VerdadeiroA Meta fez acordo com K.D.B., de 18 anos, moradora do Mississippi, em 30 de outubro.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, O Antagonista, UOL, Estadão
Folha de S.Paulo, CNN Brasil, UOL e Estadão identificam K.D.B. como tendo 18 anos; Folha de S.Paulo, CNN Brasil e O Antagonista situam o acordo em 30 de outubro e no Mississippi. UOL e Estadão também relatam o acordo.
Ver fontes e trechos (5)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Meta faz acordo em ação sobre vício em redes sociais; Snapchat segue no processo
Trecho consultado na análise
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A Meta fechou um acordo com uma adolescente que acusou a empresa de projetar o Instagram e o Facebook para causar dependência, o que teria provocado problemas de saúde mental e transtornos alimentares, disseram nesta sexta-feira (30) os advogados da jovem.
O acordo foi firmado depois que a seleção do júri começou, na quarta-feira (28), para um julgamento que deveria avaliar as acusações de duas adolescentes, identificadas como S.J. e K.D.B., contra a Meta e a Snap, controladora do Snapchat .
A Meta já havia fechado um acordo com S.J. dias antes do início do julgamento.
Com o acerto anunciado nesta sexta com K.D.B., a expectativa é que o processo prossiga apenas contra a Snap.
"Continuamos comprometidos em melhorar a segurança das crianças em aplicativos de redes sociais e em responsabilizar as empresas de tecnologia.
Estamos satisfeitos por ter chegado a uma resolução justa neste caso em nome de nossa cliente", disse Emily Jeffcott, advogada de K.D.B., em comunicado.
Um porta-voz da Meta afirmou que acordos, arquivamentos e julgamentos fazem parte do processo de avaliação de casos desse tipo.
"Continuaremos a nos defender nos tribunais e mantemos nossa posição sobre nosso histórico", disse o porta-voz, acrescentando que a Meta desenvolve ferramentas de segurança há mais de uma década.
Um representante da Snap não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Este é o segundo julgamento em um tribunal estadual de Los Angeles envolvendo jovens que afirmam ter desenvolvido dependência de redes sociais.
Eles acusam Meta, Snap, TikTok e YouTube , da Alphabet, de projetar suas plataformas para estimular o uso compulsivo.
S.J. e K.D.B. já haviam fechado acordos com o TikTok e o YouTube.
O caso foi escolhido entre milhares de ações judiciais pendentes como um processo de referência.
Por isso, o veredicto do júri poderia influenciar a forma como as empresas e os autores de outras ações resolverão processos semelhantes.
S.J., uma jovem de 16 anos de Illinois, e K.D.B., de 18 anos e moradora do Mississippi, afirmam que começaram a usar o YouTube aos três anos e as outras plataformas por volta dos nove.
Segundo elas, desenvolveram hábitos compulsivos por causa de recursos como a reprodução automática de vídeos e a rolagem infinita de conteúdo.
As empresas negam que suas plataformas tenham sido projetadas para causar dependência entre jovens e afirmam ter adotado medidas para tornar os aplicativos ambientes seguros para que adolescentes possam se expressar.
As empresas de redes sociais enfrentam milhares de ações em tribunais federais e estaduais movidas por indivíduos, distritos escolares, municípios e outras entidades governamentais.
Os processos alegam que as companhias buscaram deliberadamente estimular a dependência de crianças em suas plataformas, contribuindo para uma crise de saúde mental entre jovens, marcada por ansiedade, depressão e suicídio.
Mais
No primeiro caso levado a julgamento, encerrado em março, um júri de Los Angeles considerou a Meta e o YouTube negligentes e determinou o pagamento de US$ 6 milhões em indenizações a uma jovem.
As duas adolescentes cujos processos foram selecionados em seguida para julgamento também encerraram ou retiraram suas ações contra as empresas.
O primeiro distrito escolar escolhido para um julgamento fechou acordos com todas as companhias envolvidas.
