VerdadeiroA operação da Polícia Civil ocorreu em Niterói, São Gonçalo e Maricá e incluiu 18 medidas de busca e apreensão.
Esquerda Centro DireitaO Globo, Gazeta do Povo, CartaCapital, g1, CNN Brasil, Veja
Os relatos dos três grupos citam as 18 buscas e os municípios da operação.
Ver fontes e trechos (6)
- O Globo · Reportagem
Sargento da PM, assessores parlamentares e personal trainer: saiba quem são os envolvidos em rede de exploração sexual no Rio
Trecho consultado na análise
“O personal trainer João Lucas Figueiredo Perrenoud, de 24 anos, foi preso em Maricá, na Região Metropolitana do Rio, suspeito de integrar uma rede criminosa de exploração sexual de adolescentes.
Segundo informações divulgadas pelo g1, ele pressionava uma jovem, por meio de mensagens, para que ela se encontrasse com dez homens.
De acordo com a polícia, o investigado também buscava a adolescente nas proximidades da escola e a levava para o local onde ocorriam os abusos sexuais.
'Tem que dar graças a Deus, a Nossa Senhora da COP', disse PM ao prender dezenas de suspeitos durante a ação Cinzas de vítima que disputava herança de R$ 80 milhões estão em igreja.
Caso vira tema de podcast
João Lucas está entre os oito presos no âmbito da Operação NXIVM, da Polícia Civil, que investiga um esquema de exploração sexual de adolescentes envolvendo a produção de vídeos de violência sexual, estupros coletivos, torturas, ameaças e chantagens.
Sete pessoas foram presas durante a ação realizada na quarta-feira, em Niterói, São Gonçalo e Maricá.
A operação tinha como objetivo cumprir dez mandados de prisão e 18 de busca e apreensão.
Entre os investigados também estão um terceiro-sargento da Polícia Militar e um assessor parlamentar da deputada federal Talíria Petrone (PSOL).
A investigação começou em julho, após a prisão de Matheus Rodrigues Gonçalves, então assessor do vereador Professor Túlio (PSOL), em Niterói.
Ele é suspeito de abusar sexualmente de uma adolescente de 16 anos e de participar da dinâmica que permitiu aos investigadores identificar outros integrantes da rede.
Quem são os investigados
João Lucas Figueiredo Perrenoud, 24 anos - Personal trainer, foi preso em Maricá.
Segundo as investigações divulgadas pelo g1, ele pressionava uma adolescente por mensagens para que se encontrasse com dez homens.
A polícia também aponta que ele buscava a jovem perto da escola e a levava para os locais dos abusos.
Maurício Douglas Souza das Chagas Moura, 35 anos - Terceiro-sargento da Polícia Militar, lotado no 1º BPM (São Gonçalo), foi preso durante a operação.
Ele é investigado por suspeita de participação no esquema.
A Polícia Militar informou que acompanha os desdobramentos do caso para avaliar as medidas cabíveis e reiterou que não tolera desvios de conduta de seus integrantes.
Carlos Alberto Lucio Bittencourt Filho , 45 anos - Assessor parlamentar da deputada federal Talíria Petrone (PSOL), também foi preso na quarta-feira.
A parlamentar afirmou, em nota, que foi surpreendida com as informações sobre a operação e determinou a exoneração do assessor enquanto aguarda a elucidação dos fatos.
Ela declarou solidariedade à vítima e à família e defendeu a apuração rigorosa das denúncias.
Matheus Rodrigues Gonçalves , 36 anos - Ex-assessor do vereador Professor Túlio (PSOL), foi preso em julho, no início da investigação.
Ele é apontado como autor dos abusos contra a adolescente de 16 anos que deu origem ao caso.
Segundo o delegado Antônio Salvino, a jovem foi levada ao apartamento do investigado, onde sofreu estupro coletivo.
Os abusos foram gravados e as imagens, usadas para chantageá-la.
Ainda de acordo com a polícia, Matheus criou um perfil em uma rede social se passando pela adolescente para atrair outras meninas.
Miguel Ribeiro Magni, 20 anos - Foi preso sob suspeita de filmar as agressões cometidas contra as adolescentes.
João Pedro Alecrim Soares, 25 anos; Natã Marques Pereira, 28; e Carlos Otavio de Oliveira Soares da Silva, 29 - Também foram presos durante a operação.
