VerdadeiroO leilão de 30 de outubro foi o último certame de transmissão de energia de 2026.
Esquerda CentroAgência Brasil, Brasil 247, Poder360
Agência Brasil o chama de último leilão de transmissão de 2026; Brasil 247 e Poder360 também o identificam como o último certame do ano.
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- Agência Brasil · Reportagem
Aneel prevê três leilões de transmissão de energia em 2027
Trecho consultado na análise
“A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prevê a realização de três leilões de transmissão de energia no próximo ano.
A estimativa foi dada nesta sexta-feira (30) por Ivo Sechi Nazareno, secretário de Leilões da Aneel.
Em entrevista à imprensa logo após participar do último leilão de transmissão de energia de 2026, r ealizado na manhã desta sexta-feira na B3, Nazareno destacou que os próximos certames poderão superar os R$ 50 bilhões em investimentos .
O primeiro, segundo o diretor da Aneel, deve ser realizado em abril.
E no segundo semestre deverão ocorrer os outros dois, um em outubro, envolvendo o novo sistema de transmissão em corrente contínua, com tecnologia VSC ( Voltage Source Converter ) , e outro em dezembro.
“Para o segundo semestre [de 2027], há uma expectativa de duas licitações de transmissão, uma envolvendo o sistema de corrente contínua e tecnologia inédita, VSC.
Em detrimento das tecnologias das contratações anteriores que são diferentes, ela é mais complexa, elaborada e mais moderna.
Provavelmente esses contratos que se originarem desse leilão serão os maiores que o Brasil já contratou em transmissão”, explicou Ivo Sechi.
O diretor da Aneel adiantou que os dois leilões do segundo semestre “serão instruídos em conjunto”.
“Vão ser dois leilões instruídos de forma conjunta com provável segregação de atividades, um em outubro, provavelmente o de corrente contínua, e outro em dezembro, que será o de corrente alternada”, disse.”
- Brasil 247 · Reportagem
Leilão de Transmissão garante R$ 8,9 bilhões para reforçar o sistema elétrico em sete estados
Trecho consultado na análise
“Último certame do ano fecha com deságio médio de 50,1% e viabiliza forte expansão e modernização no sistema elétrico nacional”
- Poder360 · Reportagem
Grupos espanhóis dominam último leilão de transmissão do ano
Trecho consultado na análise
“O último leilão de ativos de transmissão de energia de 2026, realizado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) nesta 6ª feira (30.out.2026), terminou com captação de R$ 8,9 bilhões em investimentos estimados na ampliação da rede elétrica nacional.
Foram arrematados todos os 8 lotes oferecidos na sede da B3, em São Paulo, com deságio médio de 50,1%.
As vencedoras assinarão contratos para construção e gestão de empreendimentos em 7 Estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia e São Paulo.
Das 8 disputas, 7 foram vencidas por empresas controladas por grupos espanhóis.
Celeo Redes, Cymi e Neonergia Transmissão SPE arremataram 2 lotes cada, e a Cox Brasil, do Grupo Cox, venceu 1.
O 8º e último ativo ficou com a EDP Transmissão Goiás, do grupo português EDP.
A Axia Energia (ex-Eletrobras), um dos principais agentes do setor de transmissão, participou da maioria das disputas, mas não levou nenhum lote. [shortcode-newsletter] O governo ofereceu contratos de construção e manutenção de 1.866 km em novas linhas de transmissão, para expansão e reforço da rede básica do Sistema Interligado Nacional, além da continuidade da operação de 483 km de linhas existentes e instalação de 12.694 MVA (megavolt-amperes) em capacidade de transformação nas subestações.
As concessões terão duração de 30 anos, com prazos de entrada em operação de 42 a 60 meses, contados da assinatura dos contratos, marcadas para 26 de fevereiro de 2027.
O governo estima que as obras devem criar 20.300 empregos.
O critério usado no leilão foi a menor RAP (Receita Anual Permitida), o valor fixo que as concessionárias de transmissão de energia elétrica recebem para construir, operar e manter linhas de transmissão e subestações.
Saíram vencedoras as ofertas que tinham os maiores descontos em relação à RAP máxima estabelecida pela Aneel para cada lote.
RESULTADOS GO, PR, MS e SP O lote com a avaliação mais alta foi vencido pela espanhola Celeo Redes, que ofereceu RAP de R$ 377 milhões e deságio de 50,55%, para arrematar a construção de linhas de transmissão e subestações nos Estados de Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul, com passagem por São Paulo.