Em agosto, a Meta firmou acordos que podem chegar a US$ 18 bilhões com quase todos os estados e territórios dos Estados Unidos para encerrar ações movidas por procuradores-gerais sobre os danos das plataformas a adolescentes.
A empresa também concordou em fazer mudanças no funcionamento do Instagram e do Facebook para esse público.
No início deste mês, um juiz do Novo México determinou que a Meta pagasse uma multa de US$ 25 bilhões , depois que um júri concluiu que a empresa enganou usuários do Facebook sobre a privacidade de seus dados e a maneira como lida com discursos de ódio.
A companhia afirmou que vai recorrer da decisão.
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- CNN Brasil · Reportagem
Meta faz acordo com adolescente que acusava redes sociais de causar vício
Trecho consultado na análise
“A Meta chegou a um acordo com uma adolescente que acusava a empresa de ter projetado o Instagram e o Facebook para serem viciantes, causando problemas de saúde mental e distúrbios alimentares, disseram os advogados da autora nesta sexta-feira (30).
O acordo foi firmado após o início da seleção do júri na quarta-feira para um julgamento que analisaria as alegações de dois adolescentes, identificados como SJ e KDB, contra a Meta e a Snap Inc (controladora do Snapchat).
A big tech havia chegado a um acordo com a SJ dias antes do julgamento e, agora, com a KDB.
O julgamento desta sexta-feira seguirá apenas com as acusações contra a Snap.
“Continuamos empenhados em melhorar a segurança das crianças em aplicativos de redes sociais e em responsabilizar as empresas de tecnologia, e estamos satisfeitos por termos chegado a uma resolução justa em nome de nosso cliente”, disse Emily Jeffcott, advogada da KDB, em um comunicado.
Um porta-voz da Meta disse que acordos, arquivamentos e julgamentos fazem parte do processo de análise de casos como este.
"Continuaremos a nos defender no tribunal e mantemos nosso histórico", disse o porta-voz, observando que a Meta fabrica ferramentas de segurança há mais de uma década.
Um porta-voz do Snap não respondeu imediatamente ao pedido de comentário.
Este é o segundo julgamento no tribunal estadual de Los Angeles sobre alegações apresentadas por jovens que afirmam ter se tornado viciados em redes sociais após o surgimento do Meta, Snap, TikTok e YouTube.
Os adolescentes SJ e KDB já haviam chegado a um acordo com o TikTok e o YouTube.
O caso foi selecionado entre milhares de processos pendentes como um caso-teste, para que o veredicto do júri pudesse influenciar a forma como as empresas e os demandantes resolvem casos semelhantes.
SJ, uma garota de 16 anos de Illinois, e KDB, um jovem de 18 anos do Mississippi, afirmam que começaram a usar o YouTube aos 3 anos de idade e as outras plataformas por volta dos 9 anos, desenvolvendo hábitos compulsivos que atribuem a recursos como reprodução automática e rolagem infinita.
As empresas rejeitaram as alegações de que suas plataformas foram projetadas para viciar jovens e afirmam ter tomado medidas para tornar os aplicativos espaços seguros para que os jovens se expressem. https://www.youtube.com/watch?
v=_0LaBbv9A5g&pp=0gcJCSsMAYcqIYzv”
- O Antagonista · Reportagem
Meta fecha acordo com jovem em ação por vício em redes sociais
Trecho consultado na análise
“A Meta, dona do Instagram e do Facebook, chegou a um acordo com uma jovem do Mississippi que responsabilizava a empresa por transtornos alimentares e outros problemas de saúde mental.
Com o acerto, o julgamento em Los Angeles deve prosseguir só contra a Snap, controladora do Snapchat.
O entendimento foi firmado depois do início da escolha dos jurados, na quarta-feira, 28.
O processo reunia os pedidos de duas adolescentes, identificadas como S.J. e K.D.B., contra as duas empresas.
Dias antes da abertura do julgamento, a Meta já havia fechado acordo com S.J.
Emily Jeffcott, advogada de K.D.B., divulgou comunicado sobre o resultado: “Continuamos comprometidos em melhorar a segurança das crianças em aplicativos de redes sociais e em responsabilizar as empresas de tecnologia.