As informações divulgadas até o momento não detalham individualmente a participação atribuída a cada um deles.
Como funcionava o esquema
Segundo a investigação, os integrantes da rede produziam vídeos de violência sexual contra adolescentes e usavam as gravações para ameaçar divulgar as imagens íntimas das vítimas.
A chantagem, associada a agressões físicas e psicológicas, era utilizada para mantê-las sob controle e submetê-las a novos abusos.
De acordo com a polícia, os investigados se autodenominavam “senhores” e tratavam as vítimas como “escravas”.
A operação foi conduzida pela 74ª DP (Alcântara), com apoio de unidades do 4º Departamento de Polícia de Área e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.
A ação também busca identificar outras possíveis vítimas e esclarecer a participação de cada investigado.
Os suspeitos devem responder por estupro de vulnerável, corrupção de menores, exploração sexual de adolescentes, associação criminosa e tortura.”
- Gazeta do Povo · Reportagem
Assessor de deputada do PSOL é preso em operação contra exploração sexual de adolescentes
Trecho consultado na análise
“A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu preventivamente nesta quarta-feira (28) o assessor parlamentar Carlos Alberto Lúcio Bittencourt Filho, de 45 anos, que trabalhava no gabinete da deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) em uma operação contra uma rede de exploração sexual de adolescentes.
O nome do investigado foi revelado pelo portal Metrópoles e pelo jornal O Globo.
A investigação apura a produção de vídeos, com registros de estupro coletivo, ameaças e chantagens.
Além das sete prisões, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, São Gonçalo e Maricá.
Por meio de suas redes sociais (leia na íntegra ao final), Talíria informou que demitiu o chefe de gabinete enquanto aguarda a apuração.
Ela defendeu que o caso respeite o devido processo legal e que os fatos sejam investigados com base em provas.
A Gazeta do Povo entrou em contato com o gabinete de Talíria Petrone em busca do contato da defesa de Carlos e também tentou contato com os advogados que já o defenderam em outras causas.
O espaço segue aberto para manifestação.
Quem é o assessor Formado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Bittencourt Filho tem uma trajetória ligada ao PSOL há mais de uma década.
De 2015 a 2019, foi chefe de gabinete do deputado estadual Flávio Serafini (PSOL-RJ).
Antes, porém, foi professor dos ensinos fundamental, médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
No PSOL, o agora investigado era conhecido como um nome de destaque no ramo das políticas sobre mineração.
Sua atuação como pesquisador no Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) o levou a integrar o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios frente à Mineração, coordenar o Observatório do Pré-sal e da Indústria Extrativa Mineral e conduzir o projeto "Mineração em Debate", financiado pela Fundação Ford.
A contratação para o gabinete de Talíria ocorreu em junho de 2019, após trabalhar na campanha que acabou elegendo a deputada federal.
Seu último salário líquido foi de R$ 13.453,04.
Entenda a operação A corporação destacou que a a operação NXIVM ocorre com base em outra prisão: do assessor parlamentar Matheus Rodrigues Gonçalves, que trabalhava no gabinete do vereador Professor Túlio (PSOL), de Niterói.
A prisão ocorreu pela suspeita de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 16 anos.
Na ocasião, notebooks e celulares foram apreendidos na residência de Matheus.
Segundo a Polícia Civil, a análise dos aparelhos, somada a imagens de câmeras de segurança, permitiu ampliar a investigação e identificar uma rede de produção de vídeos de exploração sexual de adolescentes.
A corporação afirma que os investigados se autodenominavam “senhores”, enquanto as vítimas eram chamadas de “escravas”.
Os registros de violência sexual seriam utilizados para ameaçar as adolescentes com a divulgação das imagens.
Segundo os investigadores, chantagens e agressões físicas e psicológicas eram usadas para manter as vítimas sob controle e submetê-las a novos abusos.
A Gazeta do Povo também entrou em contato com o gabinete do vereador de Professor Túlio para solicitar contato da defesa de Matheus.
O espaço segue aberto para manifestação.
Leia a manifestação de Talíria Petrone na íntegra "Fui surpreendida na manhã de hoje com informações sobre a operação da Polícia Civil decorrente de investigações que seguem em curso sobre exploração sexual.
Determinei a exoneração do assessor citado no processo, enquanto aguardamos a elucidação dos fatos.
Minha vida é e sempre foi pautada pela defesa intransigente das mulheres e de seus direitos.
