito e mudanças nos hábitos de consumo estão entre os fatores associados à crise no setor.
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- g1 · Reportagem
Marabraz tem recuperação judicial aceita pela Justiça e diz que buscará 'solução sustentável' para os negócios
Trecho consultado na análise
“Lojas Marabraz. — Foto: Divulgação/Lojas Marabrez
A Justiça de São Paulo aceitou o pedido de recuperação judicial do Grupo Marabraz , rede de móveis que busca renegociar cerca de R$ 140 milhões em dívidas.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem?
Envie para o g1
A decisão foi assinada na terça-feira (27) pela juíza Fernanda Perez Jacomini, da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital.
"A empresa informa que cumprirá as determinações judiciais e apresentará seu plano de recuperação no prazo legal estabelecido, buscando uma solução sustentável para a continuidade dos negócios e manutenção de seu compromisso com a atransparência e o diálogo com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros", afirma a empresa em nota enviada ao g1 .
O processo abrange seis empresas do grupo, incluindo a Marabraz Comercial Ltda., responsável pelo registro da marca, e outras cinco companhias ligadas às operações da rede.
🔎 O objetivo da recuperação judicial é permitir que as empresas reorganizem suas finanças e negociem suas dívidas com os credores, sob supervisão da Justiça, para tentar manter as atividades e evitar a falência.
Na decisão, a juíza determinou a suspensão , por 180 dias, das execuções de dívidas sujeitas à recuperação judicial.
A medida impede temporariamente que os credores cobrem esses débitos por meio de determinadas ações judiciais e tomem bens das empresas para receber os valores, respeitadas as exceções previstas em lei.
A decisão também determina que as empresas apresentem um plano de recuperação judicial em até 60 dias.
O documento deverá detalhar como pretendem reorganizar as finanças e pagar os credores.
O plano será submetido às etapas previstas na legislação, e o descumprimento do prazo pode levar à decretação da falência.
A juíza, no entanto, não autorizou, neste momento, que o patrimônio e as dívidas das seis empresas sejam tratados como se pertencessem a uma única companhia.
Embora façam parte do mesmo grupo econômico, a perícia judicial não encontrou documentação suficiente para comprovar uma mistura generalizada dos bens e das obrigações das empresas.
Com isso, o processo seguirá pelo regime de consolidação processual, no qual as empresas podem conduzir a recuperação judicial em conjunto, mas precisam manter separadas as informações financeiras e as relações com seus credores.
Cada uma deverá apresentar sua própria relação de credores e seu plano de recuperação.
A Deloitte Touche Tohmatsu Consultores foi nomeada administradora judicial.
A empresa ficará responsável por acompanhar as atividades e as finanças das devedoras, além de apresentar relatórios periódicos à Justiça.
A decisão também concedeu às empresas um prazo adicional, improrrogável, de 15 dias para apresentar documentos que ainda estavam pendentes, como extratos bancários específicos e certidões de protesto de filiais desativadas .
Se as exigências não forem cumpridas, o processamento da recuperação judicial poderá ser revogado.”
- CNN Brasil · Reportagem
Justiça de São Paulo aceita pedido de recuperação judicial da Marabraz
Trecho consultado na análise
“A Justiça de São Paulo aceitou o pedido de recuperação judicial da Marabraz, conhecida pela atuação no segmento de móveis e eletrodomésticos.
As dívidas da companhia somam R$ 140,2 milhões.
Ao CNN Money, a rede varejista confirmou que a Justiça aceitou o pedido, protocolado em agosto de 2026, em caráter de urgência, na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Estado de São Paulo, por meio do escritório Campana Pacca.
A petição mostrava que, para além dos efeitos da alta persistente do juro, os problemas da Marabraz derivam ainda de disputas societárias e familiares.
A rede ressalta que esta é uma etapa importante para sua reorganização financeira, preservação das atividades, manutenção de empregos e pagamento de credores.
"A empresa informa que cumprirá as determinações judiciais e apresentará seu plano de recuperação no prazo legal estabelecido, buscando uma solução sustentável para a continuidade dos negócios e manutenção de seu compromisso com a transparência e o diálogo com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros", diz em nota.
Pelos parâmetros estabelecidos, a Marabraz tem 15 dias para entregar documentos solicitados pela Justiça.