Estamos satisfeitos por ter chegado a uma resolução justa neste caso em nome de nossa cliente”, afirmou.
Um porta-voz da Meta disse que acordos, arquivamentos e julgamentos fazem parte da avaliação de casos desse tipo.
“Continuaremos a nos defender nos tribunais e mantemos nossa posição sobre nosso histórico”, declarou.
Ele acrescentou que a empresa desenvolve ferramentas de segurança há mais de dez anos.
A Snap não respondeu de imediato ao pedido de comentário.
Caso escolhido entre milhares Este é o segundo julgamento em tribunal estadual de Los Angeles com jovens que dizem ter desenvolvido dependência de redes sociais.
Elas acusam Meta, Snap, TikTok e YouTube, da Alphabet, de ter projetado as plataformas para estimular o uso compulsivo.
S.J. e K.D.B. já haviam fechado acordos com TikTok e YouTube.
A ação foi selecionada entre milhares pendentes para servir de referência.
O veredicto do júri poderia orientar a forma como empresas e autores de outros processos resolverão casos semelhantes.
S.J., de 16 anos, mora em Illinois.
Ela e K.D.B. contam que passaram a usar o YouTube aos três anos e as demais plataformas por volta dos nove.
Atribuem os hábitos compulsivos a recursos como a reprodução automática de vídeos e a rolagem infinita.
As empresas negam ter criado seus aplicativos para provocar dependência em jovens e dizem ter adotado medidas de segurança para adolescentes.
Série de processos e acordos As companhias respondem a milhares de ações em tribunais federais e estaduais, movidas por indivíduos, distritos escolares, municípios e outros órgãos públicos.
Os autores sustentam que as empresas buscaram de propósito prender crianças às plataformas, o que teria contribuído para quadros de ansiedade, depressão e suicídio entre jovens.
No primeiro julgamento da série, concluído em março, um júri de Los Angeles considerou Meta e YouTube negligentes e fixou indenização de US$ 6 milhões a uma jovem.
As duas adolescentes escolhidas na sequência encerraram ou retiraram suas ações.
O primeiro distrito escolar levado a julgamento fechou acordo com todas as empresas envolvidas.
Em agosto, a Meta assinou acordos de até US$ 18 bilhões com quase todos os estados e territórios dos Estados Unidos, para pôr fim a processos movidos por procuradores-gerais.
Também se comprometeu a mudar o funcionamento do Instagram e do Facebook para o público adolescente.
Neste mês de outubro, um juiz do Novo México determinou que a empresa pague multa de US$ 25 bilhões.
Um júri havia concluído que ela enganou usuários do Facebook sobre a privacidade de seus dados e sobre o tratamento dado a discursos de ódio.
A Meta afirmou que vai recorrer.”
- UOL · Reportagem
Meta faz acordo e deixa Snap como única acusada em julgamento sobre redes sociais nos EUA
Trecho consultado na análise
“A Meta, empresa controladora do Instagram, chegou a um acordo amigável com a jovem que a processava em Los Angeles em um novo julgamento sobre o vício em redes sociais, deixando apenas a Snap perante o tribunal, anunciaram os advogados da autora da ação nesta sexta-feira (30).
Os termos do acordo com a demandante de 18 anos, K.D.B., são confidenciais.
Na semana passada, a Meta já havia chegado a um acordo extrajudicial com S.J., de 16 anos, que também a processou.
O julgamento, no qual a Snap enfrentará pela primeira vez um júri nestes casos que se multiplicaram nos Estados Unidos, deve começar em 4 de novembro, após a seleção do júri em andamento.
"Estamos satisfeitos por ter levado este caso a uma resolução justa para nossa cliente", declarou sua advogada, Emily Jeffcott, prometendo continuar "exigindo que as empresas de tecnologia sejam responsabilizadas".
Como consequência direta, Mark Zuckerberg, diretor executivo da Meta, e Adam Mosseri, responsável pelo Instagram, que deveriam comparecer ao tribunal em meados de novembro, provavelmente já não terão de prestar depoimento.