Expresso minha total solidariedade à vítima e à sua família.
Não compactuamos com qualquer forma de violência, em especial contra meninas e mulheres.
Nunca compactuaremos!
As investigações devem ser conduzidas com transparência, rigor e independência, respeitando o devido processo legal e garantindo a apuração dos fatos com base nas provas.
Seguiremos lutando contra toda violência que chega nas mulheres e meninas."”
- CartaCapital · Reportagem
Polícia Civil faz operação contra rede de exploração sexual de adolescentes no RJ
Trecho consultado na análise
“A Polícia Civil realiza, nesta quarta-feira 28, uma operação contra uma rede criminosa suspeita de explorar sexualmente adolescentes no Rio de Janeiro.
São cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão contra os investigados.
Segundo a investigação, os integrantes do grupo produziam vídeos de violência sexual com as vítimas e usavam as imagens para ameaçá-las com a divulgação.
A Polícia Civil informou, em nota, que "o mecanismo de chantagem, associado a agressões físicas e psicológicas, era empregado para manter as vítimas sob controle e submetê-las a novos abusos".
Os policiais classificam o esquema como de escravidão sexual de adolescentes.
Entre os crimes atribuídos à rede estão estupros coletivos, torturas, ameaças e chantagens, além da produção dos vídeos.
A investigação começou em julho deste ano, depois da prisão de um assessor parlamentar acusado de estuprar uma adolescente de 16 anos em Niterói.
Com a apreensão de computadores e celulares na casa dele, a polícia identificou o possível envolvimento de outras pessoas em um esquema de exploração sexual de adolescentes.
*Com informações da Agência Brasil”
- g1 · Reportagem
Personal trainer suspeito de pressionar adolescente a se encontrar com 10 homens é preso em operação contra exploração sexual em Maricá
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“Operação prende personal trainer suspeito de exploração sexual — Foto: Polícia Civil
Um personal trainer foi preso no bairro Jardim Atlântico, em Itaipuaçu, distrito de Maricá , na Região Metropolitana do Rio, suspeito de envolvimento com uma rede de exploração sexual de adolescentes.
Segundo as investigações, João Lucas Perrenoud pressionava uma jovem por meio de mensagens para que ela se encontrasse com dez homens.
Ainda de acordo com a polícia, ele também buscava a adolescente nas proximidades da escola e a levava para o local onde os abusos sexuais ocorriam.
O g1 não conseguiu contato com a defesa de João Lucas até a última atualização desta reportagem.
A ação investiga um esquema de produção de vídeos de violência sexual contra menores de idade, com relatos de estupros coletivos, tortura, ameaças e chantagens.
Segundo a Polícia Civil, um mandado de prisão e de busca e apreensão foi cumprido no endereço de um policial militar.
No local, ele não foi encontrado, e a esposa acompanhou os agentes durante as buscas.
De acordo com a corporação, o suspeito estava no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), na cidade do Rio de Janeiro, onde foi localizado e preso.
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Ao todo, foram expedidos mandados de prisão e 18 mandados de busca e apreensão também nas cidades de Niterói e São Gonçalo .
Ao todo foram realizadas oito prisões, sendo sete nesta quarta-feira.”
- CNN Brasil · Reportagem
Polícia investiga rede de escravidão sexual de adolescentes no RJ
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“Seis pessoas já foram presas nesta quarta-feira (28) durante uma operação da Polícia Civil contra uma rede suspeita de escravizar sexualmente adolescentes no Rio de Janeiro.
Batizada de NXIVM, a ação tem como alvo um grupo investigado por produzir vídeos de violência sexual contra menores e usar as imagens para ameaçar e chantagear as vítimas.
Os agentes buscam cumprir mandados de prisão e 18 medidas de busca e apreensão em Niterói, São Gonçalo e Maricá.
A investigação começou em julho, após a prisão de um assessor parlamentar suspeito de estuprar uma adolescente de 16 anos em Icaraí, na zona Sul de Niterói.
Na ocasião, policiais da 74ª DP (Alcântara) apreenderam notebooks e celulares na casa do investigado.
A análise dos aparelhos e de imagens de câmeras de segurança levou os agentes a identificar outros suspeitos e aprofundar a apuração sobre o esquema.
Segundo a Polícia Civil, os integrantes do grupo se autodenominavam “senhores” e chamavam as vítimas de “escravas”.