Além disso, terá stay period de 180 dias, período no qual ficam suspensas todas as execuções, ações de cobrança e constrições de bens contra a empresa em recuperação judicial. https://www.youtube.com/watch?
v=GWxkIzENI6c”
- O Globo · Reportagem
Justiça de SP aceita pedido de recuperação judicial de Grupo Marabraz
Trecho consultado na análise
“A juíza Fernanda Perez Jacomini, da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, aceitou o pedido de recuperação judicial feito pelas empresas que compõem o Grupo Marabraz , que declara uma dívida total de R$ 140 milhões.
Na decisão, proferida na noite da terça-feira (27), a magistrada confirmou o prazo de seis meses para que a companhia não sofra execuções de dívidas já estabelecidas, conforme previsto na lei que regulamenta o tema.
"Proíbo, pelo prazo de 180 (cento e oitenta) dias corridos, qualquer forma de retenção, arresto, penhora, sequestro, busca e apreensão e constrição judicial ou extrajudicial sobre os bens das devedoras, oriunda de demandas cujos créditos sujeitem-se à recuperação judicial", disse Jacomini, em despacho obtido pelo GLOBO.
A juíza também confirmou o prazo, previsto em lei, de 60 dias improrrogáveis para que a Marabraz apresente um plano de recuperação ao credores.
O grupo deverá apresentar ainda, a cada 30 dias, todas as contas demonstrativas do balanço, sob pena de destituição de seus administradores judiciais.
Outra determinação foi a de que os credores apresentem diretamente ao administrador judicial suas habilitações de créditos.
Fazem parte do grupo as seguintes empresas: Comercial de Móveis Jordanésia, S.
V.
C.
Jaraguá, Comercial Móveis das Nações, Comercial Zena Móveis e Monta Móveis.
O pedido de recuperação judicial, feito em agosto, ocorreu após a decretação de falência da Móveis Jordanésia em outro processo, decisão que, segundo a petição inicial da RJ, está suspensa por um movimento da 1ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Sem recursos
De acordo com o documento entregue à Justiça no mês retrasado, a crise da Marabraz decorre de uma disputa familiar envolvendo os controladores da empresa, sustentando que o problema não seria operacional, mas de financiamento.
A justificativa é que imóveis comerciais e centros de distribuição usados como garantias do grupo para fechar contratos com instituições financeiras estavam em nome de uma sociedade patrimonial da família controladora.
Com a crise societária, os administradores da varejista foram retirados do comando dessas empresas, o que, diz a petição, teria levado bancos credores a exigirem novas garantias, limitando e encarecendo condições de crédito a ser usado como capital de giro pelos negócios.
Sem recursos, a operação não consegue compor e manter estoques de produtos.
A disputa societárias é pelo controle da LP Administradora de Bens, a holding da família Fares que, em 2011 foi doada à terceira geração e que gere um portfólio com centenas de imóveis comerciais.
De outro lado ficou a operação de varejo, sob o comando de Nasser Fares, que lidera a Marabraz, e mais dois irmãos.”
Encontrou um erro?VerdadeiroAs reportagens estimam as dívidas do grupo em cerca de R$ 140 milhões; uma informa R$ 140,2 milhões.
Centro DireitaPoder360, Revista Oeste, g1, CNN Brasil, O Globo
Os trechos indicam aproximadamente R$ 140 milhões; CNN Brasil especifica R$ 140,2 milhões.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroO processo de recuperação abrange seis empresas ligadas ao Grupo Marabraz.
Centro DireitaPoder360, Revista Oeste, g1
Poder360 e g1 dizem que o processo abrange seis empresas; Revista Oeste também relata que seis empresas poderão conduzi-lo em conjunto.
Ver fontes e trechos (3)
VerdadeiroA Marabraz deve apresentar um plano de recuperação em até 60 dias.
Centro DireitaPoder360, Revista Oeste, g1, O Globo
Os trechos dos veículos de direita e centro informam o prazo de 60 dias para apresentação do plano.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroA Justiça deu prazo de 15 dias para complementar documentos pendentes.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Poder360, Revista Oeste, g1, CNN Brasil
Os trechos dos três grupos relatam prazo de 15 dias para entrega ou complementação de documentos.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroA juíza não autorizou, por ora, a consolidação substancial das empresas, mas admitiu a consolidação processual.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Oeste, g1
Folha de S.Paulo, Revista Oeste e g1 relatam a negativa da consolidação patrimonial e a possibilidade de conduzir o processo em conjunto, mantendo separadas as finanças.
Ver fontes e trechos (3)