O projeto prevê instalação de 1.167 km de linhas e investimentos de R$ 4,1 bilhões.
Trata-se do maior empreendimento oferecido no leilão.
Estavam na disputa nomes tradicionais do setor, como Axia Energia (ex-Eletrobras), Cymi, EDP e o Consórcio Olympus XX, da Alupar Investimento S.A. e Infra 2 Investment.
REGIÃO METROPOLITANA DE SP O lote 3, que ofertou ativos na Região Metropolitana de São Paulo, teve vitória da Cymi, com RAP de R$ 78,7 milhões, deságio de 57,08%.
O empreendimento estabelece investimentos de R$ 1,071 bilhão para construção de uma subestação e conexões para ampliar a capacidade de atendimento à região central da capital paulista.
BAHIA O leilão ofertou a construção de 351 km de linhas para reforçar o atendimento ao Sul e Centro-Sul baiano, além da continuidade de operação de linhas existentes.
A Neoenergia Transmissão SPE saiu vencedora e terá de investir R$ 493,1 milhões.
A disputa foi para a fase de viva-voz, quando os concorrentes anunciam os lances verbalmente.
Nessa etapa, os proponentes reduziram a proposta de RAP até o lance final, de R$ 59,8 milhões e deságio de 51,21%.
PARANÁ Foram oferecidos 2 lotes no Estado.
O 1º foi arrematado pela Cymi, também na etapa de viva-voz, com RAP de R$ 96,4 milhões e deságio de 46,36%.
A companhia deve investir R$ 1,07 bilhão em obras para ampliação da capacidade de atendimento à Região Metropolitana de Curitiba, com novas linhas e melhorias em subestações.
A Cox Brasil, parte do grupo espanhol Cox, saiu vencedora da disputa pelo 2º empreendimento no Estado, que estima investimentos de R$ 480,3 milhões para uma subestação e conexões com linhas existentes para ampliar o atendimento elétrico regional no Oeste e Sudoeste paranaense.
A companhia disputou a fase de viva-voz com a francesa Engie e venceu com proposta de RAP de R$ 37,8 milhões, deságio de 53,46%.
PARAÍBA Com investimentos previstos de R$ 665,3 milhões, o lote foi vencido pela Neoenergia Transmissão SPE, com RAP de R$ 68 milhões e deságio de 38,55%.
A companhia deverá construir 113 km de linhas e subestações para ampliar o atendimento elétrico ao Sertão paraibano.
RONDÔNIA O único lote ofertado na região Norte foi vencido pela Celeo, com RAP de R$ 66,6 milhões e deságio de 48,02%.
A companhia deverá investir R$ 753,2 milhões em melhorias na estrutura de transmissão em Porto Velho para aumentar a resiliência do sistema elétrico de Rondônia e do Acre diante de mudanças climáticas.
GOIÁS E BAHIA O último lote foi arrematado pela EDP Transmissão Goiás, do Grupo EDP Energias do Brasil, subsidiária da EDP Energias de Portugal, multinacional de origem portuguesa do setor elétrico.
A companhia ficará responsável pela construção e operação de 126 km em linhas e uma subestação para ampliar o atendimento elétrico ao Nordeste goiano.
A empresa ofereceu RAP de R$ 26,5 milhões, com deságio de 53,2%.
Os investimentos estimados são de R$ 317 milhões.
Esse ativo registrou a maior procura do certame, com 8 ofertas.
Em nota divulgada depois do leilão, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), disse que os lotes arrematados reforçam a segurança e a resiliência do sistema elétrico, garantem o escoamento da energia limpa e preparam o país para novas demandas, como a atração de data centers e inteligência artificial.
"Continuamos construindo, com planejamento, o sistema elétrico de que o Brasil vai precisar nas próximas décadas", declarou Silveira.”
Encontrou um erro?VerdadeiroOs oito lotes foram arrematados por cinco empresas.
Esquerda CentroCNN Brasil, Folha de S.Paulo
CNN Brasil informa que os oito lotes foram arrematados e lista cinco vencedoras. Folha de S.Paulo também relaciona as empresas vencedoras, incluindo a portuguesa EDP.
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VerdadeiroOs investimentos estimados no leilão somam R$ 8,9 bilhões.
Esquerda CentroFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Poder360
Folha de S.Paulo, CNN Brasil e Poder360 informam o total estimado de R$ 8,9 bilhões para os empreendimentos.
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VerdadeiroSete dos oito lotes ficaram com empresas ligadas a grupos espanhóis; o outro foi vencido pela portuguesa EDP.