A rede é investigada pela produção de vídeos de exploração sexual, incluindo registros de estupros coletivos e tortura.
De acordo com os investigadores, as imagens eram usadas para ameaçar as adolescentes com a divulgação do material e forçá-las a permanecer sob o controle dos suspeitos.
O esquema também envolveria agressões físicas e psicológicas para submeter as vítimas a novos abusos.
A denúncia que deu origem ao caso foi feita pela própria adolescente, que procurou a delegacia acompanhada dos pais.
Com a operação desta quarta-feira, a polícia busca reunir novas provas, esclarecer a participação dos investigados e identificar outras possíveis vítimas.
A ação conta com o apoio de unidades do 4ºDPA (Departamento de Polícia de Área) e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.”
- Veja · Reportagem
Como prisão de assessor parlamentar expôs rede de exploração sexual com ‘senhores’ e ‘escravas’
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“A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou nesta quarta-feira, 28, uma operação contra um esquema de escravidão sexual de adolescentes.
São cumpridos 10 mandados de prisão e 18 medidas de busca e apreensão em Niterói, São Gonçalo e Maricá.
Os alvos são investigados por produzir vídeos de exploração sexual de menores, com registros de estupros coletivos, torturas, ameaças e chantagens.
Até o momento, sete foram presos.A Operação NXIVM é comandada por agentes da 74ª DP (Alcântara), com apoio de diversas unidades do 4º Departamento de Polícia de Área (DPA) e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.
A ação tem como objetivo aprofundar a análise das provas reunidas, elucidar a participação de cada um dos envolvidos e identificar outras possíveis vítimas.As investigações tiveram início em julho, quando o assessor parlamentar Matheus Rodrigues Gonçalves foi preso pelo estupro de vulnerável de uma adolescente de 16 anos, em Icaraí, bairro em Niterói.
Na casa dele, foram apreendidos dois notebooks e um celular.
Também foram analisadas imagens de câmeras de segurança.O conjunto dos registros permitiu que as apurações avançassem.
Foi revelada uma "grande rede de geração de vídeos de pornografia com adolescentes".
Os envolvidos se definiam como "senhores", enquanto as vítimas eram tidas como "escravas", de acordo com a Polícia Civil.
Os criminosos gravavam os abusos e usavam "o material para torturar e ameaçar as adolescentes com a divulgação das imagens"."
O mecanismo de chantagem, associado a agressões físicas e psicológicas, era empregado para manter as vítimas sob controle e submetê-las a novos abusos", acrescentou a corporação.
"O caso chegou à 74ª DP após a adolescente procurar a unidade, acompanhada dos pais, para denunciar as violências sofridas.
A vítima relatou um cenário de humilhações e sofrimento extremo, com consequências graves para sua integridade física e emocional.
"”
Encontrou um erro?VerdadeiroA rede investigada produziria vídeos de violência sexual contra adolescentes e usaria as imagens para ameaçar e coagir vítimas.
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Trechos dos três grupos atribuem à investigação a produção dos vídeos e o uso de ameaças e chantagens para controlar as vítimas.
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VerdadeiroA investigação começou em julho, após a prisão de Matheus Rodrigues Gonçalves, então assessor do vereador Professor Túlio, suspeito de abusar de uma adolescente de 16 anos.
Esquerda Centro DireitaUOL, O Globo, Gazeta do Povo, CartaCapital, Metrópoles, Revista Oeste, Agência Brasil, O Antagonista, CNN Brasil, Veja
Relatos dos três grupos situam o início da investigação após essa prisão e identificam a adolescente como tendo 16 anos; a atribuição de abuso é apresentada como suspeita ou acusação.
VerdadeiroCarlos Alberto Lúcio Bittencourt Filho, que trabalhava no gabinete de Talíria Petrone, foi preso em 28 de outubro durante a operação.
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Relatos dos três grupos identificam Bittencourt como assessor ou chefe de gabinete da deputada e informam sua prisão nessa data.
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VerdadeiroTalíria Petrone informou que exonerou o assessor após tomar conhecimento da operação e enquanto aguardava a apuração dos fatos.
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A declaração da deputada reproduzida nos relatos dos três grupos informa a exoneração e a espera pela elucidação dos fatos.
Ver fontes e trechos (7)
VerdadeiroUm terceiro-sargento da Polícia Militar também foi preso durante a operação.
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Relatos dos três grupos informam a prisão de um sargento da PM durante a ação.
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