O diretor executivo da Snap, Evan Spiegel, continua convocado, a menos que a empresa também firme um acordo com as autoras da ação.
Principal alvo de milhares de processos movidos por famílias e escolas nos Estados Unidos, a Meta (Facebook, Instagram, WhatsApp) vem multiplicando acordos desde que foi condenada em março por um primeiro júri em Los Angeles.
Os jurados a consideraram, juntamente com o YouTube (Google), parcialmente responsável pelos transtornos de uma jovem.
Em agosto, o grupo firmou um acordo de mais de 18 bilhões de dólares (R$ 97 bilhões) com praticamente todos os estados americanos, acompanhado de novas restrições para adolescentes no Instagram e no Facebook.
bl/ni/nth/mr/atm/mar/yr/am
© Agence France-Presse
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário.
Leia as Regras de Uso do UOL.”
- Estadão · Reportagem
Meta fecha acordo e deixa Snap como única acusada em julgamento sobre redes sociais nos EUA
Trecho consultado na análise
“A Meta , empresa controladora do Instagram , chegou a um acordo amigável com um indivíduo que a processava em Los Angeles em um novo julgamento sobre o vício em redes sociais, deixando apenas o Snap perante o tribunal, anunciaram os advogados da autora da ação nesta sexta-feira, 30.
Os termos do acordo com o demandante de 18 anos, identificado como KDB, são temporários.
Na semana passada, a Meta já havia chegado a um acordo extrajudicial com SJ, de 16 anos, que também processou a empresa.
O julgamento, no qual a Snap enfrentará pela primeira vez um processo desse tipo nos Estados Unidos , está previsto para começar em 4 de novembro, após a conclusão da seleção do júri, que já está em andamento.
“Estamos satisfeitos por ter levado este caso a uma resolução justa para nosso cliente”, declarou sua advogada, Emily Jeffcott, prometendo continuar “exigindo que as empresas de tecnologia sejam responsabilizadas”.
Como consequência direta, Mark Zuckerberg , diretor executivo da Meta, e Adam Mos”
Encontrou um erro?VerdadeiroA Meta já havia feito acordo com S.J. antes do acordo com K.D.B.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, O Antagonista, UOL, O Globo, Estadão
Os trechos dos três grupos informam que o acordo com S.J. ocorreu dias antes ou na semana anterior ao acerto com K.D.B.
Ver fontes e trechos (6)
VerdadeiroApós os acordos com as adolescentes, esperava-se que o processo prosseguisse apenas contra a Snap.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, O Antagonista, UOL, Estadão
Folha de S.Paulo, CNN Brasil e O Antagonista dizem que o caso deveria seguir apenas contra a Snap; UOL e Estadão também relatam que ela ficaria sozinha perante o tribunal.
Ver fontes e trechos (5)
VerdadeiroA seleção do júri começou em 28 de outubro.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, O Antagonista, UOL, O Globo, Estadão, g1
Folha de S.Paulo, CNN Brasil, O Antagonista, O Globo e g1 indicam o início da seleção nessa quarta-feira, 28 de outubro; UOL e Estadão dizem que ela estava em andamento após esse início.
Ver fontes e trechos (7)
VerdadeiroO início do julgamento após a seleção do júri estava previsto para 4 de novembro.
Esquerda DireitaUOL, Estadão
UOL e Estadão situam o início previsto do julgamento em 4 de novembro, após a seleção. O Globo e g1 também descrevem a seleção começando em 28 de outubro, mas usam esse marco como início do novo julgamento.
Ver fontes e trechos (4)
VerdadeiroAs adolescentes alegaram que recursos das plataformas contribuíram para hábitos compulsivos; as empresas negaram que seus serviços fossem projetados para causar dependência.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, O Antagonista
Folha de S.Paulo, CNN Brasil e O Antagonista relatam as alegações sobre recursos como reprodução automática e rolagem infinita, além da negativa das empresas sobre intenção de causar dependência.
Ver fontes e trechos (3)