Esquerda CentroFolha de S.Paulo, Poder360
Folha de S.Paulo atribui sete projetos a empresas de origem espanhola e identifica a EDP portuguesa como outra vencedora. Poder360 também informa sete vitórias de empresas controladas por grupos espanhóis e uma da EDP.
Ver fontes e trechos (2)
VerdadeiroO deságio médio do certame foi de 50,1%.
Esquerda CentroBrasil 247, CNN Brasil, Poder360
Brasil 247, CNN Brasil e Poder360 informam deságio médio de 50,1%.
Ver fontes e trechos (3)
- Brasil 247 · Reportagem
Leilão de Transmissão garante R$ 8,9 bilhões para reforçar o sistema elétrico em sete estados
Trecho consultado na análise
“Último certame do ano fecha com deságio médio de 50,1% e viabiliza forte expansão e modernização no sistema elétrico nacional”
- CNN Brasil · Reportagem
Leilão de transmissão termina com cinco vencedores e contrata R$ 8,9 bi
Trecho consultado na análise
“O Leilão de Transmissão nº 4/2026 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), realizado nesta sexta-feira (30), na sede da B3, em São Paulo, terminou com os oito lotes arrematados e deságio médio de 50,1%.
Os empreendimentos têm investimentos estimados em R$ 8,9 bilhões.
Celeo Redes, Neoenergia, Cymi, EDP e Cox Brasil foram as vencedoras do certame.
As obras abrangem Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia e São Paulo, com previsão de construção de 1.866 quilômetros de novas linhas e continuidade da operação de outros 483 quilômetros já existentes.
Os consumdires terão que pagar uma RAP (Receita Anual Permitida) de R$ 811 milhões por ano para ter à disposição as infraestruturas.
O conjunto também contempla 12.694 megavolt-amperes (MVA) de capacidade de transformação.
A disputa ocorreu pelo critério de menor RAP, remuneração anual pela prestação do serviço de transmissão.
Os deságios representam os descontos oferecidos sobre os tetos de receita estabelecidos pela Aneel.
A Celeo Redes concentrou mais da metade dos investimentos previstos ao conquistar os lotes 4 e 8, que somam cerca de R$ 4,9 bilhões.
O maior projeto do leilão, o lote 4, foi arrematado com RAP de R$ 377 milhões por ano e desconto de 50,55%.
O empreendimento reúne R$ 4,11 bilhões em investimentos estimados, 1.167 quilômetros de linhas e 3.600 MVA de transformação.
O conjunto inclui os sublotes 4A e 4B e tem como finalidade reforçar o atendimento elétrico a Mato Grosso do Sul e ampliar a capacidade para conexão de geração.
A Celeo também venceu o lote 8, em Rondônia, com investimentos previstos de R$ 753,2 milhões.
O projeto contempla três compensadores síncronos na subestação Coletora Porto Velho, destinados a ampliar a resiliência da rede que atende Acre e Rondônia diante das mudanças climáticas.
A Cymi levou os lotes 3 e 5, que somam cerca de R$ 2,05 bilhões em investimentos.
No lote 3, apresentou o maior deságio do certame, de 57,08%, com RAP de R$ 78,7 milhões por ano.
As obras ficarão em Mogi das Cruzes e são destinadas ao atendimento da região central da capital paulista.
O lote 5 prevê reforços para a região metropolitana de Curitiba.
A Neoenergia conquistou os lotes 1 e 7, na Bahia e na Paraíba, respectivamente, com investimentos estimados em R$ 1,16 bilhão.
A disputa pelo lote 1 teve mais de 150 lances em viva-voz contra a Tradetek e terminou com desconto de 51,2%.
Na Paraíba, os projetos incluem linhas e subestações para reforçar o atendimento ao Sertão.
A EDP venceu o lote 2, com investimento previsto de R$ 317 milhões, linhas entre Bahia e Goiás e reforços para o atendimento ao nordeste goiano.
A Cox Brasil arrematou o lote 6, de R$ 480,3 milhões, destinado ao atendimento das regiões oeste e sudoeste do Paraná.
Veja os vencedores de cada lote: As concessões terão duração de 30 anos.
Os prazos para entrada em operação comercial variam de 42 a 60 meses, contados da assinatura dos contratos.
“O resultado consolida as diretrizes do MME sob a gestão do presidente Lula para a modernização do setor.
Os lotes arrematados reforçam a segurança e a resiliência do sistema, garantem o escoamento da energia limpa e preparam o país para novas demandas estratégicas, como a atração de data centers e inteligência artificial.
Continuamos construindo, com planejamento, o sistema elétrico de que o Brasil vai precisar nas próximas décadas", disse em nota o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.”
VerdadeiroAs obras abrangem sete estados brasileiros.
Esquerda CentroBrasil 247, CNN Brasil, Poder360
Brasil 247 informa sete estados; CNN Brasil e Poder360 enumeram Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia e São Paulo.
Ver fontes e trechos (3)
- Brasil 247 · Reportagem
Leilão de Transmissão garante R$ 8,9 bilhões para reforçar o sistema elétrico em sete estados
Trecho consultado na análise
“Último certame do ano fecha com deságio médio de 50,1% e viabiliza forte expansão e modernização no sistema elétrico nacional”
- CNN Brasil · Reportagem
Leilão de transmissão termina com cinco vencedores e contrata R$ 8,9 bi
Trecho consultado na análise
“O Leilão de Transmissão nº 4/2026 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), realizado nesta sexta-feira (30), na sede da B3, em São Paulo, terminou com os oito lotes arrematados e deságio médio de 50,1%.
Os empreendimentos têm investimentos estimados em R$ 8,9 bilhões.
Celeo Redes, Neoenergia, Cymi, EDP e Cox Brasil foram as vencedoras do certame.
As obras abrangem Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia e São Paulo, com previsão de construção de 1.866 quilômetros de novas linhas e continuidade da operação de outros 483 quilômetros já existentes.
Os consumdires terão que pagar uma RAP (Receita Anual Permitida) de R$ 811 milhões por ano para ter à disposição as infraestruturas.
O conjunto também contempla 12.694 megavolt-amperes (MVA) de capacidade de transformação.
A disputa ocorreu pelo critério de menor RAP, remuneração anual pela prestação do serviço de transmissão.
Os deságios representam os descontos oferecidos sobre os tetos de receita estabelecidos pela Aneel.
A Celeo Redes concentrou mais da metade dos investimentos previstos ao conquistar os lotes 4 e 8, que somam cerca de R$ 4,9 bilhões.
O maior projeto do leilão, o lote 4, foi arrematado com RAP de R$ 377 milhões por ano e desconto de 50,55%.
O empreendimento reúne R$ 4,11 bilhões em investimentos estimados, 1.167 quilômetros de linhas e 3.600 MVA de transformação.
O conjunto inclui os sublotes 4A e 4B e tem como finalidade reforçar o atendimento elétrico a Mato Grosso do Sul e ampliar a capacidade para conexão de geração.
A Celeo também venceu o lote 8, em Rondônia, com investimentos previstos de R$ 753,2 milhões.
O projeto contempla três compensadores síncronos na subestação Coletora Porto Velho, destinados a ampliar a resiliência da rede que atende Acre e Rondônia diante das mudanças climáticas.
A Cymi levou os lotes 3 e 5, que somam cerca de R$ 2,05 bilhões em investimentos.
No lote 3, apresentou o maior deságio do certame, de 57,08%, com RAP de R$ 78,7 milhões por ano.
As obras ficarão em Mogi das Cruzes e são destinadas ao atendimento da região central da capital paulista.
O lote 5 prevê reforços para a região metropolitana de Curitiba.
A Neoenergia conquistou os lotes 1 e 7, na Bahia e na Paraíba, respectivamente, com investimentos estimados em R$ 1,16 bilhão.
A disputa pelo lote 1 teve mais de 150 lances em viva-voz contra a Tradetek e terminou com desconto de 51,2%.
Na Paraíba, os projetos incluem linhas e subestações para reforçar o atendimento ao Sertão.
A EDP venceu o lote 2, com investimento previsto de R$ 317 milhões, linhas entre Bahia e Goiás e reforços para o atendimento ao nordeste goiano.
A Cox Brasil arrematou o lote 6, de R$ 480,3 milhões, destinado ao atendimento das regiões oeste e sudoeste do Paraná.
Veja os vencedores de cada lote: As concessões terão duração de 30 anos.
Os prazos para entrada em operação comercial variam de 42 a 60 meses, contados da assinatura dos contratos.
“O resultado consolida as diretrizes do MME sob a gestão do presidente Lula para a modernização do setor.
Os lotes arrematados reforçam a segurança e a resiliência do sistema, garantem o escoamento da energia limpa e preparam o país para novas demandas estratégicas, como a atração de data centers e inteligência artificial.
Continuamos construindo, com planejamento, o sistema elétrico de que o Brasil vai precisar nas próximas décadas", disse em nota o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.”